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Para esta postura há uma íntegra autoridade tradicional. [[Harpócrates]], Deus do Silêncio,é chamado de "O Senhor da Defesa da e Proteção."
Para esta postura há uma íntegra autoridade tradicional. [[Harpócrates]], Deus do Silêncio,é chamado de "O Senhor da Defesa da e Proteção."
Mas a natureza deste deus não é em absoluto aquele silêncio negativo e passivo que é a conotação usual da palavra, pois Ele é o Espírito Todo-Viandante, o Puro e Perfeito Cavaleiro Errante, que reponde a todos os enigmas e abre o Portal fechado da Filha do Rei.
Mas Silêncio no sentido vulgar não é a resposta ao Enigma  da Esfinge, é aquilo que é criado por esta reposta, pois o Silêncio é o Equlíbrio da Perfeição, de modo que Harpócrates é a Chave omniforme, universal para todo Mistério. A Esfinge é a "Puzzel ou Pucelle", a Idéia feminina para a qual só existe um complemento, sempre diferente na forma e sempre idêntico na essência.
Esta é a significação da Figura do Deus que é mostrada com maior clareza sob Sua forma adulta como o Louco do Tarô e como Baco Diphues, e sem ambiguidade quando Ele aparece como [[Baphomet]].
Quando sondamos com mais rigor seu simbolismo, a primeira qualidade que prende nossa atenção é, sem dúvida, Sua inocência. Não é sem profunda sabedoria que Ele é chamado de Gêmeo de Hórus e este é o Aeon de Hórus: é Ele que enviou [[Aiwass]], Seu Ministro para proclamar o advento deste Aeon.
O Quarto Poder da Esfinge é Silêncio; para nós, então, que aspiramos a este poder como a coroa de nossa Obra será de sumo valor atingir Sua inocênciaem toda sua plenitude.
Precisamos entender, em primeiro lugar, que a raiz da Responsabilidade Moral, pela qual o homem estupidamente se orgulhaem distinguir-se dos utros animais, é Restrição, que é a Palavra do Pecado.
De fato, há verdade na fábula hebraica segundo a qual o conhecimento do Bem e do Mal traz Morte.
Reconquistar a Inocência é reconquistar o Éden.

Edição das 17h44min de 29 de setembro de 2008

Nos escritos de Mestre Therion

Em "O livro de Thoth- O Taro", Mestre Therion fala sobre o Silêncio:

Entre todas as virtudes mágickas e místicas, entre todas as graças da Alma, entre todas as conquistas do Espírito nada tem sido mais mal compreendido, mesmo quando recheado de qualquer modo, do que o Silêncio.

Não seria possível enumerar os erros comuns; não, pode-se dizer que simplismente pensá-lo é em si um erro, pois sua natureza é Puro Ser, ou seja, Nada, de maneira que ele está além de toda intelecção ou intuição. Assim, então, o máximo em nosso Ensaio pode ser somente uma certa Guarda, como se fosse um Enladrilhamento da Loja onde o Mistério do Silêncio pode ser consumado.

Para esta postura há uma íntegra autoridade tradicional. Harpócrates, Deus do Silêncio,é chamado de "O Senhor da Defesa da e Proteção."

Mas a natureza deste deus não é em absoluto aquele silêncio negativo e passivo que é a conotação usual da palavra, pois Ele é o Espírito Todo-Viandante, o Puro e Perfeito Cavaleiro Errante, que reponde a todos os enigmas e abre o Portal fechado da Filha do Rei. Mas Silêncio no sentido vulgar não é a resposta ao Enigma da Esfinge, é aquilo que é criado por esta reposta, pois o Silêncio é o Equlíbrio da Perfeição, de modo que Harpócrates é a Chave omniforme, universal para todo Mistério. A Esfinge é a "Puzzel ou Pucelle", a Idéia feminina para a qual só existe um complemento, sempre diferente na forma e sempre idêntico na essência.

Esta é a significação da Figura do Deus que é mostrada com maior clareza sob Sua forma adulta como o Louco do Tarô e como Baco Diphues, e sem ambiguidade quando Ele aparece como Baphomet.

Quando sondamos com mais rigor seu simbolismo, a primeira qualidade que prende nossa atenção é, sem dúvida, Sua inocência. Não é sem profunda sabedoria que Ele é chamado de Gêmeo de Hórus e este é o Aeon de Hórus: é Ele que enviou Aiwass, Seu Ministro para proclamar o advento deste Aeon.

O Quarto Poder da Esfinge é Silêncio; para nós, então, que aspiramos a este poder como a coroa de nossa Obra será de sumo valor atingir Sua inocênciaem toda sua plenitude.

Precisamos entender, em primeiro lugar, que a raiz da Responsabilidade Moral, pela qual o homem estupidamente se orgulhaem distinguir-se dos utros animais, é Restrição, que é a Palavra do Pecado. De fato, há verdade na fábula hebraica segundo a qual o conhecimento do Bem e do Mal traz Morte. Reconquistar a Inocência é reconquistar o Éden.