Espada de Sabedoria/Dissidentes de Ahatoor: mudanças entre as edições

 
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==Capítulo XIV. Dissidentes de ''Ahathoor''==
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Edição atual tal como às 21h16min de 23 de fevereiro de 2024

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Espada de Sabedoria, MacGregor Mathers e “A Aurora Dourada”
por Ithell Colquhoun (1906-1988). Acesse online ou adquira o livro físico.

PARTE III - ORGANISMO

<Capítulo 13
índice

Capítulo 15>

CAPÍTULO XIV. Dissidentes de Ahathoor

Dissident Spread: from Ahathoor

Eu comparo Templos Regulares a descendentes legítimos e Templos Dissidentes a disseminação bastarda. (Para variar a imagem, os Regulares são tecido saudável e os Dissidentes um crescimento cancerígeno.) Por mais talentoso que o ilegítimo possa ser, ele está em desvantagem quando comparado aos irmãos legítimos, já que ele não herda automaticamente nem bens nem reconhecimento. Tal regra, quando aplicada a assuntos materiais, seria mais do que mera contestação legalista se derivasse de uma condição existente em assuntos supra-mundanos. Em questões esotéricas, não é que um candidato não deve receber o Mana[1] de seu iniciador, mas que ele não pode fazê-lo a menos que seja regularmente (ou seja, magicamente) concedido.

Embora Isis-Urania fosse o templo-mãe da Aurora Dourada para a Grã-Bretanha, foi Ahathoor, seu templo-filha em Paris, que deu origem à primeira dissidência organizada. Essa "neta" teve uma vida breve e desreputada na virada do século sob os acontecimentos relacionados a um Sr. Theo e Sra. Laura Horos, para usar um de seus muitos pseudônimos. Sua sede era em Rua Gower Street, 99 W.C., agora a sede da resvita The Spectator. Esse casal de aventureiros já havia infiltrado um Templo Aurora Dourada nos EUA, e assim conseguiram enganar Mathers em Paris. Em sua maneira impulsiva habitual, ele os aceitou como verdadeiros estudantes de ocultismo, ofereceu-lhes hospitalidade e emprestou-lhes documentos, incluindo rituais. Eles fugiram para Londres, onde usaram essa decoração furtada como cenário para sua Ordem da Unidade Teocrática[2], cujas práticas logo os levaram aos tribunais.

Na medida em que se pode ver, suas travessuras não tinham nenhuma pretensão ao Tantra, sendo nada mais oculto do que um meio de gratificação para Theo Horos, que precisava de garotas muito jovens. (Em 1901 ele tinha trinta e cinco anos


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e sua esposa cinquenta e dois.) Laura Horos, por sua vez, obtinha seus prazeres através do voyeurismo com uma inclinação lésbica e sádica; ambos pregavam o vegetarianismo, mas eram eles próprios comedores vorazes de carne. Cada um recebeu uma longa pena de prisão, ele por estupro e ela por ajudar e incentivar — mas não antes que os relatórios do jornal do caso rasgassem o véu de sigilo da Golden Dawn — sua primeira séria ruptura — e o escurecesse com ameaçadoras nuvens tóxicas.

Começando a vida em Kentucky como Edith Salomon, Laura Horos se casou pelo menos quatro vezes e ganhou a vida nas margens da cena oculta em vários países diferentes. Crowley, que não se impressionava facilmente com os dons dos outros, reconheceu os dela, particularmente seu poder de obsessão; ele também afirma que Theo, embora de compleição leve, às vezes podia exercer uma força preternatural, e que ambos praticavam uma espécie de vampirismo sexual. O Templo de Salomão, o Rei, em The Equinox, N.o III, dá uma descrição florida dos efeitos colaterais que produziram depois que Mathers enviou Crowley a Londres com a missão dupla de conter os rebeldes de Isis-Urania e desmascarar o casal Horos.

Seria dignificar "a Ordem da Unidade Teocrática" além de seus méritos compilar uma lista formal de membros, mas os seguintes são os Pessoas do Drama da desonrosa organização:

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Theodore Horus (Magus Sidera Regit) Alias: Frank Dutton Jackson
Sra. Laura Horos (Sapientia Doctoribus e
Swami Vive Ananda) Alias: Princessa

Editha Loleta, Condessa de Landsfeld,
Baronesa Rosenthal, Mme, Helena,
Angel Anna, Ann O’Delia,
Sra. Howes, Vera P. Ava

Mrs. Sara Adams
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Daisy Pollex Adams, 16 anos
Clifford Adams, 14 anos
suas crianças
Dr. Mary Evelyn (Rose) Adams
(Sapientia Ad Beneficiendum Hominibus)
Evaline Mary Maud (Vera) Croysdale
Laura Faulkner
Olga Rowson
Henry Bosanquet, ST
Sra. Annie Lewis (proprietária na Gower Street).

Os três primeiros eram os parceiros no esquema, o restante seus tolos em graus variados.

Havia pelo menos três Templos Regulares nos EUA, derivados de Ahathoor, a saber, Thoth-Hermes (Chicago), Ihme (Boston?) e Themis (Filadélfia?); estes provavelmente proliferaram em grupos dissidentes, embora nenhum notório ao ponto de 'Unidade Teocrática', e na ausência de informações exatas, eles não podem ser tabulados.


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Somente muitos anos mais tarde que Ahathoor deu origem (com um grau de separação) a outro dissidente, a Fraternidade (mais tarde, Sociedade) da Luz Interior. Em 1913, o Dr. Brodie-Innes, tendo feito as pazes com Mathers, estabeleceu uma Loja A:.O:. em Londres como uma espécie de ramo sul de seu templo Amen-Ra revivido em Edimburgo. Mais tarde, em 1919, quando Moïna havia retornado a Londres após a morte de seu marido, ela também criou uma Loja A:.O:., que funcionava separadamente da de Brodie-Innes. Violet Μ. Firth juntou-se primeiro à Loja de Brodie-Innes por cerca de um ano, depois à de Moïna por um período similar; esses dois, portanto, foram seus principais mentores mágicos.

Na Loja de Moïna, ela não havia avançado muito antes que ela e seu namorado da época, um estudante de ocultismo chamado Loveday, começassem a receber ‘comunicações’ por conta própria. O roteiro automático que mostraram a Moïna era o rascunho do que viria a se tornar The Cosmic Doctrine ("Doutrina Cósmica", 1930). Após considerá-lo, sua Chefe apontou que, por mais fascinante que fosse o conteúdo, ele não estava de acordo com o ensino da Aurora Dourada — um fato que pode ser verificado hoje comparando a Doutrina Cósmica com os documentos da Aurora Dourada publicados desde então. O conteúdo do primeiro é, em qualquer caso, quase inútil do ponto de vista esotérico: sua tentativa de atualizar as ideias ‘teosóficas’ pelo uso inadequado de jargão científico não é apenas desagradável, mas imediatamente o distingue do uso da Aurora Dourada. (Sou atraída pela aura de arcaísmo que é característica da GD, que vejo como uma resposta ao realismo socialista na literatura, ao design de arquitetura minimalista e impessoal, semelhante a caixas de criação, e ao pragmatismo excessivo no design em geral.) Qualquer que seja a fonte do roteiro, Moïna estava justificada em declará-lo incompatível com a A:.O:., cujo sistema era o da Aurora Dourada tradicional, baseado na Década Sefirótica — enquanto Doutrina Cósmica se inclina para os Doze Signos do Zodíaco.

Moïna deu aos dois entusiastas a escolha de deixar de lado suas revelações enquanto continuavam como seus estudantes ou deixar sua Loja para seguir seu caminho recém-descoberto. Eles escolheram o último e partiram: não deveria haver ressentimentos, pois a atitude de Moïna era razoável, de fato inevitável; mas Violet tinha esperança de ser aceita de uma vez como uma sibila e assumir a Loja ela mesma em pouco tempo. Ela não parece ter perdoado sua ex-Chefe, mas Ritual Magic in England ("Magia Ritual na Inglaterra") de Francis King exagera na campanha de difamação que ela teria empreendido, pois o relato da morte de Netta Fornario, publicada em Psychic Self-Defence ("Autodefesa Psíquica", 1930), não tenta implicar Moïna.

Eu devo o relato correto da secessão de Violet aos dados fornecidos por Edward Garstin, que na época relevante, era ele próprio um membro da A:.O:. de Moïna. Ele ficou surpreso que 'Dion Fortune' — um pseudônimo que Violet derivou do seu lema da Ordem, Deo Non Fortuna — deveria ter sido capaz de se estabelecer como professora após pouco mais de um ano de estudo, durante o qual ela havia avançado apenas uma curta distância na escada dos graus. Ele pode não ter conhecido sua associação anterior com Brodie-Innes, em cuja Loja ela deve ter avançado um pouco antes de se pedir ingresso na Loja de Moïna. É uma característica enigmática das relações da A:.O:. que os membros de uma Loja nada sabiam das atividades, ou mesmo da existência, de outras Lojas. Eu nunca ouvi Edward mencionar a de Brodie-Innes ou a de Berridge, muito menos o Templo Cromlech. Ele insistiu, no entanto, que Dion Fortune possuía apenas uma leve perícia mágica no momento de sua partida; e ele tinha uma opinião ruim da Fraternidade da Luz Interior (Inner Light), que ela fundou logo depois. A conta de Edward difere daquela publicada por Francis King, que, suponho eu, se baseia em informações atuais na Luz Interior (Inner Light), da qual ele foi membro por algum tempo; e isso é provável que seja tendencioso a favor de Dion Fortune.

Loveday havia partido com ela e presumivelmente se juntou à Fraternidade — a menos que tenha sido deslocado pelo casamento subsequente de Violet com o Dr. Penry Evans? Sempre presumi que esse jovem, cujo primeiro nome nunca ouvi, não fosse o 'Raoul' Loveday da notoriedade Thelêmica, mas agora estou menos certa; ele não poderia ter casado com Betty May como reação a Dion Fortune? Quando ele conheceu Crowley, já havia estudado magia por dois ou três anos.

A saída de Dion Fortune repetiu deserções anteriores, pois foi causada por uma crise de autoridade e, em última análise, um desacordo sobre a natureza dos Chefes Secretos. Sobre a identidade de seu 'comunicador', um dos panfletos da Fraternidade da Luz Interior diz:

'A personalidade de sua última encarnação é conhecida, mas não revelada — ... era a de um filósofo e professor mundialmente famoso?

(Como caíram os poderosos!) Suspeito que um dos doze últimos Mestres da ST seja responsável — Hilarion, Serapis, Rakoczi, et hoc genus omne. O folheto afirma, corretamente, que a "Luz Interior" foi fundada em 1922, mas sustenta que as "Comunicações" para a "Doutrina Cósmica" foram recebidas por Dion Fortune em 1923-24. Isso é impreciso, já que ela fundou a "Luz Interior" por causa das 'Comunicações', que, portanto, devem ter ocorrido antes dela e foram, de fato, recebidas enquanto ela ainda estava estudando com Moina.

Como Dion Fortune era membro da Sociedade Teosófica, a origem da "Luz Interior" também devia algo a esta organização, bem como à Aurora Dourada. Uma Ordem secundária associada à "Luz Interior" era chamada de The Guild of the Master Jesus ("A Guilda do Mestre Jesus") ― sem dúvida o Mestre mencionado aqui é outro dos doze teosóficos posteriores e não o Jesus dos Evangelhos Cristãos - e parecia ter uma base no Cristianismo Gnóstico, aceito (por um fio) na TS. Em 1934, sob os auspícios da Guilda, uma série de palestras foi ministrada na sede da "Luz Interior" por Col. C. R. F. Seymour, que era membro da "Luz Interior", mas também estava intimamente associado à Loja Hermes da Stella Matutina em Bristol. A julgar pelo programa, tratava-se principalmente da Gnose pré-cristã, com uma visão crítica do culto cristão ortodoxo. Cerca de vinte anos depois, quando eu estava fazendo o curso por correspondência da "Luz Interior", não se ouvia falar dessa Guilda, que supostamente tinha sido dissolvida ou se tornado inativa.

Como muitos líderes de grupos esotéricos, Dion Fortune sentiu a necessidade de um refúgio no campo. Por volta de 1930, ela escolheu um em Glastonbury, um terreno inclinado ao pé do Tor e em frente à propriedade de Chalice Well. Ela construiu vários bangalôs do tipo de estrutura temporária, e um deles foi uma vez mobiliado como um Templo — embora até que ponto foi adequado, é questionável. Quando visitei o local em meados da década de 1950, certamente não estava sendo usado como tal; espiando por uma fresta em uma janela com cortinas, pude ver que ela estava abarrotada de lixo de todos os tipos. Era mantido trancado e parecia ser muito pequeno para trabalhos rituais — talvez nunca tenha sido mais do que um misto de oratório e meditação.

Um bangalô maior era administrado como uma pousada improvisada por um casal idoso, Mary Gilchrist e seu "Tio Robbie", mas infestada de pulgas devido ao seu cachorro e gatos. A sobrinha e o tio eram membros da "Luz Interior", mas pelo que percebi, não eram bem vistos na sede principal. A Srta. Gilchrist sofria de diarreia verbal; ela se formou como médium de transe em uma igreja 'Espiritualista'. No mesmo jardim-pomar, havia uma ou duas outras cabanas naquela época alugadas a não membros — embora isso fosse contrário à ideia original. Agora, a casa de hóspedes era raramente usada pelos membros, mesmo por períodos breves. Após a morte da Srta. Gilchrist e do 'Tio', a propriedade foi vendida e já não está mais na posse da Sociedade da Luz Interior, mas é ocupada por um devoto da Arcane School ("Escola Arcana") de Alice A. Bailey. O local do assentamento era agradável, mas de alguma forma sua atmosfera não era.

Até o final da década de 1950, a sede original de Dion Fortune foi mantida na Rua Queensborough Terrace, 3 W.2 Londres, conhecida pelos membros como 3 Q.T. [3]). Esta era uma casa grande, parte dela alugada como quartos mobiliados para devotos da Luz Interior. Estes eram frequentemente realocados por ordem do Guardião, mas apesar dessa desvantagem, era considerado um privilégio ser permitido alugá-los. Eu penetrei apenas nos cômodos mais ou menos públicos: o térreo da frente abrigava a biblioteca, da qual havia uma seção interna operando a censura usual do bibliotecário. Seu catálogo trazia um aviso:

'A Fraternidade da Luz Interior não tem nenhuma conexão com Crowley, nem endossa seus métodos. No entanto, adquiriu seus livros por seu valor aos estudantes. Os leitores devem notar que muitas das fórmulas em Magick foram alteradas e são adversas.'

Tendo em vista certas anedotas sobre Dion Fortune que Crowley transmitiu verbalmente a seus íntimos, a nota acima intriga.

O térreo dos fundos abrigava o escritório; o quarto onde o Sr. Chichester me entrevistou estava no andar de cima e parecia completamente sem caráter. O grande salão da frente, outrora usado para palestras, provavelmente fora adaptado para a celebração do que eram chamados os Mistérios Menores; outro, no topo da casa, era usado para os Mistérios Maiores; e havia um ‘Temple of the Holy Graal("Templo do Santo Graal"), que pode ter sido idêntico a este. Não tenho detalhes e o que escrevo sobre isso é de ouvir dizer; mas as impressões atmosféricas das partes da casa que vi pareceram-me úmidas — ao mesmo tempo frias e abafadas, com o abafamento predominando no térreo — havia também um porão — e frio na sala usada para entrevistas. Eu não havia notado tal falta de apelo quando assisti à palestra de Dion Fortune muito antes — o que teria acontecido desde então?

Quando o iniciado da "Luz Interior" alcançava um certo grau, três linhas de desenvolvimento estavam abertas à sua escolha: a Cristã (Devocional), a Hermética (Intelectual Oculta) e a Órfica (Natureza-Mística) — todas as três sendo apresentadas como aspectos de uma Tradição Esotérica Ocidental. (Ou pelo menos é o que diz o panfleto, embora eu duvide que as coisas tenham sido tão formais assim, mesmo na época de Dion Fortune.) Dos três caminhos, o primeiro poderia facilmente degenerar em religiosidade sentimental, enquanto o segundo tenderia a ser desafinado devido ao choque inerente na compreensão de Dion Fortune da tradição hermética — com suas referências à Grande Loja Branca misturadas com a Cabala. O terceiro era o mais interessante: tenho motivos para acreditar que a Sociedade, ou alguns de seus membros, coletou material valioso sobre a localização de leys[4], correntes terrestres e centros de força telúricos — estes últimos, equivalentes aos marmas do esoterismo hindu.

Na década de 1950, embora as palestras públicas não fossem mais realizadas, o trabalho da Sociedade foi relatado como em expansão — presumivelmente, por meio de seu curso por correspondência. Os iniciados eram incentivados a experimentar outros caminhos esotéricos — Subud[5], Cientologia e a Escola Arcana[6] com seu professor ‘Tibetano’ — o que sugere que seus líderes falharam em encontrar a Chave dos Mistérios em seu próprio sistema e estavam procurando em outros lugares. Do último grupo mencionado, só vou comentar que os tibetanos eram budistas Mahayana, mas o guru da Escola Arcana não ensina o budismo de qualquer tipo.

Já no final da década, a sede em 3 Q.T. foi transferida para Estrada Steele 38, N.W.3. Desde então, as atividades da Sociedade parecem ter se retraído: em meados da década de 1960, até mesmo a biblioteca foi dispersa. Entendo que agora apenas o aspecto cristão do ensino da Sociedade é enfatizado, e os aspectos herméticos e órficos foram gradualmente abandonados. Uma pessoa se pergunta agora (como sempre) o que isso significa em termos de cristianismo: que tornou-se uma dependente ecumênica da Igreja Católica Romana, ou é influenciada por uma das Igrejas "Bispos-Independentes" em alguma tradição gnóstica, ou apenas distribui devaneios "devocionais"? O último, eu suspeito. Como Francis King observa, dois pequenos grupos, ambos em reação contra essas tendências, recentemente se separaram; ambos são, claro, dissidentes no sentido técnico, embora tentem restabelecer o ensino genuíno.

Aqueles na lista a seguir foram todos membros da "Luz Interior" em algum momento, embora muitos não sejam mais. Os cargos ocupados por certos membros no início da década de 1950 estão registrados:

Ernest Bell
W. E. Butler
Christine Campbell Thomson — Sra.
Hartley
A. Chichester (Guardião)
Mrs. Barbara Collins
W. A. Creasy (Tesoureiro)
Dr. Penry Evans
Violet Mary Firth—Mrs. Evans,
‘Dion Fortune’
Mary Gilchrist
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Rupert Gleadow
Mrs. Helen Gleadow
Gerald Gough (Bibliotecário)
Rev. Peter Graham
William G. Gray

Francis X. King
(Srta.) G. P. Lathbury (Secretária)
Mrs. N. Lewis-Hall
(Frederick Charles, ‘Raoul’?)
Loveday
R. H. Mallock (Diretor de Estudos)
Mrs. Julia Musters
Frances Perry (não a locutora!)
Kathleen Raine
Margaret Saul
Col. C. R. F. Seymour
Mrs. Patricia Turner ‘Tio Robbie’
Basil Wilby, ‘Gareth Knight’
David Wood

O capítulo sobre Dion Fortune em o Renascer da Magia de Kenneth Grant faz a estrutura da "Luz Interior" parecer mais emocionante do que qualquer impressão que recebi dela. Sem dúvida, nunca se recuperou completamente após a morte de sua fundadora; durante sua vida, manteve pelo menos um eco do saber iniciático.



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Espada de Sabedoria, MacGregor Mathers e “A Aurora Dourada”
por Ithell Colquhoun (1906-1988). Acesse online ou adquira o livro físico.



  1. N.T. "Mana" está sendo usado para se referir a um tipo de poder espiritual ou mágico que é transmitido de um iniciador para um iniciado em um contexto ritual ou cerimonial.
  2. N.T. A Ordem da Unidade Teocrática foi uma organização fundada em Londres pelo casal americano Frank e Editha Jackson, também conhecidos como Theo e Laura Horos, usou os rituais, que eles enganaram Mathers para que lhes entregasse em Paris, para estabelecer sua própria ordem em Londres. O casal usou a ordem para cometer fraudes e abusos, levando a um caso judicial que expôs muitos segredos da Golden Dawn na imprensa. Esse escândalo levou muitos membros a se afastarem da Golden Dawn.
  3. N.T. se pronuncia "TriCueTea"
  4. NT supostos corredores de energia que cruzam a Terra
  5. Uma prática espiritual que originou na Indonésia na década de 1920. Subud não é uma religião e não tem doutrina, dogma ou ritual. É mais conhecido pela prática central chamada "latihan kejiwaan", que é um exercício espiritual espontâneo.
  6. A Escola Arcana é uma organização espiritual fundada por Alice A. Bailey no início do século XX. A escola promove os ensinamentos de um ser desencarnado chamado "O Tibetano" (às vezes referido como Djwhal Khul), com quem Bailey afirmou ter colaborado na escrita de muitos livros.