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Of the Anthem, Crowley writes in Confessions:
- During this period [i.e. around 1913] the full interpretation of the central mystery of freemasonry became clear in consciousness, and I expressed it in dramatic form in The Ship. The lyrical climax is in some respects my supreme achievement in invocation; in fact, the chorus beginning: “Thou who art I beyond all I am...” seemed to me worthy to be introduced as the anthem into the Ritual of the Gnostic Catholic Church.
Tu que és eu mesmo, além de tudo meu;
Sem natureza, inominado, ateu;
Que quando o mais se esfuma, ficas no crisol;
Tu que és o segredo e o coração do Sol;
Tu que és a escondida fonte do universo;
Tu solitário, real fogo no bastão imerso;
Sempre abrasando; tu que és a só semente
De liberdade, vida, amor e luz eternamente;
Tu, além da visão e da palavra;
Tu eu invoco; e assim meu fogo lavra!
Tu eu invoco, minha vida, meu farol,
Tu que és o segredo e o coração do Sol
E aquele arcano dos arcanos santo
Do qual eu sou veículo e sou manto
Demonstra teu terrível, doce brilho:
Aparece, como é lei, neste teu filho!