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A República é um conjunto de textos escritos por volta de 508-518 a.C, período Clássico, que subvidide-se em três escritos de linguagem mitológica: O Sol, a Linha Dividida e a Caverna, cujo mote principal é o conhecimento, o método de alcance desse conhecimento e o objetivo prático desse conhecimento que "pode ser alcançado através da ascensão da alma a uma realidade superior, visando com isso caracterizar o governante ideal como aquele que conhece a idéia de Justiça". (Marcondes, D.''Iniciaçao a História da Filosofia''.5ed - Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1997) O texto da Alegoria da Caverna pode ser lido na integra em Abel Jeanière. ''Platão''. Rio de Janeiro: Jorge Zahar,1995.
'''A República''' é um conjunto de textos escritos por volta de 508-518 a.C, período Clássico, que subvidide-se em três escritos de linguagem mitológica: O Sol, a Linha Dividida e a Caverna, cujo mote principal é o conhecimento, o método de alcance desse conhecimento e o objetivo prático desse conhecimento que "pode ser alcançado através da ascensão da alma a uma realidade superior, visando com isso caracterizar o governante ideal como aquele que conhece a idéia de Justiça". (Marcondes, D.''Iniciaçao a História da Filosofia''.5ed - Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1997) O texto da Alegoria da Caverna pode ser lido na integra em Abel Jeanière. ''Platão''. Rio de Janeiro: Jorge Zahar,1995.
 
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Edição atual tal como às 11h23min de 16 de março de 2007

A República é um conjunto de textos escritos por volta de 508-518 a.C, período Clássico, que subvidide-se em três escritos de linguagem mitológica: O Sol, a Linha Dividida e a Caverna, cujo mote principal é o conhecimento, o método de alcance desse conhecimento e o objetivo prático desse conhecimento que "pode ser alcançado através da ascensão da alma a uma realidade superior, visando com isso caracterizar o governante ideal como aquele que conhece a idéia de Justiça". (Marcondes, D.Iniciaçao a História da Filosofia.5ed - Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1997) O texto da Alegoria da Caverna pode ser lido na integra em Abel Jeanière. Platão. Rio de Janeiro: Jorge Zahar,1995.