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[[Imagem:Sin_ele_agua.gif|thumb|right|Sinal do Grau de Practicus - Sinal de Auramoth ou Sinal da Água]]
Os deveres do Practicus estão explícitos nos Libri 185, 13 e [[Uma Estrela à Vista]] porém cabem algumas considerações.  
Os deveres do Practicus estão explícitos nos Libri 185, 13 e [[Uma Estrela à Vista]] porém cabem algumas considerações.  



Edição das 12h44min de 23 de setembro de 2006

Sinal do Grau de Practicus - Sinal de Auramoth ou Sinal da Água

Os deveres do Practicus estão explícitos nos Libri 185, 13 e Uma Estrela à Vista porém cabem algumas considerações.

Practicus é uma palavra que possui significado óbvio para os conhecedores da língua portuguesa. Deriva do grego praktikos, pratico, ativo efetivo, o conceito básico é ação.

Após o período de Zelator e após o ritual de iniciação, o candidato estará apto a tomar o juramento do grau, que podemos resumir o seu objetivo em "obter o controle das vacilações do meu próprio ser".

O candidato deve ser orientado por um superior na ordem, ao menos um Philosophus.

Na Árvore da Vida, a consciência do Practicus está em Hod e um estudo sobre essa sephirah, o caminho XVI, e suas relações é indicado.

“Então adentramos na Terceira Casa (ou Oitava, depende da onde você começou a contar... e elas são dez) e havia muitas coisas maravilhosas que você não poderia imaginar. Era brilhante, muito brilhante, cor de laranja com flashes de luz piscando tão rápido que mal os víamos e também havia um som de mar no qual não se podia enxergar o fundo. Também havia ali um oceano agitado e bravio onde grandes golfinhos, passeando, gritavam: ´Sagrado! Sagrado! Sagrado!´ Em tamanho êxtase que você nem poderia conceber e brincavam, pelo simples prazer de brincar. Era toda iluminada por um minúsculo planeta, cintilante e prateado e então surgiu uma horda de carruagens flamejantes de ávidos lanceiros crepitando pelos céus. E o meu Príncipe das Fadas disse: ´Não é maravilhoso tudo isso?´ Mas sabia que ele não queria dizer isso então eu repliquei: ´Beija-me!´e ele beijou-me e prosseguimos.

Ele disse: `Minha pequena garota, muitos ficam lá a vida toda!´. Esqueci de dizer que todo o lugar era um amontoado de livros e as pessoas liam-nos tanto até ficarem idiotas, mas tão idiotas, que esqueciam o que estavam fazendo. E lá havia trapaceiros , médicos e ladrões.

Fiquei muito contente em sair daquele lugar.”


Aleister Crowley
The Wake World (O Mundo Desperto)


Outras informações são passadas pela tradição oral.