Maçonaria Operativa

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Diz-se Maçonaria Operativa do período em que a Ordem Maçônica estava diretamente ligada à arte da construção, reunindo-se em guildas de pedreiros, responsáveis pela edificação de templos e prédios, tendo como grande (mas não exclusiva) patrocinadora a Igreja Católica Apostólica Romana.

As origens da Maçonaria são controvertidas, alguns remontando à pré-história, outros ao antigo Egito, à antiga Grécia e Roma e, ainda, à Idade Média. O que se sabe é que a arte de construir é tão antiga quanto o próprio homem. De posse de conhecimentos técnicos práticos, a profissão de construtor era passada dos mais velhos aos mais novos de forma sistematizada e sigilosa, o que mantinha a qualidade técnica do serviço e garantia sempre um número controlado de obreiros regulares. Portanto, são chamados de "maçons operativos" aqueles que fizeram parte das Corporações de Ofício e que realmente se dedicavam à arte da construção, profissionalmente.

Eram conhecidos como "pedreiros livres" pois com a necessidade nos diversos canteiros de obra, espalhados na Idade Média dentro das terras de vários senhores, foi-lhes concedido um salvo conduto que lhes garantia a liberdade de locomoção, a isenção de impostos, e a não submissão às autoridades da nobreza e eclesiásticas. Daí a denominação "Pedreiro livre", de "franc-mason" em francês e "freemason", em inglês.

Por volta do século XVII, por conta dos avanços tecnológicos e o surgimento das Universidades, a maçonaria operativa, enquanto instituição, passa por uma adaptação e começa a receber, em seu seio, homens cujas profissões não eram afetas à construção. Surgem, assim, os Maçons Aceitos e a Maçonaria Especulativa tal como hoje conhecemos.

O primeiro registro que se tem de um homem iniciado na Maçonaria Especulativa em terras inglesas é de Robert Moray (10/03/1609–04/07/1673), soldado escocês, maçom e filósofo. Segundo registros, ele fora iniciado na Loja de Edinburgh em 20 de maio de 1641. Embora ele já tivesse sido iniciado em uma Loja Escocesa ao sul da fronteira Escocesa. Depois disso, ele passou a usar a estrela de cinco pontas como sua marca maçônica em suas correspondências.


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