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	<title>Ocultura - Contribuições do usuário [pt-br]</title>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;Jameslost: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Imagem:athene_noctua.jpg|thumb|left|A &amp;quot;Pequena Coruja&amp;quot; ''(Athene noctua)''.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As Corujas são uma ordem de aves de rapina, na maioria são animais solitários e noturnos. Elas são encontradas em todas as regiões da terra exceto na Antártica, na maior parte da Groenlândia e em algumas ilhas remotas. Ao longo da história humana, as corujas tem simbolizado pavor, conhecimento, sabedoria, morte e crenças religiosas em um mundo espíritual.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==A Coruja na Mitologia==&lt;br /&gt;
[[Imagem:Tetradracma_ateniense.jpg|thumb|right|Tetradracma ateniense, mostrando Atena de um dos &lt;br /&gt;
lados e a pequena coruja no verso.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao longo da história e em muitas culturas, as corujas foram associadas com sabedoria. Este é o caso da coruja na Grécia antiga. A coruja e, especificamente, a &amp;quot;Pequena Coruja&amp;quot; ''(Athene noctua)'', era símbolo da deusa Atena. Um dos epítetos da Atena é &amp;quot;Glaukopis&amp;quot;, significando olhos brilhantes.Etimologicamente, esta palavra deriva de &amp;quot;Glaucos&amp;quot;, significando brilhante e &amp;quot;Ops&amp;quot;, que significa olho. É digno de nota que a palavra &amp;quot;Glaux&amp;quot; (coruja) tem a mesma raiz, aparentementedevido aos olhos exclusivos do pássaro. Então, o pássaro que vê na escuridão está intimamente associado à Atena, a deusa da sabedoria. Atena foi retratada com sua ave sagrada nos Tetradracmas atenienses, moedas cunhadas em várias versões por cerca de 400 anos. A coruja foi protegida e habitava a Acrópole em grande número, acreditando se trazer vitória nas batalhas. A pequena coruja também mantinha um olho no comércio ateniense, do verso do Tetradracma.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==A Coruja e as Sociedades Secretas==&lt;br /&gt;
[[Imagem:Bohemian.jpg|thumb|left|Símbolo do Bohemian Club.]]&lt;br /&gt;
A coruja também é o símbolo do Bohemian Club fundado em 1872 em São Francisco, onde ocorrem reuniões periódicas.[[Imagem:Bohemian_Shakespeare.jpg|thumb|right|Entalhe com a citação de Shakespeare.]]O clube também tem um grande encontro anual onde só os poderosos e a elite são convidados, o encontro ocorre no Bohemian Grove, um bosque de 2.700 acres a cerca de 75 milhas ao norte de São Francisco. Na parte central do bosque há uma grande pedra em forma de coruja representando o deus Moloque. O lema do Bohemian Club é &amp;quot;Weaving dealing spiders come not here&amp;quot;,  que vem de uma frase de Shakespeare que basicamente significa &amp;quot;Deixe os seus negócios sujos na porta&amp;quot; e é tomada da segunda cena do ato 2 de “Sonho de Uma Noite de Verão”. Desde a fundação do Bohemian Grove, o símbolo foi uma coruja, e uma estátua, que simboliza estantes de conhecimento, à cabeceira do lago no Bosque e, desde 1929, serviu de sítio para a cerimônia “Cremation of Care”. &lt;br /&gt;
Trata-se de uma cerimónia com referência clara ao oculto, com uma figura simbólica sendo sacrificada a uma imagem representando o deus Cananita Moloque. [[Imagem:Bohemian_Moloque.jpg|thumb|left|Cerimônia “Cremation of Care”.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Veja também==&lt;br /&gt;
*[[Divindades]]&lt;br /&gt;
*[[Divindades, espíritos, seres míticos]]&lt;br /&gt;
*[[Babilônia]]&lt;br /&gt;
*[[Ocultismo]]&lt;br /&gt;
*[[Bruxaria]]&lt;br /&gt;
*[[Símbolos]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Ligações externas==&lt;br /&gt;
* [http://www.owlpages.com/articles.php?section=Owl+Mythology&amp;amp;title=Myth+and+Culture Owls in Mythology &amp;amp; Culture]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Categoria:Bruxaria]]&lt;br /&gt;
[[Categoria:Divindades, espíritos, seres míticos]]&lt;br /&gt;
[[Categoria:Babilônia]]&lt;br /&gt;
[[Categoria:Divindades]]&lt;br /&gt;
[[Categoria:Ocultismo]]&lt;br /&gt;
[[Categoria:Símbolos]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Jameslost</name></author>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;Jameslost: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Imagem:athene_noctua.jpg|thumb|left|A &amp;quot;Pequena Coruja&amp;quot; ''(Athene noctua)''.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As Corujas são uma ordem de aves de rapina, na maioria são animais solitários e noturnos. Elas são encontradas em todas as regiões da terra exceto na Antártica, na maior parte da Groenlândia e em algumas ilhas remotas. Ao longo da história humana, as corujas tem simbolizado pavor, conhecimento, sabedoria, morte e crenças religiosas em um mundo espíritual.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==A Coruja na Mitologia==&lt;br /&gt;
[[Imagem:Tetradracma_ateniense.jpg|thumb|right|Tetradracma ateniense, mostrando Atena de um dos &lt;br /&gt;
lados e a pequena coruja no verso.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao longo da história e em muitas culturas, as corujas foram associadas com sabedoria. Este é o caso da coruja na Grécia antiga. A coruja e, especificamente, a &amp;quot;Pequena Coruja&amp;quot; ''(Athene noctua)'', era símbolo da deusa Atena. Um dos epítetos da Atena é &amp;quot;Glaukopis&amp;quot;, significando olhos brilhantes.Etimologicamente, esta palavra deriva de &amp;quot;Glaucos&amp;quot;, significando brilhante e &amp;quot;Ops&amp;quot;, que significa olho. É digno de nota que a palavra &amp;quot;Glaux&amp;quot; (coruja) tem a mesma raiz, aparentementedevido aos olhos exclusivos do pássaro. Então, o pássaro que vê na escuridão está intimamente associado à Atena, a deusa da sabedoria. Atena foi retratada com sua ave sagrada nos Tetradracmas atenienses, moedas cunhadas em várias versões por cerca de 400 anos. A coruja foi protegida e habitava a Acrópole em grande número, acreditando se trazer vitória nas batalhas. A pequena coruja também mantinha um olho no comércio ateniense, do verso do Tetradracma.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==A Coruja e as Sociedades Secretas==&lt;br /&gt;
[[Imagem:Bohemian.jpg|thumb|left|Símbolo do Bohemian Club.]]&lt;br /&gt;
A coruja também é o símbolo do Bohemian Club fundado em 1872 em São Francisco, onde ocorrem reuniões periódicas.[[Imagem:Bohemian_Shakespeare.jpg|thumb|right|Entalhe com a citação de Shakespeare.]]O clube também tem um grande encontro anual onde só os poderosos e a elite são convidados, o encontro ocorre no Bohemian Grove, um bosque de 2.700 acres a cerca de 75 milhas ao norte de São Francisco. Na parte central do bosque há uma grande pedra em forma de coruja representando o deus Moloque. O lema do Bohemian Club é &amp;quot;Weaving dealing spiders come not here&amp;quot;,  que vem de uma frase de Shakespeare que basicamente significa &amp;quot;Deixe os seus negócios sujos na porta&amp;quot; e é tomada da segunda cena do ato 2 de “Sonho de Uma Noite de Verão”. Desde a fundação do Bohemian Grove, o símbolo foi uma coruja, e uma estátua, que simboliza estantes de conhecimento, à cabeceira do lago no Bosque e, desde 1929, serviu de sítio para a cerimônia “Cremation of Care”. &lt;br /&gt;
Trata-se de uma cerimónia com referência clara ao oculto, com uma figura simbólica sendo sacrificada a uma imagem representando o deus Cananita Moloque. [[Imagem:Bohemian_Moloque.jpg|thumb|left|Cerimônia “Cremation of Care”.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Veja também==&lt;br /&gt;
*[[Divindades]]&lt;br /&gt;
*[[Divindades, espíritos, seres míticos]]&lt;br /&gt;
*[[Babilônia]]&lt;br /&gt;
*[[Ocultismo]]&lt;br /&gt;
*[[Bruxaria]]&lt;br /&gt;
*[[Símbolos]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Ligações externas==&lt;br /&gt;
* [http://www.owlpages.com/articles.php?section=Owl+Mythology&amp;amp;title=Myth+and+Culture Owls in Mythology &amp;amp; Culture]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Jameslost</name></author>
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&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Imagem:athene_noctua.jpg|thumb|left|A &amp;quot;Pequena Coruja&amp;quot; ''(Athene noctua)''.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As Corujas são uma ordem de aves de rapina, na maioria são animais solitários e noturnos. Elas são encontradas em todas as regiões da terra exceto na Antártica, na maior parte da Groenlândia e em algumas ilhas remotas. Ao longo da história humana, as corujas tem simbolizado pavor, conhecimento, sabedoria, morte e crenças religiosas em um mundo espíritual.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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==A Coruja na Mitologia==&lt;br /&gt;
[[Imagem:Tetradracma_ateniense.jpg|thumb|right|Tetradracma ateniense, mostrando Atena de um dos &lt;br /&gt;
lados e a pequena coruja no verso.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao longo da história e em muitas culturas, as corujas foram associadas com sabedoria. Este é o caso da coruja na Grécia antiga. A coruja e, especificamente, a &amp;quot;Pequena Coruja&amp;quot; ''(Athene noctua)'', era símbolo da deusa Atena. Um dos epítetos da Atena é &amp;quot;Glaukopis&amp;quot;, significando olhos brilhantes.Etimologicamente, esta palavra deriva de &amp;quot;Glaucos&amp;quot;, significando brilhante e &amp;quot;Ops&amp;quot;, que significa olho. É digno de nota que a palavra &amp;quot;Glaux&amp;quot; (coruja) tem a mesma raiz, aparentementedevido aos olhos exclusivos do pássaro. Então, o pássaro que vê na escuridão está intimamente associado à Atena, a deusa da sabedoria. Atena foi retratada com sua ave sagrada nos Tetradracmas atenienses, moedas cunhadas em várias versões por cerca de 400 anos. A coruja foi protegida e habitava a Acrópole em grande número, acreditando se trazer vitória nas batalhas. A pequena coruja também mantinha um olho no comércio ateniense, do verso do Tetradracma.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==A Coruja e as Sociedades Secretas==&lt;br /&gt;
[[Imagem:Bohemian.jpg|thumb|left|Símbolo do Bohemian Club.]]&lt;br /&gt;
A coruja também é o símbolo do Bohemian Club fundado em 1872 em São Francisco, onde ocorrem reuniões periódicas.[[Imagem:Bohemian_Shakespeare.jpg|thumb|right|Entalhe com a citação de Shakespeare.]]O clube também tem um grande encontro anual onde só os poderosos e a elite são convidados, o encontro ocorre no Bohemian Grove, um bosque de 2.700 acres a cerca de 75 milhas ao norte de São Francisco. Na parte central do bosque há uma grande pedra em forma de coruja representando o deus Moloque. O lema do Bohemian Club é &amp;quot;Weaving dealing spiders come not here&amp;quot;,  que vem de uma frase de Shakespeare que basicamente significa &amp;quot;Deixe os seus negócios sujos na porta&amp;quot; e é tomada da segunda cena do ato 2 de “Sonho de Uma Noite de Verão”. Desde a fundação do Bohemian Grove, o símbolo foi uma coruja, e uma estátua, que simboliza estantes de conhecimento, à cabeceira do lago no Bosque e, desde 1929, serviu de sítio para a cerimônia “Cremation of Care”. &lt;br /&gt;
Trata-se de uma cerimónia com referência clara ao oculto, com uma figura simbólica sendo sacrificada a uma imagem representando o deus Cananita Moloque. [[Imagem:Bohemian_Moloque.jpg|thumb|left|Cerimônia “Cremation of Care”.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Veja também==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Atenas&lt;br /&gt;
Minerva&lt;br /&gt;
Iluminados da Boêmia&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Ligações externas==&lt;br /&gt;
* [http://www.owlpages.com/articles]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Jameslost</name></author>
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&lt;hr /&gt;
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		<summary type="html">&lt;p&gt;Jameslost: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Imagem:Lilith (John Collier painting).jpg|thumb|right|'''Lilith''' (1892 E.C.), em gravura de John Collier.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Lilith (do hebraico לילית) é um demônio feminino mitológico Mesopotâmico associado com ventos e tempestades e que se imaginava ser um portador de doenças, enfermidade e morte. A figura de Lilith apareceu pela primeira vez no grupo dos demônios ou espíritos associados aos ventos e tempestades como Lilitu, na Suméria, cerca de 3000 AC. Muitos estudiosos colocam a origem da fonética do nome &amp;quot;Lilith&amp;quot; como algo em torno de 700 AC. Lilith aparece como um demônio noturno na crença tradicional judaica e como uma coruja-das-torres na versão King James (Rei Tiago) da Bíblia. Ela também é apocrifamente a primeira esposa de Adão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Origens==&lt;br /&gt;
A imagem de Lilith, sob o nome Lilitu, apareceu primeiramente representando uma categoria de demônios ou espíritos de ventos e tormentas na Suméria por volta de 3000 A.E.C. Muitos estudiosos atribuem a origem do nome fonético Lilith por volta de 700 A.E.C.[1]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Talvez dada a sua longa associação à noite, surge sem quaisquer precedentes a denominação screech owl, ou seja, como coruja, na famosa tradução inglesa da bíblia, na Bíblia KJV ou King James Version. Alí está escrito, em Isaías 34:14 que ... the screech owl also shall rest there. É preciso salientar, comparativamente, que na renomada versão em língua portuguesa da bíblia, isto é, na tradução de João Ferreira de Almeida, esta passagem relata que ... os animais noturnos ali pousarão, não havendo menção da coruja, como é freqüentemente, muito embora erroneamente, citado no Brasil (tratando-se de um claro exemplo da forte influência da cultura anglo-saxã no mundo lusófono atual).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Lilith figura como um demônio da noite nas escrituras hebraicas (Talmud e Midrash). Lilith é também referida na Cabala como a primeira mulher do bíblico Adão, sendo que em uma passagem (Patai81:455f) ela é acusada de ser a serpente que levou Eva a comer o fruto proibido. No folclore popular hebreu medieval, ela é tida como a primeira esposa de Adão, que o abandonou, partindo do Jardim do Éden por causa de uma disputa, vindo a tornar-se a mãe dos demônios. De acordo com certas interpretações da criação humana em Gênesis, no Antigo Testamento, reconhecendo que havia sido criada por Deus com a mesma matéria prima, Lilith rebelou-se, recusou-se a ficar sempre em baixo durante as suas relações sexuais. Na modernidade, isso levou a popularização da noção de que Lilith foi a primeira mulher a rebelar-se contra o sistema patriarcal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na Suméria e na Babilônia ela ao mesmo tempo que era cultuada era identificada com os demônios e espíritos malignos. Seu símbolo era a lua, pois assim como a lua ela seria uma deusa de fases boas e ruins. Alguns estudiosos assimilam ela a várias deusas da fertilidade, assim como deusas cruéis devido ao sincretismo com outras culturas. No fictício Livro de Nod, é também conhecida como Deusa da Lua, aquela que ensina Caim habilidades vampíricas, a que é tão antiga quanto o proprio Deus criador do céu e da terra.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A imagem mais conhecida que temos dela é a imagem que nos foi dada pela cultura hebraica, uma vez que esse povo foi aprisionado e reduzido à servidão na Babilônia, onde Lilith era cultuada, é bem provável que viam Lilith como um símbolo de algo negativo. Vemos assim a transformação de Lilith no modelo hebraico de demônio. Assim surgiu as lendas vampíricas, Lilith tinha 100 filhos por dia, súcubus quando mulheres e íncubus quando homens, ou simplismente lilims. Eles se alimentavam da energia desprendida no ato sexual e de sangue humano. Também podiam manipular os sonhos humanos, seriam os geradores das poluções noturnas. Mas uma vez possuído por um súcubus dificilmente um homem saía com vida. Há certas particularidades interessantes nos ataques de Lilith, como o aberto esmagador sobre o peito, uma vingança por ter sido obrigada a ficar por baixo de Adão, e sua habilidade de cortar o pênis com a vagina segundo os relatos católicos medievais. Ao mesmo tempo que ela representa a liberdade sexual feminina, também representa a castração masculina.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assim dizia Lilith: ‘‘Por que devo deitar-me embaixo de ti? Por que devo abrir-me sob teu corpo? Por que ser dominada por ti? Contudo, eu também fui feita de pó e por isso sou tua igual.’’ Quando reclamou de sua condição a Deus, ele retrucou que essa era a ordem natural, o domínio do homem sobre a mulher, dessa forma abandonou o Éden. Três anjos foram enviados em seu encalço, porém ela se recusou a voltar. Juntou-se aos anjos caídos onde se casou com Samael que tentou Eva ao passo que Lilith Tentou a Adão os fazendo cometer adultério. Desde então o homem foi expulso do paraíso e Lilith tentaria destruir a humanidade, filhos do adultério de Adão com Eva, pois mesmo abandonando seu marido ela não aceitava sua segunda mulher. Ela então perseguiria os homens, principalmente os adúlteros, crianças e recém casados para se vingar.&lt;br /&gt;
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Após os hebreus terem deixado a Babilônia Lilith perdeu aos poucos sua representatividade e foi limada do velho testamento. Eva é criada no sexto dia, e depois da solidão de Adão ela é criada novamente, sendo a primeira criação referente na verdade a Lilith no Gênesis. No período medieval ela era ainda muito citada entre as superstições de camponeses, como deixar um amuleto com o nome dos 3 anjos que a perseguiram para fora do Éden, Sanvi, Sansavi e Samangelaf para que ela não o matasse, assim como acordar o marido que sorrisse durante o sono, pois ele estaria sendo seduzido por Lilith.&lt;br /&gt;
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Pensa-se que o Relevo Burney (ver alusões à coruja na reprodução do Relêvo de Burney, nesta página), um relevo sumério, represente Lilith; muitos acreditam também que há uma relação entre Lilith e Inanna, deusa suméria da guerra e do prazer sexual.&lt;br /&gt;
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Algumas vezes Lilith é associada com a deusa grega Hécate, &amp;quot;A mulher escarlate&amp;quot;, um demônio que guarda as portas do inferno montada em um enorme cão de três cabeças, Cérbero. Hécate, assim como Lilith, representa na cultura grega a vida noturna e a rebeldia da mulher sobre o homem.&lt;br /&gt;
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Nos dois últimos séculos a imagem de Lilith começou a passar por uma remarcável transformação em certos círculos intelectuais seculares europeus, por exemplo, na literatura e nas artes, quando os românticos passaram a se ater mais a imagem sensual e sedutora de Lilith (ver a reprodução do quadro Lilith de John Collier, pintada em 1892), e aos seus atributos considerados impossíveis de serem obtidos, em um contraste radical à sua tradicional imagem demoníaca, noturna, devoradora de crianças, causadora pragas, depravação, homossexualidade e vampirismo (ver texto gnóstico na seção de links externos). Podendo ser citados também os nomes de Johann Wolfgang von Goethe, John Keats, Robert Browning, Dante Gabriel Rossetti, John Collier, etc...Lilith também é considerda um dos Arquidemônios símbolo da vaidade.&lt;br /&gt;
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==Referências==&lt;br /&gt;
*[http://pt.wikipedia.org/wiki/Lilith Wikipédia] - retirado dia 02/06/2008 e.v.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Jameslost</name></author>
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