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	<title>Ocultura - Contribuições do usuário [pt-br]</title>
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	<subtitle>Contribuições do usuário</subtitle>
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		<id>https://www.ocultura.org.br/index.php?title=Divina%C3%A7%C3%A3o&amp;diff=5860</id>
		<title>Divinação</title>
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		<updated>2007-03-27T05:00:58Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Ire: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{MTP}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{partial}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Divinação''' é a prática de verificação de informações por meios sobrenaturais, ou mesmo naturais. Se uma distinção deve ser feita da mera tirada de sorte consiste no fato que a Divinação é formal ou ritualística e freqüentemente com caráter social, normalmente num contexto religioso; enquanto a tirada de sorte é mais uma prática cotidiana com finalidade pessoais (ou comerciais). Divinação é frequentemente rejeitada pelos céticos como sendo mera superstição. No entenato, seus defensores dizem que existem várias evidência curiosas da eficácia da Divinação. Sendo esta um fenômeno cultural universal que os antropologistas observaram estar presente e várias religiões e culturas em todas as épocas  até os dias atuais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Além da mera explanação de evidências curiosas existem algumas teorias sérias de como a Divinação pode funcionar. Uma destas teorias é baseada na natureza da mente inconsciente, uma teoria como alguma base empiricamente científica. Baseada nesta teoria, Divinação seria o processo em qual as mensagens da mente inconsciente são decodificadas pela mente consciente. A crença numa ação sobrenatural ou força [[oculta]] como fonte destas mensagens é o que distingue uma teoria da explicação científica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os que defendem a Divinação como algo natural também afirmam que ela nada mais é do que a exteriorização, através de algum método, das percepções do próprio ser. Note-se aqui a coincidência curiosa de estar inscrita no portal do Oráculo de Delfos, um dos centros de Divinação mais importantes da Grécia  Antiga, a expressão &amp;quot;Nosce te ipsum&amp;quot; (Conhece-te a ti mesmo) posteriormente adotada por Sócrates como máxima de sua filosofia, alguns afirmam que tal expressão precede o mundo grego tendo sido cunhada antes, talvez pelos sumérios.  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Alguns métodos Populares e Arcanos de Divinação==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[Acutomancia]](leitura da sorte feita com agulhas)&lt;br /&gt;
* [[Aeromancia]] (adivinhação pela observação do ar)&lt;br /&gt;
* [[Agromancia]] (previsão pelo aspecto dos campos)&lt;br /&gt;
* [[Amniomancia]] (previsão através do âmnio,membrana que se desenvolve em torno do embrião de vertebrados superiores, formando o saco amniótico) &lt;br /&gt;
* [[Antracromancia]] (divinação por meio de carvão incandescente)&lt;br /&gt;
* [[Apantomancia]] (previsão por meio de coisas que se apresentam imprevistamente aos olhos)&lt;br /&gt;
* [[Ascinomancia]] (adivinhação baseada na profundidade, forma e direção do golpe de um machado num tronco)&lt;br /&gt;
* [[Astrologia]] (divinação por estrelas)&lt;br /&gt;
* [[Axinomancia]] (adivinhação por meio de um machado)&lt;br /&gt;
* [[Bibliomancia]] (divinação por apontamentos aleatórios num livro)&lt;br /&gt;
* [[Cafeomancia]] (leitura através da borra de café depositada na xícara de quem consulta)&lt;br /&gt;
* [[Caomancia]] (previsão do futuro pela observação de imagens aéreas)&lt;br /&gt;
* [[Capnomancia]] (adivinhação pela fumaça liberada por queima ritualística ou advinhação por meio do fumo)&lt;br /&gt;
* [[Cartomancia]] (divinação por cartas, por exemplo cartas de [[tarô]])&lt;br /&gt;
* [[Catoptromancia]] (ter visões em espelhos)&lt;br /&gt;
* [[Ceromancia]] (leitura da sorte através de desenhos feitos de cera, que deve ser pingada ainda líquida em uma superfície seca)&lt;br /&gt;
* [[Cleromancia]] ou [[Lacomancia]] (adivinhação por dados)&lt;br /&gt;
* [[Clidomancia]] (adivinhação por meio de chaves)&lt;br /&gt;
* [[Cristalmancia]] (ter visões em cristais)&lt;br /&gt;
* [[Cromniomancia]] (adivinhação por cebolas)&lt;br /&gt;
* [[Dactilomancia]] (adivinhação pela observação dos anéis usados pelo consulente)&lt;br /&gt;
* [[Dafnomancia]] (adivinhação por meio de folhas de loureiro queimadas)&lt;br /&gt;
* [[Dendromancia]] (observação de árvores derrubadas)&lt;br /&gt;
* [[Escarpomancia]] (leitura da sorte baseada no estudo dos sapatos do consultador)&lt;br /&gt;
* [[Geomancia]] (interpretação de várias marcas no solo ou utilização de objetos aletoriamente lançados, como no jogo de búzios)&lt;br /&gt;
* [[Haruspicy]] (leitura das entranhas de um sacrifício)&lt;br /&gt;
* [[Heteromancia]] (previsões pela observação do vôo das aves)&lt;br /&gt;
* [[Hidromancia]] (observação da água)&lt;br /&gt;
* [[I Ching]] (antigo sistema chinês de cosmologia e filosofia)&lt;br /&gt;
* [[Ichtiomancia]] (observação de sinais nas entranhas dos peixes)&lt;br /&gt;
* [[Kledomancy]] (interpretação oracular de estranhas observações)&lt;br /&gt;
* [[Lampadomancia]] (adivinhação que os antigos faziam observando as variações da chama duma lâmpada ou de um archote)&lt;br /&gt;
* [[Lecanomancia]] (previsão mediante a observação de tanques, lagos, do som ou de fenômenos produzidos por objetos ao cair no fundo de uma bacia cheia de água)&lt;br /&gt;
* [[Libanomancia]] (previsão pela direção e forma da fumaça do incenso)&lt;br /&gt;
* [[Licnomancia]] (adivinhação por meio de lâmpadas ou brandões)&lt;br /&gt;
* [[Litomancia]] (adivinhação por meio de pedras)&lt;br /&gt;
* [[Margaritomancia]] (adivinhação por pérolas)&lt;br /&gt;
* [[Meteoromancia]] (divinação pela observação dos meteoros)&lt;br /&gt;
* [[Molibdomancia]] (adivinhação baseada no exame das figuras resultantes do chumbo derretido que se lança na água ou numa superfície lisa)&lt;br /&gt;
* [[Necromancia]] (adivinhação através da observação da cabeça de um cadáver ou pela invocação das almas)&lt;br /&gt;
* [[Ofdiomancia]] (interpretação dos movimentos das serpentes)&lt;br /&gt;
* [[Oinomancia]] ou [[Enomancia]] (adivinhação pelo vinho)&lt;br /&gt;
* [[Onfalomancia]] (adivinhação de quantos filhos terá uma mulher pelo exame do número de nós do cordão umbilical do primeiro filho)&lt;br /&gt;
* [[Oniromancia]] (adivinhação pela interpretação dos sonhos; [[Brizomancia]])&lt;br /&gt;
* [[Onomatomancia]] (adivinhação fundada no nome da pessoa)&lt;br /&gt;
* [[Ornitomancia]] (adivinhação baseada no vôo ou no canto das aves)&lt;br /&gt;
* [[Ovomancia]] ou [[Oomancia]] (divinação através de ovos)&lt;br /&gt;
* [[Pegomancia]] (previsão que se faz olhando o movimento das fontes)&lt;br /&gt;
* [[Pelomancia]] (adivinhação por meio da lama)&lt;br /&gt;
* [[Piromancia]] ou [[Acrimancia]] (divinação pelo fogo)&lt;br /&gt;
* [[Rapsodomancia]] (adivinhação por meio de trechos extraídos das obras dum poeta)&lt;br /&gt;
* [[Salimancia]] (adivinhação que consiste em derramar sal sobre uma mesa e interpretar a forma e a direção das figuras formadas pelas parcelas)&lt;br /&gt;
* [[Scrying]] (um termo genérico para adivinhação visionária)&lt;br /&gt;
* [[Sicomancia]] (adivinhação dos antigos, por meio de folhas de figueira, onde escreviam as perguntas de que se desejavam respostas)&lt;br /&gt;
* [[Sideromancia]] (adivinhação por meio duma barra de ferro candente, sobre a qual se atiravam pedaços de palha para se observar como ardiam e que direção tomava a fumaça)&lt;br /&gt;
* [[Tasseomancy]] (leitura de folhas de chá)&lt;br /&gt;
* [[Tefromancia]] (adivinhação em que se usava a cinza dos sacrifícios)&lt;br /&gt;
* [[Tiromancia]] (adivinhação na qual se empregava o queijo)&lt;br /&gt;
* [[Xilomancia]] (adivinhação por meio da disposição de pauzinhos secos que se acham pelo caminho)&lt;br /&gt;
* [[Zoomancia]] (adivinhação por meio dos animais)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Referências==&lt;br /&gt;
*Wikipedia. (2004). ''[http://en.wikipedia.org/wiki/Divination Divination]''. Retrieved Sept. 23, 2004.&lt;br /&gt;
[[Categoria:Magick]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Ire</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://www.ocultura.org.br/index.php?title=Alma_Eg%C3%ADpcia&amp;diff=5859</id>
		<title>Alma Egípcia</title>
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		<updated>2007-03-27T04:57:47Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Ire: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na [[Mitologia Egípcia]], a alma humana é feita de cinco partes. Ka, Ba, Akh, Sheut e Ren. Durante a vida, achava-se que a [[alma]], incluindo a dos animais e dos deuses, habitava um corpo (chamado de ''Ha'' (''&amp;amp;#7717;&amp;amp;#705;''), que significa ''carne''.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Egípcios entendiam  Akh, Ba e Ka como aspectos imortais da alma. Ainda, mesmo que soe paradoxal, que esses conceito só poderiam sobreviver se o corpo do indivíduo fosse apropriadamente conservado. O Ba, por exemplo, não poderia retornar ao corpo se este estivesse podre e irreconhecível e conseqüentemente estaria condenado a perambular eternamente. Por isso a mumificação de cadáveres.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Ren (nome) ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O nome da pessoa que lhe foi dado em seu nascimento e viveria enquanto  fosse pronunciado, o que explica os esforços para protegê-lo, colocando-o   em vários escritos. Por exemplo, parte do Greco-Romano ''Book of Breathings'', um descendente do ''[[Livro dos Mortos]]'', era para assegurar a sobrevivência do nome. Um cartucho(corda mágica) era freqüentemente utilizada para cercar o nome e protegê-lo pela eternidade.   Reciprocamente, o nome dos inimigos do estado mortos, como [[Akenaton]] eram meticulosamente retirados dos monumentos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Sheut (sombra) ==&lt;br /&gt;
A sombra da pessoa (''&amp;amp;scaron;wt'' in Egyptian) estava sempre presente. Uma pessoa não poderia existir sem sua sombra, nem a sobra sem a pessoa. A sombra era representada como uma pequena figura humana pintada inteiramente de preto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Ka (presença corporal/força vital) ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Ka (''k3'') era o conceito de &amp;quot;força vital&amp;quot;, a diferença entre uma pessoa viva e um morto, a morte ocorria quando o &amp;quot;Ka&amp;quot; deixava o corpo. Entendia-se que o KA era criado por [[Chnum]] numa roda de oleiro, ou passada para a criança através do sêmen de seu pai.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os egípcios também acreditavam que o &amp;quot;Ka&amp;quot; era mantido através de alimentos e bebidas. Por esta razão eram ofertadas comida e bebida aos mortos, contudo era o ''kau'' (''k3w'') dentro dos alimentos (também conhecido como ''kau'') que era consumido e não seu aspecto físico. O ''ka'' era freqüentemente representada na iconografia egípcia como uma segunda imagem do indivíduo, os trabalhos pioneiros tentaram traduzir ''ka'' como ''duplo''.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Julian Jaynes em seu trabalho teórico ''&amp;quot;The Origin of Consciousness in the Breakdown of the Bicameral Mind&amp;quot;'' sugestiona que o &amp;quot;ka&amp;quot; originalmente era uma voz divina alucinada similar a aquela experimentadas na esquizofrenia. De acordo com sua teoria, a maior parte das pessoas não estava inteiramente consciente no início do período antigo, e por isso sua teoria é considerada como &amp;quot;conversa fiada&amp;quot; pela vertente principal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Ba (alma/personalidade) ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O ''Ba'' (''b3'') é em algumas considerações o mais próximo do conceito Ocidental de [[alma]], mas também é tudo que faz um indivíduo único, similar a noção de ''personalidade''(neste sentido´objetos inanimados também poderiam ter ''Ba'', caracteres únicos, e, de fato, as [[pirâmides]] do [[antigo reino]] eram freqüentemente chamadas do ''Ba'' de seu possuidor). Como a alma, o ''ba'' é a parte da pessoa que vive após a morte e as vezes é representada como um pássaro com cabeça humana voando para fora da tumba para se unir ao ''ka'' na pós-vida.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como os humanos, divindades também poderiam ter ''ba''s, mas no caso dos seres divinos, isto era mormente associado  com sua ''impressão'', ''poder'' e ''reputação''. Quando um deus intervinha nos assuntos humanos era dito que o ''bau'' (plural de ''ba'') estava trabalhando [Borghouts, 1982]. Assim considerado o soberano era encarado como um ''ba'' do deus, ou um deus era acreditado como sendo o ''ba'' de outro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Akh ==&lt;br /&gt;
O Akh (significando ''iluminador''), foi um conceito que variou ao longo da história da crença egípcia. Era, ao início, unificação entre ''Ka'' e ''Ba'', que se uniam após a morte do corpo físico. Neste sendo era uma espécie de [[Fantasma]]. O Akh era então parte do Akh-Akh, a panóplia de Aks de outras pessoas, deuses e [[animais]]. Nesse sistema era o aspecto da pessoa que iria unir-se aos deuses no outro mundo sendo imortal e imutável.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em crenças de períodos mais avançados, considerou-se que o Ka se fundisse ao Akh e o Ba após a morte, em vez de se unir com o Ba para se tornar o Akh.&lt;br /&gt;
Nesse estágop acreditava-se que o Akh passa algum tempo habitando o outro mundo antes de retornar e ser reencarnado como Ka, ganhando um novo Ba.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A separação do Akh/ unificação do KA e do Ba era criada depois da morte, pela entrega de oferendas apropriadas e conhecimento do feitiço eficaz, mas sempre haveria o risco de morrer novamente. A literatura funerária egípcia (como o [[Coffin Texts]] e o [[Livro dos Mortos]]) tinha a intenção de auxiliar o morto a &amp;quot;não morrer pela segunda vez&amp;quot; e se tornar um ''Akh''.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Alternativo: Khu&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Referências==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Allen, James Paul. 2001. &amp;quot;Ba&amp;quot;. In ''The Oxford Encyclopedia of Ancient Egypt'', edited by Donald Bruce Redford. Vol. 1 of 3 vols. Oxford, New York, and Cairo: Oxford University Press and The American University in Cairo Press. 161&amp;amp;ndash;162.&lt;br /&gt;
*Borghouts, Joris Frans. 1982. &amp;quot;Divine Intervention in Ancient Egypt and Its Manifestation ''(b3w)''&amp;quot;. In ''Gleanings from Deir el-Med&amp;amp;icirc;na'', edited by Robert Johannes Demar&amp;amp;eacute;e and Jacobus Johannes Janssen. Egyptologische Uitgaven 1. Leiden: Nederlands Instituut voor het Nabije Oosten. 1&amp;amp;ndash;70.&lt;br /&gt;
*Friedman, Florence Margaret Dunn. 1981. ''On the Meaning of Akh'' (3&amp;amp;#7723;) ''in Egyptian Mortuary Texts''. Doctoral dissertation; Waltham: Brandeis University, Department of Classical and Oriental Studies.&lt;br /&gt;
*&amp;amp;mdash;&amp;amp;mdash;&amp;amp;mdash;. 2001. &amp;quot;Akh&amp;quot;. In ''The Oxford Encyclopedia of Ancient Egypt'', edited by Donald Bruce Redford. Vol. 1 of 3 vols. Oxford, New York, and Cairo: Oxford University Press and The American University in Cairo Press. 47&amp;amp;ndash;48.&lt;br /&gt;
*James, Julian. 1976. ''The Origin of Conciousness in the Breakdown of the Bicameral Mind'', Princeton University. &lt;br /&gt;
*&amp;amp;#381;abkar, Louis Vico. 1968. ''A Study of the Ba Concept in Ancient Egyptian Texts''. Studies in Ancient Oriental Civilization 34. Chicago: University of Chicago Press&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Categoria:Glossário]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Ire</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://www.ocultura.org.br/index.php?title=Tattva&amp;diff=5845</id>
		<title>Tattva</title>
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		<updated>2007-03-08T04:36:08Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Ire: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{tradução}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Existem seis escolas principais de entendimento da [[Filosofia]] dos Tattvas. O sistema original do ''[[Tattva]]'' foi desenvolvido pelo indiano  [[Maharshi Kapila]] como parte de sua filosofia [[Samkhya]] . Isso foi a cerca de 700 [[e.a.]] ([[Era Antiga]]), mas a raiz da Filosofia dos Tattvas remonta a pelo menos 2000 e.a.. O sistema filosofico [[Samkhya]]de Kapila divide o universo em cinco Tattvas  diferente, que podem ser reagrupados  tornando-se 25 Tattvas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
__TOC__&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
The word Tattva is comprised of two words, ''Tat'' (meaning ''that'') and ''Tvam'' (meaning ''thou''). Tattva basicially means ''thatness'', that is, the real being of anything. It is generally translated as meaning ''quality''. Further, ''Tat'' represents the [[Godhead]] and ''Tvam'' the [[individual]], giving a meaning (which fits in well with [[Hermetic Philosophy]]) of &amp;quot;That (which is the Universe) art thou.&amp;quot; This is similar to the Hermetic axiom of &amp;quot;As above, so below&amp;quot;, and is directly related to the concepts of the [[Macrocosm]] (''Tat'', Godhead) and [[Microcosm]] (''Tvam'', individual).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
The [[Hatha Yoga]] School of Tattvic Philosophy links the energy found in breathing ([[Prana]]) with the cycle of the five Tattvas. The eighth chapter of the ''Shivagama'' is ''The Science of Breath and the Philosophy of the Tattvas''. It is written within this work that &amp;quot;The Universe came out of the Tattvas; it goes on by the instrumentality of the Tattvas; it disappears into the Tattvas; by the Tattvas is known the nature of the Universe.&amp;quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
The Tattvas are the five modifications of the Great Breath, [[Prana]], which is described as the life principle of the Universe (macrocosm) and man (microcosm). Prana consists of an ocean of the five Tattvas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
The [[Buddhist]] texts of Indian [[Tantra]] describe 7 energy centres ([[chakras]]) in connection with the five Tattvas. This finds its ultimate refinement in the [[Tibetan Buddhist]] fivefold chakra system, which is part of their fivefold division of [[esoteric]] [[symbolism]] for categorising the Universe. The '''Tattvas''' correspond to the five lower [[chakras]] in the Indian scheme of energy centres, and to all five [[psychic]] centres of the [[Tibet]]an [[chakra]] scheme.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Each ''[[Tattva]]'' cycle takes approximately two hours to transit over a given spot. Each complete ''[[Tattva]]'' flow itself occupies 24 minutes transit time. Each complete ''[[Tattva]]'' is divided into five sub ''Tattvum'' and these each take about 4 minutes and 48 seconds to transit a given spot.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
The use of '''Tattva Vision''' is to aid with the development of the faculty of astral [[clairvoyance]]. It is considered one of the easiest, fastest and most effective methods of exercising and enhancing the clairvoyant factor.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
The [[astral]] forms of the ''[[Tattva]]'' and equivalent in Western [[classical element|element]]s:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==The Tattva symbols==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Akasha]] - Spirit&lt;br /&gt;
[[Image:Tattva-Akasha-Spirit.gif|100px|Akasha Tattva]][[Image:Tattva-Akasha-Spirit2.gif|100px|Akasha Tattva - Alternate]]&lt;br /&gt;
black vesica Pisces / black egg&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tejas - Fire&lt;br /&gt;
[[Image:Tattva-Tejas-Fire.gif|100px|Tejas Tattva]]&lt;br /&gt;
red equilateral triangle&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vayu - Air&lt;br /&gt;
&amp;lt;!-- Unsourced image removed: [[Image:Tattva-Vayu-Air.gif|100px|Vayu Tattva]] --&amp;gt;&lt;br /&gt;
blue circle&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Apas - Water&lt;br /&gt;
[[Image:Tattva-Apas-Water.gif|100px|Apas Tattva]][[Image:Tattva-Apas-Water2.gif|100px|Apas Tattva - Alternate]]&lt;br /&gt;
purple half circle / silver crescent&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Prithivi - Earth&lt;br /&gt;
[[Image:Tattva-Prithivi-Earth.gif|100px|Prithivi Tattva]]&lt;br /&gt;
yellow square&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Constructing Tattva Cards==&lt;br /&gt;
''Tattva'' cards can be constructed by cutting the ''Tattva'' symbols out of coloured paper or card, and pasting on to small cards of about 6 inches by 6 inches in size. Alternatively the ''Tattva'' symbols may be painted onto the cards, or a commercial set of cards may be obtained.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==See also==&lt;br /&gt;
* [[Tattva]]&lt;br /&gt;
* [[Astral body]]&lt;br /&gt;
* [[Esotericism]]&lt;br /&gt;
* [[Lucid dreaming]]&lt;br /&gt;
* [[Metaphysics]]&lt;br /&gt;
* [[Mysticism]]&lt;br /&gt;
* [[New Age]]&lt;br /&gt;
* [[Occultism]]&lt;br /&gt;
* [[Out of body experience]]&lt;br /&gt;
* [[Remote Viewing]]&lt;br /&gt;
* [[Subtle body]]&lt;br /&gt;
* [[Holotropic Breathwork]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==References==&lt;br /&gt;
* Frater A.M.B., et. al, ''Discipulus Inceptor'' (H.O.M.C., [[1999]]) ''Privately published''&lt;br /&gt;
* Regardie, Israel, et. al., eds., ''The Golden Dawn: A Complete Course in Practical Ceremonial Magic'' (Llewellyn, [[1989]]) ISBN 0875426638&lt;br /&gt;
* Mumford, John , ''Magical Tattwa Cards'' (Llewellyn, [[1997]]) ISBN 1567184723&lt;br /&gt;
* Prasad, Rama, ''Nature's Finer Forces: The Science of Breath and the Philosophy of the Tattvas'' (Kessinger, [[1997]]) ISBN 1564598039&lt;br /&gt;
* Fletcher, Ella A., ''Law of the Rhythmic Breath: Teaching the Generation, Conservation, and Control of Vital Force'' (Kessinger, [[1997]]) ISBN 156459839X&lt;br /&gt;
* Ramacharaka Yogi, ''Science of Breath'' (Kessinger, [[1997]]) ISBN 156459744X&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==External links==&lt;br /&gt;
* [http://www.magicalpath.net/articles/tattva.htm An Introduction to Tattvas]&lt;br /&gt;
* [http://www.a-m-h-r.org/members/gcl/tattwas.html What Tattwas Are &amp;amp; Uses for the Aspirant in Developing Psychic Energy]&lt;br /&gt;
* [http://www.osogd.org/ Open Source Order of the Golden Dawn] Various ''Flying Rolls'' on Tattva usage&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Categoria:Glossário]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Ire</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://www.ocultura.org.br/index.php?title=Alma_Eg%C3%ADpcia&amp;diff=5661</id>
		<title>Alma Egípcia</title>
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		<updated>2007-02-19T04:03:39Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Ire: /* Akh */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Tradução}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na [[Mitologia Egípcia]], a alma humana é feita de cinco partes. Ka, Ba, Akh, Sheut e Ren. Durante a vida, achava-se que a [[alma]], incluindo a dos animais e dos deuses, habitava um corpo (chamado de ''Ha'' (''&amp;amp;#7717;&amp;amp;#705;''), que significa ''carne''.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Egípcios entendiam  Akh, Ba e Ka como aspectos imortais da alma. Ainda, mesmo que soe paradoxal, que esses conceito só poderiam sobreviver se o corpo do indivíduo fosse apropriadamente conservado. O Ba, por exemplo, não poderia retornar ao corpo se este estivesse podre e irreconhecível e conseqüentemente estaria condenado a perambular eternamente. Por isso a mumificação de cadáveres.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Ren (nome) ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O nome da pessoa que lhe foi dado em seu nascimento e viveria enquanto  fosse pronunciado, o que explica os esforços para protegê-lo, colocando-o   em vários escritos. Por exemplo, parte do Greco-Romano ''Book of Breathings'', um descendente do ''[[Livro dos Mortos]]'', era para assegurar a sobrevivência do nome. Um cartucho(corda mágica) era freqüentemente utilizada para cercar o nome e protegê-lo pela eternidade.   Reciprocamente, o nome dos inimigos do estado mortos, como [[Akenaton]] eram meticulosamente retirados dos monumentos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Sheut (sombra) ==&lt;br /&gt;
A sombra da pessoa (''&amp;amp;scaron;wt'' in Egyptian) estava sempre presente. Uma pessoa não poderia existir sem sua sombra, nem a sobra sem a pessoa. A sombra era representada como uma pequena figura humana pintada inteiramente de preto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Ka (presença corporal/força vital) ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Ka (''k3'') era o conceito de &amp;quot;força vital&amp;quot;, a diferença entre uma pessoa viva e um morto, a morte ocorria quando o &amp;quot;Ka&amp;quot; deixava o corpo. Entendia-se que o KA era criado por [[Chnum]] numa roda de oleiro, ou passada para a criança através do sêmen de seu pai.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os egípcios também acreditavam que o &amp;quot;Ka&amp;quot; era mantido através de alimentos e bebidas. Por esta razão eram ofertadas comida e bebida aos mortos, contudo era o ''kau'' (''k3w'') dentro dos alimentos (também conhecido como ''kau'') que era consumido e não seu aspecto físico. O ''ka'' era freqüentemente representada na iconografia egípcia como uma segunda imagem do indivíduo, os trabalhos pioneiros tentaram traduzir ''ka'' como ''duplo''.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Julian Jaynes em seu trabalho teórico ''&amp;quot;The Origin of Consciousness in the Breakdown of the Bicameral Mind&amp;quot;'' sugestiona que o &amp;quot;ka&amp;quot; originalmente era uma voz divina alucinada similar a aquela experimentadas na esquizofrenia. De acordo com sua teoria, a maior parte das pessoas não estava inteiramente consciente no início do período antigo, e por isso sua teoria é considerada como &amp;quot;conversa fiada&amp;quot; pela vertente principal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Ba (alma/personalidade) ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O ''Ba'' (''b3'') é em algumas considerações o mais próximo do conceito Ocidental de [[alma]], mas também é tudo que faz um indivíduo único, similar a noção de ''personalidade''(neste sentido´objetos inanimados também poderiam ter ''Ba'', caracteres únicos, e, de fato, as [[pirâmides]] do [[antigo reino]] eram freqüentemente chamadas do ''Ba'' de seu possuidor). Como a alma, o ''ba'' é a parte da pessoa que vive após a morte e as vezes é representada como um pássaro com cabeça humana voando para fora da tumba para se unir ao ''ka'' na pós-vida.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como os humanos, divindades também poderiam ter ''ba''s, mas no caso dos seres divinos, isto era mormente associado  com sua ''impressão'', ''poder'' e ''reputação''. Quando um deus intervinha nos assuntos humanos era dito que o ''bau'' (plural de ''ba'') estava trabalhando [Borghouts, 1982]. Assim considerado o soberano era encarado como um ''ba'' do deus, ou um deus era acreditado como sendo o ''ba'' de outro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Akh ==&lt;br /&gt;
O Akh (significando ''iluminador''), foi um conceito que variou ao longo da história da crença egípcia. Era, ao início, unificação entre ''Ka'' e ''Ba'', que se uniam após a morte do corpo físico. Neste sendo era uma espécie de [[Fantasma]]. O Akh era então parte do Akh-Akh, a panóplia de Aks de outras pessoas, deuses e [[animais]]. Nesse sistema era o aspecto da pessoa que iria unir-se aos deuses no outro mundo sendo imortal e imutável.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em crenças de períodos mais avançados, considerou-se que o Ka se fundisse ao Akh e o Ba após a morte, em vez de se unir com o Ba para se tornar o Akh.&lt;br /&gt;
Nesse estágop acreditava-se que o Akh passa algum tempo habitando o outro mundo antes de retornar e ser reencarnado como Ka, ganhando um novo Ba.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A separação do Akh/ unificação do KA e do Ba era criada depois da morte, pela entrega de oferendas apropriadas e conhecimento do feitiço eficaz, mas sempre haveria o risco de morrer novamente. A literatura funerária egípcia (como o [[Coffin Texts]] e o [[Livro dos Mortos]]) tinha a intenção de auxiliar o morto a &amp;quot;não morrer pela segunda vez&amp;quot; e se tornar um ''Akh''.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Alternativo: Khu&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Referências==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Allen, James Paul. 2001. &amp;quot;Ba&amp;quot;. In ''The Oxford Encyclopedia of Ancient Egypt'', edited by Donald Bruce Redford. Vol. 1 of 3 vols. Oxford, New York, and Cairo: Oxford University Press and The American University in Cairo Press. 161&amp;amp;ndash;162.&lt;br /&gt;
*Borghouts, Joris Frans. 1982. &amp;quot;Divine Intervention in Ancient Egypt and Its Manifestation ''(b3w)''&amp;quot;. In ''Gleanings from Deir el-Med&amp;amp;icirc;na'', edited by Robert Johannes Demar&amp;amp;eacute;e and Jacobus Johannes Janssen. Egyptologische Uitgaven 1. Leiden: Nederlands Instituut voor het Nabije Oosten. 1&amp;amp;ndash;70.&lt;br /&gt;
*Friedman, Florence Margaret Dunn. 1981. ''On the Meaning of Akh'' (3&amp;amp;#7723;) ''in Egyptian Mortuary Texts''. Doctoral dissertation; Waltham: Brandeis University, Department of Classical and Oriental Studies.&lt;br /&gt;
*&amp;amp;mdash;&amp;amp;mdash;&amp;amp;mdash;. 2001. &amp;quot;Akh&amp;quot;. In ''The Oxford Encyclopedia of Ancient Egypt'', edited by Donald Bruce Redford. Vol. 1 of 3 vols. Oxford, New York, and Cairo: Oxford University Press and The American University in Cairo Press. 47&amp;amp;ndash;48.&lt;br /&gt;
*James, Julian. 1976. ''The Origin of Conciousness in the Breakdown of the Bicameral Mind'', Princeton University. &lt;br /&gt;
*&amp;amp;#381;abkar, Louis Vico. 1968. ''A Study of the Ba Concept in Ancient Egyptian Texts''. Studies in Ancient Oriental Civilization 34. Chicago: University of Chicago Press&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Categoria:Glossário]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Ire</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://www.ocultura.org.br/index.php?title=Alma_Eg%C3%ADpcia&amp;diff=5660</id>
		<title>Alma Egípcia</title>
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		<updated>2007-02-18T23:02:34Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Ire: /* Akh */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Tradução}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na [[Mitologia Egípcia]], a alma humana é feita de cinco partes. Ka, Ba, Akh, Sheut e Ren. Durante a vida, achava-se que a [[alma]], incluindo a dos animais e dos deuses, habitava um corpo (chamado de ''Ha'' (''&amp;amp;#7717;&amp;amp;#705;''), que significa ''carne''.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Egípcios entendiam  Akh, Ba e Ka como aspectos imortais da alma. Ainda, mesmo que soe paradoxal, que esses conceito só poderiam sobreviver se o corpo do indivíduo fosse apropriadamente conservado. O Ba, por exemplo, não poderia retornar ao corpo se este estivesse podre e irreconhecível e conseqüentemente estaria condenado a perambular eternamente. Por isso a mumificação de cadáveres.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Ren (nome) ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O nome da pessoa que lhe foi dado em seu nascimento e viveria enquanto  fosse pronunciado, o que explica os esforços para protegê-lo, colocando-o   em vários escritos. Por exemplo, parte do Greco-Romano ''Book of Breathings'', um descendente do ''[[Livro dos Mortos]]'', era para assegurar a sobrevivência do nome. Um cartucho(corda mágica) era freqüentemente utilizada para cercar o nome e protegê-lo pela eternidade.   Reciprocamente, o nome dos inimigos do estado mortos, como [[Akenaton]] eram meticulosamente retirados dos monumentos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Sheut (sombra) ==&lt;br /&gt;
A sombra da pessoa (''&amp;amp;scaron;wt'' in Egyptian) estava sempre presente. Uma pessoa não poderia existir sem sua sombra, nem a sobra sem a pessoa. A sombra era representada como uma pequena figura humana pintada inteiramente de preto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Ka (presença corporal/força vital) ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Ka (''k3'') era o conceito de &amp;quot;força vital&amp;quot;, a diferença entre uma pessoa viva e um morto, a morte ocorria quando o &amp;quot;Ka&amp;quot; deixava o corpo. Entendia-se que o KA era criado por [[Chnum]] numa roda de oleiro, ou passada para a criança através do sêmen de seu pai.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os egípcios também acreditavam que o &amp;quot;Ka&amp;quot; era mantido através de alimentos e bebidas. Por esta razão eram ofertadas comida e bebida aos mortos, contudo era o ''kau'' (''k3w'') dentro dos alimentos (também conhecido como ''kau'') que era consumido e não seu aspecto físico. O ''ka'' era freqüentemente representada na iconografia egípcia como uma segunda imagem do indivíduo, os trabalhos pioneiros tentaram traduzir ''ka'' como ''duplo''.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Julian Jaynes em seu trabalho teórico ''&amp;quot;The Origin of Consciousness in the Breakdown of the Bicameral Mind&amp;quot;'' sugestiona que o &amp;quot;ka&amp;quot; originalmente era uma voz divina alucinada similar a aquela experimentadas na esquizofrenia. De acordo com sua teoria, a maior parte das pessoas não estava inteiramente consciente no início do período antigo, e por isso sua teoria é considerada como &amp;quot;conversa fiada&amp;quot; pela vertente principal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Ba (alma/personalidade) ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O ''Ba'' (''b3'') é em algumas considerações o mais próximo do conceito Ocidental de [[alma]], mas também é tudo que faz um indivíduo único, similar a noção de ''personalidade''(neste sentido´objetos inanimados também poderiam ter ''Ba'', caracteres únicos, e, de fato, as [[pirâmides]] do [[antigo reino]] eram freqüentemente chamadas do ''Ba'' de seu possuidor). Como a alma, o ''ba'' é a parte da pessoa que vive após a morte e as vezes é representada como um pássaro com cabeça humana voando para fora da tumba para se unir ao ''ka'' na pós-vida.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como os humanos, divindades também poderiam ter ''ba''s, mas no caso dos seres divinos, isto era mormente associado  com sua ''impressão'', ''poder'' e ''reputação''. Quando um deus intervinha nos assuntos humanos era dito que o ''bau'' (plural de ''ba'') estava trabalhando [Borghouts, 1982]. Assim considerado o soberano era encarado como um ''ba'' do deus, ou um deus era acreditado como sendo o ''ba'' de outro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Akh ==&lt;br /&gt;
O Akh (significando ''iluminador''), foi um conceito que variou ao longo da história da crença egípcia. Era, ao início, unificação entre ''Ka'' e ''Ba'', que se uniam após a morte do corpo físico. Neste sendo era uma espécie de [[Fantasma]]. O Akh era então parte do Akh-Akh, a panóplia de Aks de outras pessoas, deuses e [[animais]]. Nesse sistema era o aspecto da pessoa que iria unir-se aos deuses no outro mundo sendo imortal e imutável.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
In later belief, the Ka was considered to change into the Akh and Ba after death, rather than uniting with the Ba to become the Akh. At this stage, it was believed that the Akh spent some time dwelling in the underworld before returning and being reincarnated as a Ka, gaining a new Ba. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
The separation of Akh / unification of Ka and Ba was created after death, by having the proper offerings made and knowing the proper efficacious spell, but there was an attendant risk of dying again. Egyptian funerary literature (such as the [[Coffin Texts]] and the [[Book of the Dead]]) were intended to aid the deceased in &amp;quot;not dying a second time&amp;quot; and becoming an ''akh''.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Alternative: Khu&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Referências==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Allen, James Paul. 2001. &amp;quot;Ba&amp;quot;. In ''The Oxford Encyclopedia of Ancient Egypt'', edited by Donald Bruce Redford. Vol. 1 of 3 vols. Oxford, New York, and Cairo: Oxford University Press and The American University in Cairo Press. 161&amp;amp;ndash;162.&lt;br /&gt;
*Borghouts, Joris Frans. 1982. &amp;quot;Divine Intervention in Ancient Egypt and Its Manifestation ''(b3w)''&amp;quot;. In ''Gleanings from Deir el-Med&amp;amp;icirc;na'', edited by Robert Johannes Demar&amp;amp;eacute;e and Jacobus Johannes Janssen. Egyptologische Uitgaven 1. Leiden: Nederlands Instituut voor het Nabije Oosten. 1&amp;amp;ndash;70.&lt;br /&gt;
*Friedman, Florence Margaret Dunn. 1981. ''On the Meaning of Akh'' (3&amp;amp;#7723;) ''in Egyptian Mortuary Texts''. Doctoral dissertation; Waltham: Brandeis University, Department of Classical and Oriental Studies.&lt;br /&gt;
*&amp;amp;mdash;&amp;amp;mdash;&amp;amp;mdash;. 2001. &amp;quot;Akh&amp;quot;. In ''The Oxford Encyclopedia of Ancient Egypt'', edited by Donald Bruce Redford. Vol. 1 of 3 vols. Oxford, New York, and Cairo: Oxford University Press and The American University in Cairo Press. 47&amp;amp;ndash;48.&lt;br /&gt;
*James, Julian. 1976. ''The Origin of Conciousness in the Breakdown of the Bicameral Mind'', Princeton University. &lt;br /&gt;
*&amp;amp;#381;abkar, Louis Vico. 1968. ''A Study of the Ba Concept in Ancient Egyptian Texts''. Studies in Ancient Oriental Civilization 34. Chicago: University of Chicago Press&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Categoria:Glossário]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Ire</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://www.ocultura.org.br/index.php?title=Alma_Eg%C3%ADpcia&amp;diff=5618</id>
		<title>Alma Egípcia</title>
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		<updated>2007-02-12T00:25:20Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Ire: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Tradução}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na [[Mitologia Egípcia]], a alma humana é feita de cinco partes. Ka, Ba, Akh, Sheut e Ren. Durante a vida, achava-se que a [[alma]], incluindo a dos animais e dos deuses, habitava um corpo (chamado de ''Ha'' (''&amp;amp;#7717;&amp;amp;#705;''), que significa ''carne''.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Egípcios entendiam  Akh, Ba e Ka como aspectos imortais da alma. Ainda, mesmo que soe paradoxal, que esses conceito só poderiam sobreviver se o corpo do indivíduo fosse apropriadamente conservado. O Ba, por exemplo, não poderia retornar ao corpo se este estivesse podre e irreconhecível e conseqüentemente estaria condenado a perambular eternamente. Por isso a mumificação de cadáveres.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Ren (nome) ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O nome da pessoa que lhe foi dado em seu nascimento e viveria enquanto  fosse pronunciado, o que explica os esforços para protegê-lo, colocando-o   em vários escritos. Por exemplo, parte do Greco-Romano ''Book of Breathings'', um descendente do ''[[Livro dos Mortos]]'', era para assegurar a sobrevivência do nome. Um cartucho(corda mágica) era freqüentemente utilizada para cercar o nome e protegê-lo pela eternidade.   Reciprocamente, o nome dos inimigos do estado mortos, como [[Akenaton]] eram meticulosamente retirados dos monumentos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Sheut (sombra) ==&lt;br /&gt;
A sombra da pessoa (''&amp;amp;scaron;wt'' in Egyptian) estava sempre presente. Uma pessoa não poderia existir sem sua sombra, nem a sobra sem a pessoa. A sombra era representada como uma pequena figura humana pintada inteiramente de preto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Ka (presença corporal/força vital) ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Ka (''k3'') era o conceito de &amp;quot;força vital&amp;quot;, a diferença entre uma pessoa viva e um morto, a morte ocorria quando o &amp;quot;Ka&amp;quot; deixava o corpo. Entendia-se que o KA era criado por [[Chnum]] numa roda de oleiro, ou passada para a criança através do sêmen de seu pai.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os egípcios também acreditavam que o &amp;quot;Ka&amp;quot; era mantido através de alimentos e bebidas. Por esta razão eram ofertadas comida e bebida aos mortos, contudo era o ''kau'' (''k3w'') dentro dos alimentos (também conhecido como ''kau'') que era consumido e não seu aspecto físico. O ''ka'' era freqüentemente representada na iconografia egípcia como uma segunda imagem do indivíduo, os trabalhos pioneiros tentaram traduzir ''ka'' como ''duplo''.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Julian Jaynes em seu trabalho teórico ''&amp;quot;The Origin of Consciousness in the Breakdown of the Bicameral Mind&amp;quot;'' sugestiona que o &amp;quot;ka&amp;quot; originalmente era uma voz divina alucinada similar a aquela experimentadas na esquizofrenia. De acordo com sua teoria, a maior parte das pessoas não estava inteiramente consciente no início do período antigo, e por isso sua teoria é considerada como &amp;quot;conversa fiada&amp;quot; pela vertente principal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Ba (alma/personalidade) ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O ''Ba'' (''b3'') é em algumas considerações o mais próximo do conceito Ocidental de [[alma]], mas também é tudo que faz um indivíduo único, similar a noção de ''personalidade''(neste sentido´objetos inanimados também poderiam ter ''Ba'', caracteres únicos, e, de fato, as [[pirâmides]] do [[antigo reino]] eram freqüentemente chamadas do ''Ba'' de seu possuidor). Como a alma, o ''ba'' é a parte da pessoa que vive após a morte e as vezes é representada como um pássaro com cabeça humana voando para fora da tumba para se unir ao ''ka'' na pós-vida.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como os humanos, divindades também poderiam ter ''ba''s, mas no caso dos seres divinos, isto era mormente associado  com sua ''impressão'', ''poder'' e ''reputação''. Quando um deus intervinha nos assuntos humanos era dito que o ''bau'' (plural de ''ba'') estava trabalhando [Borghouts, 1982]. Assim considerado o soberano era encarado como um ''ba'' do deus, ou um deus era acreditado como sendo o ''ba'' de outro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Akh ==&lt;br /&gt;
The Akh (meaning ''shiner''), was a concept that varied over the long history of egyptian belief. It was, at first, the unchanging unification of Ka and Ba, which united after the death of the physical body.  In this sense, it was a sort of [[ghost]].  The Akh was then a part of the Akh-Akh, the panoply of Akhs from other people, gods and [[animal]]s. In this system, it was the aspect of a person that would join the gods in the underworld being immortal and unchangeable.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
In later belief, the Ka was considered to change into the Akh and Ba after death, rather than uniting with the Ba to become the Akh. At this stage, it was believed that the Akh spent some time dwelling in the underworld before returning and being reincarnated as a Ka, gaining a new Ba. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
The separation of Akh / unification of Ka and Ba was created after death, by having the proper offerings made and knowing the proper efficacious spell, but there was an attendant risk of dying again. Egyptian funerary literature (such as the [[Coffin Texts]] and the [[Book of the Dead]]) were intended to aid the deceased in &amp;quot;not dying a second time&amp;quot; and becoming an ''akh''.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Alternative: Khu&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Referências==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Allen, James Paul. 2001. &amp;quot;Ba&amp;quot;. In ''The Oxford Encyclopedia of Ancient Egypt'', edited by Donald Bruce Redford. Vol. 1 of 3 vols. Oxford, New York, and Cairo: Oxford University Press and The American University in Cairo Press. 161&amp;amp;ndash;162.&lt;br /&gt;
*Borghouts, Joris Frans. 1982. &amp;quot;Divine Intervention in Ancient Egypt and Its Manifestation ''(b3w)''&amp;quot;. In ''Gleanings from Deir el-Med&amp;amp;icirc;na'', edited by Robert Johannes Demar&amp;amp;eacute;e and Jacobus Johannes Janssen. Egyptologische Uitgaven 1. Leiden: Nederlands Instituut voor het Nabije Oosten. 1&amp;amp;ndash;70.&lt;br /&gt;
*Friedman, Florence Margaret Dunn. 1981. ''On the Meaning of Akh'' (3&amp;amp;#7723;) ''in Egyptian Mortuary Texts''. Doctoral dissertation; Waltham: Brandeis University, Department of Classical and Oriental Studies.&lt;br /&gt;
*&amp;amp;mdash;&amp;amp;mdash;&amp;amp;mdash;. 2001. &amp;quot;Akh&amp;quot;. In ''The Oxford Encyclopedia of Ancient Egypt'', edited by Donald Bruce Redford. Vol. 1 of 3 vols. Oxford, New York, and Cairo: Oxford University Press and The American University in Cairo Press. 47&amp;amp;ndash;48.&lt;br /&gt;
*James, Julian. 1976. ''The Origin of Conciousness in the Breakdown of the Bicameral Mind'', Princeton University. &lt;br /&gt;
*&amp;amp;#381;abkar, Louis Vico. 1968. ''A Study of the Ba Concept in Ancient Egyptian Texts''. Studies in Ancient Oriental Civilization 34. Chicago: University of Chicago Press&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Categoria:Glossário]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Ire</name></author>
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	<entry>
		<id>https://www.ocultura.org.br/index.php?title=Alma_Eg%C3%ADpcia&amp;diff=5617</id>
		<title>Alma Egípcia</title>
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		<updated>2007-02-11T23:17:13Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Ire: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Tradução}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na [[Mitologia Egípcia]], a alma humana é feita de cinco partes. Ka, Ba, Akh, Sheut e Ren. Durante a vida, achava-se que a [[alma]], incluindo a dos animais e dos deuses, habitava um corpo (chamado de ''Ha'' (''&amp;amp;#7717;&amp;amp;#705;''), que significa ''carne''.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Egípcios entendiam  Akh, Ba e Ka como aspectos imortais da alma. Ainda, mesmo que soe paradoxal, que esses conceito só poderiam sobreviver se o corpo do indivíduo fosse apropriadamente conservado. O Ba, por exemplo, não poderia retornar ao corpo se este estivesse podre e irreconhecível e conseqüentemente estaria condenado a perambular eternamente. Por isso a mumificação de cadáveres.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Ren (nome) ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O nome da pessoa que lhe foi dado em seu nascimento e viveria enquanto  fosse pronunciado, o que explica os esforços para protegê-lo, colocando-o   em vários escritos. Por exemplo, parte do Greco-Romano ''Book of Breathings'', um descendente do ''[[Livro dos Mortos]]'', era para assegurar a sobrevivência do nome. Um cartucho(corda mágica) era freqüentemente utilizada para cercar o nome e protegê-lo pela eternidade.   Reciprocamente, o nome dos inimigos do estado mortos, como [[Akenaton]] eram meticulosamente retirados dos monumentos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Sheut (sombra) ==&lt;br /&gt;
A sombra da pessoa (''&amp;amp;scaron;wt'' in Egyptian) estava sempre presente. Uma pessoa não poderia existir sem sua sombra, nem a sobra sem a pessoa. A sombra era representada como uma pequena figura humana pintada inteiramente de preto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Ka (presença corporal/força vital) ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Ka (''k3'') era o conceito de &amp;quot;força vital&amp;quot;, a diferença entre uma pessoa viva e um morto, a morte ocorria quando o &amp;quot;Ka&amp;quot; deixava o corpo. Entendia-se que o KA era criado por [[Chnum]] numa roda de oleiro, ou passada para a criança através do sêmen de seu pai.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os egípcios também acreditavam que o &amp;quot;Ka&amp;quot; era mantido através de alimentos e bebidas. Por esta razão eram ofertadas comida e bebida aos mortos, contudo era o ''kau'' (''k3w'') dentro dos alimentos (também conhecido como ''kau'') que era consumido e não seu aspecto físico. O ''ka'' era freqüentemente representada na iconografia egípcia como uma segunda imagem do indivíduo, os trabalhos pioneiros tentaram traduzir ''ka'' como ''duplo''.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Julian Jaynes em seu trabalho teórico ''&amp;quot;The Origin of Consciousness in the Breakdown of the Bicameral Mind&amp;quot;'' sugestiona que o &amp;quot;ka&amp;quot; originalmente era uma voz divina alucinada similar a aquela experimentadas na esquizofrenia. De acordo com sua teoria, a maior parte das pessoas não estava inteiramente consciente no início do período antigo, e por isso sua teoria é considerada como &amp;quot;conversa fiada&amp;quot; pela vertente principal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Ba (alma/personalidade) ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O ''Ba'' (''b3'') é em algumas considerações o mais próximo do conceito Ocidental de [[alma]], mas também é tudo que faz um indivíduo único, similar a noção de ''personalidade''(neste sentido´objetos inanimados também poderiam ter ''Ba'', caracteres únicos, e, de fato, as [[pirâmides]] do [[antigo reino]] eram freqüentemente chamadas do ''Ba'' de seu possuidor). Como a alma, o ''ba'' é a parte da pessoa que vive após a morte e as vezes é representada como um pássaro com cabeça humana voando para fora da tumba para se unir ao ''ka'' na pós-vida.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como os humanos, divindades também poderiam ter ''ba''s, but in the case of divine beings, it was even more associated with their ''impressiveness'', ''power'', and ''reputation''. When a god intervened in human affairs, it was said that the ''bau'' (plural of ''Ba'') of the god were at work [Borghouts 1982]. In this regard, the king was regarded as a ''ba'' of a god, or one god was believed to be the ''ba'' of another.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Akh ==&lt;br /&gt;
The Akh (meaning ''shiner''), was a concept that varied over the long history of egyptian belief. It was, at first, the unchanging unification of Ka and Ba, which united after the death of the physical body.  In this sense, it was a sort of [[ghost]].  The Akh was then a part of the Akh-Akh, the panoply of Akhs from other people, gods and [[animal]]s. In this system, it was the aspect of a person that would join the gods in the underworld being immortal and unchangeable.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
In later belief, the Ka was considered to change into the Akh and Ba after death, rather than uniting with the Ba to become the Akh. At this stage, it was believed that the Akh spent some time dwelling in the underworld before returning and being reincarnated as a Ka, gaining a new Ba. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
The separation of Akh / unification of Ka and Ba was created after death, by having the proper offerings made and knowing the proper efficacious spell, but there was an attendant risk of dying again. Egyptian funerary literature (such as the [[Coffin Texts]] and the [[Book of the Dead]]) were intended to aid the deceased in &amp;quot;not dying a second time&amp;quot; and becoming an ''akh''.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Alternative: Khu&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Referências==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Allen, James Paul. 2001. &amp;quot;Ba&amp;quot;. In ''The Oxford Encyclopedia of Ancient Egypt'', edited by Donald Bruce Redford. Vol. 1 of 3 vols. Oxford, New York, and Cairo: Oxford University Press and The American University in Cairo Press. 161&amp;amp;ndash;162.&lt;br /&gt;
*Borghouts, Joris Frans. 1982. &amp;quot;Divine Intervention in Ancient Egypt and Its Manifestation ''(b3w)''&amp;quot;. In ''Gleanings from Deir el-Med&amp;amp;icirc;na'', edited by Robert Johannes Demar&amp;amp;eacute;e and Jacobus Johannes Janssen. Egyptologische Uitgaven 1. Leiden: Nederlands Instituut voor het Nabije Oosten. 1&amp;amp;ndash;70.&lt;br /&gt;
*Friedman, Florence Margaret Dunn. 1981. ''On the Meaning of Akh'' (3&amp;amp;#7723;) ''in Egyptian Mortuary Texts''. Doctoral dissertation; Waltham: Brandeis University, Department of Classical and Oriental Studies.&lt;br /&gt;
*&amp;amp;mdash;&amp;amp;mdash;&amp;amp;mdash;. 2001. &amp;quot;Akh&amp;quot;. In ''The Oxford Encyclopedia of Ancient Egypt'', edited by Donald Bruce Redford. Vol. 1 of 3 vols. Oxford, New York, and Cairo: Oxford University Press and The American University in Cairo Press. 47&amp;amp;ndash;48.&lt;br /&gt;
*James, Julian. 1976. ''The Origin of Conciousness in the Breakdown of the Bicameral Mind'', Princeton University. &lt;br /&gt;
*&amp;amp;#381;abkar, Louis Vico. 1968. ''A Study of the Ba Concept in Ancient Egyptian Texts''. Studies in Ancient Oriental Civilization 34. Chicago: University of Chicago Press&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Categoria:Glossário]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Ire</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://www.ocultura.org.br/index.php?title=Artes_Divinat%C3%B3rias&amp;diff=5616</id>
		<title>Artes Divinatórias</title>
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		<updated>2007-02-11T22:10:05Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Ire: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{esboço}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Divinação]], adivinhar ou adivinhação é o ato ou esforço de predizer coisas distantes no tempo e no espaço, especialmente o resultado incerto das atividades humanas. A [[divinação]] busca determinar o significado ou as causas [[Ocultismo|ocultas]] dos acontecimentos, predizendo às vezes o futuro, por meio de práticas variadas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nas religiões Afro-brasileiras, o jogo de búzios é um exemplo das artes divinatórias, que consiste no arremesso de um conjunto de 16 búzios sobre uma mesa previamente preparada, e na análise da configuração que os búzios adoptam ao cair sobre ela. O adivinho, antes reza e saúda todos os Orixás e durante os arremessos, conversa com as divindades e faz-lhes perguntas. Considera-se que as divindades afectam o modo como os búzios se espalham pela mesa, dando assim as respostas às dúvidas que lhes são colocadas.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Ire</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://www.ocultura.org.br/index.php?title=Alma_Eg%C3%ADpcia&amp;diff=5608</id>
		<title>Alma Egípcia</title>
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		<updated>2007-02-11T02:32:31Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Ire: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Tradução}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na [[Mitologia Egípcia]], a alma humana é feita de cinco partes. Ka, Ba, Akh, Sheut e Ren. Durante a vida, achava-se que a [[alma]], incluindo a dos animais e dos deuses, habitava um corpo (chamado de ''Ha'' (''&amp;amp;#7717;&amp;amp;#705;''), que significa ''carne''.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Egyptians thought of the Akh, Ba and Ka as immortal aspects of the soul. Yet, though it may sound paradoxial, these concepts could only survive if the body of the individual was conserved properly. The Ba for example could not return to the body if it was rotten and unrecognizable and therefore was damned to roam around forever. Hence the mummification of deceased bodies.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Ren (nome) ==&lt;br /&gt;
O [[nome]] da pessoa que lhe foi dado em seu nascimento e viveria enquanto  fosse pronunciado, o que explica os esforços para protegê-lo, colocando-o   em vários escritos. Por exemplo, parte do [[Greco-Romano]] ''Book of Breathings'', um descendente do ''[[Livro dos Mortos]]'', era para assegurar a sobrevivência do nome. Um cartucho(corda mágica) era freqüentemente utilizada para cercar o nome e protegê-lo pela eternidade.   Reciprocamente, o nome dos inimigos do estado mortos, como [[Akenaten]] eram meticulosamente retirados dos monumentos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Sheut (sombra) ==&lt;br /&gt;
A sombra da pessoa (''&amp;amp;scaron;wt'' in Egyptian) estava sempre presente. Uma pessoa não poderia existir sem sua sombra, nem a sobra sem a pessoa. A sombra era representada como uma pequena figura humana pintada inteiramente de preto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Ka (corporal presence/life force) ==&lt;br /&gt;
O Ka (''k3'') era o conceito de &amp;quot;força vital&amp;quot;, a diferença entre uma pessoa viva e um morto, a morte ocorria quando o &amp;quot;Ka&amp;quot; deixava o corpo. Entendia-se que o KA era criado por [[Chnum]] numa roda de oleiro, ou passada para a criança através do [[semen]] de seu pai.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os egípcios também acreditavam que o &amp;quot;Ka&amp;quot; era mantido através de alimentos e bebidas. For this reason food and drink offerings were presented to the dead, though it was the ''kau'' (''k3w'') within the offerings (also known as ''kau'') that was consumed, not the physical aspect. The ''ka'' was often represented in Egyptian iconography as a second image of the individual, leading earlier works to attempt to translate ''ka'' as ''double''.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Julian Jaynes]] in his theoretical work [[The Origin of Consciousness in the Breakdown of the Bicameral Mind]] suggests that the &amp;quot;ka&amp;quot; originally was a hallucinated god-voice similar to that experienced in [[schizophrenia]].  According to his theory, most people were not fully conscious in the early ancient period, and hence his theory is regarded as fringe by the mainstream.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Ba (soul/personality) ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
The ''Ba'' (''b3'') is in some regards the closest to the Western notion of the [[soul]], but it also was everything that makes an individual unique, similar to the notion of ''personality''. (In this sense, inanimate objects could also have a ''ba'', a unique character, and indeed [[Old Kingdom]] [[Egyptian pyramids|pyramids]] were often called the ''ba'' of their owner). Like a soul, the ''ba'' is a part of a person that lives after the body dies, and it is sometimes depicted as a human-headed bird flying out of the tomb to join with the ''ka'' in the afterlife.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As with humans, deities could also have ''ba''s, but in the case of divine beings, it was even more associated with their ''impressiveness'', ''power'', and ''reputation''. When a god intervened in human affairs, it was said that the ''bau'' (plural of ''Ba'') of the god were at work [Borghouts 1982]. In this regard, the king was regarded as a ''ba'' of a god, or one god was believed to be the ''ba'' of another.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Akh ==&lt;br /&gt;
The Akh (meaning ''shiner''), was a concept that varied over the long history of egyptian belief. It was, at first, the unchanging unification of Ka and Ba, which united after the death of the physical body.  In this sense, it was a sort of [[ghost]].  The Akh was then a part of the Akh-Akh, the panoply of Akhs from other people, gods and [[animal]]s. In this system, it was the aspect of a person that would join the gods in the underworld being immortal and unchangeable.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
In later belief, the Ka was considered to change into the Akh and Ba after death, rather than uniting with the Ba to become the Akh. At this stage, it was believed that the Akh spent some time dwelling in the underworld before returning and being reincarnated as a Ka, gaining a new Ba. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
The separation of Akh / unification of Ka and Ba was created after death, by having the proper offerings made and knowing the proper efficacious spell, but there was an attendant risk of dying again. Egyptian funerary literature (such as the [[Coffin Texts]] and the [[Book of the Dead]]) were intended to aid the deceased in &amp;quot;not dying a second time&amp;quot; and becoming an ''akh''.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Alternative: Khu&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==References==&lt;br /&gt;
*Allen, James Paul. 2001. &amp;quot;Ba&amp;quot;. In ''The Oxford Encyclopedia of Ancient Egypt'', edited by Donald Bruce Redford. Vol. 1 of 3 vols. Oxford, New York, and Cairo: Oxford University Press and The American University in Cairo Press. 161&amp;amp;ndash;162.&lt;br /&gt;
*Borghouts, Joris Frans. 1982. &amp;quot;Divine Intervention in Ancient Egypt and Its Manifestation ''(b3w)''&amp;quot;. In ''Gleanings from Deir el-Med&amp;amp;icirc;na'', edited by Robert Johannes Demar&amp;amp;eacute;e and Jacobus Johannes Janssen. Egyptologische Uitgaven 1. Leiden: Nederlands Instituut voor het Nabije Oosten. 1&amp;amp;ndash;70.&lt;br /&gt;
*Friedman, Florence Margaret Dunn. 1981. ''On the Meaning of Akh'' (3&amp;amp;#7723;) ''in Egyptian Mortuary Texts''. Doctoral dissertation; Waltham: Brandeis University, Department of Classical and Oriental Studies.&lt;br /&gt;
*&amp;amp;mdash;&amp;amp;mdash;&amp;amp;mdash;. 2001. &amp;quot;Akh&amp;quot;. In ''The Oxford Encyclopedia of Ancient Egypt'', edited by Donald Bruce Redford. Vol. 1 of 3 vols. Oxford, New York, and Cairo: Oxford University Press and The American University in Cairo Press. 47&amp;amp;ndash;48.&lt;br /&gt;
*James, Julian. 1976. ''The Origin of Conciousness in the Breakdown of the Bicameral Mind'', Princeton University. &lt;br /&gt;
*&amp;amp;#381;abkar, Louis Vico. 1968. ''A Study of the Ba Concept in Ancient Egyptian Texts''. Studies in Ancient Oriental Civilization 34. Chicago: University of Chicago Press&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Categoria:Glossário]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Ire</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://www.ocultura.org.br/index.php?title=Divina%C3%A7%C3%A3o&amp;diff=5533</id>
		<title>Divinação</title>
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		<updated>2007-02-06T00:57:10Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Ire: /* Alguns métodos Populares e Arcanos de Divinação */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{MTP}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{partial}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{tradução}}'''Divinação''' é a prática de verificação de informações por meios sobrenaturais, ou mesmo naturais. Se uma distinção deve ser feita da mera tirada de sorte consiste no fato que a Divinação é formal ou ritualística e freqüentemente com caráter social, normalmente num contexto religioso; enquanto a tirada de sorte é mais uma prática cotidiana com finalidade pessoais (ou comerciais). Divinação é frequentemente rejeitada pelos céticos como sendo mera superstição. No entenato, seus defensores dizem que existem várias evidência curiosas da eficácia da Divinação. Sendo esta um fenômeno cultural universal que os antropologistas observaram estar presente e várias religiões e culturas em todas as épocas  até os dias atuais.&lt;br /&gt;
Além da mera explanação de evidências curiosas existem algumas teorias sérias de como a Divinação pode funcionar. Uma destas teorias é baseada na natureza da mente inconsciente, uma teoria como alguma base empiricamente científica. Baseada nesta teoria, Divinação seria o processo em qual as mensagens da mente inconsciente são decodificadas pela mente consciente. A crença numa ação sobrenatural ou força [[oculta]] como fonte destas mensagens é o que distingue uma teoria da explicação científica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os que defendem a Divinação como algo natural também afirmam que ela nada mais é do que a exteriorização, através de algum método, das percepções do próprio ser. Note-se aqui a coincidência curiosa de estar inscrita no portal do Oráculo de Delfos, um dos centros de Divinação mais importantes da Grécia  Antiga, a expressão &amp;quot;Nosce te ipsum&amp;quot; (Conhece-te a ti mesmo) posteriormente adotada por Sócrates como máxima de sua filosofia, alguns afirmam que tal expressão precede o mundo grego tendo sido cunhada antes, talvez pelos sumérios.  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Alguns métodos Populares e Arcanos de Divinação==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[Acutomancia]](leitura da sorte feita com agulhas)&lt;br /&gt;
* [[Aeromancia]] (adivinhação pela observação do ar)&lt;br /&gt;
* [[Agromancia]] (previsão pelo aspecto dos campos)&lt;br /&gt;
* [[Amniomancia]] (previsão através do âmnio,membrana que se desenvolve em torno do embrião de vertebrados superiores, formando o saco amniótico) &lt;br /&gt;
* [[Antracromancia]] (divinação por meio de carvão incandescente)&lt;br /&gt;
* [[Apantomancia]] (previsão por meio de coisas que se apresentam imprevistamente aos olhos)&lt;br /&gt;
* [[Ascinomancia]] (adivinhação baseada na profundidade, forma e direção do golpe de um machado num tronco)&lt;br /&gt;
* [[Astrologia]] (divinação por estrelas)&lt;br /&gt;
* [[Axinomancia]] (adivinhação por meio de um machado)&lt;br /&gt;
* [[Bibliomancia]] (divinação por apontamentos aleatórios num livro)&lt;br /&gt;
* [[Cafeomancia]] (leitura através da borra de café depositada na xícara de quem consulta)&lt;br /&gt;
* [[Caomancia]] (previsão do futuro pela observação de imagens aéreas)&lt;br /&gt;
* [[Capnomancia]] (adivinhação pela fumaça liberada por queima ritualística ou advinhação por meio do fumo)&lt;br /&gt;
* [[Cartomancia]] (divinação por cartas, por exemplo cartas de [[tarô]])&lt;br /&gt;
* [[Catoptromancia]] (ter visões em espelhos)&lt;br /&gt;
* [[Ceromancia]] (leitura da sorte através de desenhos feitos de cera, que deve ser pingada ainda líquida em uma superfície seca)&lt;br /&gt;
* [[Cleromancia]] ou [[Lacomancia]] (adivinhação por dados)&lt;br /&gt;
* [[Clidomancia]] (adivinhação por meio de chaves)&lt;br /&gt;
* [[Cristalmancia]] (ter visões em cristais)&lt;br /&gt;
* [[Cromniomancia]] (adivinhação por cebolas)&lt;br /&gt;
* [[Dactilomancia]] (adivinhação pela observação dos anéis usados pelo consulente)&lt;br /&gt;
* [[Dafnomancia]] (adivinhação por meio de folhas de loureiro queimadas)&lt;br /&gt;
* [[Dendromancia]] (observação de árvores derrubadas)&lt;br /&gt;
* [[Escarpomancia]] (leitura da sorte baseada no estudo dos sapatos do consultador)&lt;br /&gt;
* [[Geomancia]] (interpretação de várias marcas no solo ou utilização de objetos aletoriamente lançados, como no jogo de búzios)&lt;br /&gt;
* [[Haruspicy]] (leitura das entranhas de um sacrifício)&lt;br /&gt;
* [[Heteromancia]] (previsões pela observação do vôo das aves)&lt;br /&gt;
* [[Hidromancia]] (observação da água)&lt;br /&gt;
* [[I Ching]] (antigo sistema chinês de cosmologia e filosofia)&lt;br /&gt;
* [[Ichtiomancia]] (observação de sinais nas entranhas dos peixes)&lt;br /&gt;
* [[Kledomancy]] (interpretação oracular de estranhas observações)&lt;br /&gt;
* [[Lampadomancia]] (adivinhação que os antigos faziam observando as variações da chama duma lâmpada ou de um archote)&lt;br /&gt;
* [[Lecanomancia]] (previsão mediante a observação de tanques, lagos, do som ou de fenômenos produzidos por objetos ao cair no fundo de uma bacia cheia de água)&lt;br /&gt;
* [[Libanomancia]] (previsão pela direção e forma da fumaça do incenso)&lt;br /&gt;
* [[Licnomancia]] (adivinhação por meio de lâmpadas ou brandões)&lt;br /&gt;
* [[Litomancia]] (adivinhação por meio de pedras)&lt;br /&gt;
* [[Margaritomancia]] (adivinhação por pérolas)&lt;br /&gt;
* [[Meteoromancia]] (divinação pela observação dos meteoros)&lt;br /&gt;
* [[Molibdomancia]] (adivinhação baseada no exame das figuras resultantes do chumbo derretido que se lança na água ou numa superfície lisa)&lt;br /&gt;
* [[Necromancia]] (adivinhação através da observação da cabeça de um cadáver ou pela invocação das almas)&lt;br /&gt;
* [[Ofdiomancia]] (interpretação dos movimentos das serpentes)&lt;br /&gt;
* [[Oinomancia]] ou [[Enomancia]] (adivinhação pelo vinho)&lt;br /&gt;
* [[Onfalomancia]] (adivinhação de quantos filhos terá uma mulher pelo exame do número de nós do cordão umbilical do primeiro filho)&lt;br /&gt;
* [[Oniromancia]] (adivinhação pela interpretação dos sonhos; [[Brizomancia]])&lt;br /&gt;
* [[Onomatomancia]] (adivinhação fundada no nome da pessoa)&lt;br /&gt;
* [[Ornitomancia]] (adivinhação baseada no vôo ou no canto das aves)&lt;br /&gt;
* [[Ovomancia]] ou [[Oomancia]] (divinação através de ovos)&lt;br /&gt;
* [[Pegomancia]] (previsão que se faz olhando o movimento das fontes)&lt;br /&gt;
* [[Pelomancia]] (adivinhação por meio da lama)&lt;br /&gt;
* [[Piromancia]] ou [[Acrimancia]] (divinação pelo fogo)&lt;br /&gt;
* [[Rapsodomancia]] (adivinhação por meio de trechos extraídos das obras dum poeta)&lt;br /&gt;
* [[Salimancia]] (adivinhação que consiste em derramar sal sobre uma mesa e interpretar a forma e a direção das figuras formadas pelas parcelas)&lt;br /&gt;
* [[Scrying]] (um termo genérico para adivinhação visionária)&lt;br /&gt;
* [[Sicomancia]] (adivinhação dos antigos, por meio de folhas de figueira, onde escreviam as perguntas de que se desejavam respostas)&lt;br /&gt;
* [[Sideromancia]] (adivinhação por meio duma barra de ferro candente, sobre a qual se atiravam pedaços de palha para se observar como ardiam e que direção tomava a fumaça)&lt;br /&gt;
* [[Tasseomancy]] (leitura de folhas de chá)&lt;br /&gt;
* [[Tefromancia]] (adivinhação em que se usava a cinza dos sacrifícios)&lt;br /&gt;
* [[Tiromancia]] (adivinhação na qual se empregava o queijo)&lt;br /&gt;
* [[Xilomancia]] (adivinhação por meio da disposição de pauzinhos secos que se acham pelo caminho)&lt;br /&gt;
* [[Zoomancia]] (adivinhação por meio dos animais)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Referências==&lt;br /&gt;
*Wikipedia. (2004). ''[http://en.wikipedia.org/wiki/Divination Divination]''. Retrieved Sept. 23, 2004.&lt;br /&gt;
[[Categoria:Magick]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Ire</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://www.ocultura.org.br/index.php?title=Divina%C3%A7%C3%A3o&amp;diff=5529</id>
		<title>Divinação</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://www.ocultura.org.br/index.php?title=Divina%C3%A7%C3%A3o&amp;diff=5529"/>
		<updated>2007-02-06T00:49:08Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Ire: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{MTP}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{partial}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{tradução}}'''Divinação''' é a prática de verificação de informações por meios sobrenaturais, ou mesmo naturais. Se uma distinção deve ser feita da mera tirada de sorte consiste no fato que a Divinação é formal ou ritualística e freqüentemente com caráter social, normalmente num contexto religioso; enquanto a tirada de sorte é mais uma prática cotidiana com finalidade pessoais (ou comerciais). Divinação é frequentemente rejeitada pelos céticos como sendo mera superstição. No entenato, seus defensores dizem que existem várias evidência curiosas da eficácia da Divinação. Sendo esta um fenômeno cultural universal que os antropologistas observaram estar presente e várias religiões e culturas em todas as épocas  até os dias atuais.&lt;br /&gt;
Além da mera explanação de evidências curiosas existem algumas teorias sérias de como a Divinação pode funcionar. Uma destas teorias é baseada na natureza da mente inconsciente, uma teoria como alguma base empiricamente científica. Baseada nesta teoria, Divinação seria o processo em qual as mensagens da mente inconsciente são decodificadas pela mente consciente. A crença numa ação sobrenatural ou força [[oculta]] como fonte destas mensagens é o que distingue uma teoria da explicação científica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os que defendem a Divinação como algo natural também afirmam que ela nada mais é do que a exteriorização, através de algum método, das percepções do próprio ser. Note-se aqui a coincidência curiosa de estar inscrita no portal do Oráculo de Delfos, um dos centros de Divinação mais importantes da Grécia  Antiga, a expressão &amp;quot;Nosce te ipsum&amp;quot; (Conhece-te a ti mesmo) posteriormente adotada por Sócrates como máxima de sua filosofia, alguns afirmam que tal expressão precede o mundo grego tendo sido cunhada antes, talvez pelos sumérios.  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Alguns métodos Populares e Arcanos de Divinação==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[Astrologia]] (Divinação por estrelas)&lt;br /&gt;
* [[Bibliomancia]] (Divinação por apontamentos aleatórios num livro)&lt;br /&gt;
* [[Cartomancia]] (Divinação por cartas, por exemplo cartas de [[tarô]])&lt;br /&gt;
* [[I Ching]] (Antigo sistema chinês de cosmologia e filosofia)&lt;br /&gt;
* [[Geomancia]] (interpretação de várias marcas no solo ou utilização de objetos aletoriamente lançados, como no jogo de búzios)&lt;br /&gt;
* [[Catoptromancia]] (ter visões em espelhos)&lt;br /&gt;
* [[Cristalmancia]] (ter visões em cristais)&lt;br /&gt;
* [[Scrying]] (um termo genérico para adivinhação visionária)&lt;br /&gt;
* [[Haruspicy]] (leitura das entranhas de um sacrifício)&lt;br /&gt;
* [[Tasseomancy]] (leitura de folhas de chá)&lt;br /&gt;
* [[Kledomancy]] (interpretação oracular de estranhas observações)&lt;br /&gt;
* [[Aeromancia]] (adivinhação pela observação do ar)&lt;br /&gt;
* [[Acutomancia]](leitura da sorte feita com agulhas)&lt;br /&gt;
* [[Cafeomancia]] (leitura através da borra de café depositada na xícara de quem consulta)&lt;br /&gt;
* [[Caomancia]] (previsão do futuro pela observação de imagens aéreas)&lt;br /&gt;
* [[Capnomancia]] (adivinhação pela fumaça liberada por queima ritualística ou advinhação por meio do fumo)&lt;br /&gt;
* [[Ceromancia]] (leitura da sorte através de desenhos feitos de cera, que deve ser pingada ainda líquida em uma superfície seca)&lt;br /&gt;
* [[Cleromancia]]ou [[Lacomancia]] (adivinhação por dados)&lt;br /&gt;
* [[Cromniomancia]] (adivinhação por cebolas)&lt;br /&gt;
* [[Dactilomancia]] (adivinhação pela observação dos anéis usados pelo consulente)&lt;br /&gt;
* [[Dendromancia]] (observação de árvores derrubadas)&lt;br /&gt;
* [[Escarpomancia]] (leitura da sorte baseada no estudo dos sapatos do consultador)&lt;br /&gt;
* [[Heteromancia]] (previsões pela observação do vôo das aves)&lt;br /&gt;
* [[Hidromancia]] (observação da água)&lt;br /&gt;
* [[Ichtiomancia]] (observação de sinais nas entranhas dos peixes)&lt;br /&gt;
* [[Margaritomancia]] (adivinhação por pérolas)&lt;br /&gt;
* [[Necromancia]] (adivinhação através da observação da cabeça de um cadáver ou pela invocação das almas)&lt;br /&gt;
* [[Ofdiomancia]] (interpretação dos movimentos das serpentes)&lt;br /&gt;
* [[Oinomancia]] ou [[Enomancia]] (adivinhação pelo vinho)&lt;br /&gt;
* [[Ovomancia]] ou [[Oomancia]] (divinação através de ovos)&lt;br /&gt;
* [[Piromancia]] ou [[Acrimancia]] (divinação pelo fogo)&lt;br /&gt;
* [[Antracromancia]] (divinação por meio de carvão incandescente)&lt;br /&gt;
* [[Apantomancia]] (previsão por meio de coisas que se apresentam imprevistamente aos olhos)&lt;br /&gt;
* [[Agromancia]] (previsão pelo aspecto dos campos)&lt;br /&gt;
* [[Amniomancia]] (previsão através do âmnio,membrana que se desenvolve em torno do embrião de vertebrados superiores, formando o saco amniótico) &lt;br /&gt;
* [[Ascinomancia]] (Adivinhação baseada na profundidade, forma e direção do golpe de um machado num tronco)&lt;br /&gt;
* [[Axinomancia]] (Adivinhação por meio de um machado)&lt;br /&gt;
* [[Clidomancia]] (Adivinhação por meio de chaves)&lt;br /&gt;
* [[Dafnomancia]] (Adivinhação por meio de folhas de loureiro queimadas)&lt;br /&gt;
* [[Lampadomancia]] (Adivinhação que os antigos faziam observando as variações da chama duma lâmpada ou de um archote)&lt;br /&gt;
* [[Lecanomancia]] (previsão mediante a observação de tanques, lagos, do som ou de fenômenos produzidos por objetos ao cair no fundo de uma bacia cheia de água)&lt;br /&gt;
* [[Libanomancia]] (previsão pela direção e forma da fumaça do incenso)&lt;br /&gt;
* [[Licnomancia]] (Adivinhação por meio de lâmpadas ou brandões)&lt;br /&gt;
* [[Litomancia]] (adivinhação por meio de pedras)&lt;br /&gt;
* [[Meteoromancia]] (divinação pela observação dos meteoros)&lt;br /&gt;
* [[Molibdomancia]] (Adivinhação baseada no exame das figuras resultantes do chumbo derretido que se lança na água ou numa superfície lisa)&lt;br /&gt;
* [[Onfalomancia]] (Adivinhação de quantos filhos terá uma mulher pelo exame do número de nós do cordão umbilical do primeiro filho)&lt;br /&gt;
* [[Oniromancia]] (Adivinhação pela interpretação dos sonhos; [[Brizomancia]])&lt;br /&gt;
* [[Onomatomancia]] (Adivinhação fundada no nome da pessoa)&lt;br /&gt;
* [[Ornitomancia]] (Adivinhação baseada no vôo ou no canto das aves)&lt;br /&gt;
* [[Pegomancia]] (previsão que se faz olhando o movimento das fontes)&lt;br /&gt;
* [[Pelomancia]] (adivinhação por meio da lama)&lt;br /&gt;
* [[Rapsodomancia]] (adivinhação por meio de trechos extraídos das obras dum poeta)&lt;br /&gt;
* [[Salimancia]] (Adivinhação que consiste em derramar sal sobre uma mesa e interpretar a forma e a direção das figuras formadas pelas parcelas)&lt;br /&gt;
* [[Sicomancia]] (Adivinhação dos antigos, por meio de folhas de figueira, onde escreviam as perguntas de que se desejavam respostas)&lt;br /&gt;
* [[Sideromancia]] (Adivinhação por meio duma barra de ferro candente, sobre a qual se atiravam pedaços de palha para se observar como ardiam e que direção tomava a fumaça)&lt;br /&gt;
* [[Tefromancia]] (Adivinhação em que se usava a cinza dos sacrifícios)&lt;br /&gt;
* [[Tiromancia]] (Adivinhação na qual se empregava o queijo)&lt;br /&gt;
* [[Xilomancia]] (Adivinhação por meio da disposição de pauzinhos secos que se acham pelo caminho)&lt;br /&gt;
* [[Zoomancia]] (Adivinhação por meio dos animais)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Referências==&lt;br /&gt;
*Wikipedia. (2004). ''[http://en.wikipedia.org/wiki/Divination Divination]''. Retrieved Sept. 23, 2004.&lt;br /&gt;
[[Categoria:Magick]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Ire</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://www.ocultura.org.br/index.php?title=Divina%C3%A7%C3%A3o&amp;diff=5523</id>
		<title>Divinação</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://www.ocultura.org.br/index.php?title=Divina%C3%A7%C3%A3o&amp;diff=5523"/>
		<updated>2007-02-06T00:09:05Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Ire: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{MTP}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{partial}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{tradução}}'''Divinação''' é a prática de verificação de informações por meios sobrenaturais, ou mesmo naturais. Se uma distinção deve ser feita da mera tirada de sorte consiste no fato que a Divinação é formal ou ritualística e freqüentemente com caráter social, normalmente num contexto religioso; enquanto a tirada de sorte é mais uma prática cotidiana com finalidade pessoais (ou comerciais). Divinação é frequentemente rejeitada pelos céticos como sendo mera superstição. No entenato, seus defensores dizem que existem várias evidência curiosas da eficácia da Divinação. Sendo esta um fenômeno cultural universal que os antropologistas observaram estar presente e várias religiões e culturas em todas as épocas  até os dias atuais.&lt;br /&gt;
Além da mera explanação de evidências curiosas existem algumas teorias sérias de como a Divinação pode funcionar. Uma destas teorias é baseada na natureza da mente inconsciente, uma teoria como alguma base empiricamente científica. Baseada nesta teoria, Divinação seria o processo em qual as mensagens da mente inconsciente são decodificadas pela mente consciente. A crença numa ação sobrenatural ou força [[oculta]] como fonte destas mensagens é o que distingue uma teoria da explicação científica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os que defendem a Divinação como algo natural também afirmam que ela nada mais é do que a exteriorização, através de algum método, das percepções do próprio ser. Note-se aqui a coincidência curiosa de estar inscrita no portal do Oráculo de Delfos, um dos centros de Divinação mais importantes da Grécia  Antiga, a expressão &amp;quot;Nosce te ipsum&amp;quot; (Conhece-te a ti mesmo) posteriormente adotada por Sócrates como máxima de sua filosofia, alguns afirmam que tal expressão precede o mundo grego tendo sido cunhada antes, talvez pelos sumérios.  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Alguns métodos Populares e Arcanos de Divinação==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[Astrologia]] (Divinação por estrelas)&lt;br /&gt;
* [[Bibliomancia]] (Divinação por apontamentos aleatórios num livro)&lt;br /&gt;
* [[Cartomancia]] (Divinação por cartas, por exemplo cartas de [[tarô]])&lt;br /&gt;
* [[I Ching]] (Antigo sistema chinês de cosmologia e filosofia)&lt;br /&gt;
* [[Geomancia]] (interpretação de várias marcas no solo ou utilização de objetos aletoriamente lançados, como no jogo de búzios)&lt;br /&gt;
* [[Catoptromancia]] (ter visões em espelhos)&lt;br /&gt;
* [[Cristalmancia]] (ter visões em cristais)&lt;br /&gt;
* [[Scrying]] (um termo genérico para adivinhação visionária)&lt;br /&gt;
* [[Haruspicy]] (leitura das entranhas de um sacrifício)&lt;br /&gt;
* [[Tasseomancy]] (leitura de folhas de chá)&lt;br /&gt;
* [[Kledomancy]] (interpretação oracular de estranhas observações)&lt;br /&gt;
* [[Aeromancia]] (adivinhação pela observação do ar)&lt;br /&gt;
* [[Acutomancia]](leitura da sorte feita com agulhas)&lt;br /&gt;
* [[Cafeomancia]] (leitura através da borra de café depositada na xícara de quem consulta)&lt;br /&gt;
* [[Caomancia]] (previsão do futuro pela observação de imagens aéreas)&lt;br /&gt;
* [[Capnomancia]] (adivinhação pela fumaça liberada por queima ritualística ou advinhação por meio do fumo)&lt;br /&gt;
* [[Ceromancia]] (leitura da sorte através de desenhos feitos de cera, que deve ser pingada ainda líquida em uma superfície seca)&lt;br /&gt;
* [[Cleromancia]]ou [[Lacomancia]] (adivinhação por dados)&lt;br /&gt;
* [[Cromniomancia]] (adivinhação por cebolas)&lt;br /&gt;
* [[Dactilomancia]] (adivinhação pela observação dos anéis usados pelo consulente)&lt;br /&gt;
* [[Dendromancia]] (observação de árvores derrubadas)&lt;br /&gt;
* [[Escarpomancia]] (leitura da sorte baseada no estudo dos sapatos do consultador)&lt;br /&gt;
* [[Heteromancia]] (previsões pela observação do vôo das aves)&lt;br /&gt;
* [[Hidromancia]] (observação da água)&lt;br /&gt;
* [[Ichtiomancia]] (observação de sinais nas entranhas dos peixes)&lt;br /&gt;
* [[Margaritomancia]] (adivinhação por pérolas)&lt;br /&gt;
* [[Necromancia]] (adivinhação através da observação da cabeça de um cadáver ou pela invocação das almas)&lt;br /&gt;
* [[Ofdiomancia]] (interpretação dos movimentos das serpentes)&lt;br /&gt;
* [[Oinomancia]] ou [[Enomancia]] (adivinhação pelo vinho)&lt;br /&gt;
* [[Ovomancia]] ou [[Oomancia]] (divinação através de ovos)&lt;br /&gt;
* [[Piromancia]] ou [[Acrimancia]] (divinação pelo fogo)&lt;br /&gt;
* [[Antracromancia]] (divinação por meio de carvão incandescente)&lt;br /&gt;
* [[Apantomancia]] (previsão por meio de coisas que se apresentam imprevistamente aos olhos)&lt;br /&gt;
* [[Agromancia]] (previsão pelo aspecto dos campos)&lt;br /&gt;
* [[Amniomancia]] (previsão através do âmnio,membrana que se desenvolve em torno do embrião de vertebrados superiores, formando o saco amniótico) &lt;br /&gt;
* [[Ascinomancia]] (Adivinhação baseada na profundidade, forma e direção do golpe de um machado num tronco)&lt;br /&gt;
* [[Axinomancia]] (Adivinhação por meio de um machado)&lt;br /&gt;
* [[Clidomancia]] (Adivinhação por meio de chaves)&lt;br /&gt;
* [[Dafnomancia]] (Adivinhação por meio de folhas de loureiro queimadas)&lt;br /&gt;
* [[Lampadomancia]] (Adivinhação que os antigos faziam observando as variações da chama duma lâmpada ou de um archote)&lt;br /&gt;
* [[Lecanomancia]] (previsão mediante a observação de tanques, lagos, do som ou de fenômenos produzidos por objetos ao cair no fundo de uma bacia cheia de água)&lt;br /&gt;
* [[Libanomancia]] (previsão pela direção e forma da fumaça do incenso)&lt;br /&gt;
* [[Licnomancia]] (Adivinhação por meio de lâmpadas ou brandões)&lt;br /&gt;
* [[Litomancia]] (adivinhação por meio de pedras)&lt;br /&gt;
* [[Meteoromancia]] (divinação pela observação dos meteoros)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Referências==&lt;br /&gt;
*Wikipedia. (2004). ''[http://en.wikipedia.org/wiki/Divination Divination]''. Retrieved Sept. 23, 2004.&lt;br /&gt;
[[Categoria:Magick]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Ire</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://www.ocultura.org.br/index.php?title=Divina%C3%A7%C3%A3o&amp;diff=5423</id>
		<title>Divinação</title>
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		<updated>2007-02-05T21:30:35Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Ire: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{MTP}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{partial}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{tradução}}'''Divinação''' é a prática de verificação de informações por meios sobrenaturais, ou mesmo naturais. Se uma distinção deve ser feita da mera tirada de sorte consiste no fato que a Divinação é formal ou ritualística e freqüentemente com caráter social, normalmente num contexto religioso; enquanto a tirada de sorte é mais uma prática cotidiana com finalidade pessoais (ou comerciais). Divinação é frequentemente rejeitada pelos céticos como sendo mera superstição. No entenato, seus defensores dizem que existem várias evidência curiosas da eficácia da Divinação. Sendo esta um fenômeno cultural universal que os antropologistas observaram estar presente e várias religiões e culturas em todas as épocas  até os dias atuais.&lt;br /&gt;
Além da mera explanação de evidências curiosas existem algumas teorias sérias de como a Divinação pode funcionar. Uma destas teorias é baseada na natureza da mente inconsciente, uma teoria como alguma base empiricamente científica. Baseada nesta teoria, Divinação seria o processo em qual as mensagens da mente inconsciente são decodificadas pela mente consciente. A crença numa ação sobrenatural ou força [[oculta]] como fonte destas mensagens é o que distingue uma teoria da explicação científica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os que defendem a Divinação como algo natural também afirmam que ela nada mais é do que a exteriorização, através de algum método, das percepções do próprio ser. Note-se aqui a coincidência curiosa de estar inscrita no portal do Oráculo de Delfos, um dos centros de Divinação mais importantes da Grécia  Antiga, a expressão &amp;quot;Nosce te ipsum&amp;quot; (Conhece-te a ti mesmo) posteriormente adotada por Sócrates como máxima de sua filosofia, alguns afirmam que tal expressão precede o mundo grego tendo sido cunhada antes, talvez pelos sumérios.  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Alguns métodos Populares e Arcanos de Divinação==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[Astrologia]] (Divinação por estrelas)&lt;br /&gt;
* [[Bibliomancia]] (Divinação por apontamentos aleatórios num livro)&lt;br /&gt;
* [[Cartomancia]] (Divinação por cartas, por exemplo cartas de [[tarô]])&lt;br /&gt;
* [[I Ching]] (Antigo sistema chinês de cosmologia e filosofia)&lt;br /&gt;
* [[Geomancia]] (interpretação de várias marcas no solo ou utilização de objetos aletoriamente lançados, como no jogo de búzios)&lt;br /&gt;
* [[Catroptomancia]] (ter visões em espelhos)&lt;br /&gt;
* [[Cristalmancia]] (ter visões em cristais)&lt;br /&gt;
* [[Scrying]] (um termo genérico para adivinhação visionária)&lt;br /&gt;
* [[Haruspicy]] (leitura das entranhas de um sacrifício)&lt;br /&gt;
* [[Tasseomancy]] (leitura de folhas de chá)&lt;br /&gt;
* [[Kledomancy]] (interpretação oracular de estranhas observações)&lt;br /&gt;
* [[Aeromancia]] (adivinhação pela observação do ar)&lt;br /&gt;
* [[Acutomancia]](leitura da sorte feita com agulhas)&lt;br /&gt;
* [[Cafeomancia]] (leitura através da borra de café depositada na xícara de quem consulta)&lt;br /&gt;
* [[Caomancia]] (previsão do futuro pela observação de imagens aéreas)&lt;br /&gt;
* [[Capnomancia]] (adivinhação pela fumaça liberada por queima ritualística)&lt;br /&gt;
* [[Ceromancia]] (leitura da sorte através de desenhos feitos de cera, que deve ser pingada ainda líquida em uma superfície seca)&lt;br /&gt;
* [[Cleromancia]] (adivinhação por dados)&lt;br /&gt;
* [[Cromniomancia]] (adivinhação por cebolas)&lt;br /&gt;
* [[Dactilomancia]] (adivinhação pela observação dos anéis usados pelo consulente)&lt;br /&gt;
* [[Dendromancia]] (observação de árvores derrubadas)&lt;br /&gt;
* [[Escarpomancia]] (leitura da sorte baseada no estudo dos sapatos do consultador)&lt;br /&gt;
* [[Heteromancia]] (previsões pela observação do vôo das aves)&lt;br /&gt;
* [[Hidromancia]] (observação da água)&lt;br /&gt;
* [[Ichtiomancia]] (observação de sinais nas entranhas dos peixes)&lt;br /&gt;
* [[Margaritomancia]] (adivinhação por pérolas)&lt;br /&gt;
* [[Necromancia]] (adivinhação através da observação da cabeça de um cadáver ou pela invocação das almas)&lt;br /&gt;
* [[Ofdiomancia]] (interpretação dos movimentos das serpentes)&lt;br /&gt;
* [[Oinomancia]] (adivinhação pelo vinho)&lt;br /&gt;
* [[Ovomancia]] (divinação através de ovos)&lt;br /&gt;
* [[Piromancia]] (divinação pelo fogo)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Referências==&lt;br /&gt;
*Wikipedia. (2004). ''[http://en.wikipedia.org/wiki/Divination Divination]''. Retrieved Sept. 23, 2004.&lt;br /&gt;
[[Categoria:Magick]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Ire</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://www.ocultura.org.br/index.php?title=Thelema_%26_Religi%C3%A3o&amp;diff=5414</id>
		<title>Thelema &amp; Religião</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://www.ocultura.org.br/index.php?title=Thelema_%26_Religi%C3%A3o&amp;diff=5414"/>
		<updated>2007-02-05T19:54:53Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Ire: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{tradução}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Muitos Thelemitas consideram que [[Thelema]] seja uma [[religião]]— embora possa ser vista de outras maneiras, tal como uma [[filosofia]] ou cultura. Essa página existe como um portal para várias áreas do site que lidam com religião, Thelemica ou demais. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Veja Também:'''&lt;br /&gt;
*'''[[Religião]]'''&lt;br /&gt;
*'''[[Argumentos em prol de Thelema como religião]]'''&lt;br /&gt;
*'''[[Argumentos contrários à Thelema como religião]]'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Organizações religiosas Thelemicas===&lt;br /&gt;
* [[Ecclesia Gnostica Catholica]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Religiões Mundiais===&lt;br /&gt;
'''[[Lista de religiões]]'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*[[Thelema]]&lt;br /&gt;
*[[Gnosticismo]]&lt;br /&gt;
*[[Teosofia]]&lt;br /&gt;
*[[Cristianismo]]&lt;br /&gt;
*[[Judaismo]]&lt;br /&gt;
*[[Islamismo]]&lt;br /&gt;
*[[Hinduísmo]]&lt;br /&gt;
*[[Budismo]]&lt;br /&gt;
*[[Jainism]]&lt;br /&gt;
*[[Wicca]]&lt;br /&gt;
*[[Taoísmo]]&lt;br /&gt;
*[[Hermetismo]]&lt;br /&gt;
*[[Vúdu]]&lt;br /&gt;
*[[Sabbática]]&lt;br /&gt;
*[[Xintoísmo]]&lt;br /&gt;
*[[Espiritismo]]&lt;br /&gt;
*[[Bahá'í]]&lt;br /&gt;
*[[Confucionismo]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Rituais religiosos===&lt;br /&gt;
* [[A Missa Gnóstica]] (veja também; [[Crença Gnóstica]])&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Deuses e Deusas===&lt;br /&gt;
'''[[Formas-divinas]]'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*[[Nuit]]&lt;br /&gt;
*[[Hadit]]&lt;br /&gt;
*[[Ra-Hoor-Khuit]]&lt;br /&gt;
*[[Babalon]]&lt;br /&gt;
*[[Chaos]]&lt;br /&gt;
*[[Baphomet]]&lt;br /&gt;
*[[Formas-divinas Cristãs]]&lt;br /&gt;
*[[Formas-divinas Gregas]]&lt;br /&gt;
*[[Formas-divinas Romanas]]&lt;br /&gt;
*[[Formas-divinas Egípcias]]&lt;br /&gt;
*[[Formas-divinas Hebraicas]]&lt;br /&gt;
*[[Formas-divinas Hindus]]&lt;br /&gt;
*[[Formas-divinas Muçulmanas]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Figuras influentes===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*[[Aleister Crowley]]&lt;br /&gt;
*[[Santos Gnósticos]]&lt;br /&gt;
*[[Jesus Cristo]]&lt;br /&gt;
*[[Mohammed]]&lt;br /&gt;
*[[Moisés]]&lt;br /&gt;
*[[Siddhartha|Buda]]&lt;br /&gt;
*[[Lao-Tzu]]&lt;br /&gt;
*[[Confúcio]]&lt;br /&gt;
*[[Helena Blavatsky]]&lt;br /&gt;
*[[Hermes Trimegisto]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Livros Sagrados===&lt;br /&gt;
'''[[Textos Sagrados]]'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*[[O Livro da Lei]]&lt;br /&gt;
*[[Bible|A Bíblia]]&lt;br /&gt;
*[[Upanishads]]&lt;br /&gt;
*[[Bhagavad Gita]]&lt;br /&gt;
*[[A Tábua Esmeralda ]]&lt;br /&gt;
*[[Nag Hammadi]]&lt;br /&gt;
*[[O Livro dos Mortos]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Formas de Religiões===&lt;br /&gt;
* [[Agnosticismo]] &lt;br /&gt;
* [[Animismo]] &lt;br /&gt;
* [[Ateísmo]] &lt;br /&gt;
*[[Deism]]&lt;br /&gt;
* [[Ditheism]]  (Dualismo)&lt;br /&gt;
* [[Henotheism]] &lt;br /&gt;
** [[Monolatrism]] &lt;br /&gt;
* [[Humanismo]] &lt;br /&gt;
** [[Humanismo Secular]] &lt;br /&gt;
* [[Kathenotheism]] &lt;br /&gt;
* [[Maltheism]]&lt;br /&gt;
* [[Monism]] &lt;br /&gt;
* [[Monoteísmo]] &lt;br /&gt;
*[[Monistic Theism]]&lt;br /&gt;
*[[Pandeism]]&lt;br /&gt;
* [[Panentheism]] &lt;br /&gt;
* [[Panteísmo]] &lt;br /&gt;
** [[Cosmotheism]] &lt;br /&gt;
* [[Politeismo]] &lt;br /&gt;
* [[Xamanismo]] &lt;br /&gt;
* [[Suitheism]] &lt;br /&gt;
*[[Teísmo]]&lt;br /&gt;
*[[Transcendentalismo]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Links externos==&lt;br /&gt;
*[http://www.adherents.com  Statistics on religious belief or adherence]&lt;br /&gt;
*[http://www.sacred-texts.com Sacred Texts]&lt;br /&gt;
[[Categoria:Religião]]&lt;br /&gt;
[[Categoria:Thelema]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Ire</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://www.ocultura.org.br/index.php?title=Personalidades_em_Thelema&amp;diff=5126</id>
		<title>Personalidades em Thelema</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://www.ocultura.org.br/index.php?title=Personalidades_em_Thelema&amp;diff=5126"/>
		<updated>2007-01-28T08:34:26Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Ire: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;''Essa artigo precisa de sua ajuda. Por favor, adicione nomes importantes encontrados na história Thelêmica...''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{tradução}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*'''[[Os Santos Gnósticos]]'''—&amp;lt;small&amp;gt;listados no Liber XV, [[A Missa Gnóstica]]&amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
*'''[[Aleister Crowley]]''' &amp;lt;small&amp;gt;(1875–1947) Profeta de [[Thelema]], Escriba do [[O Livro da Lei]], OHO (cabeça externa, líder mundial) da [[Ordo Templi Orientis|O.T.O.]] de 1922 a 1947&amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Grão Mestres passados da O.T.O.==&lt;br /&gt;
*'''[[Karl Germer]]''' &amp;lt;small&amp;gt;(1885-1962) Fr. Saturnus, Outer Head da O.T.O. (OHO) de 1947 até sua morte em 1962&amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
*'''[[Charles Stansfeld Jones]]''' &amp;lt;small&amp;gt;(1886-1950) Fr. Parzival X° para os Estados Unidos, eleito por Crowley Frater Superior&amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
*'''[[Carl Kellner]]''' &amp;lt;small&amp;gt;(1851-1905) Fr. Renatus, fundador espiritual da Ordo Templi Oriestis&amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
*'''[[Grady McMurtry]]''' &amp;lt;small&amp;gt;(1918-1985) Fr. Hymenaeus Alpha X°, OHO da Ordo Templi Orientis de 1965 a 1985&amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
*'''[[Theodor Reuss]]''' &amp;lt;small&amp;gt;(1855-1923) Fr. Merlin or Peregrinus, primeiro OHO da Ordo Templi Orientis&amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
*'''[[Wilfred Talbot Smith]]''' &amp;lt;small&amp;gt;(1885-1957) Fr. Ramaka X°, primeiro sacerdote numa Missa Gnóstica pública &amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Mulheres Escarlate de Crowley==&lt;br /&gt;
*'''[[Rose Edith Crowley]]''' &amp;lt;small&amp;gt;(1874-1932) Rose Edith Kelly, primeira esposa de Aleister Crowley, a primeira [[Babalon|Mulher Escarlate]]&amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
*'''[[Mary Desti]]''' &amp;lt;small&amp;gt;(1878-1927) Soror Virakam, segunda Mulher Escarlate de Crowley &amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
*'''[[Jane Foster]]''' &amp;lt;small&amp;gt; Soror Hilarion&amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
*'''[[Leah Hirsig]]''' &amp;lt;small&amp;gt;(1883–1951) Soror Alostrael, Uma Mulher Escarlate, companheira de Crowley, co-fundadora do Cefalù&amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
*'''[[Roddie Minor]]''' &amp;lt;small&amp;gt;&amp;quot;The Camel&amp;quot;&amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
*'''[[Maria de Miramar]]''' &amp;lt;small&amp;gt;(1894-196?) A segunda esposa de Aleister Crowley&amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
*'''[[Dorothy Olsen]]''' &amp;lt;small&amp;gt;Sr. Astrid, uma Mulher Escarlate; estudante e companheira de Crowley&amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
*'''[[Leila Waddell]]''' &amp;lt;small&amp;gt;(1880–1932) LAYLAH, companheira de Crowley e inspiração para O Livro das Mentiras (Liber 333), violinista realizada&amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Membros notáveis da O.T.O.==&lt;br /&gt;
*'''[[Kenneth Anger]]''' &amp;lt;small&amp;gt; cinegrafista experimental, autor de ''Hollywood Babylon''&amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
*'''[[Lon Milo DuQuette]]''' &amp;lt;small&amp;gt; Ator Thelemico americano e membro fundador da OTO como ressucitada por Hymenaeus Alpha (Grady L. McMurtry)&amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
*'''[[J.F.C. Fuller]]''' &amp;lt;small&amp;gt;(1876-1966)  General britânico, historiado militar, conhecido de Aleister Crowley&amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
*'''[[Franz Hartmann]]''' &amp;lt;small&amp;gt;(1838 - 1912) Erudito teosófico e rosacruciano, co-fundador da Ordo Templi Orientis&amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
*'''[[Regina Kahl]]''' &amp;lt;small&amp;gt;(1891-1945) membra da Loja Agape  #2 O.T.O., primeira sacerdotisa numa Missa Gnóstica pública&amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
*'''[[Heinrich Klein]]''' &amp;lt;small&amp;gt;(?-1913) a co-undador da Ordo Templi Orientis&amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
*'''[[Frederick Mellinger]]''' &amp;lt;small&amp;gt;(1890-1970) Fr. Merlinus&amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
*'''[[Hermann Metzger]]''' &amp;lt;small&amp;gt;(1919-1990) Fr. Paragranus&amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
*'''[[Jack Parsons]]''' &amp;lt;small&amp;gt;(1914-1952) Fr. Belarion, co-fundador do Jet Propulsion Laboratory(JPL), Laboratório de Propulsão à Jato, escritor do The Book of Babalon (O Livro de Babalon)&amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
*'''[[Israel Regardie]]''' &amp;lt;small&amp;gt;(1907-1985) Secretário de Crowley e seu estudante pessoal, posteriormente membro da Stella Matutina ramo da Golden Dawn e popularizador da magia da Golden Dawn &amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
*'''[[Phyllis Seckler]]''' &amp;lt;small&amp;gt;(1917-2004) Sr. Meral IXº O.T.O., fundador do Colégio de Thelema&amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
*'''[[Jane Wolf]]''' &amp;lt;small&amp;gt;(1875-1958) Sor. Estai, conhecida de Aleister Crowley, residente do [[Cefalù]], atriz em filmes mudos&amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Membros notáveis da A.'.A.'.==&lt;br /&gt;
*'''[[Frank Bennett]]''' &amp;lt;small&amp;gt;Fra. Progradior, pupilo estrela de Crowley no Cefalu&amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
*'''[[Mary Butts]]''' &amp;lt;small&amp;gt;(1892-1937) Sor. Rhodon, autor literário, residente no [[Cefalù]]&amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
*'''[[J.F.C. Fuller]]''' &amp;lt;small&amp;gt;Fra. Non Sine Fulmine, oficial militar, autor de ''The Star in the West'' (A Estrela no Oeste)&amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
*'''[[George Cecil Jones]]''' &amp;lt;small&amp;gt;Fra. Volo Noscere, membro da Golden Dawn e fundador, com Aleister Crowley, da A.'.A.'.&amp;lt;/small&amp;gt; &lt;br /&gt;
*'''[[Charles Stansfeld Jones]]''' &amp;lt;small&amp;gt;(1886-1950) Fra. O.I.V.V.I.O. 8°=3# , descobridor da Chave da Lei&amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
*'''[[Victor Neuburg]]''' &amp;lt;small&amp;gt;(1883-1940) Fra. Omnia Vincam, escriba de ''The Vision and the Voice'' (A Vizão e a Voz), companheiro de Crowley, Poeta&amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
*'''[[C.F. Russell]]''' &amp;lt;small&amp;gt;Fra. Genesthai&amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
*'''[[Austin Osman Spare]]''' &amp;lt;small&amp;gt;Fra. Yihoveaum, ntavel artista ocultista e magista inovador &amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
*'''[[Jane Wolf]]''' &amp;lt; &amp;lt;small&amp;gt;(1875-1958) Sor. Estai, conhecida de Aleister Crowley, residente do [[Cefalù]], atriz em filmes mudos&amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
*'''[[Gerald Yorke]]''' &amp;lt;small&amp;gt;(1901-1983) Fra. Volo Intelligere, preeminente arquivista dos materiais de Crowley &amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
*'''[[Marcelo Ramos Motta]]''' &amp;lt;small&amp;gt;(1931-1987) Fra. Parsival. Primeiro instrutor da Astrum Argentum na América do Sul. Discípulo de Karl Germer. Autor dos primeiros textos Thelemicos no Brasil (Carta a um Maçon e Chamando os Filhos do Sol). Músico. Fundador da Sociedade Ordo Templi Orientis (um grupo não pertencente a O.T.O.).&amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Membros notáveis da Golden Dawn==&lt;br /&gt;
*'''[[Julian Baker]]''' &amp;lt;small&amp;gt;Fra. Causa Scientiae, química, ionstroduziu Crowley na Golden Dawn&amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
*'''[[Allan Bennett]]''' &amp;lt;small&amp;gt;(1872-1923) Fra. Iehi Aour, membro da [[Hermetic Order of the Golden Dawn|Golden Dawn]], professor de Aleister Crowley, fundador da Buddhist Society (Sociedade Budista)&amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
*'''[[Dion Fortune]]''' &amp;lt;small&amp;gt;(1891-1946) membra da [[Hermetic Order of the Golden Dawn|Golden Dawn]], autora esotérica, entre suas obras encontram-se A Cabala Mísitica e Ataque e Defesa Astral, fundadora da ''Society of the Inner Light''(Sociedade da Luz Interior)&amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
*'''[[George Cecil Jones]]''' &amp;lt;small&amp;gt;Fra. D.D.S., membro da Golden Dawn e fundador, com Aleister Crowley, da A.'.A.'.&amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
*'''[[Mcgregor Mathers|Samuel Mathers]]''' &amp;lt;small&amp;gt;(1854-1918) Fra. Deo Duce Comite Ferro, fundador da Golden Dawn, instrutor e inimido de Crowley&amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
*'''[[A.E. Waite]]''' &amp;lt;small&amp;gt;(1857-1942) ocultista, co-criador do Rider-Waite Tarot deck (baralho de Tarô Rider-Waite),membro da Golden Dawn, fundador da Fellowship of the Rosy Cross (Irmandade da Cruz Rósea)&amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
*'''[[William Butler Yeats]]''' &amp;lt;small&amp;gt;(1865-1939) Fra. Demon est Deus Inversus, poeta, místico, membro da Golden Dawn&amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
*'''[[William Wynn Westcott]]''' &amp;lt;small&amp;gt;(1848-1925) Fra. Non Omnis Moriar, co-fundador da Golden Dawn, Supreme Magus da S.R.I.A., Livre-maçon, membro da Theosophical Society (Sociedade Teosófica)&amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Personalidade na Renovação Gnóstica==&lt;br /&gt;
*'''[[Jean Bricaud]]''' &amp;lt;small&amp;gt;(1881-1934) Um fundado da Gnostic Catholic Church (Igreja Católica Gnóstica)&amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
*'''[[Jules Doinel]]''' &amp;lt;small&amp;gt;(1842-1903) fundador da Gnostic Church&amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
*'''[[Gerard Encausse|Gérard Encausse]]''' &amp;lt;small&amp;gt;(1865-1916) fundador da Gnostic Catholic Church&amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Outras personalidades do Ocultismo==&lt;br /&gt;
*'''[[Blavatsky|Helena Blavatsky]]''' &amp;lt;small&amp;gt;(1831-1891) Fundadora da [[Theosophical Society]] (Sociedade Teosófica) &amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
*'''[[John Dee]]''' &amp;lt;small&amp;gt;(1527-1608) Matemático britânico, astrônomo e consultor de Elizabeth I; descobridor da Magia Enochiana&amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
*'''[[Oscar Eckenstein]]''' &amp;lt;small&amp;gt;(1859-1921) Alpinista e primeiro mentor de concentração mental de Croeley.&amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
*'''[[Anna Kingsford]]''' &amp;lt;small&amp;gt;(1846-1888) autora; fundadora e lider da Hermetic Society (Sociedade Hermética)&amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
*'''[[Alphonse Louis Constant|Eliphas Levi]]''' &amp;lt;small&amp;gt;(1810-1875)um magista altamente influenciador do Século XIX, autor de ''Transcendental Magic'' (Magia Transcendental), ''Dogma et Rituel de Haute Magie'' (Dogma e Ritual de Alta Magia) e ''Key to the Mysteries'' (Chave para os Mistérios).&amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
*'''[[Paschal Beverly Randolph]]''' &amp;lt;small&amp;gt;(1825-1875) Brotherhood of Eulis (Irmandade de Eulis), Fratres Rosae Crucis, H.B. of L.&amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
*'''[[Harry Smith]]''' &amp;lt;small&amp;gt; (1923-1991) cineasta, etologista, folclorista, arquivista, E.G.C. bispo.&amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
*'''[[John Yarker]]''' &amp;lt;small&amp;gt;(1833-1913) Erudito maçônico inglês e organizador, editor das escrituras utilizadas por [[Theodor Reuss]] para estabelecer as caracteristicas Maçonicas da O.T.O..&amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Categoria: Thelema]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Categoria: Biografias]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Ire</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://www.ocultura.org.br/index.php?title=Personalidades_em_Thelema&amp;diff=5108</id>
		<title>Personalidades em Thelema</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://www.ocultura.org.br/index.php?title=Personalidades_em_Thelema&amp;diff=5108"/>
		<updated>2007-01-28T05:49:07Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Ire: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;''Essa artigo precisa de sua ajuda. Por favor, adicione nomes importantes encontrados na história Thelêmica...''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{tradução}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*'''[[Os Santos Gnósticos]]'''—&amp;lt;small&amp;gt;listados no Liber XV, [[A Missa Gnóstica]]&amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
*'''[[Aleister Crowley]]''' &amp;lt;small&amp;gt;(1875–1947) Profeta de [[Thelema]], Escriba do [[O Livro da Lei]], OHO (cabeça externa, líder mundial) da [[Ordo Templi Orientis|O.T.O.]] de 1922 a 1947&amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Grão Mestres passados da O.T.O.==&lt;br /&gt;
*'''[[Karl Germer]]''' &amp;lt;small&amp;gt;(1885-1962) Fr. Saturnus, Outer Head da O.T.O. (OHO) de 1947 até sua morte em 1962&amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
*'''[[Charles Stansfeld Jones]]''' &amp;lt;small&amp;gt;(1886-1950) Fr. Parzival X° para os Estados Unidos, eleito por Crowley Frater Superior&amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
*'''[[Carl Kellner]]''' &amp;lt;small&amp;gt;(1851-1905) Fr. Renatus, fundador espiritual da Ordo Templi Oriestis&amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
*'''[[Grady McMurtry]]''' &amp;lt;small&amp;gt;(1918-1985) Fr. Hymenaeus Alpha X°, OHO da Ordo Templi Orientis de 1965 a 1985&amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
*'''[[Theodor Reuss]]''' &amp;lt;small&amp;gt;(1855-1923) Fr. Merlin or Peregrinus, primeiro OHO da Ordo Templi Orientis&amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
*'''[[Wilfred Talbot Smith]]''' &amp;lt;small&amp;gt;(1885-1957) Fr. Ramaka X°, primeiro sacerdote numa Missa Gnóstica pública &amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Mulheres Escarlate de Crowley==&lt;br /&gt;
*'''[[Rose Edith Crowley]]''' &amp;lt;small&amp;gt;(1874-1932) Rose Edith Kelly, primeira esposa de Aleister Crowley, a primeira [[Babalon|Mulher Escarlate]]&amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
*'''[[Mary Desti]]''' &amp;lt;small&amp;gt;(1878-1927) Soror Virakam, segunda Mulher Escarlate de Crowley &amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
*'''[[Jane Foster]]''' &amp;lt;small&amp;gt; Soror Hilarion&amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
*'''[[Leah Hirsig]]''' &amp;lt;small&amp;gt;(1883–1951) Soror Alostrael, Uma Mulher Escarlate, companheira de Crowley, co-fundadora do Cefalù&amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
*'''[[Roddie Minor]]''' &amp;lt;small&amp;gt;&amp;quot;The Camel&amp;quot;&amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
*'''[[Maria de Miramar]]''' &amp;lt;small&amp;gt;(1894-196?) A segunda esposa de Aleister Crowley&amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
*'''[[Dorothy Olsen]]''' &amp;lt;small&amp;gt;Sr. Astrid, uma Mulher Escarlate; estudante e companheira de Crowley&amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
*'''[[Leila Waddell]]''' &amp;lt;small&amp;gt;(1880–1932) LAYLAH, companheira de Crowley e inspiração para O Livro das Mentiras (Liber 333), violinista realizada&amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Membros notáveis da O.T.O.==&lt;br /&gt;
*'''[[Kenneth Anger]]''' &amp;lt;small&amp;gt; cinegrafista experimental, autor de ''Hollywood Babylon''&amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
*'''[[Lon Milo DuQuette]]''' &amp;lt;small&amp;gt; Ator Thelemico americano e membro fundador da OTO como ressucitada por Hymenaeus Alpha (Grady L. McMurtry)&amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
*'''[[J.F.C. Fuller]]''' &amp;lt;small&amp;gt;(1876-1966)  General britânico, historiado militar, conhecido de Aleister Crowley&amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
*'''[[Franz Hartmann]]''' &amp;lt;small&amp;gt;(1838 - 1912) Erudito teosófico e rosacruciano, co-fundador da Ordo Templi Orientis&amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
*'''[[Regina Kahl]]''' &amp;lt;small&amp;gt;(1891-1945) membra da Loja Agape  #2 O.T.O., primeira sacerdotisa numa Missa Gnóstica pública&amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
*'''[[Heinrich Klein]]''' &amp;lt;small&amp;gt;(?-1913) a co-undador da Ordo Templi Orientis&amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
*'''[[Frederick Mellinger]]''' &amp;lt;small&amp;gt;(1890-1970) Fr. Merlinus&amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
*'''[[Hermann Metzger]]''' &amp;lt;small&amp;gt;(1919-1990) Fr. Paragranus&amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
*'''[[Jack Parsons]]''' &amp;lt;small&amp;gt;(1914-1952) Fr. Belarion, co-fundador do Jet Propulsion Laboratory(JPL), Laboratório de Propulsão à Jato, escritor do The Book of Babalon (O Livro de Babalon)&amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
*'''[[Israel Regardie]]''' &amp;lt;small&amp;gt;(1907-1985) Secretário de Crowley e seu estudante pessoal, posteriormente membro da Stella Matutina ramo da Golden Dawn e popularizador da magia da Golden Dawn &amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
*'''[[Phyllis Seckler]]''' &amp;lt;small&amp;gt;(1917-2004) Sr. Meral IXº O.T.O., fundador do Colégio de Thelema&amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
*'''[[Jane Wolfe]]''' &amp;lt;small&amp;gt;(1875-1958) Sor. Estai, conhecida de Aleister Crowley, residente do [[Cefalù]], atriz em filmes mudos&amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Membros notáveis da A.'.A.'.==&lt;br /&gt;
*'''[[Frank Bennett]]''' &amp;lt;small&amp;gt;Fra. Progradior, pupilo estrela de Crowley no Cefalu&amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
*'''[[Mary Butts]]''' &amp;lt;small&amp;gt;(1892-1937) Sor. Rhodon, autor literário, residente no [[Cefalù]]&amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
*'''[[J.F.C. Fuller]]''' &amp;lt;small&amp;gt;Fra. Non Sine Fulmine, oficial militar, autor de ''The Star in the West'' (A Estrela no Oeste)&amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
*'''[[George Cecil Jones]]''' &amp;lt;small&amp;gt;Fra. Volo Noscere, membro da Golden Dawn e fundador, com Aleister Crowley, da A.'.A.'.&amp;lt;/small&amp;gt; &lt;br /&gt;
*'''[[Charles Stansfeld Jones]]''' &amp;lt;small&amp;gt;(1886-1950) Fra. O.I.V.V.I.O. 8°=3# , descobridor da Chave da Lei&amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
*'''[[Victor Neuburg]]''' &amp;lt;small&amp;gt;(1883-1940) Fra. Omnia Vincam, escriba de ''The Vision and the Voice'' (A Vizão e a Voz), companheiro de Crowley, Poeta&amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
*'''[[C.F. Russell]]''' &amp;lt;small&amp;gt;Fra. Genesthai&amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
*'''[[Austin Osman Spare]]''' &amp;lt;small&amp;gt;Fra. Yihoveaum, ntavel artista ocultista e magista inovador &amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
*'''[[Jane Wolfe]]''' &amp;lt; &amp;lt;small&amp;gt;(1875-1958) Sor. Estai, conhecida de Aleister Crowley, residente do [[Cefalù]], atriz em filmes mudos&amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
*'''[[Gerald Yorke]]''' &amp;lt;small&amp;gt;(1901-1983) Fra. Volo Intelligere, preeminente arquivista dos materiais de Crowley &amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
*'''[[Marcelo Ramos Motta]]''' &amp;lt;small&amp;gt;(1931-1987) Fra. Parsival. Primeiro instrutor da Astrum Argentum na América do Sul. Discípulo de Karl Germer. Autor dos primeiros textos Thelemicos no Brasil (Carta a um Maçon e Chamando os Filhos do Sol). Músico. Fundador da Sociedade Ordo Templi Orientis (um grupo não pertencente a O.T.O.).&amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Notable members of the Golden Dawn==&lt;br /&gt;
*'''[[Julian Baker]]''' &amp;lt;small&amp;gt;Fra. Causa Scientiae, chemist, introduced Crowley to the Golden Dawn&amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
*'''[[Allan Bennett]]''' &amp;lt;small&amp;gt;(1872-1923) Fra. Iehi Aour, member of the [[Hermetic Order of the Golden Dawn|Golden Dawn]], teacher of Aleister Crowley, founder of the Buddhist Society&amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
*'''[[Dion Fortune]]''' &amp;lt;small&amp;gt;(1891-1946) member of the [[Hermetic Order of the Golden Dawn|Golden Dawn]], esoteric author, founder of the ''Society of the Inner Light''&amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
*'''[[George Cecil Jones]]''' &amp;lt;small&amp;gt;Fra. D.D.S., member of the Golden Dawn and founder, with Aleister Crowley, of the A.'.A.'.&amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
*'''[[Samuel Mathers]]''' &amp;lt;small&amp;gt;(1854-1918) Fra. Deo Duce Comite Ferro, founder of the Golden Dawn, teacher and later enemy of Crowley&amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
*'''[[A.E. Waite]]''' &amp;lt;small&amp;gt;(1857-1942) occultist, co-creator of the Rider-Waite Tarot deck, member of the Golden Dawn, founder of the Fellowship of the Rosy Cross&amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
*'''[[William Butler Yeats]]''' &amp;lt;small&amp;gt;(1865-1939) Fra. Demon est Deus Inversus, poet, mystic, member of the Golden Dawn&amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
*'''[[William Wynn Westcott]]''' &amp;lt;small&amp;gt;(1848-1925) Fra. Non Omnis Moriar, co-founder of the Golden Dawn, Supreme Magus of S.R.I.A., Freemason, member Theosophical Society&amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Personalities in the Gnostic Revival==&lt;br /&gt;
*'''[[Jean Bricaud]]''' &amp;lt;small&amp;gt;(1881-1934) A founder of the Gnostic Catholic Church&amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
*'''[[Jules Doinel]]''' &amp;lt;small&amp;gt;(1842-1903) founder of The Gnostic Church&amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
*'''[[Gerard Encausse|Gérard Encausse]]''' &amp;lt;small&amp;gt;(1865-1916) A founder of the Gnostic Catholic Church&amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Other occult personalities==&lt;br /&gt;
*'''[[Helena Blavatsky]]''' &amp;lt;small&amp;gt;(1831-1891) Founder of the [[Theosophical Society]]&amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
*'''[[John Dee]]''' &amp;lt;small&amp;gt;(1527-1608) British mathematician, astronomer and consultant to Elizabeth I; discoverer of Enochian magick&amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
*'''[[Oscar Eckenstein]]''' &amp;lt;small&amp;gt;(1859-1921) Mountaineer and Crowley's first mentor in mental concentration.&amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
*'''[[Anna Kingsford]]''' &amp;lt;small&amp;gt;(1846-1888) author; founder and leader of the Hermetic Society&amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
*'''[[Alphonse Louis Constant|Eliphas Levi]]''' &amp;lt;small&amp;gt;(1810-1875) a highly influential magician of the 19th century, author of ''Transcendental Magic''.&amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
*'''[[Paschal Beverly Randolph]]''' &amp;lt;small&amp;gt;(1825-1875) Brotherhood of Eulis, Fratres Rosae Crucis, H.B. of L.&amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
*'''[[Harry Smith]]''' &amp;lt;small&amp;gt; (1923-1991) filmmaker, ethnomusicologist, folklorist, archivist, E.G.C. bishop&amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
*'''[[John Yarker]]''' &amp;lt;small&amp;gt;(1833-1913) English Masonic scholar and organizer, issued charters used by [[Theodor Reuss]] to establish Masonic features of O.T.O.&amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Categoria: Thelema]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Categoria: Biografias]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Ire</name></author>
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		<id>https://www.ocultura.org.br/index.php?title=Aether&amp;diff=5020</id>
		<title>Aether</title>
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		<updated>2007-01-25T05:46:39Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Ire: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{tradução}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{esboço}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{thelema}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Na mitologia grega  '''Aether''' ou '''Éter''' era a personificação do &amp;quot;céu superior&amp;quot;, o espaço e o paraíso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Em filosofia e [[alquimia]], éter é o clássico quinto elemento ou quintessência.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Na Física, o éter luminoso era considerado o meio através de qual a luz se propagava.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Algumas vezes soletrado Aethyr, o termo como encontrado em magia normalmente refere-se a um dos mundos [[Enochianos]] , ou [[Aire|Aires]].  Muitos [[Wicca|Wiccans]] e magistas também empregam este termo para se referir ao quinto elemento do espírito.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Referências==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Adaptado de: Wikipedia. (2005). ''[http://en.wikipedia.org/wiki/Aether Aether]''. Retrieved on December 27, 2005.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Ire</name></author>
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		<title>Aether</title>
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		<updated>2007-01-25T05:46:06Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Ire: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{tradução}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{esboço}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{thelema}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Na mitologia grega  '''Aether''' ou '''Éter''' era a personificação do &amp;quot;céu superior&amp;quot;, o espaço e o paraíso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Em filosofia e [[alquimia]], éter é o clássico quinto elemento ou quintessência.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Na Física, o éter luminoso era considerado o meio através de qual a luz se propagava.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Algumas vezes soletrado Aethyr, o termo como encontrado em magia normalmente refere-se a um dos mundos [[Enochianos]] , ou [[Aire|Aires]].  Muitos [[Wicca|Wiccans]] e magistas também empregam este termo para se referir ao quinto elemento do espírito.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Referencias==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Adaptado de: Wikipedia. (2005). ''[http://en.wikipedia.org/wiki/Aether Aether]''. Retrieved on December 27, 2005.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Ire</name></author>
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		<id>https://www.ocultura.org.br/index.php?title=Thelema_%26_Religi%C3%A3o&amp;diff=5018</id>
		<title>Thelema &amp; Religião</title>
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		<updated>2007-01-25T05:01:07Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Ire: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{tradução}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Muitos Thelemitas consideram que [[Thelema]] seja uma [[religião]]— embora possa ser vista de outras maneiras, tal como uma [[filosofia]] ou cultura. Essa página existe como um portal para várias áreas do site que lidam com religião, Thelemica ou demais. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Veja Também:'''&lt;br /&gt;
*'''[[Religião]]'''&lt;br /&gt;
*'''[[Argumentos em prol de Thelema como religião]]'''&lt;br /&gt;
*'''[[Argumentos contrários à Thelema como religião]]'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Organizações religiosas Thelemicas===&lt;br /&gt;
* [[Ecclesia Gnostica Catholica]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Religiões Mundiais===&lt;br /&gt;
'''[[Lista de religiões]]'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*[[Thelema]]&lt;br /&gt;
*[[Gnosticismo]]&lt;br /&gt;
*[[Teosofia]]&lt;br /&gt;
*[[Cristianismo]]&lt;br /&gt;
*[[Judaismo]]&lt;br /&gt;
*[[Islamismo]]&lt;br /&gt;
*[[Hinduísmo]]&lt;br /&gt;
*[[Budismo]]&lt;br /&gt;
*[[Jainism]]&lt;br /&gt;
*[[Wicca]]&lt;br /&gt;
*[[Taoísmo]]&lt;br /&gt;
*[[Hermetismo]]&lt;br /&gt;
*[[Vúdu]]&lt;br /&gt;
*[[Sabbática]]&lt;br /&gt;
*[[Xintoísmo]]&lt;br /&gt;
*[[Espiritismo]]&lt;br /&gt;
*[[Bahá'í]]&lt;br /&gt;
*[[Confucionismo]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Rituais religiosos===&lt;br /&gt;
* [[A Missa Gnóstica]] (veja também; [[Crença Gnóstica]])&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Deuses e Deusas===&lt;br /&gt;
'''[[Formas-divinas]]'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*[[Nuit]]&lt;br /&gt;
*[[Hadit]]&lt;br /&gt;
*[[Ra-Hoor-Khuit]]&lt;br /&gt;
*[[Babalon]]&lt;br /&gt;
*[[Chaos]]&lt;br /&gt;
*[[Baphomet]]&lt;br /&gt;
*[[Formas-divinas Cristãs]]&lt;br /&gt;
*[[Formas-divinas Gregas]]&lt;br /&gt;
*[[Formas-divinas Romanas]]&lt;br /&gt;
*[[Formas-divinas Egípcias]]&lt;br /&gt;
*[[Formas-divinas Hebraicas]]&lt;br /&gt;
*[[Formas-divinas Hindus]]&lt;br /&gt;
*[[Formas-divinas Muçulmanas]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Figuras influentes===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*[[Aleister Crowley]]&lt;br /&gt;
*[[Santos Gnósticos]]&lt;br /&gt;
*[[Jesus Cristo]]&lt;br /&gt;
*[[Mohammed]]&lt;br /&gt;
*[[Moisés]]&lt;br /&gt;
*[[Siddhartha|Buda]]&lt;br /&gt;
*[[Lao-Tzu]]&lt;br /&gt;
*[[Confúcio]]&lt;br /&gt;
*[[Helena Blavatsky]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Livros Sagrados===&lt;br /&gt;
'''[[Textos Sagrados]]'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*[[O Livro da Lei]]&lt;br /&gt;
*[[Bible|A Bíblia]]&lt;br /&gt;
*[[Upanishads]]&lt;br /&gt;
*[[Bhagavad Gita]]&lt;br /&gt;
*[[A Tábua Esmeralda ]]&lt;br /&gt;
*[[Nag Hammadi]]&lt;br /&gt;
*[[O Livro dos Mortos]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Formas de Religiões===&lt;br /&gt;
* [[Agnosticismo]] &lt;br /&gt;
* [[Animismo]] &lt;br /&gt;
* [[Ateísmo]] &lt;br /&gt;
*[[Deism]]&lt;br /&gt;
* [[Ditheism]]  (Dualismo)&lt;br /&gt;
* [[Henotheism]] &lt;br /&gt;
** [[Monolatrism]] &lt;br /&gt;
* [[Humanismo]] &lt;br /&gt;
** [[Humanismo Secular]] &lt;br /&gt;
* [[Kathenotheism]] &lt;br /&gt;
* [[Maltheism]]&lt;br /&gt;
* [[Monism]] &lt;br /&gt;
* [[Monoteísmo]] &lt;br /&gt;
*[[Monistic Theism]]&lt;br /&gt;
*[[Pandeism]]&lt;br /&gt;
* [[Panentheism]] &lt;br /&gt;
* [[Panteísmo]] &lt;br /&gt;
** [[Cosmotheism]] &lt;br /&gt;
* [[Politeismo]] &lt;br /&gt;
* [[Xamanismo]] &lt;br /&gt;
* [[Suitheism]] &lt;br /&gt;
*[[Teísmo]]&lt;br /&gt;
*[[Transcendentalismo]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Links externos==&lt;br /&gt;
*[http://www.adherents.com  Statistics on religious belief or adherence]&lt;br /&gt;
*[http://www.sacred-texts.com Sacred Texts]&lt;br /&gt;
[[Categoria:Religião]]&lt;br /&gt;
[[Categoria:Thelema]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Ire</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://www.ocultura.org.br/index.php?title=Ritual_Menor_do_Pentagrama&amp;diff=4993</id>
		<title>Ritual Menor do Pentagrama</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://www.ocultura.org.br/index.php?title=Ritual_Menor_do_Pentagrama&amp;diff=4993"/>
		<updated>2007-01-24T07:28:03Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Ire: /* Propósito */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{MTP}}&lt;br /&gt;
{{esboço}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{tradução}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''O Ritual Menor do Pentagrama''' (algumas vezes abreviado como &amp;quot;RmP&amp;quot;) é um ritual fundamental da magia cerimonial. Ele foi originalmente ensinado pela [[Golden Dawn|Hermetic Order of the Golden Dawn]] como um ritual de banimento. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Propósito==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''A primeira tarefa dum Magista em toda cerimônia é consequentemente tornar seu Círculo absolutamente impenetrável.''—Aleister Crowley&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um '''banimento''' é geralmente efetuado antes do início de um ritual mágico. Isto tenciona limpar a área  do ritual – tanto faz ser um quarto ou um  [[Magick Circle| círculo mágico]]— de todos aqueles elementos que possam interferir na operação mágica. O Banimento consiste em remover todos os objetos de um lugar de trabalho para por dentro deste espaço reservado aqueles objetos que sejam pertinentes à operação. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em cerimônia elaboradas, o Magista pode optar por banir todos os  [[Elements|elementos]] ([[Ar]], [[Terra]], [[Fogo]], [[Água]], &amp;amp; [[Espírito]]), os [[Planets| planetas]], os signos do [[zodíaco]], [[Spirits| espíritos]], [[Godforms| formas-divinas]] e até mesmo as dez [[Sephiroth]]. Inclusive as forças que serão invocadas são banidas. Como diz Crowley , “porque esta força como existe na Natureza é sempre impura”. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Rituais de banimento também podem ser executados como finalidade em si. Isto pode ser feito por vários motivos – para limpar um cômodo ou casa, para eliminar energias negativas ou indesejadas ou simplesmente para acalmar e balancear a mente. Vários magistas praticam rituais de banimento diariamente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==O Ritual==&lt;br /&gt;
=== Parte 1 - A Cruz Cabalística (ou Rosa Cruz) ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1 - Toque a ''testa'' e diga '''ATEH'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2 - Toque o ''sexo'' e diga '''MALKUTH'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
3 - Toque o ''ombro direito'' e diga '''VE - GEBURAH''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
4 - Toque o ''ombro esquerdo'' e diga '''VE - GEDULAH'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
5 - Junte as'' mãos no peito'' e diga '''LE - OLAHM AMEN'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Parte 2 - Os Pentagramas ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
6 - De frente para o Leste (o oriente, ou para os thelemitas, [[Boleskine]]), desenhe um pentagrama visualizando-o, no centro visualize o primeiro nome, IHVH e inspirando-o, sentindo passar pelo peito até os pés e sentindo a sua volta, fazendo o sinal do entrante, varando o pentagrama, vibre o nome (''&amp;quot;Iod Rê Vô Rê&amp;quot;'', por exemplo) com energia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
7 - De frente para o ''Sul'', repita o processo anterior trocando o nome por '''ADONAI'''.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
8 - De frente para o ''Oeste'', repita o processo anterior trocando o nome por '''EHEIEH'''.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
9 - De frente para o ''Norte'', repita o processo anterior trocando o nome por '''AGLA'''.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Caso o estudante não tenha percebido, ele está girando no sentido horário.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Parte 3 - Invocação dos Arcanjos === &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
10 - Na posição de Cruz (os braços abertos e os pés juntos), o estudante repetirá:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;A minha frente '''RAPHAEL'''&amp;quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
11 - &amp;quot;Atrás de mim '''GABRIEL'''&amp;quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
12 - &amp;quot;A minha direita '''MICHAEL'''&amp;quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
13 - &amp;quot;A minha esquerda '''AURIEL'''&amp;quot; -&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
14 - &amp;quot;Pois ao meu redor flamejam os Pentagramas&amp;quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sempre imaginando os Arcanjos nas suas respectivas posições e os pentagramas em chamas. Cada um está relacionado a um elemento: Ar, Fogo, Água e Terra, na sequencia. Como os elementos são 4, o magista, ao centro, será a 5ª parte do pentagrama, o espírito.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
15 - &amp;quot;E na coluna do meio, brilha a estrela de seis raios&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Que o estudante visualize dois Hexagramas, um em cima e o outro projetado embaixo, com uma faixa de luz estendendo-se infinitamente na vertical, envolvendo-o.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
16 - Repita a Parte 1 e o ritual estará encerrado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Comentários ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1- A pessoa que quiser usar as forças do [[Aeon|Æon de Hórus]] nesse ritual deve prestar atenção num detalhe: a troca das tradicionais imagens dos querubins'' Rafael'' e ''Gabriel''. O [[Aeon|Novo Æon]] trouxe uma nova atribuição dos elementos com as quatro bestas: Água agora é Homem/Anjo e Ar é a Águia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esses conceitos foram passados a Therion nas experiências dos Aethyr 23 e 24, em Liber 418. O comentário a seguir é do 24º:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''“O Querubin-Águia no 23º Ar é Aquário. Escorpião é a Mulher-Serpente. Isso é importante para a antiga atribuição da Águia para Escorpião.”''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Therion deixou isso visualmente registrado no [[Thoth Tarot|Tarô de Thoth]], mais especificamente nos arcanos [[O Hierofante|V]] e [[O_Universo|XXI]]: reparando nas extremidades das cartas, a Águia vem antes do Homem/Anjo. Fica melhor se sobrepormos essa distribuição no pentagrama. Nele, se começarmos a leitura da esquerda para direita, no sentido horário, tem-se Ar – Água – Fogo – Terra. Repare também, no arcano XXI do [[Tarot|Tarô de Marseille]], a antiga atribuição.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Portanto a sua frente, Leste ([[Boleskine]]), a figura com Cabeça de Águia e corpo de homem atrás, cabeça de Homem em corpo masculino, à direita, cabeça de Leão com corpo masculino e a esquerda, cabeça de Touro com corpo também masculino.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2 - Este ritual pode ser feito de duas maneiras:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Invocando - o Pentagrama da Terra deve ser desenhado partindo da extremidade superior esquerda ( como se estivesse puxando do céu).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Banindo - o Pentagrama da Terra deve ser desenhado partindo da extremidade inferior esquerda ( como se estivesse lançando para o céu)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
3 - Este poderoso, porém simples ritual, foi usado durante toda vida por Aleister Crowley. Ele está ligado aos trabalhos na esfera de [[Malkuth]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
4 - Athe significa A Ti, [[Malkuth]] significa Reino, Ve - Geburah O Poder, Ve - Gedulah A Glória, Le Olham Amen, Para todo sempre [[Amém]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
5 - Na visualização dos [[Hexagrama]]s (15) , um vácuo é formado na projeção da luz entre as duas figuras, e preenchido com o macrocosmos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
6 - Uma outra versão adiciona mais um íten na Parte 1, o segundo movimento seria tocar o peito e dizer [[Aiwass]] (após o grau de [[Adeptus Minor]], o iniciado poderia usar o Nome).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
7 - Originário da [[Golden Dawn]], sobrevive até hoje como um dos mais eficientes rituais da magia. Posteriormente [[Aleister Crowley|Crowley]] fez uma nova versão ( a forma Banindo) associando com os conceitos do [[Aeon|Novo Æon]], batizando-o de '''Liber XXV'''. Ver também '''Liber 6'''. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
8 - Na realização do ritual, o iniciado deve visualizar-se no cruzamento dos caminhos de Samekh e Peh.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Na Árvore da Vida == &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Imagine que você está de pé na interseção dos Caminhos de Samekh e  Phe. Você está de frente para o Sol – [[Tiphareth]] – portanto à sua direita está [[Netzach]], à sua esquerda está [[Hod]] e atrás de você está [[Yesod]], respectivamente [[Vênus]], [[Mercúrio]] e [[Lua]].&lt;br /&gt;
Você está assim de pé numa coluna protegida por sua invocação microcósmica. O resultado sendo uma reação  macrocósmica, o [[Hexagrama]] ou estrela de seis raios aparece também acima e abaixo de você sem qualquer esforço de sua parte (Note o equilíbrio do 5 e do 6).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Imagem:Rpm1.jpg|thumb|right]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Desta forma você está totalmente isolado das partes externas, [[qliphoticas]], do Universo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tenha bem em mente a percepção desta Coluna com os circundantes pentagramas e os hexagramas acima e abaixo de você. Prática contínua é essencial. É essencialmente importante não relaxar qualquer parte dele; visualizar claramente e limpamente as forças invocadas, com exceção dos Entes Divinos, que não aparecerão, em circunstâncias ordinárias, por tão pouca causa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Você pode figurar para si mesmo as formas dos Anjos ou antes Arcanjos. Por exemplo: [[Raphael]], começando com “R”, terá cabeça de Glória Solar, e o “Phe” que segue mostra que o resto do aspecto dele é marcial; o “AL” que conclui o Nome (no caso da maioria dos entes angélicos) indica que ele leva a Espada e a Balança.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Usos para o Ritual ==&lt;br /&gt;
1.	Como forma de oração, o Ritual pode ser realizado pela manhã (invocando), e à tarde (banindo). Para banir não basta inverter o traçado das linhas que formam os pentagramas. Você deve começar no Oriente (ou norte) e girar no sentido contrário do relógio. Os nomes devem ser vibrados tanto quanto possível, sentindo-se que todo corpo estremece (vibra) com o som e envia esta onda de vibração para os confins do Universo, isto é, em direção para qual o praticante está virado no momento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2.	Como uma proteção contra magnetismo impuro. O Ritual banindo pode ser usado para “destruir” os pensamentos obcecantes e perturbadores, assim: &lt;br /&gt;
Dê uma imagem à sua obsessão  e a imagine formulada perante você. Projete-a para fora de sua aura com o Sinal do Entrante, Quando a imagem mental se afastar de você (mais ou menos a um metro), impeça-a de retornar com o '''SINAL DE SILÊNCIO'''. Agora imagine esta forma, perante você, no Oriente, e execute o Ritual Menor do Pentagrama Banindo para desintegrá-la.. Veja-a, à sua frente, dissolvendo-se no anel de chamas formado pelos pentagramas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
3.	O Ritual também pode ser utilizado nas práticas de concentração:&lt;br /&gt;
Sentado em sua [[Ásana]] preferida, imagine-se de pé (vestindo o Robe e empunhando a Arma apropriada), e execute Mentalmente o ritual. Imagine os pentagramas como Estrelas Flamejantes (o que na realidade, eles são). No final a imagem é de um Círculo de Fogo fechado nos quatro lados com estas estrelas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Lidando com ataques psíquicos ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O excelente método que será aqui descrito, deriva-se do Ritual do Pentagrama sendo sua função mais específica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1. Feche os olhos e gire em um círculo até que possa sentir a direção de qual a real ou imaginária onda de energia negativa se origina. Uma vez encontrada esta direção, encare-a firmemente. O caminho do Magista não é um caminho para covardes. Permaneça orgulhosamente de pé, e visualize em sua testa um brilhante e elétrico-azulado pentagrama com um ponto acima.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2. Agora, traga suas mãos até a altura de sua testa circundando a brilhante estrela. As mãos devem formar um triângulo com a ponta para cima (o triângulo do fogo). Assim, você terá um triângulo de manifestação, circundando o Pentagrama com os polegares com a base.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
3. Agora tome uma profunda respiração, e ao mesmo tempo em que exalar o ar contido nos pulmões, avance o pé esquerdo e arremesse suas mãos para a frente ao mesmo tempo visualizando o pentagrama em sua testa deslocando-se rápido na direção que você está olhando. Isto terá o efeito de expulsar o real ou imaginado ataque psíquico de sua aura. Para impedi-lo de retornar, faça imediatamente o Ritual do Pentagrama Banindo.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Ire</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://www.ocultura.org.br/index.php?title=Ocultura:Tutorial/Formata%C3%A7%C3%A3o&amp;diff=4145</id>
		<title>Ocultura:Tutorial/Formatação</title>
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		<updated>2006-12-28T20:01:30Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Ire: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Ire</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://www.ocultura.org.br/index.php?title=Ocultura:Tutorial/Formata%C3%A7%C3%A3o&amp;diff=4144</id>
		<title>Ocultura:Tutorial/Formatação</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://www.ocultura.org.br/index.php?title=Ocultura:Tutorial/Formata%C3%A7%C3%A3o&amp;diff=4144"/>
		<updated>2006-12-28T19:59:18Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Ire: Poemas do Libellum - Liberdade&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&amp;lt;center&amp;gt;'''Liberty.L.L.L.L.'''&amp;lt;/center&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Antes de tudo é dito: há Liberdade&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
não escravo, tu não a conheces de verdade&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
discordas? És completamente livre?&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
então te entregas e assim vive&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Apenas a cumprir tua Vontade&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
sem luta ou outra finalidade&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
vai, faze o que tu queres&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
se realmente és livre não esperes&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Parte e deixa tudo para trás&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
sem hesitar, tudo que tu gostas&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
abandona e vai, sofres?&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
então a liberdade não conheces&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O que fazer então?&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
levanta-te e caminha, irmão&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
luta contra tua inércia&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
persiste, mantêm a constância&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vai, mas não em toda direção&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
tu és mais fraco que teu grilhão&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
portanto, dirige tua força&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
num único sentido, então te esforça&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E assim rompe completamente&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
todo e qualquer elo da tua corrente&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
continua indo até não mais haver ligação&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
assim és livre, mente e coração&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas como há liberdade na restrição?&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
tu não reprimes, apenas  segue numa direção&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
como o rio que ao deserto desafia&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
tenhas tua Vontade como único guia&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
vede escravo, não há negação&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
liberta-te de toda fascinação&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
então podes voltar a brincar&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
com o que tivestes que abandonar&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pois não és mais escravizado&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
por qualquer dos teus brinquedos&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
não és mais escravo, ó irmão!&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
pois buscaste tua libertação&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sim, como foi dito, há liberdade&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
então, vai e comprova se é verdade.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Ire</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://www.ocultura.org.br/index.php?title=Ordem_Martinista_Sufi&amp;diff=4099</id>
		<title>Ordem Martinista Sufi</title>
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		<updated>2006-12-16T05:45:54Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Ire: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Liberdade (CL)L.L.L.L.L.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Antes de tudo é dito: há Liberdade&lt;br /&gt;
não escravo, tu não a conheces de verdade&lt;br /&gt;
discordas? És completamente livre?&lt;br /&gt;
então te entregas e assim vive&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Apenas a cumprir tua Vontade&lt;br /&gt;
sem luta ou outra finalidade&lt;br /&gt;
vai, faze o que tu queres&lt;br /&gt;
se realmente és livre não esperes&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Parte e deixa tudo para trás&lt;br /&gt;
sem hesitar, tudo que tu gostas&lt;br /&gt;
abandona e vai, sofres?&lt;br /&gt;
então a liberdade não conheces&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O que fazer então?&lt;br /&gt;
levanta-te e caminha, irmão&lt;br /&gt;
luta contra tua inércia&lt;br /&gt;
persiste, mantêm a constância&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vai, mas não em toda direção&lt;br /&gt;
tu és mais fraco que teu grilhão&lt;br /&gt;
portanto, dirige tua força&lt;br /&gt;
num único sentido, então te esforça&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E assim rompe completamente&lt;br /&gt;
todo e qualquer elo da tua corrente&lt;br /&gt;
continua indo até não mais haver ligação&lt;br /&gt;
assim és livre, mente e coração&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas como há liberdade na restrição?&lt;br /&gt;
tu não reprimes, apenas  segue numa direção&lt;br /&gt;
como o rio que ao deserto desafia&lt;br /&gt;
tenhas tua Vontade como único guia&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
vede escravo, não há negação&lt;br /&gt;
liberta-te de toda fascinação&lt;br /&gt;
então podes voltar a brincar&lt;br /&gt;
com o que tivestes que abandonar&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pois não és mais escravizado&lt;br /&gt;
por qualquer dos teus brinquedos&lt;br /&gt;
não és mais escravo, ó irmão!&lt;br /&gt;
pois buscaste tua libertação&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sim, como foi dito, há liberdade&lt;br /&gt;
então, vai e comprova se é verdade.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Ire</name></author>
	</entry>
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