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	<title>Ocultura - Contribuições do usuário [pt-br]</title>
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	<subtitle>Contribuições do usuário</subtitle>
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		<id>https://www.ocultura.org.br/index.php?title=Papus&amp;diff=9454</id>
		<title>Papus</title>
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		<updated>2008-09-23T20:21:17Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Deldebbio: /* Resumo biográfico */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;'''''Gérard Anaclet Vincent Encausse'''''&lt;br /&gt;
[[Imagem:Papus.jpg|thumb|right|Papus]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Papus era o pseudônimo de Dr. Gerard Encausse (1865-1916), um discípulo de [[Joseph Saint-Yves d’Alveydre]] (1842-1910), um iniciado da Igreja Gnóstica e frequente investigador de muitos grupos ocultos de seu tempo. Um dos mais famosos ocultistas da virada do século, ele foi o fundador da Escola Hermética em Paris, que atraiu muitos estudantes russos e dirigiu revista francesa de ocultismo, L’Initiation. Papus também foi o cabeça de duas sociedades esotéricas, a [[L’Ordre du Martinisme]] e a [[L’Ordre Kabbalistique de la Rose-Croix]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Papus, juntamente com [[Oswald Wirth]] e [[Stanilas de Guaita]], sonharam em unir os ocultistas de todo lugar numa fraternidade Rosacruniana reavivadade, uma ordem oculta internacional em que eles esperavam que o Império Russo desempenharia um papel de líder como ponte entre o Leste e o Oeste. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Resumo biográfico==&lt;br /&gt;
'''Gérard Anaclet Vincent Encausse''', o médico que tornou-se famoso no meio ocultista sob o pseudônimo de PAPUS, nasceu no dia 13 de julho de 1865, em Corunã-Espanha, as sete horas da manhã, sendo filho de pai francês, o químico Louis Encausse, e mãe espanhola, de origem cigana, a senhora Irene Perez. O jovem Gérard criou-se, assim, em um ambiente favorável a um futuro estudante de Alquimia e de Tarot.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 1869 a família Encausse veio estabelecer-se em Paris, no bairro Montmartre, onde Papus iniciou seus estudos, primeiro no Colégio Rollin, depois aos 17 anos, na Faculdade de Medicina de Paris. Ainda jovem, dedicou-se nas horas vagas ao Ocultismo; enquanto seus colegas preocupavam-se com os problemas políticos da Europa e em percorrer todos os autores da Ciência Oficial, Papus passava suas tardes na Biblioteca nacional de Paris ou na Biblioteca do Arsenal estudando os autores clássicos da Alquimia e da Cabala, tomando notas dos principais manuscritos tão zelosamente guardados há séculos nessas preciosas bibliotecas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Martinismo ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Papus teria sido iniciado por Henri Delaage em 1882, segundo ele mesmo nos diz, na Sociedade dos Filósofos Desconhecidos, ordem que teria sido fundada por Louis Claude de Saint-Martin no século XVIII, na França. Com 17 anos de idade, o jovem Papus passou a destacar-se no seio do Grupo que passou a integrar, pela seriedade com que procurava as chaves da Iniciação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 1887, aos 22 anos, escreveu sua primeira obra, denominada O Ocultismo Contemporâneo. Seu Tratado Elementar da Ciência Oculta(1), no ano seguinte, alcançou grande sucesso em vários países e proporcionou a seu autor grande liderança no meio ocultista parisiense. Fundou, em 1889, o Grupo Independente de Estudos Esotéricos (Gidee), transformado mais tarde em Escola Hermética, destinada a divulgar a espiritualidade e a combater o materialismo, igualmente, as revistas A Iniciação e Véu de Isis, órgãos de divulgação do Ocultismo, planetas que giravam em torno do centro irradiante de dinamismo, que era o Iniciador Papus.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== A Medicina ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Trabalhou como externo nos hospitais de Paris e não abandonou o exercício da medicina. Em 1894 defendeu sua tese de medicina, intitulada A Anatomia Filosófica e Suas Divisões, recebendo o título de Doutor em Medicina, com elogios. Sua obra posterior, &amp;quot;Compêndio de Fisiologia Sintética&amp;quot;, foi igualmente muito elogiada nos meios acadêmicos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao defender sua tese, Papus confessou-se um iniciante na arte de curar, pois vislumbrava as possibilidades do Ocultismo. Como Paracelso, percorreu vários países da Europa, estudando todas as medicinas, a oficial, a dos curandeiros e a homeopatia, aprendendo uma série de procedimentos desconhecidos dos médicos tradicionais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Praticou a alopatia, a homeopatia e a hipnose, realizando curas consideradas extraordinárias por seus biógrafos. É o caso da senhora ricamente vestida, conta-nos Phaneg, que entrou em seu consultório com ares de descrença. Papus sem que ela falasse e após ter chamado sua atenção pela falta de fé no médico em presença, diagnosticou seu mal e falou de sua precária situação financeira. A senhora ficou maravilhada pelas revelações que ouvia e pela nevralgia subitamente desaparecida. Papus não lhe cobrou a consulta, porque aquela era seu último &amp;quot;louis&amp;quot;.(2)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Muitas vezes Papus, para efetuar o diagnóstico, observava em primeiro lugar o astral do doente, depois o curava misteriosamente, apelando à força vital-mãe, fonte de equilíbrio. Ele classificava, assim as doenças, como sendo do Corpo, do Astral e do Espírito. As doenças do Corpo (como febres, traumatismos) podem, segundo Papus, ser curadas pela medicina dos contrários; as doenças do Astral (como tuberculose e o câncer) podem ser tratadas pela homeopatia e o magnetismo; e as doenças do Espírito (como epilepsia, histeria e loucura) podem ser tratadas pela oração e pela magia, desde que o mal não seja Cármico (dívida espiritual a ser paga pelo doente). Assim, Papus praticava seguidamente a Medicina Oculta, curando à distância, agindo sobre a urina, o sangue e o cabelo do paciente. Contam que Papus realizava diagnósticos insólitos, agindo pelos dons de clarividência e de clariaudiência.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Carreira Iniciática==&lt;br /&gt;
No Umbral do Mistério, Stanislas de Guaita escreve que Papus, &amp;quot;jovem médico dos mais eruditos e fecundos, converteu-se em dupla personalidade: conquistou a notoriedade sob dois nomes diferentes. Suas obras de anatomia e de fisiologia receberam apenas a subscrição de Gérard Encausse. Seus Tratados de magia arvoram um outro nome&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:&amp;quot;Cabeça enciclopédica e pena infatigável, saudemos este jovem iniciado que disfarça ou, diríamos, que desfigura o lastimável pseudônimo de Papus. É mister, seguramente, que os seus livros testemunhem uma superioridade assaz transcendente, para que se possa perdoar sua etiqueta! Fato é que os amadores da teosofia pronunciam o nome de Papus sem esboçar qualquer sorriso mas, isto sim, com admiração e apreço. Passando pelas brochuras já em número considerável, que têm vigorosamente contribuído para a difusão das ciências esotéricas, mencionaremos tão-somente as obras Ocultismo Contemporâneo (Carré, 1887, in 8º), O Sepher Yetsirah (Carré, 1888, in-8º) e a Pedra Filosofal (Carré, 1889, in-12, frontispício)&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:&amp;quot;Convém lembrar que Papus publicava, desde 1888, o seu &amp;quot;Tratado Elementar de Ciência Oculta&amp;quot; (Carré, in-12, com figuras). Trata-se da primeira obra metódica em que se acham resumidos com clareza, agrupados e sintetizados com maestria todos os dados primordiais do Esoterismo. Este livro excelente, que enfoca a aplicação dos métodos experimentais de nossas ciências ao estudo dos fenômenos mágicos, e ademais, uma ação boa e meritória: os próprios estudantes adiantados podem recorrer a ela com segurança, como ao mais sábios dos gramáticos. Mas, Papus acaba de firmar para sempre a sua reputação de Adepto através da aparição de uma monumental obra atinente ao Tarot (3). Em nosso entender, não exageramos ao asseverar que este livro, em que se acha revelada, até às profundezas, a lei ondulatória do ternário universal, constitui, no sentido mais alto do termo, uma Chave absoluta das Ciências Ocultas&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Seu pseudônimo &amp;quot;Papus&amp;quot; foi retirado do Nuctameron de Apolônio de Tiana e significa o &amp;quot;médico da primeira hora&amp;quot;, aquele que não mede sacrifícios para atender seus semelhantes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Papus consagrou-se ao estudo da Luz Astral e de sua influência sobre as doenças e sobre sua terapêutica, tal como ensinava Paracelso um dos pais da Medicina. O papel da mente e suas relações com o Plano Astral e o Homem. Durante longos anos dirigiu suas pesquisas sobre os fenômenos hipnóticos, espíritas, parapsicológicos, exteriorização da sensibilidade e do magnetismo. Fundou a Escola de Magnetismo de Lyon, tendo o Mestre Philippe de Lyon como seu Diretor.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Seus estudos dos Corpo Astral e do Plano Astral não tinham como objetivo apenas a cura do Corpo, mas, principalmente, a cura da Alma, isto é, sua terapia pela iniciação. Fez da famosa divisa do Templo de Delfos &amp;quot;Conhece-te a ti mesmo que conhecerás o Universo e os Deuses&amp;quot; o seu lema de trabalho iniciático e profissional. Estudou profundamente a Antigüidade egípcia e os mistérios gregos e romanos, concluindo que entre eles a Ciência e a Iniciação estavam intimamente associadas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Escola Hermética, que tinha como professores famosos ocultistas da época, tais como Stanislas de Guaita, Sedir, Barlet, Peladan, Chamuel, Marc Haven, Maurice Barrès (academia francesa) Victor-Emile Michelet, entre outros, tinha como objetivo recrutar membros para as sociedades iniciáticas dirigidas por Papus (Ordem Martinista) e por Stanislas de Guaita (Ordem Cabalística da Rosa-Cruz) que ainda existem hoje em pleno vigor, através de cursos, conferências, pesquisas ocultistas e publicações.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ensinavam o Hebraico, a Cabala, o Tarot, a Astrologia, a História Oculta, a Magia, a Medicina Oculta, focalizando principalmente seu aspecto menos velado e mais científico. Papus é tido como o divulgador do Ocultismo Científico de Louis Lucas, que se baseia na Analogia, método que procura explicar o Invisível por inferência, a partir do Visível.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Papus teve como Mestre Intelectual o Marquês Joseph Alexandre Saint-Yves d´Alveydre e como Mestre Espiritual, como ele próprio afirmava, o &amp;quot;Mestre Philippe de Lyon&amp;quot; (Nizier Anthelme Philippe), a partir de 1887 e 1897, respectivamente. Teve no seu companheiro Stanislas de Guaita um incentivador de primeira grandeza, discípulo póstumos todos os dois de Eliphas Levi, Fabre d´Olivet, Saint Martin e Jacob Böehme, cujas obras sabiam praticamente de cor.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Praticava a Cabala Prática(4),juntamente com seus principais companheiros, com a qual procurava o aperfeiçoamento espiritual até chegar ao conhecimento da Divindade. O Adepto deve conhecer toda a teoria da Magia, dizia Papus, os materiais usados pelos magos, os perigos da Magia que enfrentam os praticantes temerários, a chave da magia negra, as ciladas do inimigo invisível, o controle das paixões, a eliminação dos vícios, se o Iniciado desejar, sinceramente, tornar-se um Mestre e obter a Salvação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sua vida foi uma ação constante em todos os planos, lutando contra o materialismo e o ateísmo e divulgando a espiritualidade. A lembrança do duelo com Jules Blois, que tinha desacatado fortemente a Stanislas de Guaita, ficou gravado na memória de todos os inimigos de Papus. Quando Jules Blois dirigia-se em um fiacre para o local designado para o combate, os cavalos assustaram-se com a aparição súbita de um vulto e empinaram-se, derrubando por terra Jules Blois e sua comitiva. Assim, Jules Blois chegou à presença de Papus com dor de cabeça e cambaleante. O duelo começou, sem muito entusiasmo, Papus procurando, dizem seus biógrafos, não ferir gravemente seu opositor. Este recebeu um pequeno ferimento no ombro e a luta teve fim. Papus cumpriu sua obrigação de médico, socorrendo seu adversário e a inimizade terminou.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Rússia e a Iº Guerra Mundial==&lt;br /&gt;
Papus fez sua primeira visita à Rússia em 1901 e foi apresentado ao Czar. Ele rapidamente estabeleceu uma loja de sua Ordem Martinista em St. Petersburg com o Czar como o presidente dos &amp;quot;Superiores Desconhecidos&amp;quot; que a controlava. O historiador James Webb diz que Papus &amp;quot;estava meramente reavivando uma devoção somente a uma filosofia que tinha florescido na Rússia por volta dos séculos 18 e 19 antes de ser suprimida.&amp;quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Através de Papus a família Imperial tomou conhecimento de seu amigo e mentor espiritual Mestre Philippe (Nizier Anthelme Philippe). Um sincero Cristão místico, a qual foi dado o ''status'' e honras pelo Czar Russo, que manteve contato com a corte imperial até sua morte em 1905.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Papus retornou a St. Petersburg em 1905 onde foi espalhado que ele, na presença de uma casal Imperial, evocou o espírito do pai do Czar, Alexander III que ofereceu conselhos práticos sobre como lidar com a crise política.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Ambos, Mestre Philippe e Papus desempenharam uma importante função na corte Russa. Eles não somente aconselhavam o Czar nos interesses do Estado, mas mantinham contato com influentes iniciados Russos da Ordem Martinista, dentre eles, dois tios do Czar e vários parentes. O ocultista Alemão Rudolf Steiner que tinha seus próprios discípulos do Estado-Maior Alemão, seguiu a missão de dois Franceses preocupados pela &amp;quot;extensiva influência [de Papus] na Rússia&amp;quot;. Um forte defensor da coligação entre a França e Rússia, Papus advertiu o Czar de uma conspiração internacional objetivando a dominação mundial.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ele acreditou que o vasto Império Russo era o único capaz de contrariar a conspiração do &amp;quot;Irmãos da Sombra&amp;quot;. Ele também urgiu ao Czar para se preparar para vinda (próxima) da guerra com a Alemanha, então sendo engendrada por forças sinistras em Berlim. De acordo com um relato, ele prometeu à família imperial que, a monarquia de Romanov seria protegida contanto que ele, Papus, estivesse vivo. Quando a notícia de sua morte chegou à Alexandra em 1916, ela enviou uma nota a seu marido (que na época comandava o exército Russo, no front da Iº Guerra Mundial) contendo as palavras &amp;quot;Papus está morto, estamos condenados!&amp;quot;&lt;br /&gt;
  &lt;br /&gt;
Em 1914 estava no front da Guerra, como capitão-médico, onde contraiu tuberculose. Faleceu em 25 de outubro de 1916, aos 51 anos de idade. Seu corpo repousa no cemitério de Père Lachaise, em Paris, na divisão 93.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:&amp;quot;Imitemos esse Iniciador, disse-nos Sedir, que desejou não ser mais do que um amigo para nós e que foi bastante forte ao ponto de nos esconder suas dores e seus desgostos sob um perpétuo sorriso. Enxuguemos nossas lágrimas; elas o reteriam nas sombras; regozijemo-nos, como ele próprio há três dias o fez, por rever finalmente face à face o Todo Poderoso Terapeuta, o autêntico Pastor das Almas, o Amigo Eterno, o Bem Amado de quem ele foi Eterno, o Bem Amado de quem ele foi o fiel servidor&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
:&amp;quot;Digamos, juntos a Gérard Encausse, um até logo vibrante; demos a ele, por nossas boas vontades doravante indefectíveis, a única recompensa digna de tão longas penas que ele suportou por nós&amp;quot;(5).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Papus foi sem dúvida alguma um grande Mestre ocultista, destacando-se por sua realização: escreveu mais de 160 títulos, entre livros, artigos, conferências, abordando tanto a medicina como o ocultismo. Os livros principais foram publicados em sua juventude, como o Tratado Elementar de Ciências Oculta (23 anos), o Tarot dos Boêmios (24 anos), o Tratado Metódico de Ciência Oculta (26 anos), a Cabala (27 anos), o Tratado Elementar de Magia Prática (28 anos).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para seus companheiros de adeptado, suas obras principais foram o &amp;quot;Tarot dos Boêmios&amp;quot;, o &amp;quot;Tratado Metódico de Ciência Oculta&amp;quot; e o &amp;quot;Tratado Elementar de Magia Prática&amp;quot;. São Três &amp;quot;dos mais belos livros e dos mais fundamentais para o estudo do Ocultismo aparecidos após os de Eliphas Levi, Louis Lucas e Saint-Yves d´Alveydre&amp;quot; (Stanislas de Guaita, &amp;quot;No Umbral do Mistério&amp;quot;) (4).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Bibliografia ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como ilustração de sua obra literária, apresentamos a seguir a lista alfabética de suas principais publicações ocultistas:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
# ABC Illustré D´Occultisme, Dorbon, 1922 (6º ed.) Obra publicada pela Sociedade das Ciências Antigas&lt;br /&gt;
# l´Almanach de la Chance por 1905 (id.,até 1910).&lt;br /&gt;
# L´Almanach du Magiste, de 1895 a 1899.&lt;br /&gt;
# Revista L´Initiation (artigos, de 1891 a 1914).&lt;br /&gt;
# Revista Le Voile d´Isis (artigos, de 1891 a 1909).&lt;br /&gt;
# Les Arts Divinatoires. Chamuel, 1895.&lt;br /&gt;
# La Cabbale, Chacornac, 1903 (3º ed.)&lt;br /&gt;
# Ce que deviennent nos morts. La Sirene, 1918.&lt;br /&gt;
# Ce que doit savoir un maitre Maçon. Ficher, 1910.&lt;br /&gt;
# Comment on lit dans les mains. Ollendorff, 1902 (2º ed.)&lt;br /&gt;
# La Magie et l´Hypnose. Chamuel,1897.&lt;br /&gt;
# L´Occultisme contemporain. Carré, 1901.&lt;br /&gt;
# Premiers Eléments de Lecture de la Langue Hébraique.Dorbon 1913&lt;br /&gt;
# Qu´est-ce que l´Occultisme? Chamuel, 1892.&lt;br /&gt;
# La Réincarnation. Dorbon, 1912.&lt;br /&gt;
# La Science des Mages. Chamuel,1892.&lt;br /&gt;
# La Science des Nombres. Chacornac, 1934.&lt;br /&gt;
# Le Tarot des Bohémiens. Carré, 1889. Obra publicada pela Sociedade das Ciências Antigas&lt;br /&gt;
# Le Tarot Divinatoire. Libr. Hermetique, 1909.&lt;br /&gt;
# Traité Elémentaire de Magie Pratique. Chamuel, 1893.&lt;br /&gt;
# Traité Elémentaire d´Occultisme et d´Astrologie. Dangles, 1936.&lt;br /&gt;
# Traité Elementaire de Science Occulte. Carré, 1888.&lt;br /&gt;
# Traité Méthodique de Magie Pratique. Chacornac, 1924.&lt;br /&gt;
# Traité Méthodique de Science Occulte. Carré, 1891.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Notas ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
# Publicado em português, sob o título Tratado de Ciências Ocultas, pela Ed. Três, Coleção Planeta nº 8 e 9, São Paulo, 1973.&lt;br /&gt;
# Antiga moeda francesa, de ouro valendo 20 francos.&lt;br /&gt;
# Papus. &amp;quot;Le Tarot des Bohémiens&amp;quot;. Paris Ed. Dangles, s/d (&amp;quot;Papus, continua Guaita, publicou, após a 2º edição do Umbral do Mistério em 1890, dois grandes volumes, onde a mais alta doutrina formula-se numa linguagem luminosa e precisa: Traité Méthodique de Scien- ce Oculta (l891) e Traité Elémentaire de Magie Pratique (1894)&amp;quot;. &amp;quot;O Tarô dos Boemios&amp;quot; foi publicado pela Sociedade das Ciências Antigas em 1985.&lt;br /&gt;
# Guaita, Stanislas. &amp;quot;No Umbral do Mistério&amp;quot;. &amp;quot;No Umbral do Mistério&amp;quot; foi publicada pela Sociedade das Ciências Antigas em 1992.&lt;br /&gt;
# Discurso de Paul Sédir junto ao túmulo de Papus, por ocasião de seu enterro.&lt;br /&gt;
# A presente tradução baseia-se na edição de 1903 (3º edição), revista e ampliada por Papus, contendo trabalhos dos cabalistas Stanislas de Guaita (falecido em 1897). Eliphas Levi, Lenain, Marc Haven, Sedir, Jacob, Sair e uma tradução completa do Sepher Yetzirah seguida de uma reimpressão parcial de um tratado cabalístico do Cav. Drach.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Categoria:Biografias]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Categoria:Glossário]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Deldebbio</name></author>
	</entry>
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		<id>https://www.ocultura.org.br/index.php?title=Lista_de_Thelemitas&amp;diff=9450</id>
		<title>Lista de Thelemitas</title>
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		<updated>2008-09-23T17:18:10Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Deldebbio: /* M */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{lista expandida}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Essa é uma '''lista de Thelemitas''' e de outros aderentes da Filosofia de [[Thelema]], nominalmente &amp;quot;Do what you will&amp;quot; (&amp;quot;Faze o que tu queres&amp;quot;), incluindo os [[Thelema#Thelema de Rabelais|Thelema de Rabelais]] (&amp;quot;Fay çe que vouldras&amp;quot;), [[Thelema#Thelema de Crowley|Thelema de Crowley]] (&amp;quot;Do what thou wilt&amp;quot;), e membros das ordens mágicas Thelemicas de [[Aleister Crowley]], a [[A.'.A.'.]] e a [[O.T.O.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{compactTOC}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== A ==&lt;br /&gt;
*[[Adam Darski]]&lt;br /&gt;
*[[Aleister Crowley]]&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
== B ==&lt;br /&gt;
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*[[Charles Reese]]&lt;br /&gt;
*[[Charles Stansfeld Jones]]&lt;br /&gt;
*[[Christopher Hyatt]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== D ==&lt;br /&gt;
*[[David Tibet]]&lt;br /&gt;
*[[Denny Sargent]]&lt;br /&gt;
*[[Dorothy Olsen]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== E ==&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
== F ==&lt;br /&gt;
*[[Francis Dashwood]]&lt;br /&gt;
*[[Francis X. King]]&lt;br /&gt;
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*[[Frank Bennett]]&lt;br /&gt;
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*[[Gerald del Campo]]&lt;br /&gt;
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== S ==&lt;br /&gt;
*[[Sam Webster]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== T ==&lt;br /&gt;
*[[Terrance D. Merx]]&lt;br /&gt;
*[[Theodor Reuss]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== V ==&lt;br /&gt;
*[[Victor Benjamin Neuburg]]&lt;br /&gt;
*[[Violet Blue]] ou Dion Fortune&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== W ==&lt;br /&gt;
*[[Wilfred Talbot Smith]]&lt;br /&gt;
*[[William Breeze]]&lt;br /&gt;
*[[William Heidrick]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Y ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Categoria:Biografias]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Deldebbio</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://www.ocultura.org.br/index.php?title=Rito_Brasileiro&amp;diff=9449</id>
		<title>Rito Brasileiro</title>
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		<updated>2008-09-23T14:39:31Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Deldebbio: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{wikar}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Histórico do Rito Brasileiro &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Prestigiar ou aderir a uma Loja do Rito Brasileiro deve ser considerado uma legítima afirmação de Brasilidade e um autêntico ato de amor ao Brasil.   &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dos diversos ritos praticados pela Maçonaria Regular, em todos os recantos da Terra, o Rito Brasileiro é um deles. O Rito Brasileiro à muito tempo é Regular, Legal e Legítimo. Acata os Landmarks e os demais princípios tradicionais da Maçonaria, podendo ser praticado em qualquer país.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Teria sido o embrião do Rito Brasileiro o apelo feito por um irmão Lusitano, um Cavaleiro  Rosa Cruz, no ano de 1864, dirigido aos Orientes Lusitano e Brasil, no sentido de que fosse criado um Rito novo e independente, mantendo os três graus simbólicos, de acordo com a tradição maçônica, comum a todos os ritos e, os demais, altos graus, fossem diferenciados  com características nacionais. Este apelo vinha com a seguinte afirmação: “Convimos em que semelhante reforma é contraria ao cosmopolismo e a tolerância Maçônica mas também é verdade que, enquanto os Maçons forem patriotas, e os povos fisicamente desiguais, a conservação de um Rito Universal, parece-nos impossível: Talvez que um tão gigantesco projeto só poderá ser possível no vigésimo século”. Esta idéia está publicada às páginas 6, vol. I da obra clássica em Maçonaria, intitulada Biblioteca Maçônica ou Instrução Completa do Franco-Maçom, publicada em Paris, por Ailleaud Guillard.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 1878, em Recife surgiu a Constituição da Maçonaria do Especial Rito Brasileiro com aval de 838 obreiros, presidido pelo comerciante José Firmo Xavier, para as Casas do Circulo do Grande Oriente de Pernambuco; Esta Constituição era Maçonicamente totalmente irregular, pois a mesma além de se assentar sob os auspícios de sua Majestade Imperial Dom Pedro II, Imperador do Brasil, da Família Imperial e sua Santidade Sumo Pontífice o Papa, nela estava incluído vários preceitos negativos, como por exemplo: A admissão somente de Brasileiros natos, e em seu artigo 4° afirmava que uma das finalidades do Rito era defender a Religião Católica e sustentar a Monarquia Brasileira. Evidentemente o Rito não prosperou, pois era Irregular. Esta Constituição se encontra na Biblioteca Nacional e também publicada nos livros A Maçonaria e o Rito Brasileiro, de Hercules Pinto,Editora Maçônica, 1981 e Rito Brasileiro de Maçons Antigos Livres e Aceitos de Mário Name, Ed. A Trolha, 1992.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 21 de dezembro de 1914, na reunião do Conselho Geral da Orem, presidido pelo Soberano Grão Mestre Lauro Sodré, o irmão Eugênio Pinto, orador interino, fez a proposta para a criação do Rito Brasileiro, quando foi aprovada a criação do Rito Brasileiro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 23 de dezembro de 1914, surgiu o decreto n° 500, que deu o conhecimento aos Maçons e Oficinas da Federação, da aprovação, do reconhecimento e da adoção do Rito Brasileiro. Kurt Prober, pesquisador maçônico, tece severas críticas à forma de criação do Rito, alegando: que o quorum da reunião era insuficiente, realizada ao apagar das luzes e que o Rito teria sido invenção dos militares.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 1916, Lauro Sodré, afastou-se do 3° mandato de Soberano Grão Mestre do GOB, assumindo em seu lugar Veríssimo José da Costa que encaminhou o decreto n° 500 para a aprovação da Soberana Assembléia Geral. Assim através de um novo decreto, desta vez, o de n° 536, de 17 de outubro de 1916, reconheceu, consagrou e autorizou o Rito, criado e incorporado ao GOB.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em junho de 1917, o Conselho Geral da Ordem aprovou a constituição do Rito com seus regulamentos, estatutos e rituais. Mesmo assim o Rito não prosperava pela falta de uma oficina chefe e de rituais publicados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em agosto de 1921, através do decreto n° 680, o Soberano Grão Mestre do GOB expulsou o Grão Mestre e outros 45 Veneráveis de Lojas do Estado de São Paulo, cassando as cartas constitutivas daquelas Oficinas, que passaram a adotar o Rito Brasileiro, publicaram rituais para os três primeiros graus, cópias fiéis do Rito Escocês.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 1940, Álvaro Palmeira propõe a formação de uma comissão para analisar, estudar e atualizar o projeto do Rito Brasileiro, que naquela época achava-se adormecido.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 1941, foi instalado o Supremo Conclave do Rito Brasileiro através do ato n° 1636. Este Supremo Conclave viria adormecer, pois havia pequenas diferenças entre o Grão Mestre Rodrigues Neves com o presidente do Supremo Conclave Otaviano Bastos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 1968, considerado o ano da implantação do Rito Brasileiro, Álvaro Pimenta Soberano Grão Mestre assinou o decreto n° 2080, reativando o Supremo Conclave, determinando que 15 irmãos revissem a Constituição do Rito, adequando-a às exigências internacionais de regularidade, fazendo um Rito Universal, separando o simbolismo dos altos graus, conciliando a tradição com a evolução. Publicou-se os rituais necessários.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Atualmente o Rito Brasileiro é uma realidade vitoriosa. Possui organização e doutrina bem estruturadas, que muito se diferencia da organização e doutrina incipientemente propostas ao longo de sua história. Solidamente constituído é praticado por mais de 150 Oficinas Simbólicas distribuídas por quase todas as unidades da Federação. É o segundo Rito mais praticado no Brasil. O Supremo Conclave do Rito Brasileiro tem sede no Oriente do Rio de Janeiro, à Rua do Lavradio, n° 100.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
    &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Estrutura doutrinária do Rito Brasileiro &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em cinco segmentos se estrutura o Rito:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Lojas Simbólicas         1° ao 3° grau &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1° Grau – consagrado à fraternidade dos irmãos, união dos irmãos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2° Grau – consagrado à exaltação do trabalho e ao estimulo da solidariedade. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
3° Grau – consagrando o princípio que a vida nasce da morte. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Capítulos                   4° ao 18° grau &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dedicados ao estudo da Filosofia Moral, 14  virtudes culminando com o grau Rosa Cruz, moral e espiritual, degrau capitular máximo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Grandes Conselhos 19° ao 30° grau &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dedicados aos estudos dos problemas nacionais e da humanidade. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
19° ao 22° - aspectos ligados à economia. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
23° ao 26° - aspectos ligados à organização da sociedade. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
27° ao 30° - aspectos ligados à arte, ciência, religião e à filosofia. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Altos Colégios   31° e 32° grau &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dedicados ao bem público e ao civismo, a abordagem de assuntos políticos, tratados elevadamente, sem injunções partidárias. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sumo Grau 33 &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Máximo na hierarquia de caráter administrativo, com tendência em grau superior. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Algumas Características básicas do Rito Brasileiro &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cada Rito possui modo próprio de realizar suas cerimônias, respeitados os limites bem conhecidos, sob pena de heresia maçônica. O importante é que todos os Ritos tem o mesmo objetivo, qual seja, o de ordenar a prática dos estudos maçônicos. Enumeramos algumas características do Rito: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uso de Bastões &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É por tradição, o uso de bastões pelo Mestre de Cerimônias e Diáconos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Retorno da Palavra Sagrada &lt;br /&gt;
Peculiaridade do Rito, tem como objetivo simbólico de confirmar a boa condução dos trabalhos e sua conclusão. A palavra vai e volta, imantando e desimantando. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sinais &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Além dos sinais habituais, temos os sinais de obediência e do rito. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Giro da Sacola &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em três sub-giros: no oriente, na coluna do norte e na coluna do sul. Todos iniciando pelas luzes da região. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cerimônia das Luzes &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Realizada pelo Venerável Mestre com o auxilio do 1° e 2° Vigilante. Os três são as três luzes que iluminam a Loja. As  3 luzes místicas representam e evocam a onisciência (sabedoria – VM), a onipotência (força – 1° Vig.) e a onipresença divina (beleza – 2° Vig.). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Inversão das Colunas Maçônicas &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É uma questão complexa, mas caracteristicamente o Rito inverte a coluna dentro do templo. Coluna &amp;quot;J&amp;quot; a direita. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Colunas Norte e Sul &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Baseados no Hemisfério Sul, com pouca luz, os aprendizes sentam-se na coluna do sul e os companheiros na do Norte. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Categoria:Maçonaria]]&lt;br /&gt;
[[Categoria:Glossário]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Deldebbio</name></author>
	</entry>
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		<id>https://www.ocultura.org.br/index.php?title=Rito_Brasileiro&amp;diff=9448</id>
		<title>Rito Brasileiro</title>
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		<updated>2008-09-23T14:37:41Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Deldebbio: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{wikar}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Histórico do Rito Brasileiro &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Prestigiar ou aderir a uma Loja do Rito Brasileiro deve ser considerado uma legítima afirmação de Brasilidade e um autêntico ato de amor ao Brasil.   &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dos diversos ritos praticados pela Maçonaria Regular, em todos os recantos da Terra, o Rito Brasileiro é um deles. O Rito Brasileiro à muito tempo é Regular, Legal e Legítimo. Acata os Landmarks e os demais princípios tradicionais da Maçonaria, podendo ser praticado em qualquer país.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 Teria sido o embrião do Rito Brasileiro o apelo feito por um irmão Lusitano, um Cavaleiro  Rosa Cruz, no ano de 1864, dirigido aos Orientes Lusitano e Brasil, no sentido de que fosse criado um Rito novo e independente, mantendo os três graus simbólicos, de acordo com a tradição maçônica, comum a todos os ritos e, os demais, altos graus, fossem diferenciados  com características nacionais. Este apelo vinha com a seguinte afirmação: “Convimos em que semelhante reforma é contraria ao cosmopolismo e a tolerância Maçônica mas também é verdade que, enquanto os Maçons forem patriotas, e os povos fisicamente desiguais, a conservação de um Rito Universal, parece-nos impossível: Talvez que um tão gigantesco projeto só poderá ser possível no vigésimo século”. Esta idéia está publicada às páginas 6, vol. I da obra clássica em Maçonaria, intitulada Biblioteca Maçônica ou Instrução Completa do Franco-Maçom, publicada em Paris, por Ailleaud Guillard.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 Em 1878, em Recife surgiu a Constituição da Maçonaria do Especial Rito Brasileiro com aval de 838 obreiros, presidido pelo comerciante José Firmo Xavier, para as Casas do Circulo do Grande Oriente de Pernambuco; Esta Constituição era Maçonicamente totalmente irregular, pois a mesma além de se assentar sob os auspícios de sua Majestade Imperial Dom Pedro II, Imperador do Brasil, da Família Imperial e sua Santidade Sumo Pontífice o Papa, nela estava incluído vários preceitos negativos, como por exemplo: A admissão somente de Brasileiros natos, e em seu artigo 4° afirmava que uma das finalidades do Rito era defender a Religião Católica e sustentar a Monarquia Brasileira. Evidentemente o Rito não prosperou, pois era Irregular. Esta Constituição se encontra na Biblioteca Nacional e também publicada nos livros A Maçonaria e o Rito Brasileiro, de Hercules Pinto,Editora Maçônica, 1981 e Rito Brasileiro de Maçons Antigos Livres e Aceitos de Mário Name, Ed. A Trolha, 1992.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 Em 21 de dezembro de 1914, na reunião do Conselho Geral da Orem, presidido pelo Soberano Grão Mestre Lauro Sodré, o irmão Eugênio Pinto, orador interino, fez a proposta para a criação do Rito Brasileiro, quando foi aprovada a criação do Rito Brasileiro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 Em 23 de dezembro de 1914, surgiu o decreto n° 500, que deu o conhecimento aos Maçons e Oficinas da Federação, da aprovação, do reconhecimento e da adoção do Rito Brasileiro. Kurt Prober, pesquisador maçônico, tece severas críticas à forma de criação do Rito, alegando: que o quorum da reunião era insuficiente, realizada ao apagar das luzes e que o Rito teria sido invenção dos militares.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 Em 1916, Lauro Sodré, afastou-se do 3° mandato de Soberano Grão Mestre do GOB, assumindo em seu lugar Veríssimo José da Costa que encaminhou o decreto n° 500 para a aprovação da Soberana Assembléia Geral. Assim através de um novo decreto, desta vez, o de n° 536, de 17 de outubro de 1916, reconheceu, consagrou e autorizou o Rito, criado e incorporado ao GOB.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 Em junho de 1917, o Conselho Geral da Ordem aprovou a constituição do Rito com seus regulamentos, estatutos e rituais. Mesmo assim o Rito não prosperava pela falta de uma oficina chefe e de rituais publicados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 Em agosto de 1921, através do decreto n° 680, o Soberano Grão Mestre do GOB expulsou o Grão Mestre e outros 45 Veneráveis de Lojas do Estado de São Paulo, cassando as cartas constitutivas daquelas Oficinas, que passaram a adotar o Rito Brasileiro, publicaram rituais para os três primeiros graus, cópias fiéis do Rito Escocês.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 Em 1940, Álvaro Palmeira propõe a formação de uma comissão para analisar, estudar e atualizar o projeto do Rito Brasileiro, que naquela época achava-se adormecido.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 Em 1941, foi instalado o Supremo Conclave do Rito Brasileiro através do ato n° 1636. Este Supremo Conclave viria adormecer, pois havia pequenas diferenças entre o Grão Mestre Rodrigues Neves com o presidente do Supremo Conclave Otaviano Bastos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 Em 1968, considerado o ano da implantação do Rito Brasileiro, Álvaro Pimenta Soberano Grão Mestre assinou o decreto n° 2080, reativando o Supremo Conclave, determinando que 15 irmãos revissem a Constituição do Rito, adequando-a às exigências internacionais de regularidade, fazendo um Rito Universal, separando o simbolismo dos altos graus, conciliando a tradição com a evolução. Publicou-se os rituais necessários.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 Atualmente o Rito Brasileiro é uma realidade vitoriosa. Possui organização e doutrina bem estruturadas, que muito se diferencia da organização e doutrina incipientemente propostas ao longo de sua história. Solidamente constituído é praticado por mais de 150 Oficinas Simbólicas distribuídas por quase todas as unidades da Federação. É o segundo Rito mais praticado no Brasil. O Supremo Conclave do Rito Brasileiro tem sede no Oriente do Rio de Janeiro, à Rua do Lavradio, n° 100.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
    &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Estrutura doutrinária do Rito Brasileiro &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
   Em cinco segmentos se estrutura o Rito:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 Lojas Simbólicas         1° ao 3° grau &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 1° Grau – consagrado à fraternidade dos irmãos, união dos irmãos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2° Grau – consagrado à exaltação do trabalho e ao estimulo da solidariedade. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
3° Grau – consagrando o princípio que a vida nasce da morte. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 Capítulos                   4° ao 18° grau &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dedicados ao estudo da Filosofia Moral, 14  virtudes culminando com o grau Rosa Cruz, moral e espiritual, degrau capitular máximo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 Grandes Conselhos 19° ao 30° grau &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 Dedicados aos estudos dos problemas nacionais e da humanidade. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
19° ao 22° - aspectos ligados à economia. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
23° ao 26° - aspectos ligados à organização da sociedade. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
27° ao 30° - aspectos ligados à arte, ciência, religião e à filosofia. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 Altos Colégios   31° e 32° grau &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 Dedicados ao bem público e ao civismo, a abordagem de assuntos políticos, tratados elevadamente, sem injunções partidárias. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 Sumo Grau 33 &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 Máximo na hierarquia de caráter administrativo, com tendência em grau superior. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Algumas Características básicas do Rito Brasileiro &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 Cada Rito possui modo próprio de realizar suas cerimônias, respeitados os limites bem conhecidos, sob pena de heresia maçônica. O importante é que todos os Ritos tem o mesmo objetivo, qual seja, o de ordenar a prática dos estudos maçônicos. Enumeramos algumas características do Rito: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 Uso de Bastões &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 É por tradição, o uso de bastões pelo Mestre de Cerimônias e Diáconos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 O Retorno da Palavra Sagrada &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 Peculiaridade do Rito, tem como objetivo simbólico de confirmar a boa condução dos trabalhos e sua conclusão. A palavra vai e volta, imantando e desimantando. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 Sinais &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 Além dos sinais habituais, temos os sinais de obediência e do rito. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 O Giro da Sacola &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 Em três sub-giros: no oriente, na coluna do norte e na coluna do sul. Todos iniciando pelas luzes da região. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 Cerimônia das Luzes &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 Realizada pelo Venerável Mestre com o auxilio do 1° e 2° Vigilante. Os três são as três luzes que iluminam a Loja. As  3 luzes místicas representam e evocam a onisciência (sabedoria – VM), a onipotência (força – 1° Vig.) e a onipresença divina (beleza – 2° Vig.). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 Inversão das Colunas Maçônicas &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 É uma questão complexa, mas caracteristicamente o Rito inverte a coluna dentro do templo. Coluna &amp;quot;J&amp;quot; a direita. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 Colunas Norte e Sul &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 Baseados no Hemisfério Sul, com pouca luz, os aprendizes sentam-se na coluna do sul e os companheiros na do Norte. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 Aclamação e Bateria   &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Glória, Gloria, Gloria.  o-oo &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Categoria:Maçonaria]]&lt;br /&gt;
[[Categoria:Glossário]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Deldebbio</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://www.ocultura.org.br/index.php?title=Arthur_Edward_Waite&amp;diff=9447</id>
		<title>Arthur Edward Waite</title>
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		<updated>2008-09-22T19:54:56Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Deldebbio: /* Relação de Crowley com Waite */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{tradução}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Imagem:ArthurEdwardWaite~1880.JPG|thumb|right|Arthur Edward Waite]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Arthur Edward Waite''' (1857-1942) foi um ocultista co-criador do [[Tarot]] &amp;quot;Rider-Waite&amp;quot;, membro da [[Hermetic Order of the Golden Dawn]] e da [[Societas Rosicruciana in Anglia]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Vida e Obra==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nasceu na América, mas foi criado na Inglaterra, A.E. Waite ingressou na [[Hermetic Order of the Golden Dawn]] em 1891 e também entrou na [[Societas Rosicruciana in Anglia]] em 1902. Quando se tornou Grande Mestre da Ordem em 1903, mudando seu nome para ''Holy Order the Golden Dawn'' (Sagrada Ordem da Aurora Dourada) (ou possivelmente o Rito Independente e Retificado da Golden Dawn), muitos membros rejeitaram seu foco no misticismo sobre o magia e o grupo rival, ''Stella Matutina'' (Estrela da Manhã), se separou sob a incitação do poeta William Butler Yeats. A Golden Dawn foi rachada pelas rixas internas até a partida de Waite em 1914; um ano depois dele ter formado a ''Fellowship of the Rosy Cross''. Naquele tempo havia uma meia-dúzia de ramificações da Golden Dawn original e como um todo ela nunca se recuperou.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Waite foi um prolífico escritor de textos ocultistas sobre assuntos tais como [[divinação]], [[Rosacrucianismo]], [[Maçonaria]], &amp;quot;magia negra&amp;quot; e cerimonial, [[Qabalah]] e [[Alquimia]]; ele também traduziu e repblicou muitos trabalhos místicos e alquímicos importantes. Suas obras sobre o Santo Graal foram particularmente notáveis, elas foram influenciadas por sua amizade com Arthur Machen. Alguns de seus livros ainda se mantém em catálogo, como o &amp;quot;Book of Ceremonial Magic&amp;quot;, &amp;quot;The Holy Kabbalah&amp;quot; e &amp;quot;New Encyclopedia of Freemasonry&amp;quot;.&lt;br /&gt;
Waite é mundialmente conhecido como um dos criadores do popular tarot chamado &amp;quot;Rider Waite&amp;quot;, junto com o livro que o acompanha intitulado &amp;quot;Chave Pictográfica para o Tarot&amp;quot;. este foi um dos primeiros decks a ilustrar completamente os 78 arcanos e não apenas os 22 Arcanos Maiores. Outra membro da Golden Dawn, Pamela Colman Smith, ilustrou os arcanos, e o tarot foi publicado em 1910.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Relação de Crowley com Waite==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando [[Aleister Crowley]] ficou interessado no [[Ocultismo]], seu primeiro livro estudado foi o ''Book of Black Magic and Pacts'' (Livro da Magia negra e dos Pactos), de Waite. Crowley escreveu para o autor pedindo concelhos sobre o que estudar, e Waite mandou que Crowley lesse [[A Nuvem sobre o Santuário]], de  [[Karl Von Eckartshausen]], que o marcou profundamente. Na verdade a intenção de Waite era direcionar Crowley para Golden Dawn.&lt;br /&gt;
[[Imagem:AEWaite02.gif|thumb|left|A.E. Waite mais velho]]&lt;br /&gt;
Muitos anos depois, após Crowley e Waite terem sido colegas na [[Golden Dawn]], Crowley sujeitou Waite a numerosas críticas no [[The Equinox]], muitas vezes com a pretensão fictícia de que Waite seria um &amp;quot;discípulo&amp;quot; de Crowley. Ele até mesmo publicou uma nota de óbito para Waite, mesmo com ele ainda vivo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando escreveu suas memórias na década de 20, Crowley chamou Waite de &amp;quot;O único sobrevivente da Golden Dawn que ainda fingia levar o negócio adiante, apesar de ter substituído os rituais pomposos e bombásticos dos neófitos, fazendo com que o último fulgor de interesse fosse perdido para sempre&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Análise de trabalhos de Waite no The Equinox===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*[http://www.mysticalnet.net/equinox/vol1/no3/eqi03006.html A Book of Mystery and Vision]&lt;br /&gt;
*[http://www.mysticalnet.net/equinox/vol1/no5/eqi05011.html Wisdom While You Waite]&lt;br /&gt;
*[http://www.mysticalnet.net/equinox/vol1/no7/eqi07029.html Arthur in the Area Again!]&lt;br /&gt;
*[http://www.mysticalnet.net/equinox/vol1/no8/eqi08021.html Waite's Wet]&lt;br /&gt;
*[http://www.mysticalnet.net/equinox/vol1/no10/eqi10017.html Dead Weight]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Referências==&lt;br /&gt;
* Crowley, Aleister. The Confessions of Aleister Crowley. Routledge &amp;amp; Kegan Paul, 1979.&lt;br /&gt;
*Wikipedia (2004). Arthur Edward Waite (http://en.wikipedia.org/wiki/Arthur_Edward_Waite). Retrieved June 10, 2004. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Categoria:Biografias]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Deldebbio</name></author>
	</entry>
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		<title>Arthur Edward Waite</title>
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		<updated>2008-09-22T19:49:29Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Deldebbio: /* Vida e Obra */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{tradução}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Imagem:ArthurEdwardWaite~1880.JPG|thumb|right|Arthur Edward Waite]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Arthur Edward Waite''' (1857-1942) foi um ocultista co-criador do [[Tarot]] &amp;quot;Rider-Waite&amp;quot;, membro da [[Hermetic Order of the Golden Dawn]] e da [[Societas Rosicruciana in Anglia]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Vida e Obra==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nasceu na América, mas foi criado na Inglaterra, A.E. Waite ingressou na [[Hermetic Order of the Golden Dawn]] em 1891 e também entrou na [[Societas Rosicruciana in Anglia]] em 1902. Quando se tornou Grande Mestre da Ordem em 1903, mudando seu nome para ''Holy Order the Golden Dawn'' (Sagrada Ordem da Aurora Dourada) (ou possivelmente o Rito Independente e Retificado da Golden Dawn), muitos membros rejeitaram seu foco no misticismo sobre o magia e o grupo rival, ''Stella Matutina'' (Estrela da Manhã), se separou sob a incitação do poeta William Butler Yeats. A Golden Dawn foi rachada pelas rixas internas até a partida de Waite em 1914; um ano depois dele ter formado a ''Fellowship of the Rosy Cross''. Naquele tempo havia uma meia-dúzia de ramificações da Golden Dawn original e como um todo ela nunca se recuperou.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Waite foi um prolífico escritor de textos ocultistas sobre assuntos tais como [[divinação]], [[Rosacrucianismo]], [[Maçonaria]], &amp;quot;magia negra&amp;quot; e cerimonial, [[Qabalah]] e [[Alquimia]]; ele também traduziu e repblicou muitos trabalhos místicos e alquímicos importantes. Suas obras sobre o Santo Graal foram particularmente notáveis, elas foram influenciadas por sua amizade com Arthur Machen. Alguns de seus livros ainda se mantém em catálogo, como o &amp;quot;Book of Ceremonial Magic&amp;quot;, &amp;quot;The Holy Kabbalah&amp;quot; e &amp;quot;New Encyclopedia of Freemasonry&amp;quot;.&lt;br /&gt;
Waite é mundialmente conhecido como um dos criadores do popular tarot chamado &amp;quot;Rider Waite&amp;quot;, junto com o livro que o acompanha intitulado &amp;quot;Chave Pictográfica para o Tarot&amp;quot;. este foi um dos primeiros decks a ilustrar completamente os 78 arcanos e não apenas os 22 Arcanos Maiores. Outra membro da Golden Dawn, Pamela Colman Smith, ilustrou os arcanos, e o tarot foi publicado em 1910.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Relação de Crowley com Waite==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando [[Aleister Crowley]] ficou interessado no [[Ocultismo]], seu primeiro livro estudado foi o ''Book of Black Magic and Pacts'' (Livro da Magia negra e dos Pactos), de Waite. Crowley escreveu para o autor pedindo concelhos sobre o que estudar, e Waite mandou que Crowley lesse [[A Nuvem sobre o Santuário]], de  [[Karl Von Eckartshausen]], que o marcou profundamente. Na verdade a intenção de Waite era direcionar Crowley para Golden Dawn.&lt;br /&gt;
[[Imagem:AEWaite02.gif|thumb|left|A.E. Waite mais velho]]&lt;br /&gt;
Muitos anos depois, após Crowley e Waite terem sido colegas na [[Golden Dawn]], Crowley sujeitou Waite a numerosas críticas no [[The Equinox]], muitas vezes com a pretensão fictícia de que Waite seria um &amp;quot;discípulo&amp;quot; de Crowley. Ele até mesmo publicou uma nota de óbito para Waite, mesmo com ele ainda vivo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Writing his memoirs in the 1920's, Crowley called Waite &amp;quot;the only survivor&amp;quot; of the Golden Dawn &amp;quot;who still pretends to carry on the business, though he has substituted a pompous, turgid rigamarole of bombastic platitudes for the neophyte ritual, so that the last spark of interest is extinct for ever.&amp;quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Análise de trabalhos de Waite no The Equinox===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*[http://www.mysticalnet.net/equinox/vol1/no3/eqi03006.html A Book of Mystery and Vision]&lt;br /&gt;
*[http://www.mysticalnet.net/equinox/vol1/no5/eqi05011.html Wisdom While You Waite]&lt;br /&gt;
*[http://www.mysticalnet.net/equinox/vol1/no7/eqi07029.html Arthur in the Area Again!]&lt;br /&gt;
*[http://www.mysticalnet.net/equinox/vol1/no8/eqi08021.html Waite's Wet]&lt;br /&gt;
*[http://www.mysticalnet.net/equinox/vol1/no10/eqi10017.html Dead Weight]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Referências==&lt;br /&gt;
* Crowley, Aleister. The Confessions of Aleister Crowley. Routledge &amp;amp; Kegan Paul, 1979.&lt;br /&gt;
*Wikipedia (2004). Arthur Edward Waite (http://en.wikipedia.org/wiki/Arthur_Edward_Waite). Retrieved June 10, 2004. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Categoria:Biografias]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Deldebbio</name></author>
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