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	<title>Ocultura - Contribuições do usuário [pt-br]</title>
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	<subtitle>Contribuições do usuário</subtitle>
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		<title>OTO</title>
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		<updated>2006-09-26T11:17:35Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Daemonos: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;#redirect [[Ordo Templi Orientis]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Daemonos</name></author>
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		<id>https://www.ocultura.org.br/index.php?title=Gnosticismo&amp;diff=2369</id>
		<title>Gnosticismo</title>
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		<updated>2006-09-26T05:13:15Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Daemonos: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;'''Gnosticismo''' designa o movimento histórico e religioso [[cristianismo|cristão]] que floresceu durante os séculos II e III, cujas bases filosóficas eram as da antiga Gnose, com influências do [[neoplatonismo]] e dos [[Escola pitagórica|pitagóricos]]. Este movimento revindicava a posse de conhecimentos secretos que, segundo eles, os tornava superiores aos cristãos comuns desprivilegiados do mesmo. Originou-se provavelmente na [[Ásia menor]], e tem como base as filosofias pagãs, que floresciam na [[Babilônia]], [[Egito]], [[Síria]] e [[Grécia]]. O gnosticismo combinava alguns elementos da [[Astrologia]] e mistérios das religiões gregas, como os [[mistérios de Elêusis]], com as doutrinas do Cristianismo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A palavra '''gnose''', tem por origem etimológica o termo [[Lingua Grega|grego]] &amp;quot;''gnosis''&amp;quot;, que significa &amp;quot;conhecimento&amp;quot;. Mas não um conhecimento teórico e empírico (a &amp;quot;''episteme''&amp;quot; dos gregos), mas de caráter intuitivo e transcendental. Foi usada para designar um conhecimento profundo e superior do mundo e do homem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O termo &amp;quot;Gnose&amp;quot; acabou designando nos tempos atuais um conjunto de tradições que acreditam no aspecto espiritual do Universo e na possibilidade de salvação por um conhecimento secreto. A Gnose é uma corrente de pensamento [[esoterismo|esotérica]], normalmente identificada com o [[misticismo]] oriental, [[Teosofia]], [[cabala]], [[Rosa-cruz|rosa-crucianismo]] e [[maçonaria]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Doutrina gnóstica==&lt;br /&gt;
O gnosticismo tornou-se uma forte influência na Igreja primitiva levando muitos cristãos da época como [[Marcião]] (160 d. C.) e [[Valentim]] de [[Alexandria]] a ensinar sobre a cosmovisão dualista, premissa básica do movimento. Efetivamente, para os gnósticos, existem dois deuses: o criador imperfeito, que eles associam ao [[Jeová]] do Velho Testamento e outro, bom, associado ao Novo Testamento. O primeiro criou o mundo com imperfeição, e desta imperfeição é que se origina o sofrimento humano. Mas, o deus bom teve pena dos homens e dotou-os de uma &amp;quot;centelha divina&amp;quot;, que lhes dá a capacidade de despertar deste mundo de ilusões e imperfeição.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O pré-requisito essencial da [[filosofia]] gnóstica é o postulado da existência de uma &amp;quot;entidade imortal&amp;quot;, que não é parte deste mundo, que pode ser chamado de Deus interno, Ser imortal, divina essência, etc. que existe em todos os homens e é a sua única parte imortal. Os gnósticos consideram que o estado do homem neste mundo é &amp;quot;anti-natural&amp;quot;, pois ele está submetido a todo tipo de sofrimentos. Para eles, é necessário que o homem se liberte deste sofrimento, e isto só pode ocorrer pelo conhecimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os gnósticos, de um modo geral, acreditam que o Universo manifestado principia com emanações do Absoluto, seres finitos chamados de [[Aeon|Æons]] que se reúnem no [[Pleroma]]. No princípio tudo era Uno com o Absoluto, então em um determinado momento, emanaram do Absoluto estes æons (éons), formando o pleroma. O pleroma dos gnósticos é um plano arquetípico, abaixo do qual está o plano material, manifestado. Assim, o que antes era Uno e vivia no pleroma, se despedaça em partes. Este estado de infelicidade, pela descida no pleroma (e separação do Todo Uno), é o que ocasiona o sofrimento do homem neste mundo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um dos éons (Sofia) deu à luz o [[Demiurgo]] (''artesão'' em grego), que criou o mundo material &amp;quot;mau&amp;quot;, juntamente com todos os elementos orgânicos e inorgânicos que o constituem. Os gnósticos ensinavam que a salvação vem por meio de um desses éons.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Segundo a doutrina, Cristo, se esgueirou através dos poderes das trevas para transmitir o conhecimento secreto (gnosis) e libertar os espíritos da luz, cativos no mundo material terreno, para conduzi-los ao mundo espiritual mais elevado. Segundo algumas linhas gnósticas Cristo não veio em carne e nunca assumiu um corpo físico, nem foi sujeito a fraqueza e emoções humanas embora parecesse ser um homem, enquanto algumas defendem a tese do [[nestorianismo]]. O apóstolo João trata deste assunto e enfatiza que &amp;quot;o Verbo se fez carne&amp;quot; (Jo l .14), e em sua primeira epístola que &amp;quot;todo o espírito que não confessa que Jesus Cristo veio em carne não é de Deus...&amp;quot; (l Jo 4.3). Os escritos joaninos são do final do primeiro século, quando nasceu o gnosticismo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para que o homem possa se libertar dos sofrimentos deste mundo, segundo os gnósticos, ele deve retornar ao Todo Uno, por ascensão ao pleroma, e isto só pode ser alcançado pelo Conhecimento Verdadeiro (representado pela Gnose). Este despertar só pode ocorrer se o homem se descobre, &amp;quot;conhecendo-se a si próprio&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Fontes==&lt;br /&gt;
Pouco material chegou até os dias de hoje, a maioria dos personagens e suas doutrinas só puderam ser conhecidos por meio dos críticos do gnosticismo, sendo estes a principal fonte. A maior polêmica contra os gnósticos apareceu no período patrístico, com os escritos apologéticos de [[Irineu]] ([[130]]-[[200]]), [[Tertuliano]] ([[160]]-[[225]]) e [[Hipólito]] ([[170]]-[[236]]).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por isso a descoberta da [[Biblioteca de Nag Hammadi]], em [[1945]], foi de suma importância, visto que seu conteúdo é eminentemente gnóstico. O achado impulsionou as pesquisas sobre o assunto na segunda metade do século XX.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Paralelos com religiões orientais==&lt;br /&gt;
O gnosticismo tem alguns elementos em comum com o [[sufismo]], o [[budismo]] e o [[hinduísmo]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Gnosticismo e psicologia==&lt;br /&gt;
No século XX [[Carl Gustav Jung]] pesquisou profundamente as doutrinas gnósticas, inclusive ajudando no trabalho de organização da Biblioteca de Nag Hammadi, e fez uma ligação entre os mitos gnósticos e os [[arquétipos]] do [[inconsciente coletivo]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=={{Ligações externas}}==&lt;br /&gt;
* [http://www.gnosis.org/ The Gnosis Archive] (''em inglês'')&lt;br /&gt;
* [http://www.teosofia.com.br/artigo34.php Os Evangelhos Gnósticos] Artigo teosófico&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{Gnosticismo}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Categoria:Esoterismo]]&lt;br /&gt;
[[Categoria:Cristianismo esotérico]]&lt;br /&gt;
[[Categoria:Gnosticismo]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Daemonos</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://www.ocultura.org.br/index.php?title=Anthem&amp;diff=2368</id>
		<title>Anthem</title>
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		<updated>2006-09-26T05:11:37Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Daemonos: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Tu que és eu mesmo, além de tudo meu;&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Sem natureza, inominado, ateu;&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Que quando o mais se esfuma, ficas no crisol;&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Tu que és o segredo e o coração do Sol;&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tu que és a escondida fonte do universo;&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Tu solitário, real fogo no bastão imerso;&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Sempre abrasando; tu que és a só semente&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
De liberdade, vida, amor e luz eternamente;&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tu, além da visão e da palavra;&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Tu eu invoco; e assim meu fogo lavra!&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Tu eu invoco, minha vida, meu farol,&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Tu que és o segredo e o coração do Sol&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E aquele arcano dos arcanos santo&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Do qual eu sou veículo e sou manto&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Demonstra teu terrível, doce brilho:&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Aparece, como é lei, neste teu filho!&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Categoria:Thelema]]&lt;br /&gt;
[[Categoria:Gnosticismo]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Daemonos</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://www.ocultura.org.br/index.php?title=Karl_Germer&amp;diff=2367</id>
		<title>Karl Germer</title>
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		<updated>2006-09-26T05:09:12Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Daemonos: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;#redirect [[Karl Johannes Germer]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Daemonos</name></author>
	</entry>
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		<title>Sagrado Anjo Guardião</title>
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		<updated>2006-09-26T05:07:41Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Daemonos: /* Ver também */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;'''Adonai, Adi - Buddha, Al-Haqq, Allah, Asar Un-nefer, Atman, Augoedies, Chrestos, Cristo, Gênio, Grande Mestre, Ishvara, Jechidah, Kia, Logos, Ori, Sagrado Anjo Guardião, Self, Sol, Vishnu... Deus. '''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Todas as culturas em toda parte do mundo o conhecem. Todas, as suas maneiras ,o buscam. Existem tantas definições para Ele quanto existem mentes no planeta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Segue-se aqui uma carta de [[Karl Germer]], [[Magister_Templi|8º=3°]] [[Astrum_Argentum|A.·. A.·.]] afim de ilustrar o assunto, enviada a outra iniciada da Ordem, [[Jane Wolf]] em Janeiro de 1951:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''&amp;quot;Com base em minha experiência estou certo que atingi [[Tiphareth]] em Janeiro de 1927. E foi uma grande experiência... porém, os anos que se seguiram, revelaram algumas surpresas - que eu chamarei ' manifestações' - Eu nunca obtive essas mensagens do Sagrado Anjo Guardião. Foi somente em 1946, talvez 45, que eu fui tomado pela mão e forçado, contra a minha vontade, a agir de determinadas maneiras que, posteriormente, provaram-se extremamente benéficas para mim. Isso levou-me a trocar correspondências com [[Aleister Crowley]] num assunto que ultrapassava minha compreensão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O erro que todos nós parecemos cometer quando ouvimos falar desse S.A.G. e outras histórias sobre esse assunto, eu acho, é esperar algo do tipo ouvir vozes ou ter a visão de outro companheiro, ou de sua Majestade o S.A.G. como algo semelhante ao que ocorre neste plano. Logo após minha experiência em 1927, quando meu S.A.G. avisou-me que eu não tinha noção do que ele estava falando à minha alma, eu fui informado que, para entender Sua linguagem, teria que haver uma adaptação à este plano. Em outras palavras, um não tem que atravessar planos existenciais para comunicar-se com o outro. Eu não segui esse conselho - por teimosia, auxiliada, provavelmente, por uma típica natureza terrestre.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aleister Crowley deu-me alguns exemplos práticos das intervenções do S.A.G. Uma em 1946, quando a agulha de sua seringa quebrou e estava sozinho em Netherwood, quando um homem chegou, no meio de uma tempestade de neve, sem causa aparente, em sua casa a uma milha ou duas de distância e encontrou-o prostrado ; então telefonou a um médico que logo chegou e o salvou. Se atrasa-se vinte e cinco minutos, estaria morto. Esses são casos especiais. O que nós temos que aprender, é ouvir a sua voz nas coisas mais comuns das nossas vidas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
...Uma vez que você trabalha o universo em altos planos, as ações e poderes do S.A.G. manifestam-se em outros naturalmente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
...Práticas intensas e invocações capacitam a alma a reagir e compreender a linguagem do S.A.G. mais limpa e claramente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Isso deveria, talvez, ser adicionado aos comentários anteriores. Estou certo de que as realizações totalmente conscientes de Aleister Crowley revelaram aos poucos esse problema. Seus diários mostram que seu S.A.G. freqüentemente comunicava-se mais claramente através de mulheres como Ouarda a Vidente ( [[Rose Kelly]]), Mary d'Este... e por outros meios. Ele insistia em interrogar o mensageiro com toda força analítica de sua brilhante mente, tanto que, as pessoas que tentavam convencê-lo de certas coisas muito importantes, não ficavam á vontade e partiam.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Todos nós devemos nos fortalecer nesse conceito, não sucumbindo ao desespero, mas aprender como melhorar nossa condição.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se você soubesse como 666 procurou, muitas vezes às cegas, pela luz e não só ele, todos nós! O melhor que podemos fazer é pegar um único raio de luz entre os bilhões e trilhões que nos são enviados pelo Sol, generosamente, sem discriminação. Nós podemos pegar um em particular que mais se ajusta a nossa natureza, como um indivíduo. O raio que pegamos é diferente do seguinte. O de Van Gogh foi diferente do de Gauguin e assim por diante. Não desista! Você não deve sentir-se inferior a ninguém! Tem o amor de todos, respeito e admiração! Você está insatisfeita consigo mesma! É o tipo de sensação que precede um nascimento. Pergunte a qualquer artista, estadista ou até a um empresário quando uma grande decisão está para ser tomada... estou sendo cuidadoso em responder suas dúvidas e incertezas. A razão disso, é que eu mesmo tive meditando nesse problema por mais de vinte anos. Eu perguntava a Aleister Crowley várias vezes, porém, eu não entendia suas respostas; você deve compreender o assunto intensamente; cada um deve ' buscar no horror das florestas' por si só; a solução chega ao fim de todas as aspirações, ou das lutas travadas... &amp;quot;''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A próxima é uma consideração de [[Marcelo Motta]] :&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''&amp;quot;É fato que uma das formas do ‘ Conhecimento e Conversação do Sagrado Anjo Guardião” ocorre no plano relacionado ao Corpo de Desejos, e que uma forma simbólica do ‘ Anjo’ pode então aparecer ao aspirante. Mas, como está escrito: ‘ Conhece-los pelos seus frutos’ a validade de qualquer experiência mística ou mágica está no efeito evolutivo que produz na personalidade da pessoa que obtém a experiência.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pouco importa, do ponto de vista da humanidade (ou do ponto de vista do Universo), se o nosso arroubo espiritual foi lindo ou gostoso. O que importa é se foi ecológico. Os iniciados definem o avanço espiritual do ser humano como maior eficiência na promoção da harmonia universal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se o arroubo não traz benefícios ao universo em que você vive, a fórmula que o compõe não é a Amor, que pressupõe interação e comunicação, e sim, o Ódio, que pressupõe separação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Visões ‘místicas’ ou mágicas de ‘santos ou santas’ ocorrem constantemente em todos os sistemas religiosos. Na nomenclatura dos iogues, tais visões são formas de [[Dhyana]], que é a experiência mística que antecede [[Samadhi]], a qual é a verdadeira experiência mística que o iogue aspira. Em Samadhi há perfeita identidade entre você e a experiência; portanto a manifestação de forma, ou de uma Entidade separada de você mesmo, é impossível. Como diz o Bagh-i-Muattar: ‘ Alá é o ateísta, Ele não adora Alá’.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os cristãos que experimentam visões de ‘ Jesus Cristo’ ou da ‘Virgem Maria’, por exemplo, estão experimentando projeções do plano astral da intensidade de seu próprio desejo. Se ele se apega a tais visões, corre grande perigo de ser obcecado por entidade de uma baixa natureza. As incríveis perseguições religiosas dos cristãos uns contra os outros e contra membros de outros cultos, as espantosas crueldades da Inquisição romana e protestante, tiveram sua origem no apego por parte de crentes a visões deste tipo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
(...) Que se pode fazer num caso deste? Como podemos convencer uma alma simples de que o Jesus Cristo dos Evangelhos é apenas um símbolo do Adepto, ou de que a Virgem Universal é demasiado sublime para ser concentrada em uma simples forma humana. Principalmente quando sabemos que tanto o Cristo quanto a Virgem são arquétipos que existem em uma forma ou em outra, em todo e cada subconsciente humano.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ainda como diz o [[Liber_AL_Vel_Legis|Livro da Lei]]: ‘ Não sejas animal; refina tua raptura!’&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O iniciado só passa além da Visão do Anjo a uma verdadeira comunhão com ele quando percebe que é justamente a Visão que o separa d`Ele.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Qual iogue que alcançará Samadhi enquanto se sentir satisfeito com Dhyana.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É necessário tomar o máximo cuidado com visões astrais. O plano astral é infinitamente plástico: a substância que o compõe está sempre pronta assumir as formas do nosso desejo ou do nosso medo. Por este motivo, o Astral (como tudo mais neste mundo) é uma faca de dois gumes.&amp;quot;''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''&amp;lt;p align=&amp;quot;right&amp;quot;&amp;gt;Ataque e Defesa Astral, Ed. Bhavani.&amp;lt;/p&amp;gt;'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Ver também ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Ofício de Anthem]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Categoria:Thelema]]&lt;br /&gt;
[[Categoria:Astrum Argentum]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Daemonos</name></author>
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		<title>Escritura do Liber AL</title>
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		<updated>2006-09-26T05:06:34Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Daemonos: /* Links Externos */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;O título completo e original desse livro é&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Liber AL vel Legis'''&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
'''sub figura CCXX'''&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
'''The Book of the Law'''&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
'''as delivered by XCIII=418 to DCLXVI''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A religião conhecida como Thelema foi estabelecida com a escritura d'O Livro da Lei. Ele foi escrito (ou recebido) por [[Aleister Crowley]] no Cairo, Egito no ano 1904. Ele possui três capítulos, cada qual escrito em uma hora, começando ao meio-dia, nos dias 8, 9 e 10 de Abril. Crowley reinvidica que o autor foi uma entidade chamada Aiwass, a quem ele mais tarde identificou como seu próprio [[Sagrado Anjo Guardião]]. Os ensinamentos dentro deste livro foram o que chamamos [[Lei de Thelema]], que podem ser resumidos nessas duas frases,:&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
*&amp;quot;Faze o que tu queres há de ser tudo da Lei.&amp;quot; (AL I:40) e&lt;br /&gt;
*&amp;quot;Amor é a lei, amor sob vontade.&amp;quot; (AL I:57)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Interpretação deste livro é considerada uma questão indivídual, e promover abertamente idéias pessoais sobre seu significado é fortemente desencorajado. Crowley trabalhou amplamente para ver a [[Lei de Thelema]] promulgada em todas as áreas de sociedade, no entando, o sucesso disto está baseado em cada um seguir voluntariosamente uma vida Thelemica (veja o [[Dever]]) ao invés da evangelização ou tentativas diretas de conversão de outros. ''&amp;quot;Sucesso é tua prova: não agumentes; não convertas; não fales demais!&amp;quot;'' (AL III:42)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== A Escritura do Livro da Lei ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===O Chamado===&lt;br /&gt;
De acordo com Crowley, a história começa no dia 16 de março de 1904, quando ele tenta a &amp;quot;mostrar os Silfos&amp;quot; por meio de um ritual a sua esposa, Rose. Embora ela não pudesse ver nada, ela parecia entrar em um leve transe e repetidamente disse: &amp;quot;Eles estão esperando por você!&amp;quot; Considerando que Rose não tinha nenhum interesse em magia ou misticismo, ele deu pouca atanção a isso. Porém, no dia 18, depois de invocar Thoth (o deus de conhecimento), ela menciona Horus pelo nome como aquele que esperava por ele. Crowley, ainda cético, questionou-lhe várias perguntas sobre Horus que ela respondeu com precisão, sem ter qualquer estudo anterior do assunto. A prova final foi a identificação que Rose fez de Horus na Estela da Revelação, então hospedada no museu de Boulak, com número de exibição 666.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No dia 20 de março, Crowley invocou Horus, &amp;quot;com grande sucesso&amp;quot;. Entre os dias 23 de março e 8 de abril, Crowley obteve a tradução dos hieróglifos da Estela. Também, Rose revelou que seu &amp;quot;informante&amp;quot; não era o próprio Horus, mas o mensageiro dele, Aiwass. Finalmente, no dia 7 de abril, Rose deu a Crowley suas instruções - que durante três dias, ele deveria entrar no &amp;quot;templo&amp;quot; e escrevesse o que ouvira entre meio-dia e às 13:00 horas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===A Escrita===&lt;br /&gt;
Crowley escreveu o Livro da Lei no dia 8, 9 e 10 de abril, entre o meio-dia e às 13:00 horas. Ele descreve a &amp;quot;Voz de Aiwass&amp;quot; como vindo de sobre o ombro esquerdo dele, como se o orador estivesse de pé no canto do quarto. Era dito que sua voz era apaixonada, de timbre profundo, e musical, sem qualquer acento reconhecível. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Embora ele não tenha dado uma olhada ao redor do quarto, Crowley teve a impressão que Aiwass era um corpo de &amp;quot;fina matéria&amp;quot; como um &amp;quot;véu de gaze&amp;quot;. Depois Crowley descreve Aiwass como &amp;quot;um homem alto, escuro nos seus trinta anos, compacto, ativo e forte, com a face de um rei selvagem, e olhos ocultaram para que seu olhar não destruisse o que eles olhassem&amp;quot; (Crowley, 1997). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Comentários==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Veja Também==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Links Externos==&lt;br /&gt;
*[http://oto-usa.org/l31.html Versão Manuscrita do Livro da Lei]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Categoria:Thelema]]&lt;br /&gt;
[[Categoria:Liber]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Daemonos</name></author>
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		<updated>2006-09-26T05:05:25Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Daemonos: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
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&amp;lt;/tr&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/table&amp;gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Daemonos</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://www.ocultura.org.br/index.php?title=Geomancia&amp;diff=2363</id>
		<title>Geomancia</title>
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		<updated>2006-09-26T05:00:35Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Daemonos: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Como o próprio nome já demonstra, Geomancia é a a ciência das areias.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A origem de geomancia remonta a origem dos tempos onde o homem observava a estrelas em busca de respostas. Historicamente o oráculo foi desenvolvido pelo árabes e africanos. Na África são usados búzios e obis, enquanto os paíes árabes se utilizam da própria areia para obter a intuição da resposta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vejamos as definições do livro Geomancia Moderna de J. R. R. Abraão:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Geomancia, atualmente, pode ser definida de diversas formas:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
a) Segundo Panisha, podemos definí-la como a Arte Divinatória em que a resposta a uma pergunta formulada vem através do subconsciente segundo regras especiais;&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
b) Segundo Don Néroman, a Geomancia seria a Arte Divinatória na qual uma pergunta formulada torna-se uma interrogação feita pelo subconsciente aos Planetas Astrológicos, vindo a resposta através do inconsciente, além de ser a única forma válida de Astrologia Horária, episódica;&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
c) Segundo importantes autores do ocultismo ocidental, entre eles [[Aleister Crowley]], [[Israel Regardie]], Melita Denning, Osborne Phillips e diversos outros, a Geomancia é a Arte Divinatória na qual uma pergunta formulada interroga Inteligências Geomânticas (em algumas correntes, submissas a [[Planetas Astrológicos]]), que respondem à mesma através do nosso subconsciente;&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
d) Segundo praticantes modernos, menos ligados a organizações e dogmas, a Geomancia é a Arte Divinatória na qual uma pergunta formulada interroga Elementais da Terra (Gnomos), que respondem à mesma por intermédio de nosso subconsciente;&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
e) Segundo os praticantes de Cultos Afro, a Geomancia, tratada como “[[Culto de Ifá]]” e “Fundamentos de Ifá”, uma pergunta formulada torna-se uma interrogação às Entidades ligadas à prática realizada, que então utiliza-se de nosso subconsciente para respondê-la;&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
f) De acordo com nossas pesquisas e experiências, a Geomancia é a Arte Divinatória que, fazendo uso de uma estrutura egregórica pré-estabelecida, aonde encontram-se todos os parâmetros fixos e variáveis utilizadas em sua prática, uma vez formulada uma pergunta por alguém que conheça, compreenda e aceite sua estrutura e ditames, a mesma torna-se uma interrogação a Inteligências não-humanas, ligadas a energias Planetárias e Elementais, que enviam a resposta ao subconsciente do Geomancista, que só então obterá a resposta decifrada por um método mântico submetido à “lei das sincronicidades” (ver obras de [[Carl Gustav Jung]]), mas verificável racional e sequencialmente.&amp;lt;br&amp;gt;&amp;lt;br&amp;gt;  &lt;br /&gt;
Além disso, podemos dizer que a Geomancia é a Arte Divinatória que consiste em formar as assim chamadas Figuras Geomânticas e de as situar nas 12 Casas Geomânticas, semelhantes às 12 Casas Astrológicas. Como há 15 Figuras para 12 Casas, as 3 Figuras restantes formam o chamado Tribunal Geomântico, composto de 2 Testemunhas e de 1 juiz.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Categoria:Divinação]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Daemonos</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://www.ocultura.org.br/index.php?title=Kagyu&amp;diff=2362</id>
		<title>Kagyu</title>
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		<updated>2006-09-26T04:58:05Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Daemonos: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;A Escola '''Kagyü''' tem sua origem no mahasiddha indiano Tilopa (988-1069), que recebeu os ensinamentos diretamente do Buddha Vajradhara, o Buddha primordial (Adi-Buddha). Estes ensinamentos tinham por base uma prática conhecida como Mahamudra (Grande Selo).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De Tilopa os ensinamentos passaram a Naropa (1016-1100), de Naropa a Marpa (1012-1097), de Marpa a Milarepa (1040-1123), este último o mais popular mestre vajra para o povo tibetano. Foi um discípulo de Milarepa, Gampopa, quem sistematizou os ensinamentos do Mahamudra.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Escola Kagyü consiste em quatro subescolas fundadas por discípulos de Gampopa. A principal delas é a escola Karma Kagyü, cujo fundador é o Karmapa (1110-1193).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Ensinamentos'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O ensinamento do Mahamudra integra a visão da vacuidade com a da clara luz, percebendo diretamente a realidade última. O ensinamento do Chöd ensina a cortar as ilusões mentais e os obstáculos materiais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As 6 yogas de Naropa ensinam a controlar a energia sutil:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1) '''Tumo''': eleva a temperatura do corpo, realizando o grande êxtase a vacuidade;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2) '''Corpo ilusório''': realização de um corpo dotado de qualidades búdicas;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
3) '''Sonhos''': preservar a consciência nos sonhos, realizando a visão do mundo como um sonho;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
4) '''Clara Luz''': perceber a realidade última da mente;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
5) '''Bardo''': meditação que permite alcançar a realidade última no estado intermediário (bardo) entre a morte e o renascimento;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
6) '''Po'wa''': permite transferir a consciência, após a morte, a uma terra pura de um Buddha.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Categoria:Budismo]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Daemonos</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://www.ocultura.org.br/index.php?title=Jules_Doinel&amp;diff=2361</id>
		<title>Jules Doinel</title>
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		<updated>2006-09-26T04:50:22Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Daemonos: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Jules-Stanislas Doinel nasceu em 1842 em Moulins, no Allier. Doinel surge ligado a este assunto por ter sido um personagem essencial de um movimento neocátaro que surgiu no final do século passado em França. A sua carreira de arquivista e paleógrafo iniciou-se nos Archives du Cantal, e posteriormente na Biblioteca de Loiret. Foi nesta última que ele encontrou algo que aparentemente mudou a sua vida: uma carta com a assinatura de um chanceler episcopal, de nome Etienne, que fora queimado em 1022, por heresia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Talvez se inicie aqui a história da [[Igreja Gnóstica]], pois foi através desta carta que Doinel tomou conhecimento do grupo sectário do qual Etienne fazia parte. Tratava-se de uma seita de popelicanos, da qual faziam parte homens e mulheres de forma indistinta, e que se estabeleceu na diocese de Orleães, no século XI, durante o reinado de Roberto II. Os membros desta seita eram dualistas, ou seja, acreditavam na luta eterna entre as forças do Bem e do Mal. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As reuniões da seita tinham lugar em Orleães. Doinel descobriu que uma mulher Eslava tinha vindo da península itálica para participar nos encontros, o que indica se tratar de alguém com importância para os membros da seita. Possivelmente, a mulher seria uma bogomil, o nome pelo qual são conhecidos os cátaros Eslavos. Doinel conseguiu obter várias informações sobre o que se passava nas reuniões dos popelicanos, possivelmente lendo os documentos relativos ao processo do herético Etienne. As reuniões principiavam com todos os participantes entoando litanias com uma vela acesa na mão. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Doinel filiou-se a diversas Ordens ocultistas no intuito de obter informações e respostas as suas perguntas e percebeu que as pessoas que tinham uma espiritualidade mais avançada participavam secretamente de sessões do [[espiritismo kardecista]]. Começou então a freqüentar o kardecismo e ficou muito surpreso, quando viu figuras conhecidas do ocultismo participando das chamadas &amp;quot;[[mesas falantes]]&amp;quot;. Começa então a se dedicar em seu desenvolvimento mediúnico, sempre com o objetivo de obter respostas para o seu intrigante manuscrito. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Foi então que, numa determinada sessão, na presença de vários espíritas conhecidíssimos sete Entidades espirituais manifestaram-se na seção. Um deles incorporou em Jules Doinel e os demais seis se materializaram na presença de todos os presentes. Era a resposta que Doinel procurava! Tratava-se dos mártires cátaros que foram queimados na fogueira da inquisição, e que teriam manifestado naquele dia para consagrar Jules Doinel como Bispo Gnóstico e outorgar-lhe a missão de restaurar a Igreja Gnóstica no mundo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Doinel, sentindo-se extremamente realizado, voltou aos grupos ocultistas que participava, e com o aval dos altos dignitários das Ordens mais respeitadas da França, e que outrora presenciaram secretamente o fenômeno, instituiu a Igreja Gnóstica. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Logo em seguida Doinel fez uma aliança com [[Papus]] – Grão Mestre e um dos membros fundadores da ordem Martinista, consagrando-o Bispo. Papus em retribuição, e sentindo a força da Iniciação recebida de Doinel, decretou que a Igreja Gnóstica seria a Igreja oficial dos [[Martinistas]]. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não demorou muito para a Igreja crescer. Pessoas de várias partes do mundo vinham ver o que era aquilo que todos chamavam de &amp;quot;a nova revelação&amp;quot;. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Anos se passaram; Doinel, extremamente instável e assustado com o crescimento da Igreja, e que tinha formação católica, viu-se num dilema entre a fé e a razão, e guiado pela fé, arrependeu-se de sua obra, renunciando ao patriarcado da Igreja e nomeando o Bispo [[Jean Bricaud]] como novo patriarca. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Jean Bricaud, agora patriarca, transformou a Igreja Gnóstica em uma organização sólida, tão sólida que recebeu a sucessão apostólica original de um Bispo ortodoxo (da [[Igreja Sirio-Jacobita]]), que tinha se convertido ao gnosticismo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assim, a Igreja Gnóstica, além de sua [[sucessão cátara]], agora possuía a [[sucessão apostólica]], o que a colocaria numa posição confortável perante Roma.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A grandeza da [[Igreja Gnóstica]], agora reconhecida por Roma provocou um enorme arrependimento em Jules Doinel, que se sentiu traidor de sua missão. Pediu um encontro com Jean Bricaud para voltar a Igreja. Nesse encontro, Jean Bricaud fez questão de reunir todo o Sínodo para testemunhar a conversa, onde Doinel, após explicar sua situação para Bricaud, insistiu em ser recebido de volta à Igreja Gnóstica como Patriarca. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Bricaud, explicou a Doinel as razões legais e espirituais para recusar a oferta. Então, por decisão do Sínodo da Igreja, Doinel voltou, não como patriarca, mas sim como Bispo. Era a primeira vez na história que um patriarca vivo voltava a condição de Bispo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em seu leito de morte havia um crucifixo e uma medalha de [[Abraxas]] (divindade Gnóstica). Sua vida, cercada de excentricidade, foi marcada pela solidão e pelo arrependimento. Suas últimas palavras foram de agradecimento aos mártires cátaros. Testemunhas documentaram que ao último suspiro de Doinel, uma névoa branca tomou conta do aposento e, na presença de todos, Doinel aparece em pé, em forma etérea acima de seu corpo que estava deitado na cama, com uma coroa e um cetro patriarcal, e ao seu lado, três anciãos o escoltavam em direção aos céus. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Originalmente, a Igreja Gnóstica recebeu uma doutrina essencialmente cátara, dando ênfase à pureza e a castidade. Tinha apenas 4 graus: Acólito, Diácono, Sacerdote e Bispo. Este foi o modelo original, criado por Jules Doinel e que ainda existe em algumas organizações. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Posteriormente, o Patriarca Jean Bricaud acrescenta mais 4 graus: Tonsurado (ou Clérigo), Leitor, Exorcista e sub-Diácono, totalizando 8 graus. Assim iniciava dentro da Igreja Gnóstica um caminho operativo, tornando-a uma Ordem Iniciática, diferente da proposta de Doinel, que seguia a via da contemplação. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A doutrina pregada por Jean Bricaud tinha por base o catarismo, mas com fortes influências maçônicas e ocultistas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Essa doutrina durou alguns anos, até que Jean Bricaud introduziu elementos do cristianismo ortodoxo na Igreja, chegando até a consagrar alguns [[Arquimandritas]], que caracterizava os [[cleros branco]] (sem celibato) e [[negro]] (celibatário) da [[Igreja Ortodoxa]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A [[doutrina ortodoxa]] foi logo retirada da Igreja, pois Jean Bricaud sentiu que estava fugindo das origens de Doinel, ficando somente as influências Maçônicas e ocultistas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com a rápida expansão da Igreja e, devido a autoridade e independência dos Bispos, a Igreja Gnóstica ganha cada vez mais ramificações. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assim, existem várias ramificações da Igreja Gnóstica, que recebem os nomes de seus idealizadores:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* O ramo de [[Jules Doinel]] &lt;br /&gt;
* O ramo de [[Jean Bricaud]]; &lt;br /&gt;
* O ramo de [[Aleiter Crowley]] &lt;br /&gt;
* O ramo de [[Krum Heller]] &lt;br /&gt;
* O ramo de [[Samael Aum Weor]] &lt;br /&gt;
* O ramo de [[Lucien Jean Maine]] &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Estes ramos citados são os mais antigos e conhecidos, mas existem dezenas de outras linhagens. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Algumas destas Escolas praticam uma Gnose mais pura, baseada nas culturas pré-cristãs, com forte influência oriental. Outras Escolas praticam uma Gnose com fortes influências judaico-cristã-islâmica. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas ainda existe uma terceira manifestação da Gnose, baseada nos ensinamentos de [[Carl Gustav Jung]]. Esta Escola baseia sua Gnose na psicologia, dando ênfase na interpretação das reações psicológicas do homem e sua relação com o universo. Nesse ramo não existe clero nem sistema de graus, sendo apenas uma metodologia de trabalho interior. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um ponto em comum a todas estas Escolas é a [[Grande Virgem da Gnose]], [[Sofia]], que é de fato a grande [[manifestação egregórica]] da Gnose. Representa a base da doutrina e mãe de todas as organizações gnósticas, inspirando a Igreja do invisível. Abaixo dela está [[São Miguel Arcanjo]] (ou Mikael), que é o guardião da Igreja, agindo de forma disciplinadora. Sua influência estende-se tanto a clérigos quanto a fiéis da Igreja Gnóstica. E completando a Trindade de comando espiritual da Igreja está o Mestre Desconhecido, um Ser Espiritual que comanda a Igreja como um Patriarca invisível, sendo o responsável pela administração e transmissão da Gnose no mundo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Categoria:Gnosticismo]]&lt;br /&gt;
[[Categoria:Martinismo]]&lt;br /&gt;
[[Categoria:Biografias]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Daemonos</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://www.ocultura.org.br/index.php?title=Jules_Doinel&amp;diff=2360</id>
		<title>Jules Doinel</title>
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		<updated>2006-09-26T04:48:52Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Daemonos: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Jules-Stanislas Doinel nasceu em 1842 em Moulins, no Allier. Doinel surge ligado a este assunto por ter sido um personagem essencial de um movimento neocátaro que surgiu no final do século passado em França. A sua carreira de arquivista e paleógrafo iniciou-se nos Archives du Cantal, e posteriormente na Biblioteca de Loiret. Foi nesta última que ele encontrou algo que aparentemente mudou a sua vida: uma carta com a assinatura de um chanceler episcopal, de nome Etienne, que fora queimado em 1022, por heresia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Talvez se inicie aqui a história da [[Igreja Gnóstica]], pois foi através desta carta que Doinel tomou conhecimento do grupo sectário do qual Etienne fazia parte. Tratava-se de uma seita de popelicanos, da qual faziam parte homens e mulheres de forma indistinta, e que se estabeleceu na diocese de Orleães, no século XI, durante o reinado de Roberto II. Os membros desta seita eram dualistas, ou seja, acreditavam na luta eterna entre as forças do Bem e do Mal. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As reuniões da seita tinham lugar em Orleães. Doinel descobriu que uma mulher Eslava tinha vindo da península itálica para participar nos encontros, o que indica se tratar de alguém com importância para os membros da seita. Possivelmente, a mulher seria uma bogomil, o nome pelo qual são conhecidos os cátaros Eslavos. Doinel conseguiu obter várias informações sobre o que se passava nas reuniões dos popelicanos, possivelmente lendo os documentos relativos ao processo do herético Etienne. As reuniões principiavam com todos os participantes entoando litanias com uma vela acesa na mão. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Doinel filiou-se a diversas Ordens ocultistas no intuito de obter informações e respostas as suas perguntas e percebeu que as pessoas que tinham uma espiritualidade mais avançada participavam secretamente de sessões do [[espiritismo kardecista]]. Começou então a freqüentar o kardecismo e ficou muito surpreso, quando viu figuras conhecidas do ocultismo participando das chamadas &amp;quot;[[mesas falantes]]&amp;quot;. Começa então a se dedicar em seu desenvolvimento mediúnico, sempre com o objetivo de obter respostas para o seu intrigante manuscrito. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Foi então que, numa determinada sessão, na presença de vários espíritas conhecidíssimos sete Entidades espirituais manifestaram-se na seção. Um deles incorporou em Jules Doinel e os demais seis se materializaram na presença de todos os presentes. Era a resposta que Doinel procurava! Tratava-se dos mártires cátaros que foram queimados na fogueira da inquisição, e que teriam manifestado naquele dia para consagrar Jules Doinel como Bispo Gnóstico e outorgar-lhe a missão de restaurar a Igreja Gnóstica no mundo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Doinel, sentindo-se extremamente realizado, voltou aos grupos ocultistas que participava, e com o aval dos altos dignitários das Ordens mais respeitadas da França, e que outrora presenciaram secretamente o fenômeno, instituiu a Igreja Gnóstica. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Logo em seguida Doinel fez uma aliança com [[Papus]] – Grão Mestre e um dos membros fundadores da ordem Martinista, consagrando-o Bispo. Papus em retribuição, e sentindo a força da Iniciação recebida de Doinel, decretou que a Igreja Gnóstica seria a Igreja oficial dos [[Martinistas]]. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não demorou muito para a Igreja crescer. Pessoas de várias partes do mundo vinham ver o que era aquilo que todos chamavam de &amp;quot;a nova revelação&amp;quot;. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Anos se passaram; Doinel, extremamente instável e assustado com o crescimento da Igreja, e que tinha formação católica, viu-se num dilema entre a fé e a razão, e guiado pela fé, arrependeu-se de sua obra, renunciando ao patriarcado da Igreja e nomeando o Bispo [[Jean Bricaud]] como novo patriarca. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Jean Bricaud, agora patriarca, transformou a Igreja Gnóstica em uma organização sólida, tão sólida que recebeu a sucessão apostólica original de um Bispo ortodoxo (da [[Igreja Sirio-Jacobita]]), que tinha se convertido ao gnosticismo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assim, a Igreja Gnóstica, além de sua [[sucessão cátara]], agora possuía a [[sucessão apostólica]], o que a colocaria numa posição confortável perante Roma.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A grandeza da [[Igreja Gnóstica]], agora reconhecida por Roma provocou um enorme arrependimento em Jules Doinel, que se sentiu traidor de sua missão. Pediu um encontro com Jean Bricaud para voltar a Igreja. Nesse encontro, Jean Bricaud fez questão de reunir todo o Sínodo para testemunhar a conversa, onde Doinel, após explicar sua situação para Bricaud, insistiu em ser recebido de volta à Igreja Gnóstica como Patriarca. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Bricaud, explicou a Doinel as razões legais e espirituais para recusar a oferta. Então, por decisão do Sínodo da Igreja, Doinel voltou, não como patriarca, mas sim como Bispo. Era a primeira vez na história que um patriarca vivo voltava a condição de Bispo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em seu leito de morte havia um crucifixo e uma medalha de [[Abraxas]] (divindade Gnóstica). Sua vida, cercada de excentricidade, foi marcada pela solidão e pelo arrependimento. Suas últimas palavras foram de agradecimento aos mártires cátaros. Testemunhas documentaram que ao último suspiro de Doinel, uma névoa branca tomou conta do aposento e, na presença de todos, Doinel aparece em pé, em forma etérea acima de seu corpo que estava deitado na cama, com uma coroa e um cetro patriarcal, e ao seu lado, três anciãos o escoltavam em direção aos céus. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Originalmente, a Igreja Gnóstica recebeu uma doutrina essencialmente cátara, dando ênfase à pureza e a castidade. Tinha apenas 4 graus: Acólito, Diácono, Sacerdote e Bispo. Este foi o modelo original, criado por Jules Doinel e que ainda existe em algumas organizações. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Posteriormente, o Patriarca Jean Bricaud acrescenta mais 4 graus: Tonsurado (ou Clérigo), Leitor, Exorcista e sub-Diácono, totalizando 8 graus. Assim iniciava dentro da Igreja Gnóstica um caminho operativo, tornando-a uma Ordem Iniciática, diferente da proposta de Doinel, que seguia a via da contemplação. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A doutrina pregada por Jean Bricaud tinha por base o catarismo, mas com fortes influências maçônicas e ocultistas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Essa doutrina durou alguns anos, até que Jean Bricaud introduziu elementos do cristianismo ortodoxo na Igreja, chegando até a consagrar alguns [[Arquimandritas]], que caracterizava os [[cleros branco]] (sem celibato) e [[negro]] (celibatário) da [[Igreja Ortodoxa]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A [[doutrina ortodoxa]] foi logo retirada da Igreja, pois Jean Bricaud sentiu que estava fugindo das origens de Doinel, ficando somente as influências Maçônicas e ocultistas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com a rápida expansão da Igreja e, devido a autoridade e independência dos Bispos, a Igreja Gnóstica ganha cada vez mais ramificações. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assim, existem várias ramificações da Igreja Gnóstica, que recebem os nomes de seus idealizadores: &lt;br /&gt;
-O ramo de [[Jules Doinel]] &lt;br /&gt;
-O ramo de [[Jean Bricaud]]; &lt;br /&gt;
-O ramo de [[Aleiter Crowley]] &lt;br /&gt;
-O ramo de [[Krum Heller]] &lt;br /&gt;
-O ramo de [[Samael Aum Weor]] &lt;br /&gt;
-O ramo de [[Lucien Jean Maine]] &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Estes ramos citados são os mais antigos e conhecidos, mas existem dezenas de outras linhagens. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Algumas destas Escolas praticam uma Gnose mais pura, baseada nas culturas pré-cristãs, com forte influência oriental. Outras Escolas praticam uma Gnose com fortes influências judaico-cristã-islâmica. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas ainda existe uma terceira manifestação da Gnose, baseada nos ensinamentos de [[Carl Gustav Jung]]. Esta Escola baseia sua Gnose na psicologia, dando ênfase na interpretação das reações psicológicas do homem e sua relação com o universo. Nesse ramo não existe clero nem sistema de graus, sendo apenas uma metodologia de trabalho interior. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um ponto em comum a todas estas Escolas é a [[Grande Virgem da Gnose]], [[Sofia]], que é de fato a grande [[manifestação egregórica]] da Gnose. Representa a base da doutrina e mãe de todas as organizações gnósticas, inspirando a Igreja do invisível. Abaixo dela está [[São Miguel Arcanjo]] (ou Mikael), que é o guardião da Igreja, agindo de forma disciplinadora. Sua influência estende-se tanto a clérigos quanto a fiéis da Igreja Gnóstica. E completando a Trindade de comando espiritual da Igreja está o Mestre Desconhecido, um Ser Espiritual que comanda a Igreja como um Patriarca invisível, sendo o responsável pela administração e transmissão da Gnose no mundo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Categoria:Gnosticismo]]&lt;br /&gt;
[[Categoria:Martinismo]]&lt;br /&gt;
[[Categoria:Biografias]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Daemonos</name></author>
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	<entry>
		<id>https://www.ocultura.org.br/index.php?title=Jules_Doinel&amp;diff=2359</id>
		<title>Jules Doinel</title>
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		<updated>2006-09-26T04:42:44Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Daemonos: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Jules-Stanislas Doinel nasceu em 1842 em Moulins, no Allier. Doinel surge ligado a este assunto por ter sido um personagem essencial de um movimento neocátaro que surgiu no final do século passado em França. A sua carreira de arquivista e paleógrafo iniciou-se nos Archives du Cantal, e posteriormente na Biblioteca de Loiret. Foi nesta última que ele encontrou algo que aparentemente mudou a sua vida: uma carta com a assinatura de um chanceler episcopal, de nome Etienne, que fora queimado em 1022, por heresia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Talvez se inicie aqui a história da Igreja Gnóstica, pois foi através desta carta que Doinel tomou conhecimento do grupo sectário do qual Etienne fazia parte. Tratava-se de uma seita de popelicanos, da qual faziam parte homens e mulheres de forma indistinta, e que se estabeleceu na diocese de Orleães, no século XI, durante o reinado de Roberto II. Os membros desta seita eram dualistas, ou seja, acreditavam na luta eterna entre as forças do Bem e do Mal. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As reuniões da seita tinham lugar em Orleães. Doinel descobriu que uma mulher Eslava tinha vindo da península itálica para participar nos encontros, o que indica se tratar de alguém com importância para os membros da seita. Possivelmente, a mulher seria uma bogomil, o nome pelo qual são conhecidos os cátaros Eslavos. Doinel conseguiu obter várias informações sobre o que se passava nas reuniões dos popelicanos, possivelmente lendo os documentos relativos ao processo do herético Etienne. As reuniões principiavam com todos os participantes entoando litanias com uma vela acesa na mão. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Doinel filiou-se a diversas Ordens ocultistas no intuito de obter informações e respostas as suas perguntas e percebeu que as pessoas que tinham uma espiritualidade mais avançada participavam secretamente de sessões do espiritismo kardecista. Começou então a freqüentar o kardecismo e ficou muito surpreso, quando viu figuras conhecidas do ocultismo participando das chamadas &amp;quot;mesas falantes&amp;quot;. Começa então a se dedicar em seu desenvolvimento mediúnico, sempre com o objetivo de obter respostas para o seu intrigante manuscrito. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Foi então que, numa determinada sessão, na presença de vários espíritas conhecidíssimos sete Entidades espirituais manifestaram-se na seção. Um deles incorporou em Jules Doinel e os demais seis se materializaram na presença de todos os presentes. Era a resposta que Doinel procurava! Tratava-se dos mártires cátaros que foram queimados na fogueira da inquisição, e que teriam manifestado naquele dia para consagrar Jules Doinel como Bispo Gnóstico e outorgar-lhe a missão de restaurar a Igreja Gnóstica no mundo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Doinel, sentindo-se extremamente realizado, voltou aos grupos ocultistas que participava, e com o aval dos altos dignitários das Ordens mais respeitadas da França, e que outrora presenciaram secretamente o fenômeno, instituiu a Igreja Gnóstica. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Logo em seguida Doinel fez uma aliança com Papus – Grão Mestre e um dos membros fundadores da ordem Martinista, consagrando-o Bispo. Papus em retribuição, e sentindo a força da Iniciação recebida de Doinel, decretou que a Igreja Gnóstica seria a Igreja oficial dos Martinistas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não demorou muito para a Igreja crescer. Pessoas de várias partes do mundo vinham ver o que era aquilo que todos chamavam de &amp;quot;a nova revelação&amp;quot;. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Anos se passaram; Doinel, extremamente instável e assustado com o crescimento da Igreja, e que tinha formação católica, viu-se num dilema entre a fé e a razão, e guiado pela fé, arrependeu-se de sua obra, renunciando ao patriarcado da Igreja e nomeando o Bispo Jean Bricaud como novo patriarca. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Jean Bricaud, agora patriarca, transformou a Igreja Gnóstica em uma organização sólida, tão sólida que recebeu a sucessão apostólica original de um Bispo ortodoxo (da Igreja Sirio-Jacobita), que tinha se convertido ao gnosticismo. &lt;br /&gt;
Assim, a Igreja Gnóstica, além de sua sucessão cátara, agora possuía a sucessão apostólica, o que a colocaria numa posição confortável perante Roma.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A grandeza da Igreja Gnóstica, agora reconhecida por Roma provocou um enorme arrependimento em Jules Doinel, que se sentiu traidor de sua missão. Pediu um encontro com Jean Bricaud para voltar a Igreja. Nesse encontro, Jean Bricaud fez questão de reunir todo o Sínodo para testemunhar a conversa, onde Doinel, após explicar sua situação para Bricaud, insistiu em ser recebido de volta à Igreja Gnóstica como Patriarca. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Bricaud, explicou a Doinel as razões legais e espirituais para recusar a oferta. Então, por decisão do Sínodo da Igreja, Doinel voltou, não como patriarca, mas sim como Bispo. Era a primeira vez na história que um patriarca vivo voltava a condição de Bispo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em seu leito de morte havia um crucifixo e uma medalha de Abraxas (divindade Gnóstica). Sua vida, cercada de excentricidade, foi marcada pela solidão e pelo arrependimento. Suas últimas palavras foram de agradecimento aos mártires cátaros. Testemunhas documentaram que ao último suspiro de Doinel, uma névoa branca tomou conta do aposento e, na presença de todos, Doinel aparece em pé, em forma etérea acima de seu corpo que estava deitado na cama, com uma coroa e um cetro patriarcal, e ao seu lado, três anciãos o escoltavam em direção aos céus. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Originalmente, a Igreja Gnóstica recebeu uma doutrina essencialmente cátara, dando ênfase à pureza e a castidade. Tinha apenas 4 graus: Acólito, Diácono, Sacerdote e Bispo. Este foi o modelo original, criado por Jules Doinel e que ainda existe em algumas organizações. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Posteriormente, o Patriarca Jean Bricaud acrescenta mais 4 graus: Tonsurado (ou Clérigo), Leitor, Exorcista e sub-Diácono, totalizando 8 graus. Assim iniciava dentro da Igreja Gnóstica um caminho operativo, tornando-a uma Ordem Iniciática, diferente da proposta de Doinel, que seguia a via da contemplação. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A doutrina pregada por Jean Bricaud tinha por base o catarismo, mas com fortes influências maçônicas e ocultistas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Essa doutrina durou alguns anos, até que Jean Bricaud introduziu elementos do cristianismo ortodoxo na Igreja, chegando até a consagrar alguns Arquimandritas, que caracterizava os cleros branco (sem celibato) e negro (celibatário) da Igreja Ortodoxa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A doutrina ortodoxa foi logo retirada da Igreja, pois Jean Bricaud sentiu que estava fugindo das origens de Doinel, ficando somente as influências Maçônicas e ocultistas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com a rápida expansão da Igreja e, devido a autoridade e independência dos Bispos, a Igreja Gnóstica ganha cada vez mais ramificações. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assim, existem várias ramificações da Igreja Gnóstica, que recebem os nomes de seus idealizadores: &lt;br /&gt;
-O ramo de Jules Doinel &lt;br /&gt;
-O ramo de Jean Bricaud; &lt;br /&gt;
-O ramo de Aleiter Crowley &lt;br /&gt;
-O ramo de Krum Heller &lt;br /&gt;
-O ramo de Samael Aum Weor &lt;br /&gt;
-O ramo Lucien Jean Maine &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Estes ramos citados são os mais antigos e conhecidos, mas existem dezenas de outras linhagens. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Algumas destas Escolas praticam uma Gnose mais pura, baseada nas culturas pré-cristãs, com forte influência oriental. &lt;br /&gt;
Outras Escolas praticam uma Gnose com fortes influências judaico-cristã-islâmica. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas ainda existe uma terceira manifestação da Gnose, baseada nos ensinamentos de Carl Gustav Yung. Esta Escola baseia sua Gnose na psicologia, dando ênfase na interpretação das reações psicológicas do homem e sua relação com o universo. Nesse ramo não existe clero nem sistema de graus, sendo apenas uma metodologia de trabalho interior. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um ponto em comum a todas estas Escolas é a Grande Virgem da Gnose, Sofia, que é de fato a grande manifestação egregórica da Gnose. Representa a base da doutrina e mãe de todas as organizações gnósticas, inspirando a Igreja do invisível. Abaixo dela está São Miguel Arcanjo (ou Mikael), que é o guardião da Igreja, agindo de forma disciplinadora. Sua influência estende-se tanto a clérigos quanto a fiéis da Igreja Gnóstica. E completando a Trindade de comando espiritual da Igreja está o Mestre Desconhecido, um Ser Espiritual que comanda a Igreja como um Patriarca invisível, sendo o responsável pela administração e transmissão da Gnose no mundo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Categoria:Gnosticismo]]&lt;br /&gt;
[[Categoria:Martinismo]]&lt;br /&gt;
[[Categoria:Biografias]]&lt;/div&gt;</summary>
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&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Esta [[Especial:categories|categoria]] contém diversas páginas sobre [[Religiões]].&lt;/div&gt;</summary>
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&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Esta [[Especial:categories|categoria]] contém diversas páginas sobre [[Budismo]].&lt;br /&gt;
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&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Esta [[Especial:categories|categoria]] contém páginas sobre diversas [[Budismo]].&lt;br /&gt;
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[[Categoria:Religiões]]&lt;/div&gt;</summary>
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&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Esta página possui artigos sobre [[Budismo]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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[[Categoria:Religiões]]&lt;/div&gt;</summary>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;Daemonos: &lt;/p&gt;
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&lt;div&gt;Esta página possui artigos sobre [[Budismo]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Daemonos</name></author>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;Daemonos: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;'''Budismo''' é uma religião e filosofia baseada nas escrituras e na tradição leiga e monástica iniciadas por Siddhartha Gautama, o Buda histórico, que viveu aproximadamente entre 563 e 483 a.C. Surgiu originalmente na Índia e de lá se espalhou através da Ásia, Ásia Central, Tibete, Sri Lanka (antigo Ceilão), Sudeste Asiático como também para países do Leste Asiático, incluindo China, Myanmar, Coréia, Vietnã e Japão. Hoje o Budismo se encontra em quase todos os países do mundo, amplamente divulgado pelas diferentes escolas budistas, e conta cerca de 376 milhões de seguidores.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Budismo ensina a desenvolver ações boas e construtivas, evitar ações ruins e danosas, e purificar e treinar a mente. O objetivo dessas práticas é o fim do sofrimento decorrente da existência cíclica, samsara, despertando no praticante o entendimento da realidade última - o ''Nirvana''.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A moral budista é baseada nos princípios de preservação da vida e moderação. O treinamento mental foca na disciplina moral (''sila''), concentração meditativa (''samadhi''), e sabedoria (''prajña'').&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Apesar do Budismo não negar a existência de seres sobrenaturais (de fato, há muitas referências nas escrituras Budistas), ele não confere nenhum poder especial de criação, salvação ou julgamento à esses seres, não compartilhando da noção de Deus comum à maioria das religiões. Entende-se que, assim como os humanos, eles possuem o poder de afetar os eventos mundanos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A base do Budismo é a compreensão das '''Quatro Nobres Verdades''', ligadas à constatação da existência de um sentimento de insatisfação (''Dukkha'') inerente à própria existência, que pode no entanto ser transcendido através da prática do '''Nobre Caminho Óctuplo'''. Outro conceito importante, que de certa forma sintetiza a cosmovisão budista, é o das três marcas da existência: a insatisfação (''Dukkha''), a impermanência (''Anicca'') e a ausência de um &amp;quot;eu&amp;quot; (''Anatta'').&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Escolas ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O budismo dividiu-se em várias escolas, algumas das quais vieram a se extinguir. A principal divisão atualmente existente é entre a escola '''Theravada''' e as linhagens '''Mahayana''' e '''Vajrayana'''.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As escolas numericamente mais expressivas na atualidade são:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1) Theravada, estabelecida no sudeste asiático;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2) Zen japonês e Chan chinês, escolas com ênfase na meditação . Alguns estudiosos consideram estas escolas como uma linhagem Mahayana. Outros, no entando, dizem que, pela ênfase ser diferente, e pelo Zen/Chan ser &amp;quot;descendentes&amp;quot; também do Taoísmo, devem ser considerados uma escola à parte; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
3) As escolas japonesas devocionais da Terra Pura (Jodo Shu) e Verdadeira Terra Pura (Jodo Shinshu), também Mahayana; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
4) As escolas tântricas do Budismo tibetano (Nyingma, Kagyu, Gelug, Sakya) que fazem parte da linhagem Vajrayana.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Há muita polêmica e confusão no ocidente em torno do budismo, devido principalmente à falta de disponibilização de informação correta. Muitos movimentos esoteristas e sincréticos procuram se apresentar como &amp;quot;verdadeiros budismos&amp;quot;, &amp;quot;adaptações para o Ocidente&amp;quot;, etc. Freqüentemente questiona-se quanto ao budismo ser ou não uma religião (por não aceitar a existência de um Deus criador do mundo), quanto a crer ou não em reencarnação (em contraste com o conceito de renascimento), etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Origens ==&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
O budismo formou-se no nordeste da Índia, entre o século VI a.C. e o século IV a.C. Este período corresponde a uma fase de alterações sociais, políticas e económicas nesta região do mundo. A antiga religiosidade bramânica, centrada no sacríficio de animais, era questionada por vários grupos religiosos, que geralmente orbitavam em torno de um mestre.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um destes mestres religiosos foi Siddhartha Gautama, o Buda, cuja vida a maioria dos académicos ocidentais e indianos situa entre 563 a.C. e 483 a.C., embora os académicos japoneses consideram mais provável a data 448 a.C.-368 a.C.. Siddhartha nasceu na povoação de Kapilavastu, que se julga ser a aldeia indiana de Piprahwa, situada perto da fronteira indo-nepalesa. Pertencia à casta guerreira (''ksatriya'').&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Várias lendas posteriores afirmam que Siddhartha viveu no luxo, tendo o seu pai se esforçado por evitar que o seu filho entrasse em contacto com os aspectos desagradáveis da vida. Por volta dos 29 anos, o jovem Siddhartha decidiu abandonar a sua vida, renunciando a todos os bens materiais, e adoptando a vida de um renunciante. Praticou o ioga (numa forma que não é a mesma que é hoje seguida nos países ocidentais), e seguiu práticas ascéticas extremas, mas acabou por abandoná-las, vendo que não conseguia obter nada delas. Segundo a tradição, ao fim de uma meditação sentado debaixo de uma figueira, descobriu a solução para a libertação do ciclo das existências e das mortes que o atormentava.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pouco depois decidiu retomar a sua vida errante, tendo chegado a um bosque perto de Benares, onde proferiu um sermão diante de cinco jovens, que convencidos pelos seus ensinamentos, se tornaram os seus primeiros discípulos e com que que formou a primeira comunidade monástica (''sangha''). O Buda dedicou então o resto da sua vida (talvez trinta ou cinquenta anos) a pregar a sua doutrina através de um método oral, não tendo deixado quaisquer escritos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Principais Doutrinas ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Quatro Nobres Verdades'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um dos principais ensinamentos do Buda é aquele que é o conhecido como as Quatro Nobres Verdades. Ele constitui a base de todas as escolas budistas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A primeira nobre verdade ensina que toda a vida é ''dukkha'', palavra que tem sido traduzida como &amp;quot;sofrimento&amp;quot;, mas que também pode significar &amp;quot;insatisfação&amp;quot;. A segunda afirma que o sofrimento tem uma origem, a terceira que há uma forma de suprimir este sofrimento e a quarta recomenda o caminho para acabar com o sofrimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''O Nobre Caminho Óctuplo'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tem sido sugerido que a forma de exposição da doutrina das &amp;quot;Quatro Nobres Verdades&amp;quot; segue um padrão que se assemelha ao do diagnóstico de uma doença: depois de ter apontado as origens do mal, o Buda mostrou um remédio que leva à cessação desse mal. Esse &amp;quot;remédio&amp;quot; é conhecido como o &amp;quot;'''Nobre Caminho Óctuplo'''&amp;quot; (em sânscrito: ''Astingika-Marga''), e deve ser adoptado pelos budistas. Consiste em:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1) Visão correta: implica o conhecimento das Quatro Nobre Verdades; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2) Intenção correta: desejo de permanecer no Caminho que conduz à iluminação; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
3) Palavra correta: falar de uma forma clara, e sobretudo, não fazer uso de uma linguagem agressiva ou maliciosa;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
4) Atividade correta: implica seguir cinco regras básicas, que são não matar, não roubar, não mentir, não ingerir substâncias intoxicantes e não ter uma conduta sexual incorreta;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
5) Meios de subsistência corretos: ter uma forma de ganhar a vida que não implique o sofrimento dos outros seres e a desonestidade; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
6) Esforço correto: praticar a autodisciplina de modo a evitar as paixões; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
7) Memória ou atenção correta: implica a auto-análise constante dos pensamentos e ações;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
8) Concentração correcta: é o objectivo final, que é entrar no estado de Nirvana.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Categoria:Religiões]]&lt;br /&gt;
[[Categoria:Budismo]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Daemonos</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://www.ocultura.org.br/index.php?title=Uma_Estrela_%C3%A0_Vista&amp;diff=2351</id>
		<title>Uma Estrela à Vista</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://www.ocultura.org.br/index.php?title=Uma_Estrela_%C3%A0_Vista&amp;diff=2351"/>
		<updated>2006-09-26T04:22:59Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Daemonos: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&amp;quot;Teus pés na lama, a tua face escura,&lt;br /&gt;
Ó homem, que penosa condição!&lt;br /&gt;
A dúvida te afoga, e a vida dura&lt;br /&gt;
Para sofrer: Vontade ou percepção,&lt;br /&gt;
Para lutar e faltam. Nessa agrura,&lt;br /&gt;
Nenhuma estrela, não!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Teus Deuses? São bonecos dos teus padres.&lt;br /&gt;
&amp;quot; Verdade? Tudo é relativo! &amp;quot; diz&lt;br /&gt;
Ó cientista. Queres que tu ladres&lt;br /&gt;
Com o teu cão... E por que não? Servis,&lt;br /&gt;
Ambos, e o amor-instinto os faz compadres.&lt;br /&gt;
Mas que vida infeliz!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tua carniça estremeceu de ver-se&lt;br /&gt;
Um torrão, atirado pela chance,&lt;br /&gt;
Do barro universal; sem alicerce,&lt;br /&gt;
Sofrendo, e para quê? Pois que alcance&lt;br /&gt;
Dá o acaso e este barro a contorcer-se?&lt;br /&gt;
Mas que tolo rimance!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Todas as almas são, eternamente;&lt;br /&gt;
Cada uma individual, ultimal.&lt;br /&gt;
Perfeita; cada faz-se um véu da mente&lt;br /&gt;
E carne, e assim celebra o seu bridal&lt;br /&gt;
Com outra gêmea máscara que sente&lt;br /&gt;
Amar de amor lustral.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Alguns, embriagados com seu sonho,&lt;br /&gt;
Não querem que ele finde, e se confundem&lt;br /&gt;
Com o jogo de sombras enfadonho.&lt;br /&gt;
Um astro então que chame os que se afundem&lt;br /&gt;
Na ilusão, e eles brilham no risonho&lt;br /&gt;
Lago da vida e fundem...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tudo que começou não terá fim;&lt;br /&gt;
O universo perdura porque é.&lt;br /&gt;
Portanto, Faze o que tu queres; sim&lt;br /&gt;
Todo homem e toda mulher é uma estrela.&lt;br /&gt;
Pan não morreu; Pan, ele vive! Assim,&lt;br /&gt;
Quebra os grilhões! De pé!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao homem venho, número de um homem&lt;br /&gt;
Meu número, Leão de Luz; enrista&lt;br /&gt;
A Besta cuja Lei é Amor; pois tomem&lt;br /&gt;
Meu amor sob vontade e vejam! - Crista&lt;br /&gt;
De sol interna e não externa!... Homem!&lt;br /&gt;
Eis uma estrela à vista!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um Relance da Estrutura e Sistema da&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Grande Fraternidade Branca A.·. A.·.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Faze o que tu queres, há de ser tudo da Lei&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- 1. A Ordem da Estrela chamadaS.·. S.·. é, com respeito à sua existência sobre a Terra, uma organização de homens e mulheres distintos dos seus semelhante pelas qualidades aqui enumeradas. Eles existem em sua própria Verdade, que é ao mesmo tempo universal e única. Eles se movem de acordo com suas próprias Vontades, que são cada qual única, entretanto coerente com a vontade universal. Eles percebem (isto é, compreendem, conhecem e sentem) em amor o qual é ao mesmo tempo único e universal.(1)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- 2. A Ordem consiste de onze graus ou degraus numerados como segue. Esses números compõem três grupos, subdivisões da A.·.A.·.; respectivamente as Ordens da S.·. S.·., da R.·.C.·. e da A.·.D.·. .&lt;br /&gt;
A Ordem da S.·.S.·.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ipsissimus  	10º = 1º&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Magus	  	9º = 2º&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Magister Templi	8º = 3º&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Ordem da R.·. C.·. (Bebê do Abismo - o laço)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Adeptus Exemptus 7º = 4º&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Adeptus Major  	 6º = 5º&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Adeptus Minor  	 5º = 6º&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Ordem da A.·. D.·. (Dominus Liminis - o laço)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Philosophus  	4º = 7º&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Practicus       3º = 8 º&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Zelator	  	2º = 9 º&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Neófito	  	1º = 10 º&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Probacionista  	0º = 0 º&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
(Estes números possuem significados especiais para o iniciado e são comumente empregados para designar os graus.)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As características gerais e atribuições desses Graus são indicadas pelas suas correspondências sobre a Árvore da Vida, como pode ser estudado em detalhe no Liber 777.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Abaixo do Probacionista existe o Estudante:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Seu dever é adquirir um conhecimento intelectual generalizado de todos os sistemas de iniciação, tal como descritos nos livros pescritos pelo Currículo da A.·.A.·. (2) ·&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Probacionista]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Seu principal; dever é começar quais práticas ele prefira, e escrever um relatório cuidadoso das mesmas por um ano.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Neófito]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Deve adquirir perfeito controle sobre o Plano Astral.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Zelator]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Seu trabalho principal é adquirir sucesso completo em Asana e Pranayama. Ele também começa a estudar a fórmula da Rosa-Cruz.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Practicus]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- É esperado completar seu treinamento intelectual e em particular, estudar a Qabalah.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Philosophus]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- É esperado completar seu treinamento moral. Ele é provado em Devoção à Ordem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Dominus Liminis]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- É esperado demonstrar maestria em Pratyahara e Dharana.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Adeptus Minor]] (externo).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- É esperado realizar a Grande Obra e alcançar o Conhecimento e Conversação do Sagrado Anjo Guardião.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-[[Adeptus Minor]] (interno) -&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E admitido à prática da fórmula da Rosa-Cruz ao ingressar no Colégio do Espírito Santo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Adeptus Major]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Obtém um domínio geral da prática da Magick; se bem que sem compreensão&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Adeptus Exemptus]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Completa em perfeição todas essas matérias. Então, ele tem que (a) torna-se um Irmão do Caminho da Mão Esquerda, ou, (b) é despido de todos os seus poderes e de si próprio, mesmo do seu Sagrado Anjo Guardião, e torna-se um Bebê do Abismo; o qual, tendo transcendido a Razão, nada faz senão crescer no útero de sua mãe. Então se percebe um&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-[[Magister Templi]] - ( Mestre do Templo ):&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De quem as funções estão completamente descritas no Liber 418, como é toda essa iniciação a partir de Adeptus Exemptus. Veja também &amp;quot;AHA!&amp;quot;. Seu principal dever é cuidar do seu &amp;quot; jardim &amp;quot; de discípulos, e obter uma compreensão perfeita do Universo. Ele é um Mestre de Samadhi.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Magus]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Atinge à sabedoria, declara sua lei (vide Liber I, vel Magi ) e é um Mestre de toda a Magick no senso mais amplo e mais elevado desta palavra.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Ipsissimus]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Está além de tudo isso, e além de toda compreensão desses de graus inferiores. Porém desses últimos três Graus vê-se algumas informações adicionais em The Temple of Solomon the King (O Templo do Rei Salomão), Equinox I ao X e em outros lugares. Deveríamos observar que esses Graus não são necessariamente atingidos por completo, ou em estrita consecução, ou manifestados por completo em todos os planos. O assunto é muito difícil, e inteiramente além dos limites desta pequena monografia. Anexamos, a seguir, uma descrição mais detalhada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- 3. A Ordem da S.·. S.·. é composta desses que cruzaram o abismo; as inferências desta expressão podem ser estudadas no Livro 418, os 14º, 13º, 12º, 11º, 10º e 9º Æthyrs em particular. Todos os membros da Ordem estão em completa posse das Fórmulas de Consecução, tanto as místicas, ou de direção para dentro, quanto as mágicas ou de direção para fora. Eles têm completa experiência de ambos estes caminhos. Estão todos, entretanto, ligados pelo Juramento original e fundamental da Ordem, e devotos em suas energias a assistir ao Progresso de seus Inferiores. Aqueles que aceitam as recompensas de sua emancipação para si próprio não estão mais dentro da Ordem. Membros da Ordem, estão cada um intitulados a Ordens dependentes deles mesmos, nas linhas das ordens R.·.C.·. e da A.·. D.·.., para cobrir tipos de emancipação e iluminação não contemplados pelo sistema original (ou principal). Todas essas ordens devem, no entanto, ser constituídas em harmonia com a A.·.A.·. . no que se refere aos princípios essenciais. Todos os membros da Ordem estão de posse da Palavra do Æon em vigor, e governam-se de acordo com ela. Eles podem comunicar-se diretamente com todo e qualquer membro da Ordem, como bem quiserem. Todo Membro ativo da Ordem destruiu tudo que Ele é e tudo que Ele tem ao cruzar o Abismo; mas uma estrela aparece adiante nos Céus para iluminar a Terra, afim de que ele possua um veículo através do qual possa comunicar-se com a humanidade. A qualidade e posição dessa estrela, e suas funções, são determinadas pela natureza das encarnações transcendidas por ele.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- 4. O Grau de Ipsissimus não deve ser descrito por completo; mas seu princípio é indicado em Liber I vel Magi. Existe também uma descrição em certo documento secreto que será publicado quando convier permitir. Aqui diz-se apenas que: O Ipsissimus está completamente livre de toda e qualquer limitação, existindo na natureza de todas as coisas sem descriminação de quantidade ou qualidade. Ele identificou o Ser, não-Ser e Vir-a-Ser, ação, inação e tendência à inação, com todas as outras triplicidades, não distinguindo entre elas com respeito a quaisquer condições, ou entre qualquer coisa e qualquer outra coisa com respeito a se é com ou sem condições. Ele jura aceitar este Grau na presença de uma testemunha, e expressar sua natureza em palavra e ação, mas a retirar-se imediatamente para dentro dos véus de sua manifestação natural como ser humano, e manter silêncio durante sua existência humana quanto à sua consecução, mesmo para com outros membros da Ordem. O Ipsissimus é preeminentemente o Mestre de todas as modalidades de existência; isto é, seu ser está inteiramente livre da necessidade interna ou externa. Sua tarefa é destruir toda tendência a construir ou cancelar tais necessidades. Ele é o Mestre da Lei de Insubstancialidade (Anatta). O Ipsissimus não tem relação como tal com qualquer Ente; Ele não tem vontade em qualquer direção, nem Consciência de qualquer tipo envolvendo dualidade, pois n'Ele está tudo realizado; como está escrito: &amp;quot;além da Palavra e do Louco, sim, além da Palavra e do Louco.&amp;quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- 5. O Grau de Magus é descrito em Liber I vel Magi, e há também descrições do caráter deste Grau em Liber 418, nos mais Altos Æthyrs. Existe também uma completa e precisa descrição da consecução deste Grau no Relatório Mágico da Besta 666. A característica essencial do Grau é que seu possuidor pronuncia uma Palavra Mágica Criadora, que transforma o planeta no qual ele vive pela instalação de novos oficiantes para presidir à iniciação planetária. Isto acontece apenas durante um &amp;quot; Equinócio dos Deuses &amp;quot; ao fim de um Æon; isto é, quando a fórmula secreta que exprime a Lei de ação do Æon que finda torna-se usada e inútil para o desenvolvimento subseqüente do planeta. (Por exemplo: &amp;quot;Sugar&amp;quot; é a fórmula de um bebê; quando os dentes aparecem, marcam o princípio de um novo &amp;quot;Æon&amp;quot; cuja &amp;quot;Palavra&amp;quot; é &amp;quot;Comer&amp;quot;.) Por esta razão, um Mago pode somente aparecer completamente como tal ao mundo apenas a intervalos de alguns séculos; narrações de Magos históricos, e suas Palavras, são dadas em Liber Aleph. Isto não quer dizer que um único homem possa atingir este Grau durante qualquer Æon, no que concerne à Ordem. Um homem pode fazer progresso pessoal equivalente àquele de &amp;quot;Palavra de um Æon&amp;quot;; mas ele se identificará com a palavra corrente, e exercerá sua vontade para estabelecê-la, a fim de que não haja conflito com o trabalho do Magus que pronunciou a Palavra do Æon em que Ele está vivendo. O Mago é preeminentemente o Mestre da Magick, isto é, sua vontade está inteiramente livre de desvio interna ou oposição externa; Seu trabalho é criar um novo Universo de acordo com Sua Vontade. Ele é o Mestre da Lei de Mudança (Anicca). Para alcançar o Grau de Ipsissimus, ele deve realizar três tarefas, destruindo os Três Guardiões mencionados em Liber 418, 3º Æthyr; Loucura, Falsidade e Glamour, isto é, Dualidade em Ação, Palavra e Pensamento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- 6. O Grau de Mestre do Templo é descrito em Liber 418, como indicamos acima. Existem completos relatórios nos Diários Mágicos da Besta 666, que foram projetados no Céu de Júpiter (3) , e de Omnia in Uno, Unus in Omnibus, que foi projetado na esfera dos Elementos. A Consecução essencial é o aniquilamento perfeito daquela personalidade que limita e oprime o verdadeiro ser. O Magister Templi é preeminentemente o Mestre de Misticismo, isto é, seu Entendimento está inteiramente livre da contradição interna ou obscuridade externa. Seu trabalho é compreender o Universo existente de acordo com Sua própria Mente. Ele é o Mestre da Lei de Sofrimento (Dukkha). Para atingir o Grau de Mago ele deve realizar Três Tarefas:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- a renúncia de Seu deleite no Infinito para que ele possa formular-Se como o Finito&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- aquisição dos segredos práticos da iniciação e do governo de Seu proposto novo Universo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- e identificação de si mesmo com a idéia impessoal do Amor. Qualquer neófito da Ordem (ou, como alguns dizem, qualquer pessoa) tem o direito de exigir o Grau de Mestre do Templo tomando o Juramento do Grau. É expressamente necessário observar que para fazer tal coisa é a mais sublime e mais terrível responsabilidade que se é possível assumir, e uma pessoa não merecedora incorre as mais tremendas penalidades pela sua presunção.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- 7. A Ordem da R.·. C.·.. - O Grau de Bebê do Abismo não é exatamente um Grau, sendo antes uma passagem entre as duas Ordens. Suas qualidade são inteiramente negativas, sendo fruto da resolução do Adeptus Exemptus de abandonar para sempre tudo que ele tem e tudo que ele é. É portanto uma aniquilação de todos os ligamentos que compõem o ente ou constituem o Cosmos, uma decomposição de todos os complexos em seus elementos; e tais complexos cessam portanto de manifesta-se, desde que as coisas só podem se conhecidas em relação e em reação umas com as outras.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- 8. O Grau de Adeptus Exemptus confere autoridade para governar as Ordens mais inferiores da R.·.C.·. e da A.·.D.·.. O Adepto deve preparar e publicar uma tese declarando Seu conhecimento do Universo e Sua proposta para o bem estar e progresso. Ele será assim conhecido como dirigente de uma escola de pensamento. (A Chave dos Grandes Mistérios de Eliphas Levi, as obras de Swedenborg, von Eckartshausen, Robert Fludd, Paracelsus, Newton, Bolyai, Hinton, Berkeley, Loyola, Blavatsky, etc. etc. são exemplos de tais teses.) Ele terá alcançado tudo, porém o topo supremo da meditação e deverá estar preparado para perceber que o único curso possível para si é devotar-se abertamente a ajudar suas criaturas companheiras. Para atingir o Grau de Magister Templi, ele deve executar duas tarefas; a emancipação do pensamento pela comparação de toda idéia com a idéia oposta, e recusa de preferir uma à outra; e a consagração de si mesmo como veículo puro para a influência da Ordem a que ele aspira. Ele deve então decidir-se quanto à aventura crítica da nossa Ordem; o abandono absoluto de si mesmo e suas consecuções. Ele não pode permanecer indefinidamente um Adepto Exemptus; ele é impelido para a frente pelo irresistível momentum que ele gerou. Se ele falha, voluntariamente ou por fraqueza, em fazer a sua aniquilação absoluta, ainda assim ele é arremessado ao Abismo; mas em vez de ser recebido e reconstruído na Terceira Ordem, como um bebê no útero de Nossa Senhora BABALON, sob a Noite de Pan, para crescer e ser Si Próprio completamente e verdadeiramente como Ele não era previamente, ele permanece no Abismo, escondendo seus elementos em torno de seu Ego como que isolado do Universo, e torna-se o que é chamado um &amp;quot;Irmão Negro&amp;quot;. Um tal ente é gradualmente desintegrado por falta de nutrição e a lenta mas certa ação da atração do resto do Universo, a despeito; de seus desesperados esforços para insultar-se e proteger-se e para aumentar-se através de práticas predatórias. Ele pode em vez disso, prosperar por algum tempo; mas no fim ele deve perecer, principalmente quando, com um novo Æon, uma nova Palavra é proclamada, a qual ele não pode e não ouvirá, de maneira que continua a trabalhar com a desvantagem de que tenta utilizar um método obsoleto de Magick, qual um homem com um boomerang numa batalha em que todos os outros usam rifles (4) .&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- 9. O Grau de Adeptus Major confere Poderes Mágicos (estritamente ditos) de segunda ordem. Seu trabalho é usá-los para manter a autoridade do Adepto Exemptus, seu superior. (Isto não deve ser entendido como uma obrigação de servidão pessoal, ou mesmo de lealdade; mas como uma parte necessária de seu dever de ajuda aos seus inferiores. A autoridade do Adepto Instrutor e Governante é a base de todo trabalho ordeiro). Para atingir o Grau de Adeptus Exemptus ele deve realizar três tarefas; a aquisição de absoluta confiança em Si mesmo, trabalhando em completo isolamento, e no entanto transmitindo a palavra de seu superior clara, poderosa e sutilmente; e a compreensão e uso da Revolução da roda de força, sob suas três formas sucessivas de Radiação, Condução e Convecção (Mercúrio, Enxofre e Sal; ou Sattvas, Rajas, Tamas), com suas correspondentes naturezas em outros planos. Por terceiro, deve exercer seu completo poder e autoridade para governar os Membros dos Graus mais baixos, com vigor e iniciativa equilibrados por tal forma a não admitir nem disputas nem queixas; ele deve empregar, para esse fim, a fórmula chamada &amp;quot;A Besta copulando com a Mulher&amp;quot; que estabelece uma nova encarnação da deidade; qual nas lendas de Leda, Semele, Miriam, Pasiphae e outras. Ele deve estabelecer este ideal para as ordens que ele governa, para que eles possuam um não tão abstrato ponto de contato para seus estágios pouco evoluídos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- 10. O Grau de Adeptus Minor é o principal tema das instruções da A.·.A.·.. É caracterizado pela Consecução do Conhecimento e Conversação do Sagrado Anjo Guardião (Veja-se o Equinócio, O Templo do Rei Salomão; A Visão e a Voz, Oitavo Æthyr ; também Liber Samekh, etc. etc.). Esta é a tarefa essencial de todo homem; nenhum outro trabalho possui a mesma importância quer para o progresso pessoal, quer para a capacidade de auxiliar o próximo. Sem isto, o homem não é mais que o mais infeliz e mais cego dos animais. Ele tem consciência de sua incompreensível calamidade e é desajeitadamente incapaz de repará- la. Com isto, ele é nada menos que o co-herdeiro de deuses, um Senhor de Luz. Ele está cônscio de seu próprio caminho consagrado, e confidentemente pronto a percorrê-lo. O Adeptus Minor necessita pouco auxílio ou direção mesmo de seus superiores na nossa Ordem. Seu trabalho é manifestar a Beleza da Ordem ao mundo, da maneira que os seus superiores prescrevem, e seu gênio dita. Para atingir o Grau de Adeptus Major, ele deve realizar duas tarefas; equilíbrio de si mesmo, principalmente no que se refere às suas paixões, de forma que ele não tenha preferência para com qualquer curso de conduta sobre outro; e cancelamento de todo ato pelo seu complemento, de forma que o quer que ele faça o deixe sem tentação de desviar-se do caminho de sua Real Vontade. Esse equilíbrio das paixões e dos atos compõe a primeira tarefa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Segunda tarefa: ele deve manter silêncio enquanto prega seu corpo à árvore de sua vontade criadora, na atitude daquela Vontade, deixando que sua cabeça e braços formem o símbolo de Luz, como que para jurar que todo o seu pensamento, palavra ou ato expressaria a Luz derivada do Deus com o qual ele identificou sua vida, seu amor e sua liberdade - simbolizados pelo seu coração, seu pênis e suas pernas. É impossível estabelecer regras precisas pelas quais um homem possa alcançar o Conhecimento e Conversação de seu Sagrado Anjo Guardião; este é o segredo particular de cada um de nós; um segredo que não é para ser dito, ou mesmo adivinhado por qualquer outro, qualquer que seja seu grau. Isto é o Santo dos Santos, em que cada homem é seu próprio Alto Sacerdote e ninguém conhece o Nome do Deus de seu irmão, ou o Rito pelo qual Ele é invocado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os Mestres da A.·.A.·. não tentaram portanto instituir qualquer ritual para esta Tarefa central da Ordem, salvo as instruções generalizadas em Liber 418 (Oitavo Æthyr) e o detalhado Cânon e Rubrica da Missa utilizada, com sucesso, por FRATER PERDURABO em Sua consecução. Isto foi escrito por Ele mesmo em Liber Samekh. Mas eles tem tornado pública narrações tais como aquelas em O Templo do Rei Salomão e em John St. John. Eles tomaram a única atitude apropriada; treinar aspirantes na teoria e prática de tudo de Magia e Misticismo, para que cada homem possa ser perito no manuseio de todas as armas conhecidas, e portanto livre para escolher e usar aqueles que sua própria experiencia e instinto ditarem como devidas quando ele ensaia o Grande Experimento.O Adeptus Minor é também treinado no único hábito essencial ao Membro da A.·.A.·.; ele deve considerar todas as suas consecuções como propriedade primária dos aspirantes menos avançados que são confiados aos seus cuidados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nenhuma consecução é oficialmente reconhecida pela A.·.A.·. a não ser que o inferior imediato da pessoa em questão tenha sido preparado, por ele, para substituí-la. A regra não é sempre rigidamente aplicada, pois causaria congestão, principalmente nos graus menos elevados, onde a necessidade é maior, e as condições mais confusas; mas nunca é relaxada na R.·.C.·. ou S.·.S.·., salvo em Um Caso. Existe também uma regra que os Membros da A.·.A.·. não se conhecerão uns aos outros oficialmente, salvo apenas cada Membro seu superior, que o introduziu, e seu inferior que foi por ele introduzido. Esta regra foi relaxada, e um &amp;quot;Grão Neófito&amp;quot; nomeado para superintender todos os Membros da Ordem da A.·.D.·. O verdadeiro objeto desta regra era para prevenir que Membros do mesmo Grau trabalhassem juntos, assim obscurecendo cada um a individualidade do outro; e também para prevenir que o trabalho se desenvolvesse em um intercurso social. Os Graus da Ordem da A.·.D.·. estão completamente descritos em Liber 185, e não há necessidade de amplificar aqui o que lá foi dito. Deve-se, no entanto, cuidadosamente frisar que cada um desses Graus preliminares contém certas tarefas apropriadas, e insiste-se sobre a ampla consecução de toda e cada uma da maneira mais rígida. Membros da A.·.A.·. de qualquer grau não são obrigados, não se espera deles, e nem mesmo são encorajados a trabalhar em quaisquer linhas especiais, ou com quaisquer objetivos exceto os estabelecidos acima.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Há, entretanto, uma proibição absoluta de aceitar dinheiro, ou qualquer recompensa material, direta ou indiretamente, por qualquer serviço em relação à Ordem, para lucro ou vantagem pessoal. A penalidade é expulsão imediata, sem possibilidade de readmissão em quaisquer circunstâncias. Mas todos os Membros devem necessariamente trabalhar de acordo com os fatos da Natureza, da mesma forma que um arquiteto deve tomar em consideração a Lei de Gravidade, ou um marinheiro calcular as correntes marítimas. Portanto deve, todos os Membros da A.·.A.·. trabalham pela Fórmula Mágica do Æon. Eles devem aceitar o Livro da Lei como a Palavra e a Letra de Verdade, e a única Regra de Vida (5). Eles devem reconhecer a autoridade da Besta 666 e da Mulher Escarlate tal como está definida no livro, e aceitarem Sua Vontade (6) como concentrando a Vontade de nossa Ordem Inteira. Eles devem aceitar a Criança Coroada e Conquistadora como o Senhor do Æon, e esforçam-se por estabelecer Seu reino na Terra. Eles devem reconhecer que &amp;quot;A palavra da Lei é &amp;quot; e que &amp;quot;Amor é a lei, amor sob vontade&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cada Membro deve ter por principal propósito o descobrir para si mesmo sua própria real vontade, e fazê-lo, e nada mais (7). Ele deve aceitar essas ordens no Livro da Lei que se aplicam a ele a como necessariamente de acordo com sua verdadeira vontade, e executar as mesmas ao pé da letra com toda a energia, coragem e habilidade que ele possa comandar. Isto se aplica especialmente ao trabalho de extensão da Lei no mundo, em que a prova dele é seu próprio sucesso, o testemunho de sua Vida à Lei que lhe deu luz em seus caminhos, e liberdade para percorrê-los. Assim fazendo, ele paga sua dívida para com a Lei que o libertou, trabalhando sua vontade para libertar todos os homens; e ele se prova ser um verdadeiro homem em nossa Ordem por querer trazer seus semelhantes à liberdade. Assim se dispondo, ele se preparará da melhor forma para a tarefa de compreender e dominar os diversos métodos técnicos prescritos pela A.·.A.·. para consecução Mística e Mágica Ele estará assim se preparando apropriadamente para a crise de sua carreira na Ordem, a obtenção do Conhecimento e da Conversação do seu Sagrado Anjo Guardião. Seu Anjo levará-lo em seguida ao ápice da Ordem da R.·.C.·. e torná-lo pronto enfrentar o indescritível horror do Abismo que divide a Humanidade da Divindade; ensiná-lo-á a Conhecer aquela agonia, Ousar aquele destino, Querer aquela catástrofe, e Calar para sempre quando efetua o ato de aniquilação. Do Abismo Nenhum Homem sai, mas uma Estrela surpreende a Terra, e nossa Ordem regozija-se acima do Abismo que a Besta engendrou mais um Bebê no Útero de Nossa Senhora, Sua Concubina, a Mulher Escarlate, BABALON.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não há necessidade de instruir um Bebê assim nascido, pois no Abismo foi purificado de todo veneno da personalidade; sua ascensão ao mais alto está assegurada, em sua estação, e ele nem tem necessidade de estações pois está consciente de que todas as condições não são mais que formas da sua fantasia. Tal é um breve relato, adaptado tão quanto pode estar à inteligência do aspirante médio ao Adeptado, ou Consecução, ou Iniciação, ou Magistério, ou União com Deus, o Desenvolvimento Espiritual, ou estado de Mahatma ou Libertação, ou Ciência Oculta, ou qualquer outro nome que possa chamar à mais íntima necessidade de Verdade, de nossa Ordem da A.·.A.·.. Está redigido principalmente para despertar interesse nas possibilidades do progresso humano, e para proclamar os princípios da A.·.A.·..&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O esquema dado acima dos diversos passos sucessivos é exato; as duas crises - o Anjo e o Abismo - são aspectos necessários de toda carreira. As outras tarefas não são sempre executadas na ordem dada; um homem, por exemplo, pode adquirir muitas das qualidades peculiares do Adeptus Maior, e no entanto faltarem-lhe algumas das qualidades do Praticus (8). Mas o sistema aqui dado descrito mostra a correta ordem dos fatos, qual são arranjados na Natureza; e em nenhum caso é seguro para um homem o negligenciar o domínio de qualquer detalhe, ainda que mais tedioso ou desagradável lhe possa pareça. Freqüentemente um detalhe assim parece; isto apenas significa quão urgente conquistá-lo. O desgôsto para com o detalhe, ou desprezo por ele, testemunha uma fraqueza e falta de integridade na natureza que o repudia; essa falha particular nas defêsas podem admitir o inimigo no momento crítico de alguma batalha. Pior, a pessoa ficaria envergonhada para sempre se seu inferior viesse pedir-lhe conselho e auxílio sobre o assunto de um tal detalhe e ela não pudesse ser-lhe de serviço! O fracasso do inferior - seu próprio fracasso também! Nenhum passo à frente, não importa quão bem esteja conquistado, até que seu inferior esteja preparado alcançar seu próprio avanço e tomar o seu lugar!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Todo Membro da A.·.A.·. deve estar armado em todos os pontos, e perito no uso de todas as armas. Os exames em todos os Graus são estritos e severos; respostas vagas ou descuidadas não são aceitas. Em questões intelectuais, o candidato deve mostrar-se não menos domínio de seu assunto do que se ele estivesse passando pelo exame &amp;quot;final&amp;quot; para Doutor em Ciência ou em Lei numa das melhores Universidades. No exame de práticas físicas, existem testes estabelecidos. Em Asana, por exemplo, o candidato deve permancecer imóvel por um certo tempo, seu sucesso sendo medido por uma chícara cheia de água a transbordar que é colocada sôbre a sua cabeça; se ele derrama uma gota, é rejeitado. Ele é provado no &amp;quot;Espírito de Visão&amp;quot; ou &amp;quot;Viagem Astral&amp;quot; dando a ele um símbolo desconhecido e ininteligível, para ele; e ele deve interpretar sua natureza pelo siginificado de uma visão tão exatamente como quanto se tivesse lido seu nome e descrição no livro, quando ele foi tirado. O poder de fazer e imantar talismãs é provado como se eles fossem instrumentos científicos de precisão, tal como eles são.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na Qabalah, o candidato deve descobrir para si mesmo, e provar ao examinador, sem qualquer dúvida, as propriedades de um número nunca previamente examinado por qualquer estudante. Em invocação, a força divina deve ser feita tão manifesta e facilmente reconhecível quanto os efeitos do clorofórmio; em evocação, o espírito chamado deve ser no mínimo tão visível e tangível quanto os vapores mais pesados; em advinhação, a resposta deve ser tão precisa quanto uma tese científica, e tão acurada quanto um inventário; em meditação, os resultados devem soar como o relatório de um especialista sobre um caso clássico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Através de tais métodos, a A.·.A.·. tenciona tornar a ciência oculta tão sistemática e científica quanto a química; salvá-la da má reputação que graças aos charlatões ignorantes e desonestos que têm prostituído seus nomes, e aos entusiastas fanáticos e cheios de preconceitos que têm feito dela um fetiche, tornou-a um objeto de aversão àquelas muitas mentes cujo entusiasmo e integridade as fazem mais necessitadas dos seus benefícios, e mais merecedoras de recebê-los. É a única ciência realmente importante, pois transcende as condições da existência material e portanto não perecerá com o planeta, e deve ser estudada como uma ciência, com ceticismo, e com a máxima energia e paciência. A A.·.A.·. possui os segredos do sucesso; não faz segredo de seus conhecimentos, e se os seus segredos não são por toda parte conhecidos e praticados, é porque os abusos associados com o nome de ciência oculta desencorajam investigadores oficiais de examinar a evidência a sua disposição. Esta monografia foi escrita não apenas com o objeto de atrair pesquisadores individuais ao caminho da Verdade, mas também para afirmar a propriedade dos métodos da A.·.A.·. como base para o próximo grande passo no progresso do conhecimento humano.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O. M. 7º = 4º A.·.A.·.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Praemonstrator da Ordem da R.·. C.·.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dado do Collegium ad Spirictum Sanctum, Cefalú, Sicília no Décimo Sétimo Ano do Æon de Horus, o Sol estando em 23º c e a Lua em 14º i.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- (1) - O Nome da Ordem e esses de suas três divisões não são desvelados aos profanos. Recentemente certos charlatães e vigaristas roubaram as iniciais A.·.A.·. a fim de lucrar pela sua reputação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- (2) - Pedir a quem lhe entregou este texto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- (3) - Isto é, Chesed.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- (4) - Tal é o caso dos &amp;quot;cristãos&amp;quot;, e especialmente da Igreja Católica no presente. O &amp;quot;Irmão Negro&amp;quot;está sem contato com a tríade Divina, e recusa de Nossa Senhora BABALON, porque sabe que essa graça significa (do ponto de vista dele) a segunda morte.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- (5) - Isso não está em contradição com o direito absoluto de toda pessoa fazer sua própria Vontade verdadeira. Mas qualquer Vontade Verdadeira está em necessária harmonia com os fatos da Existência; e recusar-se em aceitar o Livro da Lei é criar um conflito na Natureza, como se um físico insistisse em usar uma fórmula incorreta de mecanismos como base de algum experimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- (6) -&amp;quot;Suas Vontades&amp;quot; - não, é claro, seus desejos como seres humanos individuais, porém suas vontades como oficiais do Novo Æon.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- (7) - Não é considerado &amp;quot;essencial para a correta conduta&amp;quot; ser um propagandista da Lei, e por diante; ela pode, ou não, ser a Verdadeira Vontade de qualquer pessoa particular. Porém desde que o propósito fundamental da Ordem é promover a Consecussão da humanidade, do membro implicado, pela definição, a Vontade de ajudar a humanidade pelo significado melhor adaptado para tal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- (8) - Os talentos naturais dos indivíduos diferem muito extremamente. Sir Richard Jebb, um dos maiores estudantes clássicos dos tempos modernos, foi tão inferior em cálculos mediocres de matemática, que apesar de repetidos esforços não pode fazer uma &amp;quot;pequena visita&amp;quot; em em Cambridge - de qual a mente mais sombria pode normalmente ser capaz. Ele foi tão profundamente estimado por seus clássicos que uma &amp;quot;Graça&amp;quot; especial foi concedida como para matricula-lo. Similarmente um brilhante Exorcista poderia ser um incompetente Adivinhador. Em tal caso, a A.·.A.·. rejeitaria desviar-se de Seu sistema; o Aspirante seria compelido a ficar na Barreira até que conseguisse suplantá-la, embora uma nova encarnação seja necessária para permitir que isto acontecesse. Mas nenhum falha técnica de qualquer tipo que seja poderia necessáriamente previní-lo de chegar nas Duas Tarefas Críticas, desde que o fato de sua própria encarnação prova que ele tomou o Juramento que entitula-o a alcançar o Conhecimento e Conversação do Sagrado Anjo Guardião, e à aniquilação desse Ego. Alguém poderia no entanto ser um Adeptus Minor ou até um Magister Templi, em essência, embora recusado do reconhecimento oficial da A.·.A.·. tal como um Zelator devido a (dizer) um defeito nervoso que impediu-o de adquirir a Postura que fosse &amp;quot;firme e confortável&amp;quot; tal como é requerido pela Tarefa deste grau.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Amor é a lei, amor sob vontade&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Categoria:Astrum Argentum]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Daemonos</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://www.ocultura.org.br/index.php?title=Uma_Estrela_%C3%A0_Vista&amp;diff=2350</id>
		<title>Uma Estrela à Vista</title>
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		<updated>2006-09-26T04:09:18Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Daemonos: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&amp;quot;Teus pés na lama, a tua face escura,&lt;br /&gt;
Ó homem, que penosa condição!&lt;br /&gt;
A dúvida te afoga, e a vida dura&lt;br /&gt;
Para sofrer: Vontade ou percepção,&lt;br /&gt;
Para lutar e faltam. Nessa agrura,&lt;br /&gt;
Nenhuma estrela, não!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Teus Deuses? São bonecos dos teus padres.&lt;br /&gt;
&amp;quot; Verdade? Tudo é relativo! &amp;quot; diz&lt;br /&gt;
Ó cientista. Queres que tu ladres&lt;br /&gt;
Com o teu cão... E por que não? Servis,&lt;br /&gt;
Ambos, e o amor-instinto os faz compadres.&lt;br /&gt;
Mas que vida infeliz!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tua carniça estremeceu de ver-se&lt;br /&gt;
Um torrão, atirado pela chance,&lt;br /&gt;
Do barro universal; sem alicerce,&lt;br /&gt;
Sofrendo, e para quê? Pois que alcance&lt;br /&gt;
Dá o acaso e este barro a contorcer-se?&lt;br /&gt;
Mas que tolo rimance!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Todas as almas são, eternamente;&lt;br /&gt;
Cada uma individual, ultimal.&lt;br /&gt;
Perfeita; cada faz-se um véu da mente&lt;br /&gt;
E carne, e assim celebra o seu bridal&lt;br /&gt;
Com outra gêmea máscara que sente&lt;br /&gt;
Amar de amor lustral.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Alguns, embriagados com seu sonho,&lt;br /&gt;
Não querem que ele finde, e se confundem&lt;br /&gt;
Com o jogo de sombras enfadonho.&lt;br /&gt;
Um astro então que chame os que se afundem&lt;br /&gt;
Na ilusão, e eles brilham no risonho&lt;br /&gt;
Lago da vida e fundem...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tudo que começou não terá fim;&lt;br /&gt;
O universo perdura porque é.&lt;br /&gt;
Portanto, Faze o que tu queres; sim&lt;br /&gt;
Todo homem e toda mulher é uma estrela.&lt;br /&gt;
Pan não morreu; Pan, ele vive! Assim,&lt;br /&gt;
Quebra os grilhões! De pé!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao homem venho, número de um homem&lt;br /&gt;
Meu número, Leão de Luz; enrista&lt;br /&gt;
A Besta cuja Lei é Amor; pois tomem&lt;br /&gt;
Meu amor sob vontade e vejam! - Crista&lt;br /&gt;
De sol interna e não externa!... Homem!&lt;br /&gt;
Eis uma estrela à vista!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um Relance da Estrutura e Sistema da&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Grande Fraternidade Branca A.·. A.·.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Faze o que tu queres, há de ser tudo da Lei&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- 1. A Ordem da Estrela chamadaS.·. S.·. é, com respeito à sua existência sobre a Terra, uma organização de homens e mulheres distintos dos seus semelhante pelas qualidades aqui enumeradas. Eles existem em sua própria Verdade, que é ao mesmo tempo universal e única. Eles se movem de acordo com suas próprias Vontades, que são cada qual única, entretanto coerente com a vontade universal. Eles percebem (isto é, compreendem, conhecem e sentem) em amor o qual é ao mesmo tempo único e universal.(1)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- 2. A Ordem consiste de onze graus ou degraus numerados como segue. Esses números compõem três grupos, subdivisões da A.·.A.·.; respectivamente as Ordens da S.·. S.·., da R.·.C.·. e da A.·.D.·. .&lt;br /&gt;
A Ordem da S.·.S.·.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ipsissimus  	10º = 1º&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Magus	  	9º = 2º&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Magister Templi	8º = 3º&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Ordem da R.·. C.·. (Bebê do Abismo - o laço)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Adeptus Exemptus 7º = 4º&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Adeptus Major  	 6º = 5º&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Adeptus Minor  	 5º = 6º&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Ordem da A.·. D.·. (Dominus Liminis - o laço)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Philosophus  	4º = 7º&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Practicus       3º = 8 º&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Zelator	  	2º = 9 º&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Neófito	  	1º = 10 º&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Probacionista  	0º = 0 º&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
(Estes números possuem significados especiais para o iniciado e são comumente empregados para designar os graus.)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As características gerais e atribuições desses Graus são indicadas pelas suas correspondências sobre a Árvore da Vida, como pode ser estudado em detalhe no Liber 777.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Abaixo do Probacionista existe o Estudante:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Seu dever é adquirir um conhecimento intelectual generalizado de todos os sistemas de iniciação, tal como descritos nos livros pescritos pelo Currículo da A.·.A.·. (2) ·&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Probacionista]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Seu principal; dever é começar quais práticas ele prefira, e escrever um relatório cuidadoso das mesmas por um ano.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Neófito]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Deve adquirir perfeito controle sobre o Plano Astral.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Zelator]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Seu trabalho principal é adquirir sucesso completo em Asana e Pranayama. Ele também começa a estudar a fórmula da Rosa-Cruz.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Practicus]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- É esperado completar seu treinamento intelectual e em particular, estudar a Qabalah.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Philosophus]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- É esperado completar seu treinamento moral. Ele é provado em Devoção à Ordem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Dominus Liminis]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- É esperado demonstrar maestria em Pratyahara e Dharana.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Adeptus Minor]] (externo).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- É esperado realizar a Grande Obra e alcançar o Conhecimento e Conversação do Sagrado Anjo Guardião.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-[[Adeptus Minor]] (interno) -&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E admitido à prática da fórmula da Rosa-Cruz ao ingressar no Colégio do Espírito Santo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Adeptus Major]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Obtém um domínio geral da prática da Magick; se bem que sem compreensão&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Adeptus Exemptus]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Completa em perfeição todas essas matérias. Então, ele tem que (a) torna-se um Irmão do Caminho da Mão Esquerda, ou, (b) é despido de todos os seus poderes e de si próprio, mesmo do seu Sagrado Anjo Guardião, e torna-se um Bebê do Abismo; o qual, tendo transcendido a Razão, nada faz senão crescer no útero de sua mãe. Então se percebe um&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-[[Magister Templi]] - ( Mestre do Templo ):&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De quem as funções estão completamente descritas no Liber 418, como é toda essa iniciação a partir de Adeptus Exemptus. Veja também &amp;quot;AHA!&amp;quot;. Seu principal dever é cuidar do seu &amp;quot; jardim &amp;quot; de discípulos, e obter uma compreensão perfeita do Universo. Ele é um Mestre de Samadhi.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Magus]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Atinge à sabedoria, declara sua lei (vide Liber I, vel Magi ) e é um Mestre de toda a Magick no senso mais amplo e mais elevado desta palavra.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Ipsissimus]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Está além de tudo isso, e além de toda compreensão desses de graus inferiores. Porém desses últimos três Graus vê-se algumas informações adicionais em The Temple of Solomon the King (O Templo do Rei Salomão), Equinox I ao X e em outros lugares. Deveríamos observar que esses Graus não são necessariamente atingidos por completo, ou em estrita consecução, ou manifestados por completo em todos os planos. O assunto é muito difícil, e inteiramente além dos limites desta pequena monografia. Anexamos, a seguir, uma descrição mais detalhada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- 3. A Ordem da S.·. S.·. é composta desses que cruzaram o abismo; as inferências desta expressão podem ser estudadas no Livro 418, os 14º, 13º, 12º, 11º, 10º e 9º Æthyrs em particular. Todos os membros da Ordem estão em completa posse das Fórmulas de Consecução, tanto as místicas, ou de direção para dentro, quanto as mágicas ou de direção para fora. Eles têm completa experiência de ambos estes caminhos. Estão todos, entretanto, ligados pelo Juramento original e fundamental da Ordem, e devotos em suas energias a assistir ao Progresso de seus Inferiores. Aqueles que aceitam as recompensas de sua emancipação para si próprio não estão mais dentro da Ordem. Membros da Ordem, estão cada um intitulados a Ordens dependentes deles mesmos, nas linhas das ordens R.·.C.·. e da A.·. D.·.., para cobrir tipos de emancipação e iluminação não contemplados pelo sistema original (ou principal). Todas essas ordens devem, no entanto, ser constituídas em harmonia com a A.·.A.·. . no que se refere aos princípios essenciais. Todos os membros da Ordem estão de posse da Palavra do Æon em vigor, e governam-se de acordo com ela. Eles podem comunicar-se diretamente com todo e qualquer membro da Ordem, como bem quiserem. Todo Membro ativo da Ordem destruiu tudo que Ele é e tudo que Ele tem ao cruzar o Abismo; mas uma estrela aparece adiante nos Céus para iluminar a Terra, afim de que ele possua um veículo através do qual possa comunicar-se com a humanidade. A qualidade e posição dessa estrela, e suas funções, são determinadas pela natureza das encarnações transcendidas por ele.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- 4. O Grau de Ipsissimus não deve ser descrito por completo; mas seu princípio é indicado em Liber I vel Magi. Existe também uma descrição em certo documento secreto que será publicado quando convier permitir. Aqui diz-se apenas que: O Ipsissimus está completamente livre de toda e qualquer limitação, existindo na natureza de todas as coisas sem descriminação de quantidade ou qualidade. Ele identificou o Ser, não-Ser e Vir-a-Ser, ação, inação e tendência à inação, com todas as outras triplicidades, não distinguindo entre elas com respeito a quaisquer condições, ou entre qualquer coisa e qualquer outra coisa com respeito a se é com ou sem condições. Ele jura aceitar este Grau na presença de uma testemunha, e expressar sua natureza em palavra e ação, mas a retirar-se imediatamente para dentro dos véus de sua manifestação natural como ser humano, e manter silêncio durante sua existência humana quanto à sua consecução, mesmo para com outros membros da Ordem. O Ipsissimus é preeminentemente o Mestre de todas as modalidades de existência; isto é, seu ser está inteiramente livre da necessidade interna ou externa. Sua tarefa é destruir toda tendência a construir ou cancelar tais necessidades. Ele é o Mestre da Lei de Insubstancialidade (Anatta). O Ipsissimus não tem relação como tal com qualquer Ente; Ele não tem vontade em qualquer direção, nem Consciência de qualquer tipo envolvendo dualidade, pois n'Ele está tudo realizado; como está escrito: &amp;quot;além da Palavra e do Louco, sim, além da Palavra e do Louco.&amp;quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- 5. O Grau de Magus é descrito em Liber I vel Magi, e há também descrições do caráter deste Grau em Liber 418, nos mais Altos Æthyrs. Existe também uma completa e precisa descrição da consecução deste Grau no Relatório Mágico da Besta 666. A característica essencial do Grau é que seu possuidor pronuncia uma Palavra Mágica Criadora, que transforma o planeta no qual ele vive pela instalação de novos oficiantes para presidir à iniciação planetária. Isto acontece apenas durante um &amp;quot; Equinócio dos Deuses &amp;quot; ao fim de um Æon; isto é, quando a fórmula secreta que exprime a Lei de ação do Æon que finda torna-se usada e inútil para o desenvolvimento subseqüente do planeta. (Por exemplo: &amp;quot;Sugar&amp;quot; é a fórmula de um bebê; quando os dentes aparecem, marcam o princípio de um novo &amp;quot;Æon&amp;quot; cuja &amp;quot;Palavra&amp;quot; é &amp;quot;Comer&amp;quot;.) Por esta razão, um Mago pode somente aparecer completamente como tal ao mundo apenas a intervalos de alguns séculos; narrações de Magos históricos, e suas Palavras, são dadas em Liber Aleph. Isto não quer dizer que um único homem possa atingir este Grau durante qualquer Æon, no que concerne à Ordem. Um homem pode fazer progresso pessoal equivalente àquele de &amp;quot;Palavra de um Æon&amp;quot;; mas ele se identificará com a palavra corrente, e exercerá sua vontade para estabelecê-la, a fim de que não haja conflito com o trabalho do Magus que pronunciou a Palavra do Æon em que Ele está vivendo. O Mago é preeminentemente o Mestre da Magick, isto é, sua vontade está inteiramente livre de desvio interna ou oposição externa; Seu trabalho é criar um novo Universo de acordo com Sua Vontade. Ele é o Mestre da Lei de Mudança (Anicca). Para alcançar o Grau de Ipsissimus, ele deve realizar três tarefas, destruindo os Três Guardiões mencionados em Liber 418, 3º Æthyr; Loucura, Falsidade e Glamour, isto é, Dualidade em Ação, Palavra e Pensamento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- 6. O Grau de Mestre do Templo é descrito em Liber 418, como indicamos acima. Existem completos relatórios nos Diários Mágicos da Besta 666, que foram projetados no Céu de Júpiter (3) , e de Omnia in Uno, Unus in Omnibus, que foi projetado na esfera dos Elementos. A Consecução essencial é o aniquilamento perfeito daquela personalidade que limita e oprime o verdadeiro ser. O Magister Templi é preeminentemente o Mestre de Misticismo, isto é, seu Entendimento está inteiramente livre da contradição interna ou obscuridade externa. Seu trabalho é compreender o Universo existente de acordo com Sua própria Mente. Ele é o Mestre da Lei de Sofrimento (Dukkha). Para atingir o Grau de Mago ele deve realizar Três Tarefas:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- a renúncia de Seu deleite no Infinito para que ele possa formular-Se como o Finito&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- aquisição dos segredos práticos da iniciação e do governo de Seu proposto novo Universo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- e identificação de si mesmo com a idéia impessoal do Amor. Qualquer neófito da Ordem (ou, como alguns dizem, qualquer pessoa) tem o direito de exigir o Grau de Mestre do Templo tomando o Juramento do Grau. É expressamente necessário observar que para fazer tal coisa é a mais sublime e mais terrível responsabilidade que se é possível assumir, e uma pessoa não merecedora incorre as mais tremendas penalidades pela sua presunção.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- 7. A Ordem da R.·. C.·.. - O Grau de Bebê do Abismo não é exatamente um Grau, sendo antes uma passagem entre as duas Ordens. Suas qualidade são inteiramente negativas, sendo fruto da resolução do Adeptus Exemptus de abandonar para sempre tudo que ele tem e tudo que ele é. É portanto uma aniquilação de todos os ligamentos que compõem o ente ou constituem o Cosmos, uma decomposição de todos os complexos em seus elementos; e tais complexos cessam portanto de manifesta-se, desde que as coisas só podem se conhecidas em relação e em reação umas com as outras.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- 8. O Grau de Adeptus Exemptus confere autoridade para governar as Ordens mais inferiores da R.·.C.·. e da A.·.D.·.. O Adepto deve preparar e publicar uma tese declarando Seu conhecimento do Universo e Sua proposta para o bem estar e progresso. Ele será assim conhecido como dirigente de uma escola de pensamento. (A Chave dos Grandes Mistérios de Eliphas Levi, as obras de Swedenborg, von Eckartshausen, Robert Fludd, Paracelsus, Newton, Bolyai, Hinton, Berkeley, Loyola, Blavatsky, etc. etc. são exemplos de tais teses.) Ele terá alcançado tudo, porém o topo supremo da meditação e deverá estar preparado para perceber que o único curso possível para si é devotar-se abertamente a ajudar suas criaturas companheiras. Para atingir o Grau de Magister Templi, ele deve executar duas tarefas; a emancipação do pensamento pela comparação de toda idéia com a idéia oposta, e recusa de preferir uma à outra; e a consagração de si mesmo como veículo puro para a influência da Ordem a que ele aspira. Ele deve então decidir-se quanto à aventura crítica da nossa Ordem; o abandono absoluto de si mesmo e suas consecuções. Ele não pode permanecer indefinidamente um Adepto Exemptus; ele é impelido para a frente pelo irresistível momentum que ele gerou. Se ele falha, voluntariamente ou por fraqueza, em fazer a sua aniquilação absoluta, ainda assim ele é arremessado ao Abismo; mas em vez de ser recebido e reconstruído na Terceira Ordem, como um bebê no útero de Nossa Senhora BABALON, sob a Noite de Pan, para crescer e ser Si Próprio completamente e verdadeiramente como Ele não era previamente, ele permanece no Abismo, escondendo seus elementos em torno de seu Ego como que isolado do Universo, e torna-se o que é chamado um &amp;quot;Irmão Negro&amp;quot;. Um tal ente é gradualmente desintegrado por falta de nutrição e a lenta mas certa ação da atração do resto do Universo, a despeito; de seus desesperados esforços para insultar-se e proteger-se e para aumentar-se através de práticas predatórias. Ele pode em vez disso, prosperar por algum tempo; mas no fim ele deve perecer, principalmente quando, com um novo Æon, uma nova Palavra é proclamada, a qual ele não pode e não ouvirá, de maneira que continua a trabalhar com a desvantagem de que tenta utilizar um método obsoleto de Magick, qual um homem com um boomerang numa batalha em que todos os outros usam rifles (4) .&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- 9. O Grau de Adeptus Major confere Poderes Mágicos (estritamente ditos) de segunda ordem. Seu trabalho é usá-los para manter a autoridade do Adepto Exemptus, seu superior. (Isto não deve ser entendido como uma obrigação de servidão pessoal, ou mesmo de lealdade; mas como uma parte necessária de seu dever de ajuda aos seus inferiores. A autoridade do Adepto Instrutor e Governante é a base de todo trabalho ordeiro). Para atingir o Grau de Adeptus Exemptus ele deve realizar três tarefas; a aquisição de absoluta confiança em Si mesmo, trabalhando em completo isolamento, e no entanto transmitindo a palavra de seu superior clara, poderosa e sutilmente; e a compreensão e uso da Revolução da roda de força, sob suas três formas sucessivas de Radiação, Condução e Convecção (Mercúrio, Enxofre e Sal; ou Sattvas, Rajas, Tamas), com suas correspondentes naturezas em outros planos. Por terceiro, deve exercer seu completo poder e autoridade para governar os Membros dos Graus mais baixos, com vigor e iniciativa equilibrados por tal forma a não admitir nem disputas nem queixas; ele deve empregar, para esse fim, a fórmula chamada &amp;quot;A Besta copulando com a Mulher&amp;quot; que estabelece uma nova encarnação da deidade; qual nas lendas de Leda, Semele, Miriam, Pasiphae e outras. Ele deve estabelecer este ideal para as ordens que ele governa, para que eles possuam um não tão abstrato ponto de contato para seus estágios pouco evoluídos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- 10. O Grau de Adeptus Minor é o principal tema das instruções da A.·.A.·.. É caracterizado pela Consecução do Conhecimento e Conversação do Sagrado Anjo Guardião (Veja-se o Equinócio, O Templo do Rei Salomão; A Visão e a Voz, Oitavo Æthyr ; também Liber Samekh, etc. etc.). Esta é a tarefa essencial de todo homem; nenhum outro trabalho possui a mesma importância quer para o progresso pessoal, quer para a capacidade de auxiliar o próximo. Sem isto, o homem não é mais que o mais infeliz e mais cego dos animais. Ele tem consciência de sua incompreensível calamidade e é desajeitadamente incapaz de repará- la. Com isto, ele é nada menos que o co-herdeiro de deuses, um Senhor de Luz. Ele está cônscio de seu próprio caminho consagrado, e confidentemente pronto a percorrê-lo. O Adeptus Minor necessita pouco auxílio ou direção mesmo de seus superiores na nossa Ordem. Seu trabalho é manifestar a Beleza da Ordem ao mundo, da maneira que os seus superiores prescrevem, e seu gênio dita. Para atingir o Grau de Adeptus Major, ele deve realizar duas tarefas; equilíbrio de si mesmo, principalmente no que se refere às suas paixões, de forma que ele não tenha preferência para com qualquer curso de conduta sobre outro; e cancelamento de todo ato pelo seu complemento, de forma que o quer que ele faça o deixe sem tentação de desviar-se do caminho de sua Real Vontade. Esse equilíbrio das paixões e dos atos compõe a primeira tarefa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Segunda tarefa: ele deve manter silêncio enquanto prega seu corpo à árvore de sua vontade criadora, na atitude daquela Vontade, deixando que sua cabeça e braços formem o símbolo de Luz, como que para jurar que todo o seu pensamento, palavra ou ato expressaria a Luz derivada do Deus com o qual ele identificou sua vida, seu amor e sua liberdade - simbolizados pelo seu coração, seu pênis e suas pernas. É impossível estabelecer regras precisas pelas quais um homem possa alcançar o Conhecimento e Conversação de seu Sagrado Anjo Guardião; este é o segredo particular de cada um de nós; um segredo que não é para ser dito, ou mesmo adivinhado por qualquer outro, qualquer que seja seu grau. Isto é o Santo dos Santos, em que cada homem é seu próprio Alto Sacerdote e ninguém conhece o Nome do Deus de seu irmão, ou o Rito pelo qual Ele é invocado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os Mestres da A.·.A.·. não tentaram portanto instituir qualquer ritual para esta Tarefa central da Ordem, salvo as instruções generalizadas em Liber 418 (Oitavo Æthyr) e o detalhado Cânon e Rubrica da Missa utilizada, com sucesso, por FRATER PERDURABO em Sua consecução. Isto foi escrito por Ele mesmo em Liber Samekh. Mas eles tem tornado pública narrações tais como aquelas em O Templo do Rei Salomão e em John St. John. Eles tomaram a única atitude apropriada; treinar aspirantes na teoria e prática de tudo de Magia e Misticismo, para que cada homem possa ser perito no manuseio de todas as armas conhecidas, e portanto livre para escolher e usar aqueles que sua própria experiencia e instinto ditarem como devidas quando ele ensaia o Grande Experimento.O Adeptus Minor é também treinado no único hábito essencial ao Membro da A.·.A.·.; ele deve considerar todas as suas consecuções como propriedade primária dos aspirantes menos avançados que são confiados aos seus cuidados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nenhuma consecução é oficialmente reconhecida pela A.·.A.·. a não ser que o inferior imediato da pessoa em questão tenha sido preparado, por ele, para substituí-la. A regra não é sempre rigidamente aplicada, pois causaria congestão, principalmente nos graus menos elevados, onde a necessidade é maior, e as condições mais confusas; mas nunca é relaxada na R.·.C.·. ou S.·.S.·., salvo em Um Caso. Existe também uma regra que os Membros da A.·.A.·. não se conhecerão uns aos outros oficialmente, salvo apenas cada Membro seu superior, que o introduziu, e seu inferior que foi por ele introduzido. Esta regra foi relaxada, e um &amp;quot;Grão Neófito&amp;quot; nomeado para superintender todos os Membros da Ordem da A.·.D.·. O verdadeiro objeto desta regra era para prevenir que Membros do mesmo Grau trabalhassem juntos, assim obscurecendo cada um a individualidade do outro; e também para prevenir que o trabalho se desenvolvesse em um intercurso social. Os Graus da Ordem da A.·.D.·. estão completamente descritos em Liber 185, e não há necessidade de amplificar aqui o que lá foi dito. Deve-se, no entanto, cuidadosamente frisar que cada um desses Graus preliminares contém certas tarefas apropriadas, e insiste-se sobre a ampla consecução de toda e cada uma da maneira mais rígida. Membros da A.·.A.·. de qualquer grau não são obrigados, não se espera deles, e nem mesmo são encorajados a trabalhar em quaisquer linhas especiais, ou com quaisquer objetivos exceto os estabelecidos acima.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Há, entretanto, uma proibição absoluta de aceitar dinheiro, ou qualquer recompensa material, direta ou indiretamente, por qualquer serviço em relação à Ordem, para lucro ou vantagem pessoal. A penalidade é expulsão imediata, sem possibilidade de readmissão em quaisquer circunstâncias. Mas todos os Membros devem necessariamente trabalhar de acordo com os fatos da Natureza, da mesma forma que um arquiteto deve tomar em consideração a Lei de Gravidade, ou um marinheiro calcular as correntes marítimas. Portanto deve, todos os Membros da A.·.A.·. trabalham pela Fórmula Mágica do Æon. Eles devem aceitar o Livro da Lei como a Palavra e a Letra de Verdade, e a única Regra de Vida (5). Eles devem reconhecer a autoridade da Besta 666 e da Mulher Escarlate tal como está definida no livro, e aceitarem Sua Vontade (6) como concentrando a Vontade de nossa Ordem Inteira. Eles devem aceitar a Criança Coroada e Conquistadora como o Senhor do Æon, e esforçam-se por estabelecer Seu reino na Terra. Eles devem reconhecer que &amp;quot;A palavra da Lei é &amp;quot; e que &amp;quot;Amor é a lei, amor sob vontade&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cada Membro deve ter por principal propósito o descobrir para si mesmo sua própria real vontade, e fazê-lo, e nada mais (7). Ele deve aceitar essas ordens no Livro da Lei que se aplicam a ele a como necessariamente de acordo com sua verdadeira vontade, e executar as mesmas ao pé da letra com toda a energia, coragem e habilidade que ele possa comandar. Isto se aplica especialmente ao trabalho de extensão da Lei no mundo, em que a prova dele é seu próprio sucesso, o testemunho de sua Vida à Lei que lhe deu luz em seus caminhos, e liberdade para percorrê-los. Assim fazendo, ele paga sua dívida para com a Lei que o libertou, trabalhando sua vontade para libertar todos os homens; e ele se prova ser um verdadeiro homem em nossa Ordem por querer trazer seus semelhantes à liberdade. Assim se dispondo, ele se preparará da melhor forma para a tarefa de compreender e dominar os diversos métodos técnicos prescritos pela A.·.A.·. para consecução Mística e Mágica Ele estará assim se preparando apropriadamente para a crise de sua carreira na Ordem, a obtenção do Conhecimento e da Conversação do seu Sagrado Anjo Guardião. Seu Anjo levará-lo em seguida ao ápice da Ordem da R.·.C.·. e torná-lo pronto enfrentar o indescritível horror do Abismo que divide a Humanidade da Divindade; ensiná-lo-á a Conhecer aquela agonia, Ousar aquele destino, Querer aquela catástrofe, e Calar para sempre quando efetua o ato de aniquilação. Do Abismo Nenhum Homem sai, mas uma Estrela surpreende a Terra, e nossa Ordem regozija-se acima do Abismo que a Besta engendrou mais um Bebê no Útero de Nossa Senhora, Sua Concubina, a Mulher Escarlate, BABALON.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não há necessidade de instruir um Bebê assim nascido, pois no Abismo foi purificado de todo veneno da personalidade; sua ascensão ao mais alto está assegurada, em sua estação, e ele nem tem necessidade de estações pois está consciente de que todas as condições não são mais que formas da sua fantasia. Tal é um breve relato, adaptado tão quanto pode estar à inteligência do aspirante médio ao Adeptado, ou Consecução, ou Iniciação, ou Magistério, ou União com Deus, o Desenvolvimento Espiritual, ou estado de Mahatma ou Libertação, ou Ciência Oculta, ou qualquer outro nome que possa chamar à mais íntima necessidade de Verdade, de nossa Ordem da A.·.A.·.. Está redigido principalmente para despertar interesse nas possibilidades do progresso humano, e para proclamar os princípios da A.·.A.·..&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O esquema dado acima dos diversos passos sucessivos é exato; as duas crises - o Anjo e o Abismo - são aspectos necessários de toda carreira. As outras tarefas não são sempre executadas na ordem dada; um homem, por exemplo, pode adquirir muitas das qualidades peculiares do Adeptus Maior, e no entanto faltarem-lhe algumas das qualidades do Praticus (8). Mas o sistema aqui dado descrito mostra a correta ordem dos fatos, qual são arranjados na Natureza; e em nenhum caso é seguro para um homem o negligenciar o domínio de qualquer detalhe, ainda que mais tedioso ou desagradável lhe possa pareça. Freqüentemente um detalhe assim parece; isto apenas significa quão urgente conquistá-lo. O desgôsto para com o detalhe, ou desprezo por ele, testemunha uma fraqueza e falta de integridade na natureza que o repudia; essa falha particular nas defêsas podem admitir o inimigo no momento crítico de alguma batalha. Pior, a pessoa ficaria envergonhada para sempre se seu inferior viesse pedir-lhe conselho e auxílio sobre o assunto de um tal detalhe e ela não pudesse ser-lhe de serviço! O fracasso do inferior - seu próprio fracasso também! Nenhum passo à frente, não importa quão bem esteja conquistado, até que seu inferior esteja preparado alcançar seu próprio avanço e tomar o seu lugar!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Todo Membro da A.·.A.·. deve estar armado em todos os pontos, e perito no uso de todas as armas. Os exames em todos os Graus são estritos e severos; respostas vagas ou descuidadas não são aceitas. Em questões intelectuais, o candidato deve mostrar-se não menos domínio de seu assunto do que se ele estivesse passando pelo exame &amp;quot;final&amp;quot; para Doutor em Ciência ou em Lei numa das melhores Universidades. No exame de práticas físicas, existem testes estabelecidos. Em Asana, por exemplo, o candidato deve permancecer imóvel por um certo tempo, seu sucesso sendo medido por uma chícara cheia de água a transbordar que é colocada sôbre a sua cabeça; se ele derrama uma gota, é rejeitado. Ele é provado no &amp;quot;Espírito de Visão&amp;quot; ou &amp;quot;Viagem Astral&amp;quot; dando a ele um símbolo desconhecido e ininteligível, para ele; e ele deve interpretar sua natureza pelo siginificado de uma visão tão exatamente como quanto se tivesse lido seu nome e descrição no livro, quando ele foi tirado. O poder de fazer e imantar talismãs é provado como se eles fossem instrumentos científicos de precisão, tal como eles são.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na Qabalah, o candidato deve descobrir para si mesmo, e provar ao examinador, sem qualquer dúvida, as propriedades de um número nunca previamente examinado por qualquer estudante. Em invocação, a força divina deve ser feita tão manifesta e facilmente reconhecível quanto os efeitos do clorofórmio; em evocação, o espírito chamado deve ser no mínimo tão visível e tangível quanto os vapores mais pesados; em advinhação, a resposta deve ser tão precisa quanto uma tese científica, e tão acurada quanto um inventário; em meditação, os resultados devem soar como o relatório de um especialista sobre um caso clássico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Através de tais métodos, a A.·.A.·. tenciona tornar a ciência oculta tão sistemática e científica quanto a química; salvá-la da má reputação que graças aos charlatões ignorantes e desonestos que têm prostituído seus nomes, e aos entusiastas fanáticos e cheios de preconceitos que têm feito dela um fetiche, tornou-a um objeto de aversão àquelas muitas mentes cujo entusiasmo e integridade as fazem mais necessitadas dos seus benefícios, e mais merecedoras de recebê-los. É a única ciência realmente importante, pois transcende as condições da existência material e portanto não perecerá com o planeta, e deve ser estudada como uma ciência, com ceticismo, e com a máxima energia e paciência. A A.·.A.·. possui os segredos do sucesso; não faz segredo de seus conhecimentos, e se os seus segredos não são por toda parte conhecidos e praticados, é porque os abusos associados com o nome de ciência oculta desencorajam investigadores oficiais de examinar a evidência a sua disposição. Esta monografia foi escrita não apenas com o objeto de atrair pesquisadores individuais ao caminho da Verdade, mas também para afirmar a propriedade dos métodos da A.·.A.·. como base para o próximo grande passo no progresso do conhecimento humano.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O. M. 7º = 4º A.·.A.·.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Praemonstrator da Ordem da R.·. C.·.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dado do Collegium ad Spirictum Sanctum, Cefalú, Sicília no Décimo Sétimo Ano do Æon de Horus, o Sol estando em 23º c e a Lua em 14º i.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- (1) - O Nome da Ordem e esses de suas três divisões não são desvelados aos profanos. Recentemente certos charlatães e vigaristas roubaram as iniciais A.·.A.·. a fim de lucrar pela sua reputação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- (2) - Pedir a quem lhe entregou este texto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- (3) - Isto é, Chesed.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- (4) - Tal é o caso dos &amp;quot;cristãos&amp;quot;, e especialmente da Igreja Católica no presente. O &amp;quot;Irmão Negro&amp;quot;está sem contato com a tríade Divina, e recusa de Nossa Senhora BABALON, porque sabe que essa graça significa (do ponto de vista dele) a segunda morte.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- (5) - Isso não está em contradição com o direito absoluto de toda pessoa fazer sua própria Vontade verdadeira. Mas qualquer Vontade Verdadeira está em necessária harmonia com os fatos da Existência; e recusar-se em aceitar o Livro da Lei é criar um conflito na Natureza, como se um físico insistisse em usar uma fórmula incorreta de mecanismos como base de algum experimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- (6) -&amp;quot;Suas Vontades&amp;quot; - não, é claro, seus desejos como seres humanos individuais, porém suas vontades como oficiais do Novo Æon.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- (7) - Não é considerado &amp;quot;essencial para a correta conduta&amp;quot; ser um propagandista da Lei, e por diante; ela pode, ou não, ser a Verdadeira Vontade de qualquer pessoa particular. Porém desde que o propósito fundamental da Ordem é promover a Consecussão da humanidade, do membro implicado, pela definição, a Vontade de ajudar a humanidade pelo significado melhor adaptado para tal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- (8) - Os talentos naturais dos indivíduos diferem muito extremamente. Sir Richard Jebb, um dos maiores estudantes clássicos dos tempos modernos, foi tão inferior em cálculos mediocres de matemática, que apesar de repetidos esforços não pode fazer uma &amp;quot;pequena visita&amp;quot; em em Cambridge - de qual a mente mais sombria pode normalmente ser capaz. Ele foi tão profundamente estimado por seus clássicos que uma &amp;quot;Graça&amp;quot; especial foi concedida como para matricula-lo. Similarmente um brilhante Exorcista poderia ser um incompetente Adivinhador. Em tal caso, a A.·.A.·. rejeitaria desviar-se de Seu sistema; o Aspirante seria compelido a ficar na Barreira até que conseguisse suplantá-la, embora uma nova encarnação seja necessária para permitir que isto acontecesse. Mas nenhum falha técnica de qualquer tipo que seja poderia necessáriamente previní-lo de chegar nas Duas Tarefas Críticas, desde que o fato de sua própria encarnação prova que ele tomou o Juramento que entitula-o a alcançar o Conhecimento e Conversação do Sagrado Anjo Guardião, e à aniquilação desse Ego. Alguém poderia no entanto ser um Adeptus Minor ou até um Magister Templi, em essência, embora recusado do reconhecimento oficial da A.·.A.·. tal como um Zelator devido a (dizer) um defeito nervoso que impediu-o de adquirir a Postura que fosse &amp;quot;firme e confortável&amp;quot; tal como é requerido pela Tarefa deste grau.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Amor é a lei, amor sob vontade&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[Categoria:Astrum Argentum]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Daemonos</name></author>
	</entry>
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		<title>MediaWiki:Log</title>
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		<updated>2006-09-26T03:06:01Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Daemonos: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Registros&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Daemonos</name></author>
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		<id>https://www.ocultura.org.br/index.php?title=Euclydes_Lacerda_de_Almeida&amp;diff=2348</id>
		<title>Euclydes Lacerda de Almeida</title>
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		<updated>2006-09-26T03:03:00Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Daemonos: /* Fonte */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Image:euc.jpg|thumb|right|Desenho de Euclydes Lacerda]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vi a luz do mundo na Cidade do Rio de Janeiro, aos dezoito dias do mês de junho de l936 e.v., tendo o Sol em 28° Gemini e a Lua em Câncer.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Minha mãe veio a falecer “pela vontade de Deus”'''(1)''' treze dias após meu nascimento, vítima de fulminante infecção hospitalar. Meu pai ainda jovem e sem recursos necessários para arcar com a responsabilidade de minha criação, entregou-me aos cuidados de um casal de abastada família carioca. Estes pais adotivos me criaram e educaram dentro dos melhores padrões existentes na época.&lt;br /&gt;
Eu nascera tão franzino que, segundo os médicos, pouca, ou nenhuma chance teria em sobreviver com a falta do leite materno.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Maria ,uma mulata jovem, foi contratada para suprir esta falta. E graças a ela consegui contestar o diagnóstico fúnebre dos médicos, suplantando este primeiro obstáculo que se erguera no alvorecer de minha existência terrena.'''(2)'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A jovem mestiça representou, sob vários aspectos, a mais importante influência que sofri nos primeiros anos de minha vida e, talvez de bons(bens?) futuros “carinhos”. Graças a energia de Maria eu conseguira viver, como fora também graças a sua interferência áurica que as minhas tendências mágico-místicas vieram à tona de maneira natural e rápida.&lt;br /&gt;
Maria permaneceu por longo tempo à nosso serviço como copeira e minha babá.'''(3)'''&lt;br /&gt;
Eu não havia ainda completado onze anos de idade quando, através dela, vivi a mais importante experiência mágica naquela época. Experiência que jamais poderia esquecer, tal a Energia liberada, e que foi, sob muitos aspectos, a minha primeira Iniciação.&lt;br /&gt;
Aconteceu no verão de 1947 e.v.'''(4)'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Já me encontrava deitado, meus pais permaneciam no andar térreo da casa onde morávamos, escutando rádio, coisa que naquele tempo era muito comum, tal qual é hoje em relação à televisão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com a porta e janelas do quarto abertas em virtude do abrasante calor, eu podia apreciar o lindo céu, onde o crescente lunar flutuava como um barco num oceano de estrelas.&lt;br /&gt;
Entre dormindo e acordado, percebi um vulto entrando no quarto. Era Maria, que dirigia-se a mim numa estranha linguagem, mas bastante sonora. Aproximando-se vagarosamente, como se flutuando, parou a minha frente, bem perto dos pés da cama. Estava completamente nua. Seu corpo exuberante brilhava, à luz do luar, molhado pelo suor que, escorrendo em gotas até seu púbis, cintilava como diamantes sobre o veludo negro. Eu, ainda criança, permaneci estático, maravilhado e fascinado ante aquela visão inaudita de uma mulher despida, e que mulher...O corpo dela tornava-se mais visível a medida que meus olhos se adaptavam a semi-escuridão do quarto. Tênue claridade carmim a circundava, acentuando os seus contornos femininos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quase sussurrando, ela iniciou um canto cadenciado enquanto movia o corpo em ondulações sensuais. Cantava, dançava e girava em volta de um imaginário ponto no centro do quarto que era bem espaçoso. Algo pulsava dentro de mim, e crescia, crescia...&lt;br /&gt;
Subitamente ela dirigiu-se as palmas abertas das mãos em minhas direção.&lt;br /&gt;
Ilusão, ou não, vi filetes de irradiante luz emanarem dali. Meu corpo inteiro “vibrou” em espasmos de prazer com a energia recebida. Eu não era mais eu, porém um diminuto ponto adimensional.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Surpreendentemente, não fui assaltado por qualquer sentimento de medo. Pelo contrário, Eu era pura alegria, pura energia e prazer. A minha frente ( se é que era frente ) desfilavam cenas de cristalina beleza e magia. Em que Maria num momento era uma coruscante serpente de ouro, para no seguinte tornar-se um corpo brilhante como se tecido em luz estelar. Agora, eu era aquelas estrelas. Estava nelas e elas em mim. E assim, cenas indescritíveis sucediam-se.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em dado momento, Maria parou o canto e a dança, ficando qual uma estátua de luz irradiante, uma flama ardente, faiscante de beleza indescritível, dentro de um cristal. O púbis daquela deusa irradiava como um diamante negro atingido por luz violeta, e os verdes olhos dela brilhavam como gêmeos sóis de esmeralda. Seguiu-se um interlúdio de felicidade e prazer extremos. Minha sensação era de estar mergulhando num negrume luminoso do espaço infinito. Meu pênis pulsava quente. e eu era aquele pulsar levando-me a total inconsciência de mim mesmo. '''(5)'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ela veio em minha direção. Não andava, simplesmente vinha...&lt;br /&gt;
Fazendo-me sentar na cama, lentamente, mas tão lentamente que mal podia sentir, desnudou-se por completo. Em seguida, colocando o travesseiro por baixo de minhas nádegas - de modo que fiquei levemente inclinado para traz - cruzou-me as pernas na postura do Lotus. Suave e delicadamente sentou-se, por sua vez, sobre meu membro ereto, cruzando as longas pernas às minhas costas, de modo que estávamos, agora, os dois, na posição característica de amor entra SHIVA E SHAKTI.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O calor do corpo de Maria ( que não mais era Maria ) envolveu-me calidamente, e o morno odor de sua sensualidade, misturado ao de seu suor, recendia em todo aposento.'''(6)''' Minha respiração - se era que eu respirava - era superficial, longa e quase imperceptível. Ela puxou os meus quadris para a frente, introduzindo meu pênis em sua vagina quente e úmida; depois balbuciou um Nome e permaneceu imóvel. Somente havia um movimento de contração em sua vulva em torno de meu membro.'''(7)'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No momento supremo foi como se um Sol explodisse dentro de Mim. As paredes, o teto, o chão, tudo mais sumiu naquele clarão...Apenas uma luz claríssima, mas não ofuscante, existia. E naquela luz o melodioso som de uma flauta. E tudo estava naquele som.&lt;br /&gt;
Três dias após aquela noite, Maria foi-se embora. Nunca mais a vi fisicamente...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
II&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Meus pais adotivos, embora originários de família tradicionalmente católica romana, depois de certos acontecimentos, passaram a dedicar-se ao Culto Umbandista '''(8)'''.&lt;br /&gt;
Assim, desde muito cedo vi-me em contato com Energias oriundas de outros planos de manifestação o que, obviamente, contribuiu diretamente em minha natural tendência para a magia, e ao mesmo tempo manteve-me afastado das influências malsãs do romanismo, do cristianismo “histórico”, mas não do “Cristianismo em sua forma eterna '''(9)'''.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Atingindo a adolescência fui atraído de maneira acentuada para a mais proeminente Entidade feminina do Panteão Umbandista: YEMANJÁ, o ORIXÁ fêmea das Águas, que no sincretismo Afro-Brasileiro identifica-se com a Virgem, e no Antigo Egito com ÍSIS, a Mãe Terrestre, que por sua vez se identifica ( em outro plano ) com NUIT, a Mãe Celeste como Ela Mesma se declara em Liber AL: “I am the Infinite Space, &amp;amp; the Infinite Stars thereof”. A frase é um anagrama de Ísis. Ora, esta imagem me foi dada a ver por duas vezes em minha infância ( como a Grande Mãe e como a Grande Prostituta ) incarnadas em Maria, a exuberante mulher de seios fartos que me amamentara, e aquela outra de púbis aveludado que copulara comigo “ritualisticamente”'''(10)'''.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esta “adoração” por YEMANJÁ, chocante como possa parecer, desenvolveu em mim características mágico-eróticas. E por enumeras vezes, profundamente energizado a ponto da exaltação, eu, quando ia para a cama com uma mulher, ela imediatamente se transformava ( em minha imaginação ) Naquela Deusa '''(11)'''.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 1937, com um ano de idade, padeci de pneumonia. Isto aconteceu em São Lourenço, Estância Hidromineral localizada ao Sul do Estado de Minas Gerais, onde normalmente meus pais iam passar as férias. A doença deixou-me em coma durante 4 dias. No quinto dia pronunciei minha primeira palavra: MA. E me recuperei prontamente '''(12)'''.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nesta cidade, dois outros fatos ocorreram ( quinze, e vinte e cinco anos depois ). Primeiro: tive , por assim dizer, minha primeira experiência de paixão. Ela era cinco anos mais velha que eu, que contava quinze anos. Sua experiência, sexualmente falando, foi de grande proveito para mim. Ficamos juntos quase três anos seguidos, e DELA guardo uma lembrança muito carinhosa. Segundo: passei ali minha lua-de-mel '''(13)'''.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
III&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aos treze anos de idade ingressei no Colégio Militar do Rio de Janeiro. Ali adquiri disciplina, respeito à hierarquia, e um grande amor por meus pais; coisas que muito me ajudaram na vida profana e, posteriormente, na iniciática.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Também ali estabeleci ligações de amizade com dois professores que, nos anos futuros, tornar-se-iam conhecidos expoentes no campo do misticismo e da yoga. Juntamente com eles e outros colegas fundamos um Núcleo Espírita dentro do Colégio. Este Núcleo, se não me engano, ainda funciona até hoje. Sob a orientação de um e do outro aprofundei-me no estudo do Ocultismo nos raros, e não muito bons, livros que na época tinha ao alcance '''(14)'''. Incentivado pelo professor H., liguei-me a então conhecida S.T.B.. Nesta organização teosófica, e por sorte minha, tive como instrutor o Sr. D., profundo estudioso e conhecedor das obras de Blavatsky. Por coincidência, a cidade de São Lourenço era, e ainda é, a Meca dos teosofistas ligados à Sociedade fundada por J.H.S.; e, em diversas viagens para aquele centro teosófico, recebi instruções individuais do Sr. D. no próprio interior do Templo MAITREYA ( Templo Mágno da S.T.B. ) '''(15)'''.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Lembro-me que várias vezes, meu instrutor e eu, ficávamos conversando sentados na escadaria que dá acesso ao Templo, observando o pôr do sol. Naqueles momentos eu me sentia como que em outro mundo, e em minha imaginação voava longe.&lt;br /&gt;
Entretanto, todo conhecimento até então adquirido ainda não me preenchia plenamente '''(16)''' e, desligando-me destes laços iniciais, dediquei-me, aproximadamente por dois anos, à Hata-Yoga, sob a sábia orientação do professor H.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Também não satisfeito com os resultados obtidos '''(17)''', enveredei por outros “caminhos” ocultistas não ortodoxos, seguindo somente os impulsos do coração. Tal atitude provocou grande preocupação entre meus familiares, temerosos que eu não resistisse a pressão e viesse descambar para a demencia. Enfrentando os conflitos e as discussões estéreis que a nada levavam, filiei-me à várias organizações ocultistas. Em uma delas, dissolvia pouco tempo depois, vi-me atraido pelas iniciais A..A. ( o nome desta organização era Agla Avid, sendo chefiada por uma deslumbrante mulher cujo moto mágico era IARADASÃ. Ao que parece, ela era uma magista de grande capacidade e de um “glamour”irresistível. Porém, esta Ordem pouco durou, seus dirigentes devem ter pago muito caro pela ousadia de especular com as sagradas iniciais da Grande Ordem ). Em nenhuma dessas organizações encontrei o que procurava. Mas o que eu procurava? Nem mesmo eu o sabia na época '''(18)'''.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Andava, certa ocasião, às voltas com Kardec e Blavatsky ( que mistura! ) quando pela primeira vez li o nome ADONAI. Sem qualquer aparente razão (assim pensava na época) o Nome causou-me estranha comoção. Durante aquela noite custei a dormir, só o conseguindo já de madrugada. Sonhei estar subindo uma colina perdida algures. No topo da elevação sobressaía pequena choupana, sendo a única construção existente naquela paisagem até onde minha vista alcançava. Paz e Tranquilidade moravam ali. Uma perfumada aragem soprava e com ela vinha uma melodia que me treazia recordações. Não dá para explicar de como ouvia a melodia, apenas a “sentia”vibrando em todas as partes do meu ser. Não a ouvia no sentido que normalmente damos ao termo. À porta da choupana um ancião olhava-me complascente. Não pronunciou uma palavra sequer; somente apontava para o interior da singular construção. Entrei. No interior desta havia uma mulher morena, vestia um tipo de robe lilás, transparente, deixando transparecer exuberante sensualidade em seu corpo esguio. No centro do pequeno aposento uma mesa rústica coberta por uma toalha branca sobressaia. Sobre a mesa um volumoso livro fechado em cuja capa, parecendo couro, estavam gravados em ouro 4 caracteres hebraicos . No entanto, eu os lia perfeitamente. Estava escrito ( ADNI=ADONAI).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na manhã seguinte, o nome ainda ressoava em minha mente, e assim passei o dia inteiro. À noite, indo a casa de um amigo que, ao que parecia sabia muito mais do assunto do que eu (embora nunca tivera, em qualquer ocasião comentado a respeito comigo), contei-lhe num desabafo meu estranho sonho. Sem nada dizer, ele apenas sorriu. Levantando-se, saiu da sala. Ao retornar trazia num volume e me o entregou. Ali estava, fisicamente palpavel, o livro visto em sonho. Profundamente exitado, li-o naquela mesma noite, ficando fortemente impressionado com o romance escrito por [[JORGE ADOUN]] ( Mago Jefa ). O autor exibia profundos conhecimentos no Caminho Iniciático, usando um Sistema do qual jamais ouvira antes, apontando para certos aspéctos do uso do sexo na Consecução espiritual '''(19)'''. A principal personagem feminina da narrativa ASTAROUTH - a Shakati de Adonis, o Adepto do livro, trazia-me à mente a imagem de Yemanjá, de Maria, de minha primeira amante, de Ísis, etc..&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A repercussão do livro fora tão violenta em minha mente e coração que, após sua leitura, fiquei como alucinado. Abandonei tudo que até então julgara ser o Caminho. Tudo o que eu “sabia”revelou ser apenas castelos de areia se dissolvendo sob o impácto das ondas do Verdadeiro Conhecimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu ouvira o “Chamado”. Mas não sabia como responder-lhe. Não só o romance ADONAI, como sua continuação. O “BATISMO DO FOGO”me exitara profundamente, reavivando aquele Fogo Consumidor que eu tentara apagar ao seguir sistemes já superados.&lt;br /&gt;
Tomado por profundo sentimento de solidão, de saudades, de desconforto espiritual, de lembranças que ainda se encontravam no limiar de minha memória '''(20)''', fiquei no “ar”, sem saber o que fazer. Onde e como procurar aquele mestre, ou aquela Ordem descrita no livro '''(21)'''. Não mais raciocinando, a inquietação interior aumentava. A pressão chegou ao máximo. Alguma coisa, eu sentia, iria ceder e, por várias vezes, pensei em auto extermínio. A vida não valia nada divorciada do meu “ideal”. Certo dia em total desespero tomei um sério juramento: “Ei de conseguir o que quero, nem que para isto seja necessário morrer” '''(22)'''. O tempo passou. Em 1959, terminando o curso científico ( Escola Preparatória de Cadetes do AR ), renunciei à carreira militar e comecei a me preparar para o vestibular de engenharia, não conseguindo passar no vestibular. Desiludido procurei a Embaixada de França para ingressar na Legião estrangeira. Nada consegui. Resolvi, então, a contra-gosto de meus pais, trbalhar. Neste meio tempo, conheci a mulher com quem me casei.&lt;br /&gt;
A despeito de todo o meu ardente anseio de encontrar “meu Mestre”nada de parecido ocorreu até o verão de 1962.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao casar-me em 1961, renunciei a todas minhas esperanças de, ainda nessa vida, tornar-me um iniciado, e comeceia me dedicar à pintura. Porém, por mais que me esforçasse para esquecer do passado, meus quadros eram vivas contestações a esta renuncia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 1964, aquela com quem me casei, e tem sido até hoje muito paciente com minhas traquinices, surgiu como veículo de meu encontro com aquele meu anseio '''(23)'''.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Certo dia, ela solicitou-me que comprasse um livro- - - um desses romances comuns. Ao procurá-lo na livraria de nosso bairro (Tijuca), encontrei, perdido perdido entre os livros mque nada tinham a ver com o ocultismo, um curioso livreto intitulado “CHAMANDO OS FILHOS DO SOL”. Intrigado com o título, folheei-o. Na ante capa final havia um nome - '''THELEMA''' -. Uma palavra que eu já houvera lido ou ouvido antes em algum lugar, mas que não ,me lembrava onde e quando '''(24)'''.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Comprei o livro e, naquela mesma tarde o li de um só fôlego. O conteúdo do mesmo excitou-me enormemente. Indicava, ao que parecia, a existência de um corpo de Iniciados, entre homens e mulheres, unidos em Espírito e Verdade sob a égide de uma Ordem Superior denominada A.·.A.·. ( iniciais que, tinha absoluta certeza, já ouvira antes ) '''(25)''', trabalhando seriamente no terreno da magia e do misticismo em prol da evolução espiritual e material da humanidade. A esta Ordem Superior, várias outras se ligavam, trabalhando no mesmo sentido e promulgando a Lei de THELEMA.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O que mais me atraíra na narrativa era o modo de como o assunto estava colocado. O autor, ou autores, (não havia nenhum nome desta, apenas uma inicial M.) declarava abertamente que todos os sistemas, até então usados, estavam mortos, ultrapassados, e que um Novo Sistema (Thelema) fora oferecido ao mundo. Uma NOVA ERA já despontara para o mundo. As declarações do livro causaram-me grande impressão. Parecia-me, por assim dizer, ester familiarizado com tudo aquilo; que já o sabia de uma forma ou de outra, abrindo-me as Portas de minha memória '''(25)''', paralelamente a isto, uma parte de mim repudiava o livro. Era incrível, um verdadeiro paradoxo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Abordando vários assuntos, ele ia fundo no âmago das coisas. Referindo-se ao sexo- - - que eu tentara inutilmente reprimir- - - o autor contradizia tudo que, com excessão de Jorge Adoum, dizia sobre o assunto: “Sede mais abençoado quanto mais fordes potentes, quanto mais anciares pela beleza e refrigério da mulher” '''(26)'''. Aquilo parecia loucura. Todos nós “ocultistas”não sabemos que o sexo é uma das grandes barreiras no Caminho? Não é dito em todas as partes que a castidade é a base de tudo? Que loucura. E mais adiante: “Nossa fraternidade é a Fraternidade dos Filhos da Luz. Anossa Habitação é o Lago de Fogo Eterno, o SOL”. Era demais para mim.Caí doente. Durante quase uma semana a febre corroeu-me internemente. Uma decisão. Entre as Ordens enumeradas no Livro, uma delas me chamou mais a atenção: a ordo templi orientis '''(27)'''. Escrevi para o endereço contido no livro, solicitando mais informações a respeito. E, assim, iniciou-se uma relação que duraria treze anos. Eu havia encontrado meu primeiro instrutor nas Artes Mágicas e Místicas. Meu juramento havia sido aceito.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“ O Mestre ” aparecera para reclamar seus direitos...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
IV&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fui convocado e colocado na Balança.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 1963, por indicação de um amigo, iniciei-me na Macónaria Osiriana. O Ritual de Inciaiação decepcionou-me profundamente., pois desenvolveu-se no plano físico. Não me oferecera nenhuma visão interna. Sai da cerimônia tão profano quando antes '''(28)'''.&lt;br /&gt;
Alcançando a plenitude macônica em 1966 '''(29)''', e já com certa bagagem de conhecimento verdadeiramente iniciático, escrevi uma carta aberta a todas as lojas listadas como pertencentes a maior Potência Maçônica do Brasil. Nesta, relatava a todos os Irmãos a séria situação em que a Ordem Maçônica se encontrava no Brasil '''(30)'''.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Compreedendo, embora tardiamente, a falta de visão iniciática da grande maioria dos mações, e recebendo enérgicas instruções de meu instrutor na ordo templi orientis para não mais interferir ( seria pura perda de tempo ), retirei-me definitivamente daquela Ordem osiriana, mas não da Real Maçonaria, dedicando-me inteiramente ap meu processo na ordo templi orientis '''(31)'''. Mais um elo fora desfeito com o passado. Mas haviam muitos outros ainda...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A primeira fase de minha iniciação terminara '''(32)'''. Durante o longo período que agora parece tão curto, estive constantemente sob ordálias, as mais severas, spbre as quais me é bastante difícil descrever '''(33)'''. O doloroso processo de se desligar dos velhos caminhos e condicionamentos do homem lunar, de sofrer o caos '''(34)''' que se estabelece entre duas posições , e de se lançar no desconhecido, estava finalmente terminado naquela fase. Até onde podia perceber , eu vencera o período de &amp;quot;probação&amp;quot;. Começara a engendrar a &amp;quot;criança&amp;quot; em mim mesmo. de como Ela cresceria, ou mesmo se cresceria, dependia única e exclusivamente de meus próprios esforços.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A fase culminou com o vislumbre da &amp;quot;terrivelmente magnífica&amp;quot;, e magnificamente terrível, visão parcial do que o homem é, e suas relações com o universo '''(35)'''. Percebera também a futilidade das ambições de poderes mágicos, e das ambições humanas em todas as relações sociais e segmentos da vida; a total impermanência das coisas do mundo explodiu em minha face.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Notas:'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''(1)''' - Esta frase, “pela vontade de Deus” é repugnante à Thelemitas. Frater T. usou-a aqui de maneira irônica, querendo demonstrar de como certas crendices do Antigo Aeon “condicionam” as pessoas a uma aceitação passiva de fatos que poderiam ser evitados. No particular caso da morte da mãe dele, NÃO FOI A VONTADE DE DEUS que determinou a morte de sua mãe, mas sim a péssima higiene do Hospital onde ela foi atendida. É necessário terminar com este condicionamento de culpar a Deus por todas as nossas burrices e ignorância. Por acaso foi Deus quem determinou a criação da, assim chamada, Santa Inquisição ? Ou a perseguição dos Judeus na Europa ?&lt;br /&gt;
No entanto, os verdadeiros inventores destas barbaridades assim se justificam. Cretinos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''(2)''' - Maria, a jovem contratada para amamentar a criança, tivera uma filha poucos dias antes do nascimento do menino. Durante muito tempo as duas crianças se relacionaram como verdadeiros irmãos. Isto fez com que qualquer tipo de preconceito - racial ou social - fosse arrancado do coração de Frater T. pela raiz.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''(3)''' - Babá, pela Qabalah é 2+1+2+1 = 6, o n° do Sol, Tiphareth, o Sagrado Anjo Guardião.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''(4)''' - Ano e mês da morte de Crowley ( 01.12.47).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''(5)''' - O mesmo fenômeno se repetiria anos mais tarde, e por várias vezes, quando Frater T., então Frater Z., praticava intensamente Swastikasana, permanecendo na posição, em meditação, por largo espaço de tempo. Naquela época, e isto talvez seja muito significativo, seu Instrutor não soube explicar o fato da ereção.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''(6)''' - Anos mais tarde, ante uma “ visão” semelhante, ele descreveria em seu “Canto de Amor a Minha Secreta Deusa”: “O Amrit precioso está em toda parte. Ele transborda nas gotas peroladas de Teu suor que perfuma o inteiro Universo”. Vida “A Deusa Negra” ( Cap. IV: vs. 8 ).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''(7)''' - Maria, ao que tudo indica, era uma experiente praticante das Artes Tântricas. Seu encontro com o menino não fora “ acaso” como veremos adiante. Aos interessados no assunto, indicamos “TANTRISMO”, Benjamim Walker; “TANTRA FOR WESTERNERS”, Francis King; “METAFÍSICA DO SEXO”, Julius Evola; e, é claro, os escritos de F. Perdurado, principalmente o “ENTUSIASMO ENERGIZADO”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''(8)''' Sua mãe, uma maga natural, iniciara-se nos Mistérios da Umbanda pouco depois de seu segundo matrimônio, quando o filho verdadeiro faleceu em circunstâncias muito dolorosas para ela. Após alguns anos de dedicação e preparo neste Sistema Iniciático, recebeu, na Bahia, o Grau de IALORIXÁ.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''(9)''' Como muito mais tarde vim a saber: “A literal adulteração e destruição dos antigos símbolos é quase nada comparada com a sistemática iconoclastia operativa por séculos nos secretos santuários do Judaísmo e da Cristandade, quando importantes documentos foram destruídos, textos mutilados e deliberadamente distorcidos para abrir caminho para o oculto desta anomalia suprema na história da religiões: um histórico salvador que morre e ressuscita na carne.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''(10)''' YEMANJÁ, sendo um Orixá ( isto é, uma “Deusa”, uma Força da Natureza, do Panteão Africano) jamais poderia ser representada branca, vestida, como acontece ser figurada por aí. Sua imagem deve ser figurada, portanto, como uma mulher de pele escura, nua, exuberante em toda sua sensualidade, seios fartos, etc.&lt;br /&gt;
A representação deste orixá como branca, vestida e com ares de virgem, tipo católico romana, é uma deturpação do símbolo original e demonstra, sem sombra de dúvidas, a intromissão da mão do Vaticano que abomina tudo que é santo, belo, puro, e dinâmico; como também, por outro lado, desmascara o RACISMO mal disfarçado na “sociedade”, dita cristã, brasileira.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''(11)''' Chocante para os maliciosos puritanos e pederastas, escravos do Deus Sacrificado, Morto e castrado, não para verdadeiros Iniciados. O ato do rapaz era automático, expontâneo. Não recendia a qualquer tipo de malícia ao executá-lo: a imagem imergia naturalmente, sem esforço. Visualizando Deus, isto é, vendo a Deusa sob sua forma telesmática, tal qual era representada na Verdadeira Umbanda.&lt;br /&gt;
Aos carolas e imbecis tecedores de intrigas, que no fim vem a ser a mesma coisa, estes jamais poderão entender a verdadeira natureza existente nesta exaltação religiosa.&lt;br /&gt;
Que iniciados atentem para este ato mágico do rapaz, principalmente aqueles do VIII°. Para outros já familiarizados com as obras de THERION, refiro-me à REX DE ARTE REGIA, CROWLEY ON CHRIST, etc., onde inúmeras passagens são abordadas e comentadas por Frater Aossic AIWASS. O fato dos “cristãos” conceberem o ato de amor como pecaminoso, imundo, etc., não impede que os Mistérios do Sexo continue a manter a dignidade e Divindade que lhe correspondem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na Árvore da Vida, a Corrente Mercurial está identificada por AJE CHALUGA, Deus das Riquezas. Ele é filho da Grande profundidade ( LOKUM ) e possui como símbolo uma enorme concha marinha ( símbolo inconfundível do YONI ). Este símbolo tipifica, na Zona YESODIOCA, através Yemanjá, a grande Mãe, também conhecida como FUNDAÇÃO, de cuja vulva nascem todas as outras de idades. De seus seios volumosos originam-se duas Correntes do Líquido Primordial, estilizado como o símbolo de AQUARIUS. Na Mitologia Hindu Ela é também KALI, a Deusa Negra. Existem muitos fatos na vida de Frater A. que ao observador atento revelará muita coisa: certa vez ele se surpreendeu, diante de um espelho, repetindo seu nome profano seguidamente ao ponto que em dado momento, perdia totalmente sua noção de identidade, não conseguindo mais “ligar” o nome a si mesmo. O nome soava-lhe totalmente falso e estranho àquilo que ele sentia ser SI MESMO. Ele passava horas nesta “brincadeira”, até que um dia, sendo surpreendido por sua mãe, esta (assustada ) lhe proibiu de continuar a fazê-lo. Infelizmente, ele parou a brincadeira. Anos mais tarde, quando praticava seus exercícios de meditação, viu-se forçado a usar um mantra para manter a mente vazia; lembrou-se da experiência passada, e a coisa tornou-se bastante fácil.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''(12)''' É muito indicativo que sendo Frater T. um geminiano, tenha tido, como primeira doença grave, pneumonia, um mal caracteristicamente pulmonar, órgão diretamente ligado ao AR.&lt;br /&gt;
A palavra MA ou MAUT. Maut e Nu possuem valor 56 (=11). Ma ou MAUT são idênticas com MAAT como a real partícula atômica- - ATMA. Os dois conceitos, MAUT e NU, somados dão 112 ( 2x56 ) . MA, a filha de MAAT, designa o Círculo Menor ou AEON de MAAT, isto é, MA-ION. O animal totem de MA, ou MAUT, é o Abutre, símbolo tipicamente aéreo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''(13)''' Só que com Maria não fora uma experiência normal, por assim dizer. Funcionára em outros planos além do físico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''(14)''' Nesta mesma época, a conhecida organização “esotérica”chamada “Círculo Esotérico da Comunhão do Pensamento”estava em vias de decadência, ao se deixar infiltrar por forças das mais malígnas, encabeçadas pela LOJA NEGRA (não confundir com Fraternidade Negra. Sendo esta uma ramificação da Grande Fraternidade dos Irmãos da Luz). Isto se após o falecimento de A.O.Rodrigues.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''(15)''' A Sociedade Teosófica Brasileira era uma organização dissidente da Sociedade Teosófica (Adyar-india) fundada por H.P.Blavatsky em 1875- - ano de nascimento de Crowley- - - e cuja representante, no Brasil chamava-se Sociedade Teosófica do Brasil.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''(16)''' A explicação desta inquietação interna residia no fato de que todo aquele conhecimento, com raras excessões, apenas atingiam o nível do intelecto ou, quando muito, o astral inferior.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''(17)''' Frater T. era, quando moço, muito apressado. Queria resultados imediatos. Esta faceta---comum aos geminianos--- foi purgada somente após alguns anos de treinamento intensivo. Por outro lado a Hata-Yoga não era o seu caminho, embora as práticas fundamentais daquele Sistema o tenham auxiliado bastante.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''(18)''' Por trás desta preocupação familiar esconde-se um dos truques que o homem lunar é testado. E representa uma das maiores barreiras no caminho.( vide maiores detalhes em MAGICK WITHOUT TEAR, pag. 334 - LLewellyn Publications - 1973).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''(19)''' O Dr. Jorge Adoum estava ligado à várias fraternidades maçônicas de alto grau, entretanto, somente uma delas possuia o ele com o Sistema-Thelemico. Infelizmente, mesmo esta, fora infiltrada por esbirros do romantismo e, com o passar do tempo perdeu contato com os Planos Internos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''(20)''' A referência aqui é à memória mágica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''(21)''' Como alguém já dissera certa vez: &amp;quot;é a coisa mais fácil encontrar pelo Iniciado. E mais difícil de ser encontrada pelo profano. No entanto, esta tão perto de nós...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''(22)''' O Juramento fora sincero, e os Senhores do Karma aceitaram o voto, colocando em movimento as forças necessárias para provar a resolução dele. Leitores devem perceber que Frater T. ainda estava, na época, sob o condicionamento a ele infundido pela sociedade em que vivia. Porém, mesmo assim, a idéia que, inconscientemente, fazia da morte tinha características bem próximas daquelas que Crowley nos explica em &amp;quot;Magick&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''(23)''' A função da mulher de Frater T. foi assumida em 08 de dezembro de 1961, quando ela &amp;quot;ungiu&amp;quot; a Baqueta dele com sangue. Observem que a data é dedicada a Yansã na tradição umbandista e a Nossa Senhora da Conceição na Tradição Romana. Yansã sendo uma forma de Yemanjá. O ato mágico formou um elo com a corrente thelemica, que fortificou-se com o tempo. Todo este evento está, em detalhes, descrito em seu diário mágico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''(24)''' A palavra fora ouvida na F.R.A. anos antes. Esta ordem maçônica&amp;quot;, fundada por A. Krumm-Heller com autorização dos irmãos do Círculo Interno, perdeu seu elo com a Genuína Corrente, após a imprudente resolução de seu fundador em usar o nome R.C. externamente. O Dr. Krumm-Heller pertencia ao VIII° ordo templi orientis , e como tal tinha direito em fundar um ordem pessoal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''(25)''' Em 1975, Frater T., iniciou-se nesta &amp;quot;ordem&amp;quot; no intuito de fechar um ciclo que se fazia necessário ao seu trabalho. Sua iniciação, sendo presidida pelo Ir. P.P. em Santos Dumont, indica a finalidade do ato.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''(26)''' O conteúdo do livro imantara profundamente a mente mágica de Frater T. com seus símbolos e chaves ali contidos. O autor surgia, em sua imaginação, como um daqueles Mestres procurado. Entretanto, no fundo de seu inconciente algo se remexia de modo antipático contra o autor. Se Frater A. tivesse analisado a origem desta antipatia é bem provável que muita coisa teria sido evitada. Mas ele era apenas um ignorante buscador, e muito jovem ainda...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As iniciais A. A. eram apenas da Agla-Avid, aquela &amp;quot;irmandade&amp;quot; referida acima. Uma personificação das Forças Negras em uma de suas tentativas de usurpar a Verdade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''(26)''' Para pessoas cuja percepção cuja percepção ainda sujeita à limitações impostas por uma religião totalmente forjada na mentira. É muito difícil se desembaraçardas teias preconceituosas criadas em torno do sexo e, em vista disso, não poderão, a não ser através da verdadeira iniciação, obter as &amp;quot;chaves'dos divinos mistériosda Natureza e a Unidade e Divindade do Todo. É exatamente como nos informa Frater Efraim: &amp;quot;Enquanto consideraresobcenas as naturais e expontâneas manifestações da sexualidade, não poderas penetrar no santuário, nem conhecer a relação exata e correta do sexo com a espiritualidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''(27)''' Principalmente o &amp;quot;Lamem&amp;quot; da Ordem que ele já tivera oportunidade de ver num livreto da [[AMORC]]. Tal como na [[FRA]], a AMORC também fora fundada por um membro da ordo templi orientis . Porém da mesma forma, seu fundador ousou especular o Nome Sagrado abaixo e acima do Abismo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Fonte ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://www.astrumargentum.org.br&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Categoria:Biografias]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Daemonos</name></author>
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		<id>https://www.ocultura.org.br/index.php?title=O.T.O.&amp;diff=2347</id>
		<title>O.T.O.</title>
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		<updated>2006-09-26T02:57:00Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Daemonos: O.T.O. movido para Ordo Templi Orientis: inapropriado&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;#REDIRECT [[Ordo Templi Orientis]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Daemonos</name></author>
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		<title>Ordo Templi Orientis</title>
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		<updated>2006-09-26T02:57:00Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Daemonos: O.T.O. movido para Ordo Templi Orientis: inapropriado&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Imagem:OTOseal.jpg|right|thumb|Selo da Ordo Templi Orientis]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ordem maçônica derivada do Rito de Memphis e Misraim que anexou ao seu sistema a prática do sexo tântrico hindu.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fundada em 1896 por um maçon alemão chamado [[Karl Kellner]], a ordo templi orientis posteriormente admitiu [[Aleister Crowley]] em suas fileiras, sob a alegação do então chefe na Inglaterra, [[Theodore Reuss]], de que ele havia descoberto o segredo principal da ordem reservado ao grau IX° (contido no Liber 333).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A ordo templi orientis foi a primeira ordem a aceitar (pois fora emitido pela [[Astrum Argentum]]) o [[Livro da Lei]], tendo o seu sistema reformulado por Crowley. Curiosamente, os expoentes desta ordem, nunca galgaram todos os graus até o final. Sempre receberam a patente do IX° diretamente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O principal segredo da ordo templi orientis consistia na Magia Sexual, a utilização da energia sexual em trabalhos mágicos. os últimos graus se reservavam a essa prática e eram eles:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Grau VIII - masturbação - onde sozinho o magista utilizava a força do orgasmo para alimentar um trabalho mágico ( egrégora ou larva astral) ou como é chamado ritualisticamente, um &amp;quot;filho mágico&amp;quot; (ver sigilo).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Grau IX - heterossexual - onde um casal heterosexual utiliza a força da relação para alimentar o objetivo, consistindo de intenso controle mental e consumação do Elixir ( fluidos sexuais de ambos) na geração do &amp;quot;filho&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Posteriormente Crowley adciona o décimo primeiro, de características masculinas (bissexuais), onde a projeção e recepção da força masculina é utilizada, onde a mulher não pode executa-lo devido a sua natureza passiva ( não podem manifestar a penetração).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A antiga Fraternitas Saturni a utilizava na manifestação da egrégora da ordem ( Ghotos), e [[Marcelo Motta]] possuia suas teorias sobre o processo. Segundo ele, o XIº poderia sevir de porta entre a OTO e A.·.A.·. (8° = 3°) e [[Kenneth Grant]] possui suas próprias teorias do XI, utilizando os &amp;quot;Kalas&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os rituais da ordem, bem como seu mais famoso segredo, foram todos publicados em 1973, por Francis King no livro &amp;quot; The Secret Rituals of the ordo templi orientis &amp;quot;, editora Samuel Weiser.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Facilmente mal interpretada (devido a repressão e ignorância sobre o sexo e suas consequencias), a magia sexual, foi (e ainda é) utilizada para satisfações de desejos ou perveções sexuais de pessoas mal intencionadas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Após uma briga dos ramos mundiais da ordem, Crowley tomou a liderança da mesma, ou melhor da que ele foi eleito chefe, enquanto as outras formaram ordens independentes. Seguiu-se uma série de disputas inúteis de patentes para saber quem seria o seu líder, culminando apenas em confusão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A ordem contava com dez graus, sendo que o último era administrativo. Posteriormente Crowley cria um décimo primeiro. Alguns dizem que existia um décimo segundo grau, que seria o Cabeça Interno (Caputi Ordinis) da Ordem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Hoje conta com vários seguimentos e facções, dentre elas poucas são originais, com a Ordo Templi Orientis Typhoniana de Grant e uma já extinta, a alemã Fraternitas Saturnis. Outra manifestação da ordem se encontra em seu braço eclesiástico a Ecclesia Gnostica Catholica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Marcelo Motta a estabeleceu no Brasil, porém rendendo-se aos argumentos de Crowley sobre a ordem, institui novos rituais, já que os feitos pela Besta, &amp;quot; foram por ela mesma considerados inúteis, daí suas disponibilações à público. Inúteis pois, o motivo, é que nesses rituais Crowley tentou estabelecer uma ponte de ligação entre o velho aeon e o Aeon de Horus.&lt;br /&gt;
Isto é impossível. A passagem dos Aeons é sempre catastrófica. A maçonaria orisiana, consequentemente, está fadada à dissolução completa. Uma nova maçonaria deve ser estabelecida, uma Maçonaria Thelêmica. Mesmo as Instruções Secretas dos Graus VII, VIII e IX terão que ser reformadas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A ordo templi orientis , tal como foi organizada de início, e tal como Crowley, desavisadamente, ou talvez otimisticamente, tentou readaptar, era uma organização malsã, tendendo ao nazismo, ao fascismo e ao reacionarismo. Sua destruição era necessária, e não escondo o que fato que minha própria intervenção contribuiu para sua desmoralização total. Se uma casa não pode ser reparada, deve ser destruída, e outra casa erguida em seu lugar&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Espero a cooperação de todos, e completa obediência hierárquica, no sentido de reorganizarmos uma ordo templi orientis sem tendência em qualquer direção que não seja o Pilar Central do Templo, que não é mais o de Salomão o Rei, mas sim de THERION o Rei dos Reis.&lt;br /&gt;
A autoridade de que me valho para trabalhar é a Autoridade de 666 Ele Mesmo, e as sugestões em que baseio meu Trabalho são as de meu falecido Instrutor, última Cabeça Externa da Ordem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
II - É minha intenção manter a ordo templi orientis (minha versão, bem entendido) completamente estanque em três círculos: Externo (I, II, III), Interno (IV, V, VI) e Secreto (VII, VIII, IX). Membros dos graus superiores conhecerão membros dos graus inferiores, porém não vice-versa)&amp;quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A ordem chegou ao Brasil, como a A.·.A.·., através de Marcelo Motta, discípulo do então tesoureiro da ordem e dito herdeiro por muitos, Karl Germer.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Categoria:Organizações]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Daemonos</name></author>
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		<id>https://www.ocultura.org.br/index.php?title=A.%C2%B4.A.%C2%B4.&amp;diff=2345</id>
		<title>A.´.A.´.</title>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;Daemonos: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;#redirect [[Astrum Argentum]]&lt;/div&gt;</summary>
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		<title>A.·.A.·.</title>
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		<updated>2006-09-26T02:43:19Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Daemonos: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;#redirect [[Astrum Argentum]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Daemonos</name></author>
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		<title>Marcelo Ramos Motta</title>
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		<updated>2006-09-26T02:37:18Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Daemonos: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;#redirect [[Marcelo Motta]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Daemonos</name></author>
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		<title>Karl Johannes Germer</title>
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		<updated>2006-09-26T02:33:18Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Daemonos: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;''Frater Saturnus''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Image:germer.jpg|thumb|right|Karl Johannes Germer]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Alemão de Elberfeld, '''Karl Johannes Germer''', engenheiro, nasceu no dia 22 de Janeiro de 1885 .Viveu em Londres de 1900 a 1904 e durante a Primeira Guerra Mundial serviu na Rússia, Bélgica e França, em distinta carreira militar além de participar ativamente no Movimento Pansófico Alemão em 1920.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 1925, conhece [[Aleister Crowley]] na casa de um amigo em comum, Heinrich Traenker, que posteriormente passou um período na sua, onde iniciou seus estudos em magia. Em janeiro de 1927, encontra seu [[S.A.G.]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Foi prisioneiro no campo de concentração (devido a sua ligação com a maçonaria e com Crowley) de Esterwegen, de Fevereiro a Agosto de 1935, levado pela Gestapo. Escreve sua biografia intitulada &amp;quot; '''Prisioneiro Protetor Nº 303'''&amp;quot; entre 1939 e 1940.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Germer teve 3 esposas: Marie Wys, Cora Eaton e Sascha Ernestine André . Com uma pequena fortuna herdada de Cora, Germer passa a sustentar Crowley no final da vida.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A partir de 1942, acreditara estar sendo espionado pelo FBI. A paranóia chegou a tal nível, que evitava conversar com sua esposa na própria casa com medo de escutas eletrônicas. Porém, sua paranóia mostrou-se correta, o FBI tinha um dossiê de 54 páginas sobre sua vida.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com a morte de Crowley, Germer tornou-se o seu sucessor, por vontade do mesmo. Os membros da ordo templi orientis (organização pseudo-maçônica-templária chefiada por Crowley) insistiram para ele assumir a liderança, mas sempre recusou. Apesar de ser tesoureiro da ordem, a sua preferência sempre foi a A.·.A.·. .&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mesmo assim, possuía a biblioteca e documentos de Crowley e reduziu as iniciações na ordo templi orientis e dedicou-se a publicação de seus livros (&amp;quot;[[The Vision and The Voice]]&amp;quot;, &amp;quot;[[Magick Without Tears]]&amp;quot;, &amp;quot;[[777 Revised]]&amp;quot;, &amp;quot;[[The Book of Lies]]&amp;quot;).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 1953 recebe um estudante recomendado por um outro grande ocultista, '''[[Parzival Krumm Heller]]''' (Fraternitas Rozacrucis Antiqua), [[Marcelo Ramos Motta]]. Ao jovem ele pediu que escolhe-se entre a [[A.·.A.·.]] e a ordo templi orientis Motta escolheu a A.·.A.·.. A a partir daí passaram a trocar correspondências freqüentemente e Motta tornou-se seu mais presente discípulo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 1956, patenteia - o com o [[IXº grau]] da [[Ordo Templi Orientis]] . Falece em 1962 de câncer de próstata deixando a ordo templi orientis para os &amp;quot;Cabeças da Ordem&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Fonte ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://www.astrumargentum.org.br&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Categoria:Biografias]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Daemonos</name></author>
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		<title>Karl Johannes Germer</title>
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		<updated>2006-09-26T02:27:14Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Daemonos: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;''Frater Saturnus''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Image:germer.jpg|thumb|right|Karl Johannes Germer]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Alemão de Elberfeld, '''Karl Johannes Germer''', engenheiro, nasceu no dia 22 de Janeiro de 1885 .Viveu em Londres de 1900 a 1904 e durante a Primeira Guerra Mundial serviu na Rússia, Bélgica e França, em distinta carreira militar além de participar ativamente no Movimento Pansófico Alemão em 1920.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 1925, conhece [[Aleister Crowley]] na casa de um amigo em comum, Heinrich Traenker, que posteriormente passou um período na sua, onde iniciou seus estudos em magia. Em janeiro de 1927, encontra seu [[S.A.G.]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Foi prisioneiro no campo de concentração (devido a sua ligação com a maçonaria e com Crowley) de Esterwegen, de Fevereiro a Agosto de 1935, levado pela Gestapo. Escreve sua biografia intitulada &amp;quot; '''Prisioneiro Protetor Nº 303'''&amp;quot; entre 1939 e 1940.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Germer teve 3 esposas: Marie Wys, Cora Eaton e Sascha Ernestine André . Com uma pequena fortuna herdada de Cora, Germer passa a sustentar Crowley no final da vida.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A partir de 1942, acreditara estar sendo espionado pelo FBI. A paranóia chegou a tal nível, que evitava conversar com sua esposa na própria casa com medo de escutas eletrônicas. Porém, sua paranóia mostrou-se correta, o FBI tinha um dossiê de 54 páginas sobre sua vida.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com a morte de Crowley, Germer tornou-se o seu sucessor, por vontade do mesmo. Os membros da ordo templi orientis (organização pseudo-maçônica-templária chefiada por Crowley) insistiram para ele assumir a liderança, mas sempre recusou. Apesar de ser tesoureiro da ordem, a sua preferência sempre foi a A.·.A.·. .&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mesmo assim, possuía a biblioteca e documentos de Crowley e reduziu as iniciações na ordo templi orientis e dedicou-se a publicação de seus livros (&amp;quot;The Vision and The Voice&amp;quot;, &amp;quot;Magick Without Tears&amp;quot;, &amp;quot;777 Revised&amp;quot;, &amp;quot;The Book of Lies&amp;quot;).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 1953 recebe um estudante recomendado por um outro grande ocultista, '''Parzival Krumm Heller''' ( Fraternitas Rozacrusis Antiqua), Marcelo Ramos Motta. Ao jovem ele pediu que escolhe-se entre a A.·.A.·. e a ordo templi orientis Motta escolheu a A.·.A.·.. A a partir daí passaram a trocar correspondências freqüentemente e Motta tornou-se seu mais presente discípulo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 1956, patenteia - o com o IX º grau da ordo templi orientis . Falece em 1962 de câncer de próstata deixando a ordo templi orientis para os &amp;quot;Cabeças da Ordem&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Fonte ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://www.astrumargentum.org.br&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Categoria:Biografias]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Daemonos</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://www.ocultura.org.br/index.php?title=SATVURNVS&amp;diff=2340</id>
		<title>SATVURNVS</title>
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		<updated>2006-09-26T02:26:40Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Daemonos: SATVURNVS movido para Karl Johannes Germer: termo incorreto&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;#REDIRECT [[Karl Johannes Germer]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Daemonos</name></author>
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	<entry>
		<id>https://www.ocultura.org.br/index.php?title=Karl_Johannes_Germer&amp;diff=2339</id>
		<title>Karl Johannes Germer</title>
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		<updated>2006-09-26T02:26:40Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Daemonos: SATVURNVS movido para Karl Johannes Germer: termo incorreto&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Image:germer.jpg|thumb|right|Karl Johannes Germer]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Alemão de Elberfeld, '''Karl Johannes Germer''', engenheiro, nasceu no dia 22 de Janeiro de 1885 .Viveu em Londres de 1900 a 1904 e durante a Primeira Guerra Mundial serviu na Rússia, Bélgica e França, em distinta carreira militar além de participar ativamente no Movimento Pansófico Alemão em 1920.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 1925, conhece [[Aleister Crowley]] na casa de um amigo em comum, Heinrich Traenker, que posteriormente passou um período na sua, onde iniciou seus estudos em magia. Em janeiro de 1927, encontra seu [[S.A.G.]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Foi prisioneiro no campo de concentração (devido a sua ligação com a maçonaria e com Crowley) de Esterwegen, de Fevereiro a Agosto de 1935, levado pela Gestapo. Escreve sua biografia intitulada &amp;quot; '''Prisioneiro Protetor Nº 303'''&amp;quot; entre 1939 e 1940.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Germer teve 3 esposas: Marie Wys, Cora Eaton e Sascha Ernestine André . Com uma pequena fortuna herdada de Cora, Germer passa a sustentar Crowley no final da vida.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A partir de 1942, acreditara estar sendo espionado pelo FBI. A paranóia chegou a tal nível, que evitava conversar com sua esposa na própria casa com medo de escutas eletrônicas. Porém, sua paranóia mostrou-se correta, o FBI tinha um dossiê de 54 páginas sobre sua vida.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com a morte de Crowley, Germer tornou-se o seu sucessor, por vontade do mesmo. Os membros da ordo templi orientis (organização pseudo-maçônica-templária chefiada por Crowley) insistiram para ele assumir a liderança, mas sempre recusou. Apesar de ser tesoureiro da ordem, a sua preferência sempre foi a A.·.A.·. .&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mesmo assim, possuía a biblioteca e documentos de Crowley e reduziu as iniciações na ordo templi orientis e dedicou-se a publicação de seus livros (&amp;quot;The Vision and The Voice&amp;quot;, &amp;quot;Magick Without Tears&amp;quot;, &amp;quot;777 Revised&amp;quot;, &amp;quot;The Book of Lies&amp;quot;).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 1953 recebe um estudante recomendado por um outro grande ocultista, '''Parzival Krumm Heller''' ( Fraternitas Rozacrusis Antiqua), Marcelo Ramos Motta. Ao jovem ele pediu que escolhe-se entre a A.·.A.·. e a ordo templi orientis Motta escolheu a A.·.A.·.. A a partir daí passaram a trocar correspondências freqüentemente e Motta tornou-se seu mais presente discípulo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 1956, patenteia - o com o IX º grau da ordo templi orientis . Falece em 1962 de câncer de próstata deixando a ordo templi orientis para os &amp;quot;Cabeças da Ordem&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Fonte ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://www.astrumargentum.org.br&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Categoria:Biografias]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Daemonos</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://www.ocultura.org.br/index.php?title=Belarion&amp;diff=2338</id>
		<title>Belarion</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://www.ocultura.org.br/index.php?title=Belarion&amp;diff=2338"/>
		<updated>2006-09-26T02:25:41Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Daemonos: /* Fonte */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Image:parsons.jpg|thumb|right|Jack Parsons]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cientista de renome e magista, o americano '''Jack Parsons''' foi o que poucos ocultistas foram em toda história: um verdadeiro praticante.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pena que sua habilidade como magista era inversamente proporcional à de homem da ciência.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como cientista, contribuiu com a corrida espacial, desenvolvendo combustíveis para foguetes. Seu trabalho foi tão importante, que uma cratera na lua recebeu seu nome. Apropriadamente, no lado escuro. Como magista, realizou um feito fantástico: diz ter invocado [[Babalon]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nascido em 2 de Outubro de 1914 na cidade de Los Angeles, Parsons entrou para a A.·. A.·. e a O.T.O na Califórnia, E.U.A. em 1939, sob o motto &amp;quot;'''Thelema Obtentum Procederto Amoris Nuptiæ''' &amp;quot; (''Alcançar Thelema Através das Núpcias do Amor'').&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 1946 foi introduzido no IX° O.T.O por seu instrutor '''Frater 132''', o &amp;quot;deus&amp;quot; encarnado, junto com os Frati [[SATVURNVS]] e 666.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Perdeu duas esposas para os amigos da ordem, Frater 132 e L. R. Hubbard (fundador da Cientologia) O fracasso com as mulheres, somado a características reprimidas em sua criação, o faz falhar numa ordália de Homem da Terra e toma uma decisão: invocar Babalon. O ato mágico serviria para exteriorizar seu Complexo de Édipo e para satisfazer seu desejo de produzir extraordinários efeitos mágicos. Através de chamados enoquianos, Parsons iniciou um ritual em Janeiro de 1946 e, em 27 de Fevereiro, no deserto do Mojave, recebe [[Liber 49]], '''O Livro de Babalon'''.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Escreveu a Crowley sobre seu feito, mas a Besta o repreende severamente, pois Parsons não sabia com o que estava se metendo. Ele próprio se considerava o Filho da Besta, expondo sua forte carência, fazendo tudo para sera aceito como tal por 666, que o achava um idiota. Baseado na mensagem recebida de Babalon, decide manifestar a entidade neste plano, gerando uma Filha de Babalon. Logo em seguida ela se manifesta na forma de Majorie Cameron. Casaram-se em 1946.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Perde sua fortuna ao longo dos anos, bem como sua reputação de cientista é abalada. Em 1948, realiza '''Juramento do Abismo''', assumindo o grau de [[Magister Templi]] sobre o motto, '''Belarion'''. Em 1949, escreve O Livro do Anticristo, tal manifesto continha uma severa crítica a religião cristista e a confirmação do poder da Besta 666 e sua Mulher Escarlate Hilarion.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Parson disse que seria uma &amp;quot;Chama Viva &amp;quot; ante a encarnação de Babalon. Foi a sua mais sinistra profecia: morreu horrivelmente, em 17 de Junho de 1952, numa explosão de seu laboratório: ainda sobreviveu por mais uma hora com o corpo todo queimado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Fonte ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://www.astrumargentum.org.br&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Categoria:Biografias]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Daemonos</name></author>
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		<id>https://www.ocultura.org.br/index.php?title=Yesod&amp;diff=2337</id>
		<title>Yesod</title>
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		<updated>2006-09-26T01:18:29Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Daemonos: /* Fonte */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;''“O pensamento precede o desejo.” - Helena Petrovna Blavatisky''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Yesod''' é o depósito de imagens do inconsciente humano ou plano astral ou luz astral. Como as águas do mar refletem a luz do sol, ela reflete (filtra) a imagem de Thiphareth. A &amp;quot;refração&amp;quot; mística ilude. Belas ou terríveis as figuras do inconsciente tanto auxiliam quanto ludibriam. Quase sempre não são claras, principalmente nos sonhos, porém por trás, reside a verdade. A ato reflexivo é presente em Malkuth, pois tudo que existe na sephirah da terra é construido antes na do ar (segundo os chineses, o símbolo vem antes do objeto).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Yesod é a &amp;quot;Fundação&amp;quot;. Representada pelos órgãos sexuais humanos, esta sephirah carrega a força sexual, a libido, o impulso instintivo gerador da vida.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Seu planeta é a Lua, astro símbolo do comportamento feminino. Inconstante, misterioso, belo. Rege as marés, sendo as águas o caminho para o autodescobrimento (Atu XII).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Títulos:''' A Fundação (ou Fundamento), Casa do Tesouro das Imagens, Tudo, Tzedeq Jesod Olahm (O Virtuoso é a Fundação do Mundo).&lt;br /&gt;
'''Imagem Mágica:''' Um belo homem nu.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Arcanjo:''' Gabriel.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Símbolos:''' Perfurmes, sandálias .Diana, Hécate, Adonis, divindades lunares em geral e também transmorfas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Virtude:''' Indenpendência.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Vício:''' Inatividade, ócio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Experiência Espiritual:''' Visão do Mecanismo do Universo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Cartas do Tarô:''' Os 4 Noves: 9 de Paus, 9 de Copas, 9 de Espadas e 9 de Ouros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Nome Divino:''' Shaddai el Chai (o Deus Vivo Todo-poderoso ou Força Vital Divina).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Liber 78:''' A grande força fundamental. Poder executivo, pois eles restauram uma base firme.Poderoso para o bem ou mal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Liber 777:''' O Filho degradado para a reles vida animal&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Animais:''' Elefante, tartaruga (associada a Atlas por suportar peso)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Plantas:''' 	As afrodisíacas ou fálicas em geral como Ginsen. As raízes também.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Pedra:''' Quartzo. O ouro é encontrado no quartzo, relacionado a glória oculta do processo sexual.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Qliphoth:''' Gamaliel, o Asno Obceno.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''A Visão e a Voz - 11º Æthyr'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''&amp;quot;Aparece imediatamente na pedra a Kamea da Lua. Está dobrada ; e atrás dela surge uma grande Hoste de Anjos. Eles estão de costas para mim, porém eu posso ver o quão extraordinários são seus braços sob a forma de espadas e lanças. Eles possuem asas em seus elmos e calcanhares: estão vestindo uma armadura toda completa e a menor de suas espadas tem a forma de uma extraordinária tempestade de luz. A menor de suas lanças assemelha-se um enorme tornado . Em seus escudos estão os olhos do Tetragrammaton, alado e flamejante ,....branco, vermelho, negro, amarelo e azul. Nas alas estão vastos esquadrões de elefantes e por trás a artilharia. Eles estão sentados nos elefantes armados com os raios de Zeus.''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Agora em tudo que nos cerca não há movimento algum. Ainda que não estejam descansando seus braços, mantêm-se tensos e vigilantes. E entre nós está o Deus Shu, que eu não notara antes devido a sua força, preenchedora de todo o Æthyr. E de fato ele não é visível em sua forma. Nem pode ser visto por qualquer sentido; ele é mais compreendido do que definido. Eu percebo que todo esse exército está defendendo nove poderosas torres de ferro sobre a fronteira do Æthyr. Dentro de cada uma estão guerreiros de armadura prateada. É impossível descrever a sensação de tensão; eles parecem remadores aguardando o tiro de largada.''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Eu noto que um Anjo está aliando-se ao meu lado; agora eu estou no meio da companhia de anjos armados e seu capitão está posicionado diante de mim. Ele também usa uma armadura prateada; envolto em seu corpo está um redemoinho de vento, tão veloz que qualquer sopro será rebatido.''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''E ele me diz as palavras:''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Observai, um poderoso guardião contra o terror das coisas, o mais veloz do Altíssimo, as legiões da eterna vigília; são esses que mantém guarda e proteção dia e noite através dos aeons. Na sua união está a força do Todo-poderoso, ainda que eles não mexam sequer uma pluma das asas de seus elmos.''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Observai a fundação da Cidade Santa, suas torres e bastiões! Observai os exércitos da luz que erguem-se contra o mais longínquo Abismo, contra o horror do vazio e a malícia de Choronzon. Observai o quão venerada é a sabedoria do Mestre que colocara sua estabilidade no irrequieto Ar e na inconstância da Lua. Nos flashes púrpuras do relâmpago ele escreveu a palavra Eternidade e nas asas da andorinha ele insituiu descanço.''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Por três e por três e por três teve Ele firmado a fundação contra o terremoto que é o três. Pois no número nove está a mutabilidade dos números reduzidos ao nada. Pois qualquer que seja o número que tu o envolver ele aparecerá imutável.''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Tais coisas são ditas para ele que compreende, esse é a placa peitoral para os elefantes ou colete para os anjos ou uma escala para as torres de ferro; ainda que este poderoso hospedeiro permaneça imóvel, somente na defensiva , não importando quem ultrapasse suas linhas, nunca o auxiliará.''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Ele deve avançar para o mais distante Abismo e lá falar com aquele posto acima do quádruplo terror, o Príncipe do mal, Choronzon, o poderoso demônio que habita o mais distante abismo. E ninguém pode falar com ele ou compreende-lo, porém os servos da Babilônia compreendem e aqueles que não o conseguem servem-no.''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Observai! Ele não penetrou no coração nem na mente do homem para conceber esta questão; pois a doença do corpo é morte e a doença do coração é desespero e a doença da mente é loucura. Porém, no mais distante abismo, está a doença da aspiração e a doença da vontade e a doença da essência do todo e não existe palavra nem pensamento onde a imagem desta imagem é refletida.''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''E aquele que adentrar o mais distante Abismo, exceto o capaz de compreender, deve estender suas mãos e inclinar sua cabeça em direção as correntes de Choronzon. E como um demônio ele caminhou sobre a terra aparentemente imortal, e amaldiçoou as flores e corrompeu o ar puro e introduziu venenos na água e no fogo que é o amigo do homem e a promessa de sua aspiração e vendo que isso os erguia como grandes pirâmides e vendo que eles roubaram dos céus, mesmo esse fogo transformou em ruina e em locura em febre e destruição. E tu, que és um monte de areia seca na cidade das pirâmides, deves compreender essas coisas.''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''E agora acontece algo que se mostra desafortunadamente imerso em tolices; o éter, a fundação do universo, foi atacado pelo Mais Distante Abismo e a única maneira de descrever é dizendo que o universo sofreu um abalo. Porém o universo “não” foi abalado. E isso é a verdade; a mente racional tentando interpretar essas questões espirituais ofende-se; porém, sendo treinada a obedecer, aceita que não as compreendeu realmente. Visto que ela nunca alcança a comprensão; todavia o Vidente está entre os que conseguem.''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''E o Anjo diz:''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Observai, Ele instituiu Sua misericórdia e Seu poder e ao seu poder é adicionado vitória e para sua Misericórdia é acresecentado esplendor. E tudo isso Ele ordenou em beleza e Ele juntou-as firmemente sobre a Rocha Eterna e daqui a diante Ele ergueu Seu reino tal como uma pérola é colocada em uma jóia de sessenta pérolas e doze e Ele enfeitou-o com as Quatro Santas Criaturas Vivas dos Guardiões e nele gravou o selo da virtuosidade e Ele poliu com o fogo de Seu Anjo e Ele ruborizou seus Afetos e com deleite e com sutileza Ele alegrou o coração e o centro é o Segredo de Seu ser e nisto está o Seu nome Geração. E essa estabilidade possui o número 80 pois o seu preço para tal é a Guerra .''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Acautela-te, então, Ó tu que apontas para a compreensão o segredo do mais distante Abismo, pois em cada Abismo tu deves assumir a máscara e a forma do Anjo local. Tens um nome e tu definitivamente o perdeste. Procura então, se ainda existir, uma gota de sangue que não fora colhido pela taça da Babilônia a Bela, pois nesse pequeno monte de pó, se lá estiver uma gota de sangue, deverar se-la totalmente corrupta; brotando escorpiões e víboras e a saiva do gato.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E eu digo ao Anjo: Não existe ninguém vigiando? E ele responde: Eloi, Eloi, lama sabacthani. Para poder passar por Choronzon ele deve abandonar a interpretação e identidade dos elementos da visão. Tal como um êxtase de angústia responde-me que eu não posso dar-lhe a voz, ainda eu sabendo que se encontra igual a angústia do Gesâme. E essa é a última palavra do Æthyr. As fronteiras foram atravessadas e ante o vidente estende-se o mais distante Abismo.''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Eu retornei&amp;quot;.''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Fonte ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://www.astrumargentum.org.br/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Categoria:Cabala]]&lt;br /&gt;
[[Categoria:Astrum Argentum]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Daemonos</name></author>
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		<id>https://www.ocultura.org.br/index.php?title=Tiphareth&amp;diff=2336</id>
		<title>Tiphareth</title>
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		<updated>2006-09-26T01:17:35Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Daemonos: /* Fonte */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;''“Mas cada homen não é apenas ele mesmo; é também um ponto único, singularíssimo, sempre importante e peculiar, no qual os fenômenos do mundo se cruzam daquela forma uma só vez e nunca mais. Assim, a história de cada homem é essencial, eterna e divina, e cada homem, ao viver em alguma parte e cumprir os ditames da Natureza, é algo maravilhoso e digno de toda a atenção. Em cada um dos seres humanos o espírito adquiriu forma, em cada um deles a criatura padece, em cada qual é crucificado um Redentor.” - Hermann Hesse''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Tiphareth''' é a Beleza, o resultado perceptível à consciência humana da harmonia da criação sendo a graciosidade da arte. A sephiroth onde o ser humano percebe-se verdadeiramente único, equilibrado em sua imperfeição, onde a imagem de uma imagem do universo mostra-se cercada pelo cosmos. A sua proporção revela-se inexata e, graças a isso, a redenção do iniciado se expressa na negação da obra do Arquiteto, a putrefação das paredes do templo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um inverso da imagem no Reino da Virgem apresenta-se aqui um fator de equilíbrio espiritual onde a sua vivência garante a harmonia na subida do caminho ondulado da serpente, a imagem velada do messias que se crucificou e renasceu na carne.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Títulos:''' Beleza.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Imagem Mágica:''' Um rei majestoso. Uma criança. Um deus sacrificado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Arcanjo:''' Rafael.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Símbolos:''' O lámem. A Rosa-cruz. A cruz do Calvário. A pirâmide truncada. O cubo. Iacchus como o Sagrado Anjo Guardião. Jesus Cristo. Apollo. Harpócrates. Ra e On. Hrumachis. Quetzalcoatl. Oxalá (Oxagiã).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Virtude:''' Devoção à Grande Obra.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Vício:''' Orgulho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Experiência Espiritual:''' Visão da Harmonia das Coisas. Os Mistérios da crucificação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Cartas do Tarô:''' Os 4 Seis: 6 de Paus, 6 de Copas, 6 de Espadas e 6 de Ouros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Nome Divino:''' Tetragrammaton Aloah Va Daath (Divino que Tudo Sabe).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Liber 78:''' Realização Completa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Liber 777:''' O Filho degradado para a reles vida animal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Animais:''' Aranha. A Fênix. Leão como o típico animal solar. Pelicano.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Plantas:''' A acácia por ser um símbolo de ressurreição na maçonaria.O carvalho, pois é a árvore dos druidas, a representante do sol no reino vegetal. O freixo, sendo desta espécie Yggdrasil, a árvore onde Odin se pendurou para obter o conhecimento das coisas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Pedra:''' Topázio por sua cor dourada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Qliphoth:''' Tagiriron, o Litígio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''A Visão e a Voz - 8º Æthyr'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''&amp;quot;E surge na pedra uma minúscula faísca de luz. E cresce, e parece escapar, e cresce novamente, e se espalha por todo Æthyr alimentada pelo vento, e agora ganha força, e imbica como uma cobra ou uma espada, e então se afirma, assemelhando-se a uma Pirâmide de luz que ocupa todo o Æthyr.''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''E a Pirâmide parece um Anjo ao mesmo tempo em que ele é a Pirâmide, e ele é amorfo, pois é feito da substância da luz, mas torna-a visível apenas para destruí-la.''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''E ele diz: A luz origina-se das trevas e as trevas são feitas de luz. Então a luz casou-se com a luz e o fruto do amor é aquela outra escuridão onde se conformam por terem perdido nome e forma. Então eu o iluminei pois não compreendera e no Livro da Lei eu escrevi os segredos da verdade que são como uma estrela e uma cobra e uma espada.''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''E até que ele ao menos compreenda, eu entrego os segredos da verdade em tal sapiência de tal maneira que o menor dos filhos da luz possa correr aos pés de sua mãe e trazer á compreensão.''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''E assim ele fará para obter o mistério do Conhecimento e Conversação do seu sagrado Anjo Guardião.''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Primeiro deixe-o preparar uma câmara na qual as paredes e o teto sejam brancas e o piso coberto com um tapete quadriculado de preto e branco com a borda das cores azul e doirado.''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''E, se estiver numa cidade, a sala não deverá possuir janelas, estando no campo, a janela será no teto. Ou, se possível for, o templo deverá ser preparado para a realização do ritual de passagem através do Tátua.''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''No teto irá pendurar uma lâmpada, de copo vermelho, a ser queimada com óleo de oliva.''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''E essa lâmpada será limpa e preparada após a oração do poente e, abaixo dela, haverá um altar cúbico &amp;amp; a altura será metade ou o dobro da largura.''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''E sobre o altar estará um incensário, semi-hesférico, apoiado em três pernas feitas de prata e dentro uma semi-esfera de cobre e no topo, uma grade de prata doirada e em seguida deverá ele queimar um incenso feito de quatro partes de olibano e duas partes de liquidambar uma parte de babosa ou cedro ou de sândalo. E isto é o suficiente.''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''E ele também deixará preparado em um frasco de cristal no altar, óleo santo, consagrado de mirra e canela e galanga.''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''E mesmo sendo de grau mais elevado do que o de Probacionista, o robe de um deverá usar, pois a estrela de fogo mostra Ra Hoor Khuit abertamente sobre seu peito e, secretamente, o triângulo azul descendente é Nuit e o vermelho ascendente é Hadit.''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''E eu sou o doirado Tau entre suas bodas. Também, se for de sua escolha, poderá usar um roupão fechado de seda de tiro, púrpura e verde um manto sem mangas, de luminoso azul, coberto com cequins doirados, e escarlate.''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''E ele fará uma baqueta de madeira de amêndoa ou castanha tirada por suas próprias mãos ao alvorecer do Equinócio ou ao Solstício ou no dia de Corpus Christi ou em um dos dias de festa indicados no &amp;quot;Livro da Lei&amp;quot;.''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''E ele gravará com a própria mão sobre a prata doirada a Sagrada Mesa de Sete Partes ou a Sagrada Mesa de Doze Partes ou algum dispositivo pessoal. E deverá ser enquadrado em um círculo e o círculo será alado e ele irá prende-lo sobre a sua testa por uma tira de seda azul.''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Além disso, ele usará um filete de louro ou rosa ou hera ou arruda e, diariamente, após oração de amanhecer, irá queima-lo no fogo do incensário.''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''E a prece deverá ser realizada no espaço de uma hora pelo menos e ele procurará aumentar o tempo e inflamar-se orando. E assim ele deve invocar o seu Sagrado Anjo Guardião no período de onze semanas e orar sete vezes por dia durante a última das onze semanas.''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''E durante todo esse tempo ele fará uma invocação tão satisfatória, com tanta sabedoria e compreensão quanto possam ser dados pela Coroa, devendo escreve-la em letras doiradas em cima do altar.''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''O topo do altar será de madeira branca, bem polida, e no centro colocará um triângulo de carvalho, pintado na cor escarlate e sobre este triângulo, as três pernas do incensário devem ficar.''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Além disso, ele escreverá sua invocação em uma folha de puro pergaminho branco, com tinta Indiana, e ele a iluminará de acordo com sua imaginação e fantasias que serão fornecidos pela beleza.''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''E no primeiro dia da décima segunda semana ele entrará na câmara ao amanhecer e fará sua prece, tendo antes queimado o conjuro feito sobre a folha no fogo da lâmpada.''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Então, por graça da sua oração, deverá a câmara ser preenchida com luz insuportável para esplendor e um perfume intolerável para doçura. E seu Sagrado Anjo Guardião aparecerá para ele, sim, o seu Sagrado Anjo Guardião aparecerá para ele de forma que penetrará nos Mistério de Santidade.''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''E todos os dias ele permanecerá no prazer do Conhecimento e Conversação do Sagrado Anjo Guardião.''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''E durante os três dias seguintes permanecerá no templo do nascer ao pôr-do-sol e obedecerá as determinações que seu Anjo lhe passar e sofrerá dessas coisas que a ele são designadas.''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''E por dez dias irá se retirar como dito a ele pela completividade da comunhão, para que possa harmonizar o mundo que está dentro com o mundo que está fora.''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''E ao final dos noventa e um dias deverá ele retornar ao mundo e lá realizar a obra para a qual o Anjo o terá designado.''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''E mais do que isto não é necessário dizer, pois seu Anjo pedirá amavelmente e mostrará de que maneira ele poderá estar mais completamente comprometido. E até que ele consiga encontrar esse Mestre não há mais nada de que necessite, enquanto continuar no conhecimento e conversação do Anjo, para que adentre, afinal, na Cidade das Pirâmides.''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Veja! Dois e vinte são os caminhos da Árvore, porém um é o da Serpente da Sabedoria; dez são as inefáveis emanações, porém uma é a Espada Flamejante.''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Veja! Há um fim para a vida e a morte, um fim para o ímpeto e a inspiração. Sim, a Casa do Pai é um poderoso esquife e nele depositou tudo que tu conheces.''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Tudo isso sem visão, apenas uma voz, muito lenta e clara e decidida. Porém, agora, a visão retorna e a voz diz: Tu seras chamado Danae, tu és aturdido e morto embaixo do peso da glória da visão que tu ainda não contemplaste. Pois tu sofrerás muitas cousas, até que te torne mais poderoso do que os Reis da terra e todos os Anjos dos Céus e todos os deuses que estão além dos Céus. Então tu me encontrarás em igual conflito e me verá como eu sou. E eu avançarei sobre ti e ceifarei tua vida com a chuva vermelha de meus raios.''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Eu estou embaixo da pirâmide de luz. Parece que tenho todo o seu peso sobre mim, esmagando-me com seu êxtase. E também tenho consciência que pareço com o profeta que disse: eu O verei, mas não de perto.''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''E o Anjo disse: Assim será até que eles despertem e caminhem e ela que dorme acorde de seu sono. Pois tu és transparente para a visão e a voz. E por causa disso em ti eles manifestam não . Porém eles se manifestarão até que os liberte de acordo com a palavra que eu profiro a ti na Cidade Vitoriosa.''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Pois eu não estou apenas ordenando vigiar-te, mas nós somos de sangue real, os guardiões da Casa do Tesouro da Sabedoria. Por isso sou chamado o Ministro de Ra Hoor Khuit: e ele é o Vice-rei do Rei desconhecido. Pois meu nome é Aiwas, que é oito e setenta. E eu sou a influência Daquele Que Está Oculto, e a roda que tem oito e setenta partes, pois em tudo equivale ao Portal, o nome do meu Senhor quando soletrado por completo . E o Portal é o Caminho que une a Sabedoria com a Compreensão.''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Assim tu tiveste realmente se enganado vendo-me no caminho que vai da Coroa até Beleza. Pois ele atravessa o abismo e eu sou das supernas. Nem Eu, nem Tu, nem Ele podemos atravessar o abismo. O caminho é da Sacerdotisa da Estrela de Prata e o Oráculo dos deuses e o Senhor das Hostes do Todo-Poderoso.Pois eles são os servos de Babalon e da Besta e de outros do qual nada é dito. E, sendo servos, eles não possuem nome, porém somos de sangue real, e servimos não, e por essa razão somos nós menos do que eles.''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Ademais, como um homem pode ser ambos um poderoso guerreiro e um justo juiz, então nós também podemos realizar esse trabalho se aspirarmos e objetivarmos além. E ainda, apesar de tudo isso, eles permanecem &amp;quot;si mesmos&amp;quot;, que comeram da romãzeira nascida no Inferno. Para tu porém, que és novo na compreensão, esse mistério é muito vasto; e do mais profundo mistério eu não falarei uma palavra. Por isso venho a ti como o Anjo do Æthyr , golpeando com meu martelo o teu sino, para que pudesses compreender os mistérios do Æthyr , e da sua visão e a voz.''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Veja! Ele que compreendera não viu e não ouviu em verdade, por causa da sua compreensão que o guiou . Mas isso será um sinal para ti que eu certamente virei e aparecerei a tua pessoa inesperadamente. E isso não é ocasional, (&amp;quot;i. e&amp;quot; que neste momento eu não estou parecendo comigo mesmo), visto que tão terrível é a glória da visão e tão maravilhosa é o esplendor da voz que, quando viste e ouviste-a em verdade, durante muitas horas, estará privado dos sentidos. E tu se encontrarás entre o céu e a terra num lugar vazio, extasiado, e ao final estarás em silêncio, do mesmo modo que se encontrou, nem uma ou duas vezes, quando encontrar contigo, como ocorreu, na estrada de Damasco.''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''E tu não buscarás aprimorar minha instrução; porém irás estuda-la e torná-la mais simples para aqueles que buscam a compreensão. E tu darás a eles tudo que possuas até que tenham todo o necessário para cumprir a tarefa.''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Porque eu estou contigo e em ti e de ti, tu nada necessitarás. Mas quem carecer de mim, carecerá de tudo. E eu juro a ti por Ele, que senta no Sagrado Trono e vive e reina para todo o sempre, que serei leal a essa promessa, como tu serás ao teu dever.''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Então outra voz manifesta-se no Æthyr dizendo: E havia trevas sobre a terra até a nona hora.''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''E com a retirada do Anjo a pirâmide luz parece estar distante.''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''E agora caio em direção a terra, muito cansado. Minha pele estremece por causa do contato com a luz e todo o meu corpo se agita. E em minha mente resta uma paz mais profunda do que o letargo . O significado disso é que o corpo e a mente estão cansados e eu diria até que eles podem sucumbir, a menos que os curve ante minha obra. E neste instante, encontro-me na tenda, sob as estrelas.&amp;quot;''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Fonte ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://www.astrumargentum.org.br/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Categoria:Cabala]]&lt;br /&gt;
[[Categoria:Astrum Argentum]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Daemonos</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://www.ocultura.org.br/index.php?title=%C3%81rvore_da_Vida&amp;diff=2335</id>
		<title>Árvore da Vida</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://www.ocultura.org.br/index.php?title=%C3%81rvore_da_Vida&amp;diff=2335"/>
		<updated>2006-09-26T01:16:19Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Daemonos: /* As Sephiroth */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Imagem:Otz_chiim.jpg|thumb|right|A Árvore da Vida]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A '''Árvore da Vida''' (OTZ CHIIM) é um conceito [[Cabala|cabalístico]]. Ela é formada pelas dez emanações chamadas [[Sephiroth]] (plural de Sephirah) e seus 22 caminhos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;i&amp;gt;&amp;quot;Esta figura deve ser estudada muito cuidadosamente, visto ser a base de todo o sistema sobre o qual o Tarot se funda. É absolutamente impossível dar uma explicação completa dessa figura, porque ela é absolutamente universal, não podendo, portanto, significar o mesmo para esta e aquela pessoa.&amp;quot;&amp;lt;/i&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;b&amp;gt;&amp;lt;p align=&amp;quot;right&amp;quot;&amp;gt;Aleister Crowley&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
O Livro de Thoth&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;/b&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As Sephiroth se manifestam em quatro diferentes planos, interconectando as dez Sephiroth em camadas cada vez mais densas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*'''Atziluth''' o Mundo Arquetípico - Kether&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
*'''Briah''' o Mundo Criativo - Chochmah e Binah&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
*'''Yetzirah''' o Mundo Formativo - Chesed à Yesod&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
*'''Assiah''' o Mundo Material - Malkuth&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Alguns autores possuem variações deste esquema.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Árvore também pode ser dividia em três pilares:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*'''Pilar da Severidade''' - esquerda&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
*'''Pilar do Equilíbrio''' - centro&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
*'''Pilar da Misericórdia''' - direita&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== As Sephiroth ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;table width=&amp;quot;100%&amp;quot; border=&amp;quot;0&amp;quot; cellspacing=&amp;quot;5&amp;quot; cellpadding=&amp;quot;0&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;tr&amp;gt;&amp;lt;td width=&amp;quot;20%&amp;quot;&amp;gt;[[Kether]]&amp;lt;/td&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;td width=&amp;quot;20%&amp;quot;&amp;gt;Coroa&amp;lt;/td&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;td width=&amp;quot;26%&amp;quot;&amp;gt;?&amp;lt;/td&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;td width=&amp;quot;17%&amp;quot;&amp;gt;[[Ipsissimus]]&amp;lt;/td&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/tr&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;tr&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;td&amp;gt;[[Chochmah]]&amp;lt;/td&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;td&amp;gt;Sabedoria&amp;lt;/td&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;td&amp;gt;[[Zodíaco|Esfera do Zod&amp;amp;iacute;aco]]&amp;lt;/td&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;td&amp;gt;[[Magus]]&amp;lt;/td&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/tr&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;tr&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;td&amp;gt;[[Binah]]&amp;lt;/td&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;td&amp;gt;Entendimento&amp;lt;/td&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;td&amp;gt;[[Planetas|Esfera de Saturno]]&amp;lt;/td&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;td&amp;gt;[[Magister Templi]]&amp;lt;/td&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/tr&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;tr&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;td&amp;gt;[[Chesed]]&amp;lt;/td&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;td&amp;gt;Miseric&amp;amp;oacute;rdia&amp;lt;/td&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;td&amp;gt;[[Planetas|Esfera de J&amp;amp;uacute;pter]]&amp;lt;/td&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;td&amp;gt;[[Adeptus Exemptus]]&amp;lt;/td&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/tr&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;tr&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;td&amp;gt;[[Geburah]]&amp;lt;/td&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;td&amp;gt;Severidade&amp;lt;/td&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;td&amp;gt;[[Planetas|Esfera de Marte]]&amp;lt;/td&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;td&amp;gt;[[Adeptus Major]]&amp;lt;/td&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/tr&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;tr&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;td&amp;gt;[[Tiphareth]]&amp;lt;/td&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;td&amp;gt;Beleza&amp;lt;/td&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;td&amp;gt;[[Planetas|Esfera do Sol]]&amp;lt;/td&amp;gt;&lt;br /&gt;
    &amp;lt;td&amp;gt;[[Adeptus Minor]]&amp;lt;/td&amp;gt;&lt;br /&gt;
  &amp;lt;/tr&amp;gt;&lt;br /&gt;
  &amp;lt;tr&amp;gt;&lt;br /&gt;
    &amp;lt;td&amp;gt;[[Netzach]]&amp;lt;/td&amp;gt;&lt;br /&gt;
    &amp;lt;td&amp;gt;Vit&amp;amp;oacute;ria&amp;lt;/td&amp;gt;&lt;br /&gt;
    &amp;lt;td&amp;gt;[[Planetas|Esfera de V&amp;amp;ecirc;nus]]&amp;lt;/td&amp;gt;&lt;br /&gt;
    &amp;lt;td&amp;gt;[[Philosophus]]&amp;lt;/td&amp;gt;&lt;br /&gt;
  &amp;lt;/tr&amp;gt;&lt;br /&gt;
  &amp;lt;tr&amp;gt;&lt;br /&gt;
    &amp;lt;td&amp;gt;[[Hod]]&amp;lt;/td&amp;gt;&lt;br /&gt;
    &amp;lt;td&amp;gt;Gl&amp;amp;oacute;ria&amp;lt;/td&amp;gt;&lt;br /&gt;
    &amp;lt;td&amp;gt;[[Planetas|Esfera de Merc&amp;amp;uacute;rio]]&amp;lt;/td&amp;gt;&lt;br /&gt;
    &amp;lt;td&amp;gt;[[Practicus]]&amp;lt;/td&amp;gt;&lt;br /&gt;
  &amp;lt;/tr&amp;gt;&lt;br /&gt;
  &amp;lt;tr&amp;gt;&lt;br /&gt;
    &amp;lt;td&amp;gt;[[Yesod]]&amp;lt;/td&amp;gt;&lt;br /&gt;
    &amp;lt;td&amp;gt;Fundamento&amp;lt;/td&amp;gt;&lt;br /&gt;
    &amp;lt;td&amp;gt;[[Planetas|Esfera da Lua]]&amp;lt;/td&amp;gt;&lt;br /&gt;
    &amp;lt;td&amp;gt;[[Zelator]]&amp;lt;/td&amp;gt;&lt;br /&gt;
  &amp;lt;/tr&amp;gt;&lt;br /&gt;
  &amp;lt;tr&amp;gt;&lt;br /&gt;
    &amp;lt;td&amp;gt;[[Malkuth]]&amp;lt;/td&amp;gt;&lt;br /&gt;
    &amp;lt;td&amp;gt;Reino&amp;lt;/td&amp;gt;&lt;br /&gt;
    &amp;lt;td&amp;gt;[[Elementos|Esfera dos Elementos]]&amp;lt;/td&amp;gt;&lt;br /&gt;
    &amp;lt;td&amp;gt;[[Ne&amp;amp;oacute;fito]]&amp;lt;/td&amp;gt;&lt;br /&gt;
  &amp;lt;/tr&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/table&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Podemos citar também as [[Qliphoth]] ( do singular Qliphah, &amp;quot;mulher indecente&amp;quot;) - Mundo Maligno referente ao [[Daäth|Abismo de Daäth]] a Àrvore da Vida inversa, o aspecto inverso das [[Sephiroth]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Categoria:Cabala]]&lt;br /&gt;
[[Categoria:Astrum Argentum]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Daemonos</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://www.ocultura.org.br/index.php?title=Sephiroth&amp;diff=2334</id>
		<title>Sephiroth</title>
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		<updated>2006-09-26T01:15:35Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Daemonos: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Sephiroth (cujo singular é Sephirah) são as dez emanações de Ain Soph na [[cabala]]. Segundo a cabala, Ain Soph é um princípio que permanece não manifestado e é incompreensível à inteligência humana. Deste princípio emanam os Sephiroth em sucessão. Esta sucessão de emanações forma a [[Árvore da Vida]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Existe além disso uma &amp;quot;falsa Sephirah&amp;quot;, chamada [[Daäth]] (Conhecimento). Localiza-se no [[Pilar do Equilíbrio]], na linha do [[Daäth|Véu do Abismo]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Categoria:Cabala]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Daemonos</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://www.ocultura.org.br/index.php?title=Da%C3%A4th&amp;diff=2333</id>
		<title>Daäth</title>
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		<updated>2006-09-26T01:14:38Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Daemonos: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&amp;quot;Daäth - Conhecimento - não é uma [[Sephiroth|Sephirah]] . Não está na [[Árvore da Vida]]; isto é, não existe realmente tal coisa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Desta tese há muitas provas. A mais simples (senão a melhor) é talvez como segue:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Todo conhecimento pode ser expressado na forma S=P. Mas se assim, é a idéia de P está realmente implícita em S; portanto, nós não aprendemos nada, afinal de contas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E, claro, se não é assim, a asserção S=P simplesmente é falsa. Agora veja-se como chegamos imediatamente a um paradoxo. Pois o pensamento 'Não existe uma coisa tal como conhecimento ', ou ' Conhecimento é uma idéia falsa' ou qualquer outra forma de enunciarmos, a conclusão acima, pode ser expressado como S=P; é, em si mesmo, uma coisa conhecida. Em outras palavras, qualquer tentativa de analisarmos a idéia de Conhecimento leva imediatamente a uma confusão da mente. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas isto é a essência da Sabedoria Oculta quanto a Daäti. Pois Daäti; é a coroa de Rúache, o Intelecto; e seu lugar é no Abismo; para obtermos ocorrência, que é um dos principais padrões da Verdade, nós devemos atingir Nechama.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Há uma outra explicação, completamente á parte da armadilha puramente lógica. S=P (a não ser que seja uma identidade, e portanto sem sentido) é uma afirmação de dualidade; ou como podemos dizer: percepção intelectual é uma negação da verdade samádica. É, portanto, essencialmente falsa desde as suas bases. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A asserção mais simples e mais óbvia não tolera análise.´Vermelhão é vermelho´ é inegável, sem dúvida; mas ao ser perscrutada, prova sem significado. Pois cada termo tem que ser definido através d pelo menos dois outros termos, dos quais a mesma asserção é verdade; d eforma que o processo de definição é sempre ´obscurm per obscuris´. Pois não há quaisquer termos verdadeiramente simples. não existe qualquer possibilidade de verdadeira percepção intelectual. O que nós supomos ser tal é, na realidade, uma série de convenções mais ou menos plausíveis, baseadas sobre o aparente paralelismo de experiência. Não há qualquer garantia definitiva de que quaisquer duas pessoas querem dizer exatamente a mesma coisa quando dizem ´doce´ou ´alto´ ; apenas em relação a aplicações práticas vulgares.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Estas e outras considerações levam a certos tipos de ceptismo filosófico. Concepções nechâmicas absolutamente não estão isentas desta crítica, pois, mesmo supondo que elas sejam idênticas em qualquer número de pessoas, sua expressão, sendo intelectual, sofrerá as mesmas pressões que percepções normais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas nada disto sacode, ou sequer ameaça, a Filosofia de Thelema. Pelo contrário; pode ser considerado a Rocha sobre a qual está fundada. Pois o resultado final é, evidentemente, que todas as concepções são necessariamente únicas - mônadas; porque não pode nuca haver dois Pontos de Vista idênticos. E isto corresponde aos fatos: pois há Pontos de Vista estreitamente relacionados, e assim pode haver um acordo superficial entre eles, como há, o qual é percebido como falso ao ser analisado - tal qual demonstramos acima.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Disto será compreendido porque é que não existem quaisquer Trances de Conhecimento; e isto nos convida a inquirir a tradição nos Grimórios, de que todo conhecimento pode ser miraculosamente obtido. A resposta é que, se bem que todos os Trances são Destruidores de Conhecimento ( já que, por um só ponto, ou seja, todos eles destroem o senso de Dualidade) e no entanto eles dão ao seu Adepto os meios de conhecimento. Nós podemos considerar a faculdade percepção racional como uma projeção da Verdade em forma dualística; de maneira que aquele que possui qualquer Verdade tem apenas que simbolizá-la em termos do intelecto para obter a imagem dela na forma de Conhecimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esta concepção é difícil, um exemplo poderá torná-la mais clara. Um arquiteto pode indicar as características gerais de um edifício, sobre papel através de dois desenhos - uma planta ou elevação. Em qualquer dos casos, o desenho é falso sob quase todo aspecto; cada um dos desenhos é parcial, a cada um deles falta uma dimensaão e assim por diante. No entanto, em combinação, eles não deixam de representar para imaginação treinada aquilo que o edifíco realmente é; e também, se bem que ambos os desenhos sejam ´ilusões´, nenhuma outra ilusão servirá 'a mente para que descubre a verdade que eles tencionam.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esta é a realidade escondida em todas as ilusões do intelecto; e esta é a explicação da necessidade de que o Aspirante adquira um conhecimento adequado e acurado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O místico vulgar afeta desprezar a Ciência como ´ílusão´ ; este é o mais fatal de todos os erros. Pois os instrumentos com os quais o místico trabalha pertencem, todos eles, exatamente a esta ordem de ´coisas ilusórias´. Nós sabemos que lentes deformam imagens; no entanto, nos podemos adquirir informação sobre objetos distantes ( a qual verificamos ser correta) quando a lente é construída de acordo com certos princípios ´ilusórios´ (em vez de caprichoso arbritário). O místico que zomba da Ciência é geralmente reconhecido pelos homens como um tolo vaidoso; ele sabe disto, e isto o endurece em sua presunção e arrogância. Nos o vemos, atiçado por sua vergonha subconsciente, atacando ativamente a Ciência; ele se alegra em apontar erros de cálculo que ocorrem constantemente, sem compreender as autoimpostas limitações da validade de qualquer asserção que estão sempre implícitas em trabalhos científicos; de forma que ele chega, por fim, a abandonar seus próprios postulados e se refugia na carapaça do teólogo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas para aquele místico que fundou firmemente o seu pensamento racional em princípios sadios, que adiquiriu profunda compreensão de uma ciência fudamental e estabeleceu as apropriadas conexões entre essa ciência e suas irmãs; que, depois, fortaleceu a estrutura inteira do seu conhecimento penetrando através de Trances apropriados ás Verdades Nechâmicas das quais aquela estrutura é retamente organizada projeção de Rúache; para esse místico, o campo do Conhecimento, assim bem arado, bem semeado, bem fertilizado, em amadurecido, está pronto para colheita. O homem que realmente compreende as fórmulas básicas de um assunto-raíz pode facilmente estender sua percepção aos ramos, ás folhas, ás flores e ao fruto; e neste senso os mestres medievais de Magua estavam justificados em asseverar que pela evocação de um dado Daimon o Octonomos merecedor poderia adquirir perfeito conhecimento de todas as ciências, falar todas as línguas, comandar o amor de todos, e de qualquer forma lidar com a Natureza inteira do ponto de vista do Criador deta. Grosseiros são esses, crédulos ou críticos, que pensam que uma tal Evocação era trabalho de uma hora ou uma semana!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E o ganho do Adepto nisso tudo? Não o puro ouro, decerto, meu a Pedra dos Filósofos! Mas no entanto, uma arma mui virtuosa, de muito uso no Caminho; também grande consolo, para o lado humano dele; pois o doce fruto que pende daquela Árvore que torna os homens Deuses é precisamente este ponto amadurecido de sol chamado Conhecimento.&amp;quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;b&amp;gt;&amp;lt;p align=right&amp;gt;Aleister Crowley &amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Pequenos Ensaios em Direção á Verdade&amp;lt;/p&amp;gt; &lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
(Foi mantida a tradução de Marcelo Motta feita na década de 70)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/b&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;É importante explicar a Posição de Daath ou Conhecimento na Árvore. Ela á chamada o Filho de [[Chochmah]] e [[Binah]], entretanto, não possui localização. Mas é de fato o Ápice de uma Pirâmide na qual os três primeiros Números formam a base. A Árvore, ou Minutum Mundum, é uma Figura, em um Plano , de um Universo material. Daath, estando acima do Plano, é uma Figura de Força em quatro dimensões e, assim, o Objeto da Magnum Opus. Os três Caminhos que conectam-na com a Primeira Trindade são as três Letras ou Pais do Alfabeto Hebraico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em Daäth, dizem ficar a Cabeça da grande Serpente Nechesh ou Leviatã, chamado Mal que oculta a sua Santidade. ( Shin + Chet+ Num = 358= chet+yod+shin+mem , o Messias ou Redentor e Daleth + Tav +Yod + Vau +Lamed= 496= Tav +Vau+Kaph+Lamed+Mem, a Noiva) Ela é idêntica a [[Kundalini]] da Filosofia Hindu, o Kwan-se do Povo Mongol que significa a Força no Homem que por sua vez equivale a Força sexual aplicada ao Cérebro, Coração e a outros Órgãos redimindo-os.&amp;quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;p align=&amp;quot;right&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;b&amp;gt;Gematria&amp;lt;/b&amp;gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Categoria:Cabala]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Daemonos</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://www.ocultura.org.br/index.php?title=Qliphoth&amp;diff=2332</id>
		<title>Qliphoth</title>
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		<updated>2006-09-26T01:13:40Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Daemonos: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&amp;lt;i&amp;gt;&amp;quot;O ser humano é cego para os próprios defeitos. Jamais um vilão do cinema mudo proclamou-se vilão. Nem o idiota se diz idiota. Os defeitos existem dentro de nós, ativos e militantes, mas inconfessos. Nunca vi um sujeito vir à boca de cena e anunciar, de testa erguida: &lt;br /&gt;
- ' Senhoras e senhores, eu sou um canalha' &amp;quot;&amp;lt;/i&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;b&amp;gt;&amp;lt;p align=right&amp;gt;Nelson Rodrigues&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;/b&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Plural de Qlipha, cujo significado dado pelos cabalistas judeus é &amp;quot;Mulher Indecente&amp;quot;. Cada sephirah possui um fator de equilíbrio dinâmico cujos aspectos são desagradáveis ao ser humano. Representam os conteúdos indesejáveis da nossa personalidade constantemente renegados pelo ego. Inegavelmente no caminho da evolução espiritual, tais características são confrontadas pelo iniciado, onde o segredo reside na união com os mesmos ao invés da supressão como recomendado por incautas filosofias religiosas do velho æon. Também possui o significado de desorientação espiritual. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Kenneth Grant]] possui um expressivo estudo sobre essas características espirituais, com destaque para sua aluna Linda Falorio e marido Fred Folwer. Na década de 80 ambos desenvolveram o conceito do Tarô das Sombras (Shadow Taroth) baseados no [[Liber_221|Liber CCXXI]] e na segunda parte do livro de Grant Nightside of Eden. Vasculharam os [[Túneis de Set]], &amp;quot;uma rede de células oníricas no subconsciente humano&amp;quot; e montaram 22 pranchas desses &amp;quot; buracos-de-verme interdimensionais que arruinam a prosaica realidade do Lado Luminoso&amp;quot; através da projeção da consciência via [[Daäth]], &amp;quot;o portal da manifestação e não-manifestação&amp;quot;. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Também são chamadas &amp;quot;conchas&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Categoria:Cabala]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Daemonos</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://www.ocultura.org.br/index.php?title=Qliphoth&amp;diff=2331</id>
		<title>Qliphoth</title>
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		<updated>2006-09-26T01:13:21Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Daemonos: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&amp;lt;i&amp;gt;&amp;quot;O ser humano é cego para os próprios defeitos. Jamais um vilão do cinema mudo proclamou-se vilão. Nem o idiota se diz idiota. Os defeitos existem dentro de nós, ativos e militantes, mas inconfessos. Nunca vi um sujeito vir à boca de cena e anunciar, de testa erguida: &lt;br /&gt;
- ' Senhoras e senhores, eu sou um canalha' &amp;quot;&amp;lt;/i&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;b&amp;gt;&amp;lt;p align=right&amp;gt;Nelson Rodrigues&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;/b&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Plural de Qlipha, cujo significado dado pelos cabalistas judeus é &amp;quot;Mulher Indecente&amp;quot;. Cada sephirah possui um fator de equilíbrio dinâmico cujos aspectos são desagradáveis ao ser humano. Representam os conteúdos indesejáveis da nossa personalidade constantemente renegados pelo ego. Inegavelmente no caminho da evolução espiritual, tais características são confrontadas pelo iniciado, onde o segredo reside na união com os mesmos ao invés da supressão como recomendado por incautas filosofias religiosas do velho æon. Também possui o significado de desorientação espiritual. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Kenneth Grant]] possui um expressivo estudo sobre essas características espirituais, com destaque para sua aluna Linda Falorio e marido Fred Folwer. Na década de 80 ambos desenvolveram o conceito do Tarô das Sombras (Shadow Taroth) baseados no [[Liber_221|Liber CCXXI]] e na segunda parte do livro de Grant Nightside of Eden. Vasculharam os Túneis de [[Set]], &amp;quot;uma rede de células oníricas no subconsciente humano&amp;quot; e montaram 22 pranchas desses &amp;quot; buracos-de-verme interdimensionais que arruinam a prosaica realidade do Lado Luminoso&amp;quot; através da projeção da consciência via [[Daäth]], &amp;quot;o portal da manifestação e não-manifestação&amp;quot;. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Também são chamadas &amp;quot;conchas&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Categoria:Cabala]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Daemonos</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://www.ocultura.org.br/index.php?title=Culto_aos_Egungun&amp;diff=2330</id>
		<title>Culto aos Egungun</title>
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		<updated>2006-09-26T01:10:30Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Daemonos: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;'''Culto aos Egungun''' é uma das mais importantes instituições, tem por finalidade preservar e assegurar a continuidade do processo civilizatório africano no [[Brasil]], é o culto aos ancestrais masculinos, originário de [[Oyo]], capital do império [[Nagôs|Nagô]], que foi implantado no Brasil no inicio do [[século XIX]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O culto principal aos Egungun é praticado na Ilha de [[Itaparica]] no Estado da [[Bahia]] mas existem casas em outros Estados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quanto ao aspecto físico, um terreiro de [[Egungun|Egun]] apresenta basicamente as seguintes unidade: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* um espaço público, que pode ser freqüentado por qualquer pessoa, e que se localiza numa parte do barracão de festas; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* uma outra parte desse salão, onde só podem ficar e transitar os iniciadores, e para onde os Egun vêm quando são chamados, para se mostrar publicamente; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* uma área aberta, situada entre o barracão e o Ilê Igbalé (ou Ilê Awô - a casa do segredo), onde também se encontra um montículo de terra preparado e consagrado, que é o assentamento de [[Onilé]]; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* um espaço privado ao qual só têm acesso os iniciados da mais alta hierarquia, onde fica o Ilê Awô, com os assentamentos coletivo, e onde se guardam todos os instrumentos e paramentos rituais, como os Isan pronuncia-se (ixan), longas varas com as quais os [[Babaojé|Ojé]] invocam (batendo no chão) e controlam os Egungun.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==História==&lt;br /&gt;
O Culto à Egun ou Egungun veio da [[África]] junto com os [[Orixá]]s trazidos pelos [[Escravatura|escravos]]. Era um culto muito fechado, secreto mesmo, mais que o dos Orixás por cultuarem os mortos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A primeira referência do Culto de Egun no Brasil segundo [[Juana Elbein dos Santos]] foram duas linhas escritas por [[Nina Rodrigues]], refere-se a 1896, mas existem evidências de terreiros de Egun fundados por africanos no começo do século XIX.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os Terreiros de Egun mais famosos foram:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*'''Terreiro de Vera Cruz''', fundado +/- 1820 por um africano chamado Tio Serafim, em Vera Cruz, Ilha de Itaparica. Ele trouxe da África o Egun de seu pai, invocado até hoje como Egun Okulelê, faleceu com mais de cem anos.&lt;br /&gt;
*'''Terreiro de Mocambo''', fundado +/- 1830 por um africano chamado Marcos-o-Velho para distingui-lo do seu filho, na plantação de Mocambo, Ilha de Itaparica. Teria comprado sua carta de alforria, anos mais tarde teria voltado à Àfrica junto com seu filho Marcos Teodoro Pimentel, lá permanecendo por muitos anos aperfeiçoando seus conhecimentos litúrgicos, onde também seu filho foi iniciado. Quando voltaram trouxeram com eles o assento do Baba Egun Olukotun, considerado o Olori Egun, o ancestre primordial da nação nagô.&lt;br /&gt;
*'''Terreiro de Encarnação''', fundado +/- 1840 por um filho do Tio Serafim, chamado João-Dois-Metros por causa de sua altura, no povoado de Encarnação. Foi nesse terreiro que se invocou pela primeira vez no Brasil o Egun Baba Agboula, um dos patriarcas do povo Nagô.&lt;br /&gt;
*'''Terreiro de Tuntun''', fundado +/- 1850 pelo filho de Marcos-o-Velho, chamado Tio Marcos, num velho povoado de africanos denominado Tuntun, Ilha de Itaparica. Marcos possuiu o título de Alapini, Ipekun Ojé, Sacerdote Supremo do Culto aos Egungun, na tradição histórica Nagô, o Alapini representa os terreiros de Egun ao afin, palácio real. Marcos, Alapini, faleceu por volta de 1935, e com sua morte desapareceu o terreiro do Tuntun, porém a tradição do culto a Baba Olokotun continuou através de seu sobrinho Arsênio Ferreira dos Santos, que possuia o título de Alagba, este migrou para o Rio de Janeiro levando o assento de Baba Olokotun para o municipio de São Gonçalo. Depois do falecimento de Arsênio, oa assentos dos Baba retornaram para Bahia, através do atual Alapini, [[Deoscoredes M. dos Santos]], conhecido como Mestre Didi Axipá, presidente da Sociedade Cultural e Religiosa Ilê Axipá. Mestre Didi foi iniciado na tradição do culto aos Egungun por Marcos e Arsênio.&lt;br /&gt;
*'''Terreiro do Corta-Braço''', na Estrada das Boiadas, ponto de reunião de praticantes da capoeira, atualmente bairro da Liberdade, cujo chefe era um africano conhecido como Tio Opê. Um dos Ojé, sacerdotes do culto aos Egungun, conhecido como João Boa Fama, iniciou alguns jovens na Ilha de Itaparica, que se juntariam com os descendentes de Tio Serafim e Tio Marcos para fundarem o Ilê Agboula, no bairro Vermelho, próximo à Ponta de Areia.&lt;br /&gt;
Outros terreiros de Egungun foram registrados no final do século XIX, um localizado em Quitandinha do Capim, que cultuava os Egun Olu-Apelê e Olojá Orum, o de Tio Agostinho, em Matatu que se tornou ponto de concentração de vários Ojés de outras casas inclusive o Alapini Tio Marcos, o terreiro da Preguiça, ao lado da igreja da Conceição da Praia.&lt;br /&gt;
*'''Ilê Agboulá''', Localizado em Ponta de Areia, na Ilha de Itaparica, o Ilê Agboulá é, hoje, no Brasil, um dos poucos lugares dedicados exclusivamente ao culto dos Egun. Sua fundação remonta ao primeiro quarto do século XX, mas a comunidade que lhe deu origem e que lhe mantém os fundamentos está estabelecida na Ilha, como já vimos há cerca de duzentos anos.  Essa comunidade se constitui de mais ou menos cem famílias que vivem da pesca, da coleta e venda de frutos e, hoje, de pequenos empregos propiciados pela indústria turística que se expande na Ilha de uns dez anos para cá. Mas apesar de toda a transformação que os novos tempos ocasionaram em Itaparica, a comunidade do Ilê Agboulá se mantém coesa. Tanto que, mesmo os que por qualquer contingência não moram mais na Ilha, para lá retornam sempre que há oportunidade, nas ocasiões de festas e obrigações, reatando os laços que os unem à sua ancestralidade.&lt;br /&gt;
*'''Ilê Axipá'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Hierarquia==&lt;br /&gt;
Nas casas de Egungun a hierarquia é patriarcal, só homens podem ser iniciados no cargo de Ojé ou [[Babaojé|Babá Ojé]] como são chamados, essa hierarquia é muito rígida, apesar de existirem cargos femininos para outras funções, uma mulher jamais será iniciada para esse cargo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Masculinos: [[Alapini]] (Sacerdote Supremo, Chefe dos alagbás), Alagbá (Chefe de um terreiro), Atokun (guia de Egum), Ojê agbá (ojê ancião), [[Babaojé|Ojê]] (iniciado com ritos completos), Amuixan (iniciado com ritos incompletos), [[Alagbê]] (tocador de atabaque).&lt;br /&gt;
Alguns oiê dos ojê agbá: Baxorun, Ojê ladê, Exorun, Faboun, Ojé labi, Alaran, Ojenira, Akere, Ogogo, Olopondá.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Femininos: Iyalode (responde pelo grupo feminino perante os homens), Iyá egbé (cabeça de todas as mulheres), Iyá monde (comanda as ató e fala com os Babá), Iyá erelu (cabeça das cantadoras), erelu (cantadora), Iyá agan (recruta e ensina as ató), ató (adoradora de Egun).&lt;br /&gt;
Outros oiê: Iyale alabá, Iyá kekere, Iyá monyoyó, Iyá elemaxó, Iyá moro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O ilê Agboula perdeu no dia 10 de fevereiro de 2004 o maior homem que o terreiro já teve, aos 92 anos senhor Hermogénes José Ferreira faleceu, na Ilha de Itaparica, deixando um filho e dois netos iniciados no culto aos ancestrais. Com muita sabedoria o homem alto de cor negra era um homem de muita fibra e dedicação, tinha verdadeiro amor pelos eguns e foi um dos primeiros ojés do ilê Agboula. Tio coisinha, assim conhecido dentro e fora do Brasil,casou-se com dona Miliana teve oito filhos e muitos netos dos quais ele se orgulhara muito.Tio Coisinha é da mesma geração de Mestre Didi, homem que ele admirou e respeitou até o fim de sua vida.O culto aos Eguns é algo muito sério e esta seriedade OJÉ TUNDÊ teve até o fim. Ojé mais velho da casa ele deixa uma frase para os mais novos.&amp;quot;O culto aos ancestrais requer muito respeito e dedicação, tudo deve ser feito com muito amor e carinho porque quem tá dentro não pode sair e quem tá fora... eu aconselho á não entrar.&amp;quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Ritual==&lt;br /&gt;
Tanto a tradição Nagô como a Jeje e a Congo-Angola cultuam os ancestrais.&lt;br /&gt;
Para os Nagôs existem no Brasil três formas de cultuar os ancestrais, os Esa, os Egungun e as Iya-mi Agba.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os terreiros de [[Candomblé]] possuem um local apropriado de adoração do espirito de seus mortos ilustres, esse local é denominado de Ilê ibo aku, casa de adoração aos mortos, enfim todos iniciados no culto aos Orixás.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os Esa são considerados os ancestrais coletivos dos afro-brasileiros. Seu culto se refere à comunidade em geral. O que destaca o Esa é o fato dele ter-se destacado em vida por servir a comunidade e de continuar atuando em outro plano, contribuindo para o bom desenvolvimento do destino dos fiéis e da casa.&lt;br /&gt;
O Ilê ibo aku onde são assentados e cultuados os Esa é afastado do templo onde são cultuados os Orixás.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os sacerdotes que são iniciados especialmente para cuidar do Ilê ibo aku não são adoxu, isso é, não manifestam Orixá.&lt;br /&gt;
Os ancestrais cultuados no Ilê ibo aku são diferentes dos cultuados no Culto aos [[Egungun]], no primeiro são os espíritos dos falecidos da casa de Candomblé e o segundo são os ara-orun em geral e aos espíritos dos Ojé africanos ou brasileiros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os Esa são invocados e cultuados em diversas situações, especialmente no [[padê]], e no [[axexê]] quando é constituído o assentamento de um adoxu ou dignatário ilustre falecido.&lt;br /&gt;
O assento de Esa se caracteriza pela representação da existência genérica, e o Egungun pela representação do espírito individualizado, o Egungun se caracteriza pela aparição no aiyê. Os Esa e os Egun são invocados no padê.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Calendário Litúrgico==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Calendário Litúrgico do Ilê Agboulá (obtido do Projeto Egungun)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As festas e obrigações obedecem, no Ilê Agboulá, a um bem elaborado calendário litúrgico. E durante essas festas podem ocorrer rituais não periódicos e não obrigatoriamente integrados no calendário, como iniciação de novos Amuixan ou de novos Ojé, ou mesmo obrigações e oferendas de outros titulados da comunidade. Mas o calendário, mesmo, obedece ao seguinte: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Janeiro - Em janeiro, por ocasião do Ano Novo, as obrigações transcorrem até o dia nove. Esses rituais começam com uma obrigação para Onilê seguida de outra para Babá Olukotun. Junto com esta são celebradas as cerimônias anuais em homenagem a Babá Alapalá e Babá Ologbojô. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fevereiro - em fevereiro, começando no dia 2 e se estendendo por duas semanas, ocorre uma festa muito especial, principalmente porque a comunidade de Itaparica vive do mar e para o mar. É a festa de Yemanjá e Oxum, deusas das águas, e de Oxalá, o deus da criação. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Junho - em junho, na época do São João, realiza-se as festas de Babá Erin, que é o Egun do Sr. Eduardo Daniel de Paula, fundador da Casa. As festas se realizam por ocasião do ciclo de Xangô, que era o orixá do Sr. Eduardo. E atingem grande brilhantismo porque entre a comunidade do Ilê Agboulá, que é descendente do povo de Oyó, a veneração a Xangô é muito forte. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Categoria:Glossário]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Setembro - De 7 a 17 de setembro ocorrem as festas de Babá Agboulá. Por essa época é que é feita a colheita dos primeiros frutos na Ilha de Itaparica, sob a proteção de Babá. E isto é muito importante pelo fato de até bem pouco tempo a Ilha de Itaparica ter sido o grande fornecedor de frutas para a cidade de Salvador.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Páginas externas==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [http://www.mestredidi.org/egungun.htm Egungun]&lt;br /&gt;
* [http://aulobarretti.sites.uol.com.br/Egungun.htm Egungun no Candomblé]&lt;br /&gt;
* [http://www.fietreca.org.br Federação Internacional Afro-Brasileira]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{esboço}}&lt;br /&gt;
[[Categoria:Religiões]]&lt;br /&gt;
[[categoria:Afro-brasileiras]]&lt;br /&gt;
[[Categoria:Candomblé]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Daemonos</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://www.ocultura.org.br/index.php?title=Culto_aos_Egungun&amp;diff=2329</id>
		<title>Culto aos Egungun</title>
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		<updated>2006-09-26T01:09:36Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Daemonos: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;'''Culto aos Egungun''' é uma das mais importantes instituições, tem por finalidade preservar e assegurar a continuidade do processo civilizatório africano no [[Brasil]], é o culto aos ancestrais masculinos, originário de [[Oyo]], capital do império [[Nagôs|Nagô]], que foi implantado no Brasil no inicio do [[século XIX]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O culto principal aos Egungun é praticado na Ilha de [[Itaparica]] no Estado da [[Bahia]] mas existem casas em outros Estados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quanto ao aspecto físico, um terreiro de [[Egungun|Egun]] apresenta basicamente as seguintes unidade: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* um espaço público, que pode ser freqüentado por qualquer pessoa, e que se localiza numa parte do barracão de festas; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* uma outra parte desse salão, onde só podem ficar e transitar os iniciadores, e para onde os Egun vêm quando são chamados, para se mostrar publicamente; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* uma área aberta, situada entre o barracão e o Ilê Igbalé (ou Ilê Awô - a casa do segredo), onde também se encontra um montículo de terra preparado e consagrado, que é o assentamento de [[Onilé]]; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* um espaço privado ao qual só têm acesso os iniciados da mais alta hierarquia, onde fica o Ilê Awô, com os assentamentos coletivo, e onde se guardam todos os instrumentos e paramentos rituais, como os Isan pronuncia-se (ixan), longas varas com as quais os [[Babaojé|Ojé]] invocam (batendo no chão) e controlam os Egungun.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==História==&lt;br /&gt;
O Culto à Egun ou Egungun veio da [[África]] junto com os [[Orixá]]s trazidos pelos [[Escravatura|escravos]]. Era um culto muito fechado, secreto mesmo, mais que o dos Orixás por cultuarem os mortos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A primeira referência do Culto de Egun no Brasil segundo [[Juana Elbein dos Santos]] foram duas linhas escritas por [[Nina Rodrigues]], refere-se a 1896, mas existem evidências de terreiros de Egun fundados por africanos no começo do século XIX.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os Terreiros de Egun mais famosos foram:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*'''Terreiro de Vera Cruz''', fundado +/- 1820 por um africano chamado Tio Serafim, em Vera Cruz, Ilha de Itaparica. Ele trouxe da África o Egun de seu pai, invocado até hoje como Egun Okulelê, faleceu com mais de cem anos.&lt;br /&gt;
*'''Terreiro de Mocambo''', fundado +/- 1830 por um africano chamado Marcos-o-Velho para distingui-lo do seu filho, na plantação de Mocambo, Ilha de Itaparica. Teria comprado sua carta de alforria, anos mais tarde teria voltado à Àfrica junto com seu filho Marcos Teodoro Pimentel, lá permanecendo por muitos anos aperfeiçoando seus conhecimentos litúrgicos, onde também seu filho foi iniciado. Quando voltaram trouxeram com eles o assento do Baba Egun Olukotun, considerado o Olori Egun, o ancestre primordial da nação nagô.&lt;br /&gt;
*'''Terreiro de Encarnação''', fundado +/- 1840 por um filho do Tio Serafim, chamado João-Dois-Metros por causa de sua altura, no povoado de Encarnação. Foi nesse terreiro que se invocou pela primeira vez no Brasil o Egun Baba Agboula, um dos patriarcas do povo Nagô.&lt;br /&gt;
*'''Terreiro de Tuntun''', fundado +/- 1850 pelo filho de Marcos-o-Velho, chamado Tio Marcos, num velho povoado de africanos denominado Tuntun, Ilha de Itaparica. Marcos possuiu o título de Alapini, Ipekun Ojé, Sacerdote Supremo do Culto aos Egungun, na tradição histórica Nagô, o Alapini representa os terreiros de Egun ao afin, palácio real. Marcos, Alapini, faleceu por volta de 1935, e com sua morte desapareceu o terreiro do Tuntun, porém a tradição do culto a Baba Olokotun continuou através de seu sobrinho Arsênio Ferreira dos Santos, que possuia o título de Alagba, este migrou para o Rio de Janeiro levando o assento de Baba Olokotun para o municipio de São Gonçalo. Depois do falecimento de Arsênio, oa assentos dos Baba retornaram para Bahia, através do atual Alapini, [[Deoscoredes M. dos Santos]], conhecido como Mestre Didi Axipá, presidente da Sociedade Cultural e Religiosa Ilê Axipá. Mestre Didi foi iniciado na tradição do culto aos Egungun por Marcos e Arsênio.&lt;br /&gt;
*'''Terreiro do Corta-Braço''', na Estrada das Boiadas, ponto de reunião de praticantes da capoeira, atualmente bairro da Liberdade, cujo chefe era um africano conhecido como Tio Opê. Um dos Ojé, sacerdotes do culto aos Egungun, conhecido como João Boa Fama, iniciou alguns jovens na Ilha de Itaparica, que se juntariam com os descendentes de Tio Serafim e Tio Marcos para fundarem o Ilê Agboula, no bairro Vermelho, próximo à Ponta de Areia.&lt;br /&gt;
Outros terreiros de Egungun foram registrados no final do século XIX, um localizado em Quitandinha do Capim, que cultuava os Egun Olu-Apelê e Olojá Orum, o de Tio Agostinho, em Matatu que se tornou ponto de concentração de vários Ojés de outras casas inclusive o Alapini Tio Marcos, o terreiro da Preguiça, ao lado da igreja da Conceição da Praia.&lt;br /&gt;
*'''Ilê Agboulá''', Localizado em Ponta de Areia, na Ilha de Itaparica, o Ilê Agboulá é, hoje, no Brasil, um dos poucos lugares dedicados exclusivamente ao culto dos Egun. Sua fundação remonta ao primeiro quarto do século XX, mas a comunidade que lhe deu origem e que lhe mantém os fundamentos está estabelecida na Ilha, como já vimos há cerca de duzentos anos.  Essa comunidade se constitui de mais ou menos cem famílias que vivem da pesca, da coleta e venda de frutos e, hoje, de pequenos empregos propiciados pela indústria turística que se expande na Ilha de uns dez anos para cá. Mas apesar de toda a transformação que os novos tempos ocasionaram em Itaparica, a comunidade do Ilê Agboulá se mantém coesa. Tanto que, mesmo os que por qualquer contingência não moram mais na Ilha, para lá retornam sempre que há oportunidade, nas ocasiões de festas e obrigações, reatando os laços que os unem à sua ancestralidade.&lt;br /&gt;
*'''Ilê Axipá'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Hierarquia==&lt;br /&gt;
Nas casas de Egungun a hierarquia é patriarcal, só homens podem ser iniciados no cargo de Ojé ou [[Babaojé|Babá Ojé]] como são chamados, essa hierarquia é muito rígida, apesar de existirem cargos femininos para outras funções, uma mulher jamais será iniciada para esse cargo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Masculinos: [[Alapini]] (Sacerdote Supremo, Chefe dos alagbás), Alagbá (Chefe de um terreiro), Atokun (guia de Egum), Ojê agbá (ojê ancião), [[Babaojé|Ojê]] (iniciado com ritos completos), Amuixan (iniciado com ritos incompletos), [[Alagbê]] (tocador de atabaque).&lt;br /&gt;
Alguns oiê dos ojê agbá: Baxorun, Ojê ladê, Exorun, Faboun, Ojé labi, Alaran, Ojenira, Akere, Ogogo, Olopondá.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Femininos: Iyalode (responde pelo grupo feminino perante os homens), Iyá egbé (cabeça de todas as mulheres), Iyá monde (comanda as ató e fala com os Babá), Iyá erelu (cabeça das cantadoras), erelu (cantadora), Iyá agan (recruta e ensina as ató), ató (adoradora de Egun).&lt;br /&gt;
Outros oiê: Iyale alabá, Iyá kekere, Iyá monyoyó, Iyá elemaxó, Iyá moro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O ilê Agboula perdeu no dia 10 de fevereiro de 2004 o maior homem que o terreiro já teve, aos 92 anos senhor Hermogénes José Ferreira faleceu, na Ilha de Itaparica, deixando um filho e dois netos iniciados no culto aos ancestrais. Com muita sabedoria o homem alto de cor negra era um homem de muita fibra e dedicação, tinha verdadeiro amor pelos eguns e foi um dos primeiros ojés do ilê Agboula. Tio coisinha, assim conhecido dentro e fora do Brasil,casou-se com dona Miliana teve oito filhos e muitos netos dos quais ele se orgulhara muito.Tio Coisinha é da mesma geração de Mestre Didi, homem que ele admirou e respeitou até o fim de sua vida.O culto aos Eguns é algo muito sério e esta seriedade OJÉ TUNDÊ teve até o fim. Ojé mais velho da casa ele deixa uma frase para os mais novos.&amp;quot;O culto aos ancestrais requer muito respeito e dedicação, tudo deve ser feito com muito amor e carinho porque quem tá dentro não pode sair e quem tá fora... eu aconselho á não entrar.&amp;quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Ritual==&lt;br /&gt;
Tanto a tradição Nagô como a Jeje e a Congo-Angola cultuam os ancestrais.&lt;br /&gt;
Para os Nagôs existem no Brasil três formas de cultuar os ancestrais, os Esa, os Egungun e as Iya-mi Agba.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os terreiros de [[Candomblé]] possuem um local apropriado de adoração do espirito de seus mortos ilustres, esse local é denominado de Ilê ibo aku, casa de adoração aos mortos, enfim todos iniciados no culto aos Orixás.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os Esa são considerados os ancestrais coletivos dos afro-brasileiros. Seu culto se refere à comunidade em geral. O que destaca o Esa é o fato dele ter-se destacado em vida por servir a comunidade e de continuar atuando em outro plano, contribuindo para o bom desenvolvimento do destino dos fiéis e da casa.&lt;br /&gt;
O Ilê ibo aku onde são assentados e cultuados os Esa é afastado do templo onde são cultuados os Orixás.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os sacerdotes que são iniciados especialmente para cuidar do Ilê ibo aku não são adoxu, isso é, não manifestam Orixá.&lt;br /&gt;
Os ancestrais cultuados no Ilê ibo aku são diferentes dos cultuados no Culto aos [[Egungun]], no primeiro são os espíritos dos falecidos da casa de Candomblé e o segundo são os ara-orun em geral e aos espíritos dos Ojé africanos ou brasileiros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os Esa são invocados e cultuados em diversas situações, especialmente no [[padê]], e no [[axexê]] quando é constituído o assentamento de um adoxu ou dignatário ilustre falecido.&lt;br /&gt;
O assento de Esa se caracteriza pela representação da existência genérica, e o Egungun pela representação do espírito individualizado, o Egungun se caracteriza pela aparição no aiyê. Os Esa e os Egun são invocados no padê.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Calendário Litúrgico==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Calendário Litúrgico do Ilê Agboulá (obtido do Projeto Egungun)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As festas e obrigações obedecem, no Ilê Agboulá, a um bem elaborado calendário litúrgico. E durante essas festas podem ocorrer rituais não periódicos e não obrigatoriamente integrados no calendário, como iniciação de novos Amuixan ou de novos Ojé, ou mesmo obrigações e oferendas de outros titulados da comunidade. Mas o calendário, mesmo, obedece ao seguinte: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Janeiro - Em janeiro, por ocasião do Ano Novo, as obrigações transcorrem até o dia nove. Esses rituais começam com uma obrigação para Onilê seguida de outra para Babá Olukotun. Junto com esta são celebradas as cerimônias anuais em homenagem a Babá Alapalá e Babá Ologbojô. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fevereiro - em fevereiro, começando no dia 2 e se estendendo por duas semanas, ocorre uma festa muito especial, principalmente porque a comunidade de Itaparica vive do mar e para o mar. É a festa de Yemanjá e Oxum, deusas das águas, e de Oxalá, o deus da criação. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Junho - em junho, na época do São João, realiza-se as festas de Babá Erin, que é o Egun do Sr. Eduardo Daniel de Paula, fundador da Casa. As festas se realizam por ocasião do ciclo de Xangô, que era o orixá do Sr. Eduardo. E atingem grande brilhantismo porque entre a comunidade do Ilê Agboulá, que é descendente do povo de Oyó, a veneração a Xangô é muito forte. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Categoria:Glossário]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Setembro - De 7 a 17 de setembro ocorrem as festas de Babá Agboulá. Por essa época é que é feita a colheita dos primeiros frutos na Ilha de Itaparica, sob a proteção de Babá. E isto é muito importante pelo fato de até bem pouco tempo a Ilha de Itaparica ter sido o grande fornecedor de frutas para a cidade de Salvador.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Páginas externas==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [http://www.mestredidi.org/egungun.htm Egungun]&lt;br /&gt;
* [http://aulobarretti.sites.uol.com.br/Egungun.htm Egungun no Candomblé]&lt;br /&gt;
* [http://www.fietreca.org.br Federação Internacional Afro-Brasileira]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{esboço}}&lt;br /&gt;
[[Categoria:Religiões]]&lt;br /&gt;
[[categoria:Afro-brasileiras]]&lt;br /&gt;
[[Categoria:Candomblé]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Daemonos</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://www.ocultura.org.br/index.php?title=Thelema&amp;diff=2328</id>
		<title>Thelema</title>
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		<updated>2006-09-26T01:04:41Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Daemonos: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;'''Faze o que tu queres, há de ser tudo da Lei(1)'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A base do sistema mágico desenvolvido por [[Aleister Crowley]], após o recebimento do Livro da Lei, em 1904. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Thelema (2)''' tem por objetivo a harmonização do homem consigo mesmo, e consequentemente com o universo, através do descobrimento do conceito denominado '''[[Verdadeira Vontade]]'''. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma melhor explicação está na '''Mensagem do Mestre Therion''', ou '''Liber II''':&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''&amp;quot;Faze o que tu queres há de ser tudo da Lei.&amp;quot;'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''&amp;quot;Não há nenhuma lei além de faze o que tu queres.&amp;quot;'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''&amp;quot;A palavra da lei é Thelema - Significa Vontade.&amp;quot;'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Chave desta Mensagem está nesta palavra: Vontade. O primeiro, óbvio significado desta Lei é confirmado por antítese: &amp;quot;A palavra do Pecado é Restrição.&amp;quot;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Novamente: &amp;quot;Tu não tens o direito a não ser fazer a tua vontade. Faze aquilo e nenhum outro dirá não. Pois vontade pura, desembaraçada do propósito, livre da ânsia de resultado, é toda via perfeita&amp;quot;. &lt;br /&gt;
Considerai isto cuidadosamente; parece insinuar uma teoria de que, se todo homem e toda mulher fizesse a vontade dele ou a vontade dela - a real vontade - não haveria conflito. &amp;quot;Todo homem e toda mulher é uma estrela&amp;quot;, e cada estrela, move-se numa órbita determinada, sem interferência. Existe lugar para todos; é apenas a desordem que causa confusão.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Destas considerações deve tornar-se claro que &amp;quot;Faze o que tu queres&amp;quot; não quer dizer &amp;quot;Faze o que quiseres&amp;quot;. A '''Lei''' é a apoteose da liberdade; mas é também a mais estrita das injunções.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Faze o que tu queres - então faze nada mais. Deixa que nada te desvie daquela tarefa austera e santa Liberdade para fazer a tua vontade é absoluta, mas procura fazer qualquer outra coisa, e instantaneamente obstáculos devem levantar-se. Todo ato que não está definitivamente no curso daquela órbita única é um ato errático e um empecilho. A vontade não pode ser duas, mas uma.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Nota, além disto, que essa vontade não deve apenas ser pura, isto é, única, como foi explicado acima; deve também ser &amp;quot;desembaraçada do propósito&amp;quot;. &lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Esta expressão estranha deve fazer-nos pausar. Pode significar que qualquer propósito naquela vontade a embotaria; claramente, a &amp;quot;ânsia de resultado&amp;quot; é uma coisa de que a vontade deve ser livre.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Mas esta expressão também pode ser interpretada como se lesse &amp;quot;com propósito desembaraçado&amp;quot; - isto é, com energia incansável. A concepção é, portanto, de um movimento eterno, infinito e inalterável. Isto é Nirvana, somente, dinâmico em vez de parado - o que vem no fim a ser a mesma coisa.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
A óbvia tarefa prática do mago é, portanto descobrir qual é realmente a sua vontade, para que ele possa fazer a sua vontade desta forma; isto pode ser conseguido melhor pelas práticas de '''Liber Thisarb''' (Tratando de Memória Mágica - a memória das encarnações passadas) ou outras tais que sejam ocasionalmente prescritas.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Deveria ser agora perfeitamente simples para todo mundo a essência da Mensagem do Mestre Therion.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tu deves: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1) Descobrir qual é a tua Vontade. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2) Fazer a tua Vontade com: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
a) unidade de propósito;&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
b) desprendimento;&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
c) paz.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então, e somente então, tu estás em harmonia com o Movimento Cósmico, tua vontade parte da, e portanto igual à, Vontade de Deus. E desde que a Vontade não é mais que o aspecto dinâmico do ente, e desde que dois entes diversos não podem possuir vontades idênticas, então, se tua vontade é a vontade de Deus - Tu és Aquilo.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Há apenas uma outra palavra a explicar. Em outra parte está escrito - certamente para nosso grande conforto - &amp;quot;'''Amor é a lei, amor sob vontade'''&amp;quot;. &lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Isso significa que, enquanto a Vontade é a Lei, a natureza dessa Vontade é Amor. Mas este Amor é como que um sub-produto daquela Vontade; não contradiz nem sobrepuja aquela Vontade; e se em qualquer crise uma contradição se erguer, é a Vontade que nos guiará corretamente. Vede, enquanto no Livro da Lei há muito escrito sobre o Amor, não existe nele nada de Sentimentalismo. O Ódio mesmo é quase como o Amor! Lutar é certamente Amor! &amp;quot;Lutai como irmãos&amp;quot;! Todas as raças másculas do mundo compreendem isto. &lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
O Amor de '''Liber Legis''' é sempre ousado, viril, orgiástico mesmo. Existe delicadeza, mas é a delicadeza da força. Poderoso, terrível e glorioso como é, porém, é apenas a flâmula sobre a sagrada lança da '''Vontade''', a inscrição damascena na lâmina das espadas dos Monges-Cavaleiros de Thelema.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Amor é a lei, amor sob vontade''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''(1)- &amp;quot;Do what thou wilt shall be the whole of the Law&amp;quot;''' - a tradução utilizada é a de [[Marcelo Motta]], pois fora feita seguindo uma observação de Germer sobre a necessidade de se ter o mesmo número de letras do original (11). Infelizmente, não se pode traduzir apenas com monossílabos como ocorre no britânico. '''11''' é o número da '''Grande Obra'''. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''(2) - &amp;quot;Está escrito que 'Amor é a lei, amor sob vontade'.''' Aqui há um Arcano Velado, pois no idioma grego AGAPE- Amor, tem o mesmo valor numérico que THELEMA - Vontade. Por isto nós compreendemos que a natureza da Vontade Universal é Amor&amp;quot;. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Liber CL - De Lege Libellum'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Categoria:Religiões]]&lt;br /&gt;
[[Categoria:Thelema]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Daemonos</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://www.ocultura.org.br/index.php?title=Nyingma&amp;diff=2327</id>
		<title>Nyingma</title>
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		<updated>2006-09-26T01:01:55Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Daemonos: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;'''Nyingma''' literalmente siginifica &amp;quot;antiga&amp;quot;. Foi a primeira escola do budismo a se desenvolver no Tibet, por volta do século 7/8 DC, através do mestre [[Padmasambhava]], conhecido como [[Guru Rinpoche]], o segundo [[Buda]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Diz-se que ele é o segundo [[Buda]], porque o próprio [[Siddhartha Gautama]] havia previsto que um segundo iluminado viria para completar e expandir os ensinamentos [[Vajrayana]] que ele havia dado de forma muito restrita. Em algumas fontes é dito que Guru Rinpoche seria mesmo uma nova encarnação do Buda Shakyamuni.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De qualquer forma os ensinamentos de Guru Rinpoche realmente completam e expandem os de [[Buda Shakyamuni]], em nenhum momento havendo contradição. Desta forma Guru Rinpoche é visto como o próprio Buda nas tradições do Budismo tibetano, especialmente na escola Nyingma. Ele desenvolveu inúmeros métodos de remoção de obstáculos, alguns transmitidos na sua época, outros escondidos para que no futuro pudessem ser usados pelos seres que tivessem a conexão apropriada com ele.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E assim a partir dos anos e séculos inúmeros tesouros (como são chamados os ensinamentos e práticas deixados por Guru Rinpoche) foram sendo descobertos e utilizados . Especialmente na nossa época, onde estamos tão vulneráveis a emoções perturbadoras e destrutivas, seus métodos são extremamente importantes e úteis. Seus tesouros conduzem o praticante desde a remoção de obstáculos em sua vida até a iluminação total, onde ele então será plenamente capaz de beneficiar todos os seres e também conduzí-los à iluminação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assim sendo, desde [[Guru Padmasambhava]] esses ensinamentos têm sido transmitido de mestre a discípulo, mesmo havendo um período onde estes ensinamentos estavam escondidos. De qualquer forma, devido a essa linhagem de transmissão, o relacionamento com um mestre espiritual é de extrema importância. Nas tradiçoes tibetanas o mestre é o [[Lama]], e confiar e seguir seus ensinamentos é fundamental. É dito que é raríssimo se alncançar a iluminação sem o relacionamento com um mestre, o Lama. Sem esse relacionamento, é muito comum o aluno se perder em meio a confusão de suas emoções, idéias e conceitos, ficando ainda mais perdido na roda do samsara.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Categoria:Religiões]]&lt;br /&gt;
[[Categoria:Budismo]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Daemonos</name></author>
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		<title>Nyingma</title>
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		<updated>2006-09-26T00:53:16Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Daemonos: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;'''Nyingma''' literalmente siginifica &amp;quot;antiga&amp;quot;. Foi a primeira escola do budismo a se desenvolver no Tibet, por volta do século 7/8 DC, através do mestre Padmasambhava, conhecido como Guru Rinpoche, o segundo Buda.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Diz-se que ele é o segundo Buda, porque o próprio Siddhartha Gautama havia previsto que um segundo iluminado viria para completar e expandir os ensinamentos Vajrayana que ele havia dado de forma muito restrita. Em algumas fontes é dito que Guru Rinpoche seria mesmo uma nova encarnação do Buda Shakyamuni.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De qualquer forma os ensinamentos de Guru Rinpoche realmente completam e expandem os de Buda Shakyamuni, em nenhum momento havendo contradição. Desta forma Guru Rinpoche é visto como o próprio Buda nas tradições do Budismo tibetano, especialmente na escola Nyingma. Ele desenvolveu inúmeros métodos de remoção de obstáculos, alguns transmitidos na sua época, outros escondidos para que no futuro pudessem ser usados pelos seres que tivessem a conexão apropriada com ele.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E assim a partir dos anos e séculos inúmeros tesouros (como são chamados os ensinamentos e práticas deixados por Guru Rinpoche) foram sendo descobertos e utilizados . Especialmente na nossa época, onde estamos tão vulneráveis a emoções perturbadoras e destrutivas, seus métodos são extremamente importantes e úteis. Seus tesouros conduzem o praticante desde a remoção de obstáculos em sua vida até a iluminação total, onde ele então será plenamente capaz de beneficiar todos os seres e também conduzí-los à iluminação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assim sendo, desde Guru Padmasambhava esses ensinamentos têm sido transmitido de mestre a discípulo, mesmo havendo um período onde estes ensinamentos estavam escondidos. De qualquer forma, devido a essa linhagem de transmissão, o relacionamento com um mestre espiritual é de extrema importância. Nas tradiçoes tibetanas o mestre é o Lama, e confiar e seguir seus ensinamentos é fundamental. É dito que é raríssimo se alncançar a iluminação sem o relacionamento com um mestre, o Lama. Sem esse relacionamento, é muito comum o aluno se perder em meio a confusão de suas emoções, idéias e conceitos, ficando ainda mais perdido na roda do samsara.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[Category | Budismo]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Daemonos</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://www.ocultura.org.br/index.php?title=Buda&amp;diff=2325</id>
		<title>Buda</title>
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		<updated>2006-09-26T00:45:31Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Daemonos: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;#redirect [[Buddha]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Daemonos</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://www.ocultura.org.br/index.php?title=Gloss%C3%A1rio_de_Thelema&amp;diff=2307</id>
		<title>Glossário de Thelema</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://www.ocultura.org.br/index.php?title=Gloss%C3%A1rio_de_Thelema&amp;diff=2307"/>
		<updated>2006-09-22T20:55:59Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Daemonos: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Esse é um glossário de termos encontrados na religião e filosofia de [[Thelema]]. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Somente com algumas exceções, por favor abstenha-se de listar termos encontrados no campo da [[magia]], que devem ser listados no [[Glossário de Magia]].&lt;br /&gt;
__NOTOC__&lt;br /&gt;
{| id=&amp;quot;toc&amp;quot; border=&amp;quot;0&amp;quot;&lt;br /&gt;
| [[#top|Top]] - [[#0-9|0-9]]  [[#A|A]] [[#B|B]] [[#C|C]] [[#D|D]] [[#E|E]] [[#F|F]] [[#G|G]] [[#H|H]] [[#I|I]] [[#J|J]] [[#K|K]] [[#L|L]] [[#M|M]] [[#N|N]] [[#O|O]] [[#P|P]] [[#Q|Q]] [[#R|R]] [[#S|S]] [[#T|T]] [[#U|U]] [[#V|V]] [[#W|W]] [[#X|X]] [[#Y|Y]] [[#Z|Z]]&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==0-9==&lt;br /&gt;
*'''[[0=2]].'''&lt;br /&gt;
*'''[[Números em Thelema|11]].''' &lt;br /&gt;
*'''[[Números em Thelema|31]].'''&lt;br /&gt;
*'''[[Números em Thelema|56]].''' &lt;br /&gt;
*'''[[93]].''' Um número que simboliza &amp;quot;Thelema&amp;quot; e &amp;quot;Agape&amp;quot;. Frequentemente usado como um &amp;quot;resumo&amp;quot; para a Lei de Thelema e usado como um cumprimento informal de boas-vindas entre Thelemitas. &lt;br /&gt;
*'''[[Números em Thelema|418]].'''  &lt;br /&gt;
*'''[[Números em Thelema|666]].''' &lt;br /&gt;
==A==&lt;br /&gt;
*'''[[A.'.A.'.]].''' &lt;br /&gt;
*'''[[Abrahadabra]].'''&lt;br /&gt;
*'''[[Abramelin]].''' &lt;br /&gt;
*'''[[Abyss]].''' &lt;br /&gt;
*'''[[Aeon]].'''  &lt;br /&gt;
*'''[[Agape]].''' &lt;br /&gt;
*'''[[Aiwass]].''' &lt;br /&gt;
*'''[[Ankh-af-na-khonsu]].''' &lt;br /&gt;
*'''[[AUMGN]].'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==B==&lt;br /&gt;
*'''[[Babalon]].'''&lt;br /&gt;
*'''[[Baphomet]].'''&lt;br /&gt;
*'''The Beast.''' &lt;br /&gt;
*'''Black Brothers.''' &lt;br /&gt;
*'''[[Body of Light]].'''   &lt;br /&gt;
*'''[[Boleskine]].''' &lt;br /&gt;
*'''[[The Book of the Law]].''' &lt;br /&gt;
*'''[[Book of Thoth]].''' &lt;br /&gt;
==C==&lt;br /&gt;
*'''[[Cake of Light]].''' &lt;br /&gt;
*'''[[Cefalu]].''' &lt;br /&gt;
*'''[[City of the Pyramids]].''' &lt;br /&gt;
*'''[[Chaos]].'''&lt;br /&gt;
*'''[[Aleister Crowley|Crowley, Aleister]].'''  &lt;br /&gt;
==D==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==E==&lt;br /&gt;
*'''[[Ecclesia Gnostica Catholica]].''' &lt;br /&gt;
*'''[[Equinox of the Gods]].''' &lt;br /&gt;
==F==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==G==&lt;br /&gt;
*'''[[Genius]].''' &lt;br /&gt;
*'''[[Gnosis]].''' &lt;br /&gt;
*'''[[Godform]].''' &lt;br /&gt;
*'''[[Hermetic Order of the Golden Dawn|Golden Dawn]].''' &lt;br /&gt;
*'''[[The Gnostic Mass|Gnostic Mass]].''' &lt;br /&gt;
*'''Grade.''' &lt;br /&gt;
*'''[[The Great Work|Great Work]].''' &lt;br /&gt;
==H==&lt;br /&gt;
*'''[[Hadit]].''' &lt;br /&gt;
*'''[[Holy Guardian Angel]].''' &lt;br /&gt;
*'''[[Horus]].''' &lt;br /&gt;
==I==&lt;br /&gt;
*'''[[IAO]].''' &lt;br /&gt;
*'''[[IHVH]].''' &lt;br /&gt;
*'''Imperator.''' &lt;br /&gt;
*'''[[INRI]].''' &lt;br /&gt;
==J==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==K==&lt;br /&gt;
*'''[[Khabs]].''' &lt;br /&gt;
*'''[[Khu]].''' &lt;br /&gt;
*'''[[Kiblah]].''' &lt;br /&gt;
==L==&lt;br /&gt;
*'''[[Lamen]].''' &lt;br /&gt;
*'''Law of Thelema.''' &lt;br /&gt;
*'''Liber.'''&lt;br /&gt;
*'''[[The Book of the Law|Liber AL]].'''  &lt;br /&gt;
*'''[[The Book of the Law|Liber Legis]].''' &lt;br /&gt;
*'''[[LVX]].''' &lt;br /&gt;
==M==&lt;br /&gt;
*'''[[Macrocosm]].''' &lt;br /&gt;
*'''[[Magick]].''' &lt;br /&gt;
*'''[[Microcosm]].''' &lt;br /&gt;
*'''[[M.'.M.'.M.'.]].''' &lt;br /&gt;
==N==&lt;br /&gt;
*'''[[Night of Pan]].''' &lt;br /&gt;
*'''[[NOX]].''' &lt;br /&gt;
*'''[[Nuit]].''' &lt;br /&gt;
==O==&lt;br /&gt;
*'''[[Obeah]].''' &lt;br /&gt;
*'''[[Ordo Templi Orientis]].'''&lt;br /&gt;
==P==&lt;br /&gt;
*'''[[Pax Templi]].''' &lt;br /&gt;
*'''Praemonstrator.''' &lt;br /&gt;
==Q==&lt;br /&gt;
*'''[[Qabalah]].''' &lt;br /&gt;
==R==&lt;br /&gt;
*'''[[Ra-Hoor-Khuit]].''' &lt;br /&gt;
*'''[[Rood]].''' &lt;br /&gt;
*'''[[Rosy Cross]].''' &lt;br /&gt;
==S==&lt;br /&gt;
*'''[[Secret Chiefs]].''' &lt;br /&gt;
*'''[[Stele of Revealing]].''' &lt;br /&gt;
==T==&lt;br /&gt;
*'''[[Tetragrammaton]].''' &lt;br /&gt;
*'''[[Thelema]].''' &lt;br /&gt;
*'''Thelemite.''' &lt;br /&gt;
*'''[[To Mega Therion]].''' &lt;br /&gt;
*'''[[Tree of Life]].''' &lt;br /&gt;
*'''[[True Will]].''' &lt;br /&gt;
==U==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==V==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==W==&lt;br /&gt;
*'''[[Wanga]].''' &lt;br /&gt;
*'''[[Will]].''' &lt;br /&gt;
==X==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Y==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Z==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Categoria:Thelema]][[Categoria:Glossários]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Daemonos</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://www.ocultura.org.br/index.php?title=Gloss%C3%A1rio_de_Thelema&amp;diff=2306</id>
		<title>Glossário de Thelema</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://www.ocultura.org.br/index.php?title=Gloss%C3%A1rio_de_Thelema&amp;diff=2306"/>
		<updated>2006-09-22T20:50:25Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Daemonos: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;This is a glossary of terms found within the religion and philosophy of [[Thelema]]. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
With only a few exceptions, please refrain from listing terms found within the field of [[magick]], which should instead be listed in the [[Glossary of Magick]].&lt;br /&gt;
__NOTOC__&lt;br /&gt;
{| id=&amp;quot;toc&amp;quot; border=&amp;quot;0&amp;quot;&lt;br /&gt;
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|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==0-9==&lt;br /&gt;
*'''[[0=2]].'''&lt;br /&gt;
*'''[[Numbers in Thelema|11]].''' &lt;br /&gt;
*'''[[Numbers in Thelema|31]].'''&lt;br /&gt;
*'''[[Numbers in Thelema|56]].''' &lt;br /&gt;
*'''[[93]].''' A number which symbolizes &amp;quot;Thelema&amp;quot; and &amp;quot;Agape&amp;quot;. Often used as a shorthand for the Law of Thelema, and used as an informal greeting between Thelemites. &lt;br /&gt;
*'''[[Numbers in Thelema|418]].'''  &lt;br /&gt;
*'''[[Numbers in Thelema|666]].''' &lt;br /&gt;
==A==&lt;br /&gt;
*'''[[A.'.A.'.]].''' &lt;br /&gt;
*'''[[Abrahadabra]].'''&lt;br /&gt;
*'''[[Abramelin]].''' &lt;br /&gt;
*'''[[Abyss]].''' &lt;br /&gt;
*'''[[Aeon]].'''  &lt;br /&gt;
*'''[[Agape]].''' &lt;br /&gt;
*'''[[Aiwass]].''' &lt;br /&gt;
*'''[[Ankh-af-na-khonsu]].''' &lt;br /&gt;
*'''[[AUMGN]].'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==B==&lt;br /&gt;
*'''[[Babalon]].'''&lt;br /&gt;
*'''[[Baphomet]].'''&lt;br /&gt;
*'''The Beast.''' &lt;br /&gt;
*'''Black Brothers.''' &lt;br /&gt;
*'''[[Body of Light]].'''   &lt;br /&gt;
*'''[[Boleskine]].''' &lt;br /&gt;
*'''[[The Book of the Law]].''' &lt;br /&gt;
*'''[[Book of Thoth]].''' &lt;br /&gt;
==C==&lt;br /&gt;
*'''[[Cake of Light]].''' &lt;br /&gt;
*'''[[Cefalu]].''' &lt;br /&gt;
*'''[[City of the Pyramids]].''' &lt;br /&gt;
*'''[[Chaos]].'''&lt;br /&gt;
*'''[[Aleister Crowley|Crowley, Aleister]].'''  &lt;br /&gt;
==D==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==E==&lt;br /&gt;
*'''[[Ecclesia Gnostica Catholica]].''' &lt;br /&gt;
*'''[[Equinox of the Gods]].''' &lt;br /&gt;
==F==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==G==&lt;br /&gt;
*'''[[Genius]].''' &lt;br /&gt;
*'''[[Gnosis]].''' &lt;br /&gt;
*'''[[Godform]].''' &lt;br /&gt;
*'''[[Hermetic Order of the Golden Dawn|Golden Dawn]].''' &lt;br /&gt;
*'''[[The Gnostic Mass|Gnostic Mass]].''' &lt;br /&gt;
*'''Grade.''' &lt;br /&gt;
*'''[[The Great Work|Great Work]].''' &lt;br /&gt;
==H==&lt;br /&gt;
*'''[[Hadit]].''' &lt;br /&gt;
*'''[[Holy Guardian Angel]].''' &lt;br /&gt;
*'''[[Horus]].''' &lt;br /&gt;
==I==&lt;br /&gt;
*'''[[IAO]].''' &lt;br /&gt;
*'''[[IHVH]].''' &lt;br /&gt;
*'''Imperator.''' &lt;br /&gt;
*'''[[INRI]].''' &lt;br /&gt;
==J==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==K==&lt;br /&gt;
*'''[[Khabs]].''' &lt;br /&gt;
*'''[[Khu]].''' &lt;br /&gt;
*'''[[Kiblah]].''' &lt;br /&gt;
==L==&lt;br /&gt;
*'''[[Lamen]].''' &lt;br /&gt;
*'''Law of Thelema.''' &lt;br /&gt;
*'''Liber.'''&lt;br /&gt;
*'''[[The Book of the Law|Liber AL]].'''  &lt;br /&gt;
*'''[[The Book of the Law|Liber Legis]].''' &lt;br /&gt;
*'''[[LVX]].''' &lt;br /&gt;
==M==&lt;br /&gt;
*'''[[Macrocosm]].''' &lt;br /&gt;
*'''[[Magick]].''' &lt;br /&gt;
*'''[[Microcosm]].''' &lt;br /&gt;
*'''[[M.'.M.'.M.'.]].''' &lt;br /&gt;
==N==&lt;br /&gt;
*'''[[Night of Pan]].''' &lt;br /&gt;
*'''[[NOX]].''' &lt;br /&gt;
*'''[[Nuit]].''' &lt;br /&gt;
==O==&lt;br /&gt;
*'''[[Obeah]].''' &lt;br /&gt;
*'''[[Ordo Templi Orientis]].'''&lt;br /&gt;
==P==&lt;br /&gt;
*'''[[Pax Templi]].''' &lt;br /&gt;
*'''Praemonstrator.''' &lt;br /&gt;
==Q==&lt;br /&gt;
*'''[[Qabalah]].''' &lt;br /&gt;
==R==&lt;br /&gt;
*'''[[Ra-Hoor-Khuit]].''' &lt;br /&gt;
*'''[[Rood]].''' &lt;br /&gt;
*'''[[Rosy Cross]].''' &lt;br /&gt;
==S==&lt;br /&gt;
*'''[[Secret Chiefs]].''' &lt;br /&gt;
*'''[[Stele of Revealing]].''' &lt;br /&gt;
==T==&lt;br /&gt;
*'''[[Tetragrammaton]].''' &lt;br /&gt;
*'''[[Thelema]].''' &lt;br /&gt;
*'''Thelemite.''' &lt;br /&gt;
*'''[[To Mega Therion]].''' &lt;br /&gt;
*'''[[Tree of Life]].''' &lt;br /&gt;
*'''[[True Will]].''' &lt;br /&gt;
==U==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==V==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==W==&lt;br /&gt;
*'''[[Wanga]].''' &lt;br /&gt;
*'''[[Will]].''' &lt;br /&gt;
==X==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Y==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Z==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Categoria:Thelema]][[Categoria:Glossários]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Daemonos</name></author>
	</entry>
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		<id>https://www.ocultura.org.br/index.php?title=Ocultura:Projetos&amp;diff=2305</id>
		<title>Ocultura:Projetos</title>
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		<updated>2006-09-22T20:49:32Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Daemonos: /* Projeto: Maiores Operações de Crowley */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Os projetos a seguir necessitam de atenção especial. Se você estiver procurando algo específico para trabalhar aqui, olhe mais adiante nessa página. Se você adicionar algum artigo completo dessa lista, por favor, volte a essa página e apague-o da lista. Se você começar um, ou adicionou alguma coisa pequena, então volte e liste o que ainda é necessário.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Todos são bem-vindos a adicionar nesta página. Se você achar que há alguma página que necessita de atenção, adicione-as aqui. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Glossários==&lt;br /&gt;
Será mais útil começar alguns glossários a partir de temas principais do site. Estes Glossários são projetados para ser páginas únicas com uma lista de termos comuns e jargões com definições breves. Por favor considere complementá-los. Além desses, pode haver muitos outros glossários, especialmente para astrologia, alquimia e yoga.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*[[Glossário de Thelema]]&lt;br /&gt;
*[[Glossário de Magick]]&lt;br /&gt;
*[[Glossário de Astrologia]]&lt;br /&gt;
*[[Glossário de Alquimia]]&lt;br /&gt;
*[[Glossário de Yoga]]&lt;br /&gt;
*[[Glossário de Tarot]]&lt;br /&gt;
*[[Glossário de Qabalah]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Tarot de Thoth==&lt;br /&gt;
Eis aqui algo que podemos começar, então nos ajude a ir além.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[Tarot de Thoth]] (precisa de definição, história, descrição geral general e teoria)&lt;br /&gt;
* [[Frieda Harris]] (ainda precisa de informação)&lt;br /&gt;
* Todos os Arcanos Maiores pecisam de ajuda: [[O Louco (tarot)]], [[O Mago (tarot)]], [[A Sacerdotisa (tarot)]], [[A Imperatriz (tarot)]], [[O Emperador (tarot)]], [[O Hierophante (tarot)]], [[Os Amantes (tarot)]], [[A Carruagem (tarot)]], [[Ajustamento (tarot)]], [[O Eremita (tarot)]], [[Fortuna (tarot)]], [[Luxúria (tarot)]], [[O Dependurado (tarot)]], [[Morte (tarot)]], [[Arte (tarot)]], [[O Diabo (tarot)]], [[A Torre (tarot)]], [[A Estrela (tarot)]], [[A Lua tarot)]], [[O Sol (tarot)]], [[O Aeon (tarot)]], [[O Universo (tarot)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Projeto: Mulheres Escarlates==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As mulheres de Thelema precisam de uma voz... então ajude-as!&lt;br /&gt;
*[[Mary Butts]] (1892-1937) autora, conhecida de Crowley, residente de Cefalù&lt;br /&gt;
*[[Rose Edith Crowley]] (1874-1932) (ainda precisa de muito trabalho)&lt;br /&gt;
*[[Leah Hirsig]] (1883–1951) (mais trabalho!!)&lt;br /&gt;
*[[Regina Kahl]] (1891-1945), primeiro sacerdotisa de uma Missa Gnóstica pública&lt;br /&gt;
*[[Maria de Miramar]] (1894-196?) A segunda esposa de Aleister Crowley&lt;br /&gt;
*[[Dorothy Olsen]] Soror Astrid, uma Mulher Escarlate; estudente e companheira de Crowley&lt;br /&gt;
*[[Phyllis Seckler]] (1917-2004) Soror Meral IXº O.T.O., 5=6 A.'.A.'., fundador do [[College of Thelema]].&lt;br /&gt;
*[[Leila Waddell]] (1880–1932) LAYLAH, companheira de Crowley, foi inspiração para Livro das Mentiras, violinista&lt;br /&gt;
*[[Jane Wolfe]] (1875-1958) Soror Estai, conhecida de Aleister Crowley, residente de Cefalù, atriz de filmes silenciosos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Projeto: Sexo!==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Bom, agora um pouco de assuntos polêmicos. Vamos ouvir um pouco sobre boas coisas:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*[[Magia Sexual]]&lt;br /&gt;
*[[Phallus]]&lt;br /&gt;
*[[Kundalini]]&lt;br /&gt;
*[[Sexo]]&lt;br /&gt;
*[[Erotica]]&lt;br /&gt;
*[[Orgone]]&lt;br /&gt;
*[[Polyamoria]]&lt;br /&gt;
*[[Prostituição Sagrada]]&lt;br /&gt;
*[[Virgindade]]&lt;br /&gt;
*[[Castidade]]&lt;br /&gt;
*[[Homossexualidade]]&lt;br /&gt;
*[[Puberdade]]&lt;br /&gt;
*[[Masturbação]]&lt;br /&gt;
*[[Semen]]&lt;br /&gt;
*[[Kama Sutra]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Projeto: Maiores Operações Mágicas de Crowley ==&lt;br /&gt;
Por favor tente manter o mínimo de jargão técnico, ou explique quando necessário. Lembre-se, o objetivo é a educar, não assuma conhecimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*[[Operação do Cairo]]&lt;br /&gt;
*[[Operação João São João]]&lt;br /&gt;
*[[Operação de Abuldiz]]&lt;br /&gt;
*[[Operação de Paris]]&lt;br /&gt;
*[[Operação de Amalantrah]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Projeto: Astrologia==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[Carta Natal]]&lt;br /&gt;
* [[Qualidades (astrologia)]] (i.e. cardinal, fixo, &amp;amp; mutável... por favor faça uma página para todos os três)&lt;br /&gt;
* [[Movimento (astrologia)]] (por exemplo retrógrado, retornos, trânsitos, etc)&lt;br /&gt;
* [[Orbe (astrologia)]]&lt;br /&gt;
* [[Corpos Celestes]] (por exemplo asteróides, estrelas fixas, &amp;amp; luas, etc.)&lt;br /&gt;
* Todos os signos poderiam ter um pouco de ajuda:  [[Áries]], [[Touro]], [[Gêmeos]], [[Câncer]], [[Leão]], [[Virgo]], [[Libra]], [[o Escorpião]], [[Sagitário]], [[Capricórnio]], [[Aquário]], [[Peixes]]&lt;br /&gt;
* Todos os signos poderiam ter um pouco de ajuda:  [[Sol (astrologia)|Sol]], [[Mercúrio (astrologia)|Mercúrio]], [[Vênus (astrologia)|Vênus]], [[Lua (astrologia)|Lua]], [[Marte (astrologia)|Marte]], [[Júpiter (astrologia)|Júpiter]], [[Saturno (astrologia)|Saturno]], [[Urano (astrologia)|Urano]], [[Netuno (astrologia)|Netuno]], [[Plutão (astrologia)|Plutão]].&lt;br /&gt;
* Sinta-se à vontade para acrescentar itens que estejam faltando.&lt;br /&gt;
* Muitas entradas neste projeto podem usar informações de livros e Wikies. ''Os Princípios Gerais de Astrologia'' de Crowley pode ser uma boa fonte de se usar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Trabalhos de Crowley==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para verdadeiros insanos:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*[[Trabalhos de Aleister Crowley (Livros)]] (cada livro precisa de uma descrição)&lt;br /&gt;
*[[Trabalhos de Aleister Crowley (Poesia)]] (precisa de uma lista completa, preferivelmente dividida por algum esquema de categoria, tal como tema ou período. Podemos também hospedar alguns de seus poemas, muitos dos quais estão em domínio público (pré-1924 acredito). &lt;br /&gt;
*[[Trabalhos de Aleister Crowley (Outros)]] (Outras coisas, como ensaios, artigos de revistas, colunas de jornais, etc.)&lt;br /&gt;
*''[http://www.redflame93.com/DeskReference.html The Desk Reference] é uma ótima referência''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Para onde ir daqui==&lt;br /&gt;
{{help}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Categoria:Ocultura]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Daemonos</name></author>
	</entry>
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		<title>Predefinição:Help</title>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;Daemonos: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&amp;lt;font style=&amp;quot;font-size:10px;&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
*'''[[Ocultura:Tutorial|Onde Começar]]''' ''Leia isso se você está tendo problemas para começar''&lt;br /&gt;
*'''[[Ocultura:Really Simple Tutorial|Really Simple Tutorial]]''' ''A friendly guide to all the basics''&lt;br /&gt;
*'''[[Ocultura:Editorial Policy|Editorial Policy]]''' ''Basic policies regarding content and behavior on Ocultura'' &lt;br /&gt;
*'''[[Ocultura:How to Contribute|How to Contribute]]''' ''A quick start primer for adding content to Ocultura''&lt;br /&gt;
*'''[[Ocultura:Wiki Markup|Wiki Markup]]''' ''Full list of all the formatting code, including text, images, sections, and links'' &lt;br /&gt;
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&amp;lt;/font&amp;gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Daemonos</name></author>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;Daemonos: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&amp;lt;font style=&amp;quot;font-size:10px;&amp;quot;&amp;gt;&lt;br /&gt;
*'''[[Ocultura:Tutorial|Onde Começar]]''' ''Leia isso se você está tendo problemas para começar''&lt;br /&gt;
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*'''[http://en.wikipedia.org/wiki/Help:Contents Comprehensive Wikipedia Help Pages]''' ''Everything there is to know about using a wiki''&lt;br /&gt;
&amp;lt;/font&amp;gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Daemonos</name></author>
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